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segunda-feira, abril 15, 2019

Carro usado, vantagens e desvantagens


Vantagens

  • Preços mais apelativos;
  • Alguns erros de fabrico podem já ter sido notificados e corrigidos pelo(s) anterior(es) proprietário(s);
  • A lei obriga os stands automóveis a darem garantia de carros usados.


Desvantagens
  • Maior risco na apresentação de encargos na manutenção;
  • Diferenças na aquisição entre um stand ou a um particular;
  • Não há nenhuma lei que obrigue um vendedor particular a dar garantia de carros usados ao comprador;
  • Obriga a uma pesquisa extensiva para que se encontre um bom negócio;
  • Análise do modelo de forma exaustiva e detalhada;
  • Devem apontar-se quais as peças ou componentes que irão necessitar de serem substituídas, para somar ao valor de venda do carro e perceber se a compra compensa ou faz sentido.

Comprar usado a um particular:

Como não existe nenhuma lei que obrigue um vendedor particular a dar garantia de carros usados ao comprador, deve ter-se atenção redobrada face a alguns fatores.
Se a compra for feita a um particular, o comprador deve fazer-se acompanhar por alguém especializado em mecânica automóvel, para garantir que o veículo usado é realmente de confiança.
Nestes casos, a DECO (Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor) recomenda que se recorra a um serviço especializado de inspeção de carros usados, disponível nas oficinas mecânicas.
Quanto à inspeção do carro, a DECO recomenda que “Comece por procurar vestígios de ferrugem na carroçaria, amolgadelas, mossas ou deformações”. Verifique, por exemplo, a abertura das portas e do capot, o estado dos pneus, as luzes e a pintura do veículo.
No interior, veja se há danos nos estofos, se os bancos e os cintos funcionam e se não há estragos nos espelhos, nos botões, na fechadura e na chave de ignição. Opte sempre por ligar o motor para verificar se há indicação de avarias ou revisões no painel. Analise o nível do óleo, a validade da bateria e o depósito de refrigeração.
Uma vez que formalize a sua resposta, trace um plano sobre o orçamento para a sua decisão final. Determine quantos quilómetros irá percorrer por ano, contabilize os gastos com o combustível escolhido do modelo selecionado, as inspeções periódicas e não se esqueça de considerar as despesas de manutenção.

Fiquem bem,

sexta-feira, outubro 05, 2012

Revolução na zona euro contra a Alemanha...



Nosso comentário:


Depois de contemplar na televisão o que hoje contemplei, já dou por tudo.
Uma República Portuguesa de rastos, uma cerimónia sem alma no dia comemorativo da sua implantação o 5 de Outubro), sem POVO, feita numa sala fechada, cercada de polícia, vedadas todas as ruas limítrofes à população. Apenas um discurso a quebrar a monotonia da rendição dos outros ao inevitabilismo da mortífera austeridade atual: o de António Costa, Presidente da Câmara Municipal de Lisboa.
Uma República moribunda dir-se-ia.
Um dia 5 de Outubro matado já por este governo, tirando-lhe o direito a ser FERIADO NACIONAL.
Uma República sem imaginação, sem a consciência do orgulho nacional, sem políticos à altura de darem uma sapatada, um chega para lá na DESGRAÇA instalada, imposta por quem quer que seja, sim porque a gente quer viver, não morrer.
Caros leitores, de mais longe ou de mais perto, portugueses ou não, deixem-me dizer-lhes: Portugal é uma Pátria de muitos séculos que não precisa de lições, muito menos de notas classificativas de um qualquer país armado em professor, seja ele qual for.
Ainda por cima um professor à moda antiga, como muitos de nós ainda conhecemos: com régua, vara, palmatória, para dar porrada da grossa ao aluno.
NÃO!
É mau de mais.
Talvez por isso até compreenda as palavras duras deste senhor ex-vice da agência Moody's.
Por sentir neste momento, nesta Europa, muito do que Mahoney diz, embora contra o meu ideário assente numa outra postura de uma outra Alemanha.
Escrevi coisas sobre as vantagens da Europa Unida, gostava e ainda gosto do sonho desses grandes homens quando intentaram ir com ele por diante: para que nascesse uma Europa livre, solidária, pacífica, unida, que aglutinasse povos até então beligerantes entre si.
Sinto-me obrigado a dizer isto: ou a Alemanha e o seu ideário arrepiam caminho (não sei se será ainda a tempo) ou admito concordar com este senhor ex-diretor da Moody's.
Partilho o artigo deste senhor publicado no Expresso.
 
 
PS. Fotos dos textos recolhidas aleatoriamente da internet apenas para ilustrar os mesmos.
 
 
 
Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
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Ex-vice da Moody's apela a revolução na zona euro

O tempo para uma discussão "educada" terminou. O que está em causa no "Sul" da Europa é a diferença entre um futuro de prosperidade ou depressão. Palavras duras de Christopher T. Mahoney, ex-vice presidente da agência Moody's.



"Está na hora de uma revolução na zona euro, o tempo para uma discussão educada terminou. O que está em causa não são um ou dois por cento de crescimento económico no Sul, mas, pelo contrário, a diferença entre um futuro de prosperidade e um de depressão", refere hoje Christopher T. Mahoney, ex-vice presidente da agência de notação Moody's, num artigo intitulado "Southern Europe Must Revolt Against Price Stability", publicado no "Project Syndicate".
Essa "revolução" deve ser "liderada pela França, Itália e Espanha", com a França à cabeça, e os seus alvos principais são a Alemanha e o Bundesbank. "O tempo é agora, antes que a Espanha e Itália sejam forçadas a capitular à estricnina e ao arsénio da troika", sublinha.
Mahoney é um veterano de Wall Street que saiu de vice-presidente da Moody's em 2007. Considera-se um "libertário do mercado livre".
"Se o Sul continuar a permitir que o Norte administre o remédio envenenado da deflação monetária e da austeridade orçamental, sofrerá, desnecessariamente, anos e anos", adverte Mahoney, para, depois, apelar à "revolução" do Sul.
"A zona euro é uma república multinacional em que cada país, independentemente da sua notação de crédito, pode atuar como um hegemonista. A Alemanha tem apenas dois votos no conselho de governadores do Banco Central Europeu (BCE), não tem controlo e não tem poder de veto. A Alemanha é apenas mais outro membro da união e o Bundesbank apenas mais outra sucursal regional do sistema do euro. O Tratado do BCE não pretendeu ser um pacto de suicídio, e pode ser interpretado de um modo suficientemente aberto para permitir que seja feito o que tem de ser feito. Se o Tribunal Constitucional objetar, então a Alemanha pode sair."
E reforça: "O que advogo é uma rutura pública com o Bundesbank e com os seus satélites ideológicos".
A finalizar, diz: "Talvez seja mais prudente conduzir esta revolta em privado, mas o que acho é que só funciona como ultimato público".


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/ex-vice-da-moodys-apela-a-revolucao-na-zona-euro=f758145#ixzz28SHJkw56

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...