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terça-feira, julho 07, 2015

Aluna de arte dramática, depois Primeira Dama


Evocação singela:




Uma vida preenchida, uma ilustre portuguesa, uma vida dedicada a preocupações de índole social, à educação, à intervenção política e cívica, etc.
De actriz a primeira dama, com tudo pelo meio, assim se poderia definir levianamente numa curta frase o percurso riquíssimo desta senhora que hoje mesmo deixou o convívio de todos nós.
Numa altura em que Portugal e os portugueses estão confrontados com dificuldades novas em que é proibido fraquejar, em que há que ir buscar forças aonde as houver...
Maria Barroso pode muito bem ser uma dessas fontes inspiradoras de coragem, de ânimo, de crença, de classe, de cultura, de portuguesismo, tão necessários à sobrevivência desta Nação soberana de séculos.
Da vida e da morte pouco há a acrescentar. São duas realidades com que todos nós temos de nos confrontar.
Maria Barroso, hoje mesmo deixou o convívio dos vivos, mas ficará para sempre entre nós, nas memórias que se perpetuarão na história de Portugal.
Um momento triste para Portugal, sem dúvida, particularmente triste para uma Família referência deste querido país. 
Aos seus entes queridos expresso os meus votos de grande pesar. Que me perdoem esta tão singela homenagem no meu blogue.


António Esperança Pereira




quarta-feira, outubro 30, 2013

Acordem pessoas de todas as raças...


Guerra


O estilhaço dispara
A VIDA é matada

na fome de sangue
na cegueira instalada
o ódio grassa
no nada que deixa

ceifeira de vidas
a guerra
é choro o que traz
é negro o que veste
é cinza o que faz

o que se ganha?

um pedaço de chão
um poço de petróleo
uma qualquer razão?

e o filho partido
a irmã violada
a casa queimada
tudo destruído?

nada há que pague
esta oportunidade

A VIDA

vida que é festa
vida que é dança
vida que é amor
vida que é tudo
menos matança

acordem pessoas
de todas as idades
de todas as raças
de tantas verdades


conversem respeitem
respeitem-se
se não se entenderem
na solução
se ficarem tensos
escravos de uma “razão”
esperem um tempo
parem
e em vez de matarem
de arma na mão…

NÃO!

enquanto esperam
a solução
dêem as mãos
façam uma roda
e dancem
que o sorriso vem!



Fiquem bem,

António Esperança Pereira


domingo, março 24, 2013

Relvas morre. Já no céu enfrenta a ira dos sábios


Nosso comentário:


Ainda bem que alguém de entre os meus contatos, que muito prezo, me enviou uma anedota catita que pode ser lida mais abaixo.
Mudam-se os tempos mudam-se as vontades, por isso mesmo os atores das anedotas também variam.
Desta feita cabe ao ministro Relvas, não pelas melhores razões, o papel principal na anedota em apreço que me foi enviada.
Em véspera de mais uma semana de trabalho pareceu-me bem tentar ao menos por alguns instantes fazer esquecer o rumo que as coisas levam nesta Europa sem rei nem roque.
Animação no Velho Continente não falta, lá isso é verdade. Mas é uma animação dispensável e por demais triste e deprimente de se ver.
Parecia que era só a Grécia, parecia que era só a Irlanda, parecia que era só a Islândia, parecia que era só Portugal, parecia que era só a Espanha, parecia que era só o Chipre, parecia, parecia, parecia....
E a coisa vai de vento em popa (a roubalheira claro) sem que se veja um fim minimamente feliz à vista.
Mas porque hoje é domingo, véspera de segunda-feira de trabalho para muitos (nem todos ainda estão desempregados, emigrados, reformados, despedidos, arrumados, moribundos) deixemos as tristezas, que são mais que muitas, e estimados leitores fiquem-se então com a  anedota do ministro Relvas.


PS. Hoje escrevo mais ou menos de acordo com o NAO (Novo Acordo Ortográfico) mas não sei o que hei-de fazer sinceramente. Para já vou alternando. O leitor se estiver na dúvida como eu, alterne também. 


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/





Anedota: Relvas no Céu


Relvas morreu. 

Foi para o céu. S. Pedro disse-lhe que ficasse 15 dias na ala dos filósofos, para melhorar a sua cultura.

No dia seguinte, S. Pedro foi até à ala dos filósofos e, pela fresta da janela surpreendeu Confúcio conversando com Relvas.

Confúcio estava amarelo, irritado, e com o dedo em riste gritava a Relvas:

-Olha Relvas é a última vez que repito:

-Platão não é aumentativo de prato

-Epístola não é a mulher do apóstolo

-Eucaristia não é o aumento de custo de vida na zona Euro

-Cristão não é um grande Cristo

-Quem trabalha na NASA não é nazi

-Annus Domini nada tem a ver com o cu do Papa

-E o meu nome é Confúcio...Pafúncio é a tua Tia...

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...