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sábado, março 14, 2020

De dentro de Nós


Trata-se do meu último livro.
De Dentro de Nós. 
Estou apenas a fazer uma experiência com a foto da capa do livro apenas para ver o que acontece.
Isto porque o domínio do blog se encontra interdito por falta de pagamento.
Ora, dado que a renovação do mesmo era automática, não entendo porque tal aconteceu.
Já me fartei de fazer consultas e tentativas de resolver a questão junto dos supostos proprietários do Domínio: minhapoesia.net
Até à data não obtive solução para o problema.
Triste.
Mas são coisas da era do mundo global em que é difícil contactar "quem é quem".
Aguardo mais um tempo para ver se o bom senso das "Entidades Google", donas do "Domínio" prevalece, e me dão luz verde para continuar.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira





quinta-feira, julho 04, 2019

O meu blog e a Google


Nota breve do autor do blog:


A fim de me inteirar ao certo sobre o que se passa com o "não pagamento" à Google do meu domínio: www.minhapoesia.net. contactei hoje mesmo o meu banco.
Senti-me mais encorajado a não perder o domínio virtual (meu blog) que venho utilizando com muito agrado faz cerca de 15 anos. 
Um mail mais simpático da Google melhorou o meu humor. Apontava para Janeiro de 2020 a eventual não renovação caso a situação se mantivesse.
Ora, não ficando pressionado como estava (4 de Julho de 2019) -hoje mesmo- tentei de imediato averiguar junto do meu banco qual o possível motivo da estranha ocorrência.
Estava realmente saturado de tentar perceber na Internet o que se passava sem o conseguir e sem tempo nem meios para efetuar os contactos difíceis com empresas da dimensão da Google.
Embora neste momento não tenha ainda a resposta do banco, tenho quase a certeza que tal se deveu a uma mudança de cartão da minha parte.
Essa mudança de cartão poderá ter constituído o entrave ao tal pagamento que não pôde ser cobrado pela Google.
Seja como for, tudo se vai decerto resolver e não será desta vez que o blog "minhapoesia.net"deixará de prosseguir o seu caminho.
Só espero é que quem vai por aqui passando, continue a fazê-lo pois as pessoas são a razão de ser de qualquer escrito mais conseguido ou menos conseguido que se partilha publicamente.


PS. Vou ler a notícia do saco azul do BES pois não parece coisa agradável para o ex-PR Cavaco Silva. 
Ah, já agora também quero espreitar melhor o visual radical da Mónica Sintra!!!




Fiquem bem,





quinta-feira, fevereiro 23, 2017

O porquê do fecho do blog


Nosso comentário:

Certamente muitos dos leitores do blog se devem ter dado conta do fecho deste. Ou seja, tentavam abrir o site e não abria.
O que aconteceu foi simples: O blog "minhapoesia.net " é um domínio a cargo da Google que tem um custo anual.
Esse custo anual é pago em Fevereiro, ou seja no decurso do corrente mês. Todavia, por motivos que não pude apurar, o pagamento não foi efetuado à data prevista e naturalmente foi suspendido e encerrado.
Embora alheio ao facto, peço desculpa aos leitores que terão encontrado "a porta fechada".
Foi muito aborrecido também para mim, habituado que estou a contar com o blog. Tive que me desenrascar até chegar à fala com a Google.
Há que dizer que encontrei simpatia do lado da Google. Hoje mesmo, após alguns passos complicados que trilhei na blogosfera, consegui finalmente renovar o domínio do blog minhapoesia.net.
Ainda bem. 

PS. Para desanuviar a onda cinzenta que o impedimento do blog provocou, deixo uma anedota do "menino Joãozinho" sempre tão perspicaz e ousado nas suas "saídas".

Fiquem bem

António Esperança Pereira


sábado, setembro 14, 2013

Meu canal no youtube!


Página inicial do YouTubeNota breve do autor do blogue:

Apenas para informar os estimados leitores sobre o canal que tento lançar no youtube.
O mesmo tem o endereço do link abaixo. Basta clicar no mesmo para aceder. 
As intenções com a criação do canal são mais ou menos as descritas no texto "cabeçalho" do mesmo e que transcrevo a seguir.
Ficar-vos-ei grato por uma visitinha, aceitando contributos vossos, sugestões, comentários, etc.
Sou dos que pensam que é viver e aprender. Igualmente penso que é fazendo que se aprende alguma coisa. Também sou de opinião que o ótimo é inimigo do bom.
Portanto, bem ou mal, melhor ou pior, é bem mais positivo fazer alguma coisa do que nada fazer.
Esta vida é uma caminhada, só nos resta adaptá-la, enquanto "caminhamos", o melhor possível às nossas caraterísticas, valências, talentos, gostos...
Nem sempre é fácil!

Fiquem bem,

António Esperança Pereira


Este canal está em construção, quero todavia dizer desde já dizer que é minha intenção divulgar alguns poemas e textos de minha autoria, bem como livros publicados. Clicando abaixo em "minha poesia" terão acesso no meu blog a escritos de publicação quase diária que divulgo. Eles versam temáticas variadas, o dia a dia da política, da sociedade, em suma da atualidade do mundo que nos rodeia. Claro que a prioridade neste momento vai para a situação que se vem vivendo em Portugal, dada a preocupação que a mesma inspira aos portugueses e aos outros povos ameaçados por situações semelhantes. Clicando em "meus livros" encontrarão exatamente a livraria on-line onde os mesmos podem ser vistos, consultados, adquiridos. O meu obrigado desde já a quem me visitou, me encontrou, me deixou um comentário. É minha intenção gravar em som e imagem, num futuro próximo, alguns poemas meus ditos por alguém com especial jeito para os dizer. Poderão encontrar-me no Facebook, no Twitter, no Google+ Fiquem bem!


http://www.youtube.com/user/mandito2006/about

segunda-feira, junho 13, 2011

Google assinala 123 anos de Fernando Pessoa


A página portuguesa do Google assinala esta segunda-feira o 123º aniversário de Fernando Pessoa com a criação de um doodle do escritor e poeta.

Fernando António Nogueira Pessoa, de nome completo, nasceu a 13 de Junho de 1888, em Lisboa e faleceu a 30 de Novembro de 1935, com 47 anos, de cirrose hepática.
Como poeta, Fernando Pessoa desdobrou-se em várias personagens e criou heterónimos como Ricardo Reis, Álvaro de Campos ou Alberto Caeiro, entre outros.

Em virtude de ter vivido na África do Sul, entre os seis e os 17 anos, escreveu ainda em inglês.

O crítico literário norte-americano Harold Bloom considerou a sua obra “legado da língua portuguesa no mundo”.
A Google costuma celebrar datas importantes da humanidade com a criação de doodles, que se conjugam com o logótipo do motor de busca da Internet.
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Nosso comentário

Um agradecimento pessoal à Google pelo reconhecimento de uma data importante da humanidade, a comemoração dos 123 anos do enorme poeta português Fernando Pessoa com a criação de um doodle.
Para nós portugueses faz todo o sentido esta homenagem.
Portugal atravessa um período de alguma confusão, de uma quebra de confiança colectiva, quanto a mim, imposta de fora e artificial, longe de ser esclarecida, mas verdadeira.

Vai ser difícil para um país que cresceu tanto nas últimas décadas em tantos domínios, que acreditou numa Europa Unida e solidária, ver-se de repente subjugado a uma lei dita "dos mercados" ajudado e fiscalizado pelo FMI, situação que bem pode ditar o futuro do Estado português.
Também o futuro da Europa!

Esta homenagem da Google a Fernando Pessoa pode constituir um pequeno contributo, entre tantos outros, para que sejam vencidas as dificuldades por que passamos: políticas, económicas, sociais, culturais.
Eu acredito em Portugal.
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Para elevar o moral, deixo-vos um poema de Fernando Pessoa sobejamente conhecido. Trata-se de um poema da segunda parte – Mar Português – da Mensagem- colectânea de poemas de Fernando Pessoa, escrita entre 1913 e 1934, data da sua publicação:

O MOSTRENGO

O mostrengo que está no fim do mar
Na noite de breu ergueu-se a voar;
À roda da nau voou três vezes,
Voou três vezes a chiar,
E disse: “Quem é que ousou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo,
Meus tectos negros do fim do mundo?”
E o homem do leme disse, tremendo:
“El-Rei D. João Segundo!”

“De quem são as velas onde me roço?
De quem as quilhas que vejo e ouço?”
Disse o mostrengo, e rodou três vezes,
Três vezes rodou imundo e grosso,
“Quem vem poder o que eu só posso,
Que moro onde nunca ninguém me visse
E escorro os medos do mar sem fundo?”
E o homem do leme tremeu e disse:
“El-Rei D. João Segundo!”

Três vezes do leme as mãos ergueu,
Três vezes ao leme as reprendeu,
E disse no fim de tremer três vezes:
“Aqui ao leme sou mais do que eu:
Sou um povo que quer o mar que é teu;
E mais que o mostrengo, que me a alma teme
E roda nas trevas do fim do mundo,
Manda a vontade, que me ata ao leme,
De El-Rei D. João Segundo!”
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Fiquem bem,

António Esperança Pereira

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...