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sexta-feira, setembro 20, 2024

Dia de luto nacional. Chuva alivia bombeiros mas ainda há chamas

 

A situação dos incêndios em Portugal continental está mais calma. O fogo em Castro de Aire, no distrito de Viseu, ainda não foi dominado e mobiliza mais de 800 operacionais. Esta sexta-feira é dia de luto nacional. Miguel Pereira da Silva - Lusa

De acordo com informação disponível no site oficial da ANEPC na Internet, os dois fogos em Castro Daire, no distrito de Viseu, eram os que mais preocupavam e que mobilizavam mais meios, apesar da mudança no estado do tempo, com alguns aguaceiros registados na região.

O fogo que deflagrou às 21h23 de quinta-feira em Mões/Soutelo, no concelho de Castro Daire, mobilizava 726 operacionais, com o apoio de 231 meios terrestres.

Já o incêndio que deflagrou às 12h46 de terça-feira em Pinheiro, Moção, também em Castro Daire, estava a ser combatido por 86 operacionais, com o apoio de 30 veículos.

Às 8h00, cerca de 2.500 operacionais, apoiados por 768 meios terrestres, combatiam 42 incêndios (em curso, em conclusão e resolução) em todo o território de Portugal continental, de acordo com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

Segundo a Proteção Civil, o incêndio em Penalva do Castelo, distrito de Viseu, entrou esta madrugada em fase de resolução.

Também o incêndio que deflagrou na freguesia de Alvarenga na quarta-feira à tarde em Arouca, concelho do distrito de Aveiro e da Área Metropolitana do Porto (AMP), entrou esta sexta-feira em fase de resolução.

Em fase de resolução estavam também os dois fogos que deflagraram em Sabroso de Aguiar e em Veria de Jales e Quintã e que sofreram reativações na quinta-feira à tarde em Vila Pouca de Aguiar, no distrito de Vila Real

Dia de luto nacional

O Governo decretou para esta sexta-feira um dia de luto nacional. É uma homenagem às vítimas mortais dos incêndios. Morreram sete pessoas e 166 ficaram feridas, devido aos fogos que atingem desde domingo sobretudo as regiões Norte e Centro do país, nos distritos de Aveiro, Porto, Vila Real, Braga, Viseu e Coimbra, e que destruíram dezenas de casas.

Fiquem bem, visitem meus livros clicando no link abaixo:

António Esperança Pereira

"A caminho do prado" (Poemas com princípio, meio e...) | An (bubok.pt)


segunda-feira, agosto 22, 2022

Portugal deixa de estar em situação de alerta a partir de quarta-feira

 


O Governo decidiu esta segunda-feira não prolongar a situação de alerta no país devido ao risco de incêndio florestal.

Reunidos na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), o ministro da Administração Interna e a secretária de Estado da Proteção Civil com os membros das áreas governativas da Defesa, do Trabalho, da Saúde, do Ambiente e da Agricultura e Alimentação, reavaliaram as medidas adotadas devido ao risco de incêndio.

Em função deste quadro de melhoria significativa a partir de quarta-feira das condições meteorológicas, entendemos que era possível aliviar as restrições associadas ao perigo de incêndios rurais e decidimos, por isso, não prolongar a situação de alerta

A situação de alerta foi anunciada na sexta-feira passada pelo ministro da Administração Interna e termina, assim, às 23:59 de terça-feira.Até lá é proibido circular em florestas e fazer queimadas, assim como existem limitações no uso de máquinas agrícolas. Uma das medidas que também foi anunciada foi o reforço do patrulhamento para evitar novos incêndios.

Apesar de não prolongar a situação de alerta, o Governo sublinha que é necessário continuar a ter "especiais cuidados" pelo que a Proteção Civil mantém o país em alerta laranja em 16 distritos na terça-feira e em cinco distritos na quarta-feira.

José Luís Carneiro adiantou ainda que vão manter-se em "funções de patrulhamento e fiscalização 300 patrulhas diárias da GNR".

A Proteção Civil, acrescentou, fará o pré-posicionamento de meios terrestres e aéreos consoante o risco no território e "manterá, como é regular, a sua avaliação diária para, em função das necessidades e das alterações das previsões meteorológicas poder adaptar e ajustar a resposta às necessidades que venham a ser diagnosticadas e que resultam das condições no terreno".


quarta-feira, julho 10, 2019

UE pede desculpa a Portugal

© Fornecido por Euronews SA

2017 foi o ano mais trágico de Portugal no combate aos incêndios. As chamas fizeram mais de 100 mortos e destruíram 442 milhares de hectares de floresta e povoamentos.
O drama marcou também um antes e depois na capacidade de resposta da União Europeia (UE).
Dois anos mais tarde, o comissário europeu para a ajuda humanitária e gestão de crises, o cipriota Christos Stylianides, admitiu que Bruxelas falhou no apoio ao país.
"Infelizmente, não prestámos a devida assistência aos portugueses e, claro, tivemos mais de cem vítimas, como se devem lembrar. Esta dolorosa experiência foi para nós uma situação chocante e penso que isso foi como uma rampa de lançamento para insistirmos e atualizarmos a estrutura de resposta anterior", declarou o responsável.
O comissário europeu revelou ter telefonado em outubro desse ano aos governantes dos estados-membros com a tutela da proteção civil. A resposta de uns foi que também precisavam dos meios de combate. Já outros confessaram não dispor mais desses meios em pleno outono.
Da tragédia nasceu a estratégia comunitária RescUE, que para 2019 e 2020 conta com um orçamento de 200 milhões de euros e funciona como uma rede de segurança extra para situações de catástrofes.
O mecanismo inclui ainda uma frota inicial composta por sete aviões e seis helicópteros, mas a própria Comissão Europeia reconhece que é preciso aumentar a capacidade de resposta para o futuro.
Este ano, a Croácia, França, Itália, Espanha e Suécia colocaram aviões e helicópteros à disposição da frota de transição do "rescUE" 2019, que estão operacionais de junho a outubro para socorrer qualquer país que seja afetado por incêndios florestais. Será também utilizado o sistema de satélites Copernicus da UE para cartografar as emergências resultantes dos incêndios.

PS Oxalá melhore a solidariedade e a sua eficiência entre os países da UE

Fiquem bem,

quinta-feira, junho 28, 2018

Cabras sapadoras o os incêndios


Transcrevo hoje mais abaixo uma notícia sobre um assunto a que foi dada esta semana alguma atenção em pelo menos uma das televisões nacionais. Eu vi e ouvi. 
Não tinha conhecimento do assunto, achei alguma piada ouvir falar das cabrinhas, mas não só piada, pois achei também muita curiosidade e interesse no que via e ouvia.
Cresci em terras onde as cabras abundavam na minha infância. Realmente já nessa altura eu apreciava e me deliciava contemplando os malabarismos das mesmas, quando se acercavam de sítios quase inacessíveis. 
Fantástico, pensava eu.
Comiam que se fartavam, um pouco de tudo. Não receavam o lugar por mais inóspito e inacessível que fosse.
Hoje reparo que tais malabarismos dos "bichos", que deliciavam os olhos da criança que eu era, estão a ser aproveitados ou, pelo menos estudados, para fins de grande utilidade pública.
Limpeza de terrenos e logicamente colaboração no combate aos terríveis e quase imparáveis incêndios de verão.
Ante tal facto só posso manifestar um desejo:
-Oxalá que cabras e bodes deem uma ajuda que bem precisamos.

António Esperança Pereira


Pôr cabras sapadoras a limpar terrenos para prevenir incêndios: o projecto-piloto arranca esta quinta-feira, 15 de Março, em Fiães, Santa Maria da Feira, disse a engenheira zootécnica responsável pelo plano.
Ana Catarina Fontes explicou à Lusa que se trata de uma parceria entre a Câmara da Feira, a Universidade de Trás-os-Montes (UTAD) e a Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Terras de Santa Maria (ADRITEM).
O projecto “consiste em colocar animais — que estão no local desde terça-feira — num terreno pertencente à Câmara Municipal e avaliar a capacidade de limpeza desses mesmos animais naquele terreno”. O plano é “avaliar, ao longo do tempo, a quantidade de matéria combustível naquele terreno. Todas as semanas faremos essa análise e, no final, tiramos várias conclu
Essas conclusões passam pela quantidade de matéria combustível no terreno, a quantidade que os animais ingerem, e também a criação de “um algoritmo que vai permitir, através de imagens aéreas, calcular a quantidade [de matéria combustível] que exista noutros terrenos”, sendo esta uma forma de “avaliar se os terrenos estão limpos ou precisam de uma intervenção.
O objectivo principal, segundo contou Ana Catarina Fontes, é “avaliar o tempo que os animais demoram a limpar uma área de terreno”, estando a engenheira neste momento “à procura de mais parcerias com instituições, que possam usar estes dados no futuro”, sublinhando que este empreendimento poderá ser “vantajoso para empresas que se dedicam a limpeza de terrenos e produção de biocombustível”.
“Neste momento noto alguma preocupação de proprietários em limpar terrenos. Mas que é certo é que a obrigatoriedade não termina hoje, 15 de Março. Essa preocupação deve prevalecer. Nós preocupamo-nos mais com a manutenção. Essa preocupação deve ser permanente”, destacou, acrescentando que os “rebanhos podem manter os terrenos limpos todo o ano”.
O presidente da Câmara de Santa Maria da Feira, Emídio Sousa, mostrou confiança no sucesso do projecto e revelou que acolheu a ideia da “jovem licenciada” Ana Catarina Fontes convencido de que esta é “uma solução interessante” para o futuro da limpeza da floresta.
“Do ponto de vista ambiental, penso que é a melhor solução possível porque não temos combustíveis, não temos impacte ambiental negativo e mesmo até para limpar terrenos com alguns declives, penso que as cabras são uma solução razoável”, disse.
A autarquia tem também a sua quota-parte de interesse no sucesso do projecto, visto que há “três freguesias consideradas como zonas prioritárias de risco de incêndio”, e esta é uma das soluções que vai estudar.
Já em 2015, dois alunos da Escola Superior Agrária (ESA) de Ponte de Lima fizeram uma proposta semelhante. Filipe Gandra e Fábio Jácome chamaram ao projecto, que ainda se mantém, Quintal Holístico e as suas cabras corta-mato estão a actuar em controlo de vegetação num terreno no Parque Natural Litoral Norte no concelho de Esposende, junto à foz do Rio Neiva, no âmbito do projeto EcoEnerg – Parque Natural Esposende Norte.

terça-feira, março 27, 2018

Pedalando por Lisboa...

Nosso comentário:

Tenho por hábito ir mudando os temas aqui no blog. Não é que os temas escolhidos por mim sejam os melhores. Longe de mim pensar tal coisa.
Todavia, diz-me a experiência que, quando se leem blog's com temas repetitivos e também com textos demasiado extensos, tais blog's arriscam-se a ser chatos e maçudos.
Por isso mesmo, tento aqui neste blog ser, tanto quanto posso, breve nas palavras, e liberal nos temas.
Dito isto, e sem querer falar do desastre ocorrido ontem com a derrota da seleção portuguesa ante a seleção da Holanda (coisas que acontecem...) 
Também sem querer falar das movimentações nacionalistas da Catalunha, tão pouco noticiadas no nosso país, facto que é compreensível, face ao possível melindre político do vizinho...
Não falarei também da ausência de imagens televisivas das gigantescas manifestações anti-armas ocorridas nos EUA. O que se compreende...
E também não falarei da martirização televisiva permanente do espetador com a problemática dos incêndios ocorridos no passado ano. A cassete do terror ocorrido então, parece ser a única bandeira a que infelizmente alguns se agarram. E não admira, pois o vazio de conteúdo programático e de liderança a tal obrigam...
Divulgarei, isso sim, um passeio primaveril pela nossa cidade de Lisboa. Um passeio de bicicleta que se vem repetindo regularmente e do qual retiro um certo proveito físico e psicológico.
Assim se recuperam forças ante os "deprimentes noticiários", os "tele/crimes" e os "debates nojentos sobre bola".
O exercício faz bem, por isso aconselho todos a praticarem desporto da melhor maneira que puderem e dentro da modalidade que preferirem.
Fica o esboço do passeio de bicicleta de hoje pela cidade de Lisboa captado e desenhado pelo "cyclometer".
Fiquem bem,
António Esperança Pereira 





terça-feira, novembro 07, 2017

Já está mais alta do que eu!


Nosso comentário

Um pequeno texto que recebi, simples, mas suficientemente elucidativo sobre a real valia das árvores.
Pessoalmente gosto muito de árvores.
Fui criado e ensinado a cuidar delas e a respeitá-las muito.
Daí que resolvi aproveitar este texto simples e de fácil leitura, para, após os incêndios que assolaram o nosso país, apelar a que seja prática geral de todo o cidadão o respeito que me ensinaram a ter pelas árvores.
É triste ver arder a floresta.
O meu avô materno plantou muitas árvores, via-as crescer, dizia-me o nome de muitas delas quando eu era pequeno.
Plantava-as, podava-as, regava-as, falava-me delas.
Ensinava-me a real valia de cada uma delas. Eu ajudava no que podia.
Uma das últimas coisas que me lembro dele, antes de cair à cama já com bastante idade, teve que ver com uma árvore: uma pequena oliveira que plantara no quintal da sua casa na vila de Almeida.
Pôs-se junto dela de pé, chamou a minha atenção dizendo o meu nome, e disse:
Repara como cresceu a oliveirinha.
Já está mais alta do que eu.

Fiquem bem

António Esperança Pereira


As Árvores

As árvores são amigas silenciosas das quais nos aproximamos espontaneamente .
Onde quer que haja uma árvore há oxigénio e portanto vida.
Há milhares de anos as culturas orientais já falavam sobre os benefícios para a saúde 
física e mental de abraçar árvores.
Algumas árvores tornaram-se relevantes pelo seu poder de cura específico para certas doenças.
PINHEIRO- fortalece o sistema nervoso e melhora a circulação
CIPRESTE-dá serenidade
ULMEIRO-acalma as emoções
BÉTULA- desintoxica o corpo
CANELEIRO-melhora a saúde do coração
AMEIXEIRA- melhora o funcionamento do pâncreas e do estômago
FIGUEIRA-reduz a temperatura do corpo
Galeno um dos pais da medicina, aconselhava todos os seus pacientes a passearem 
algum tempo em bosques, ficavam mais saudáveis...

quinta-feira, outubro 19, 2017

Dicas de poupança e ainda os incêndios


Nosso comentário:

Hoje escolho um tema bem mais leve do que o último post.
Recordo que esse post tratou à minha maneira o tema "INCÊNDIOS" em Portugal. Claro que seria um tema que daria pano para mangas, só que não quero alimentar palavreados desajustados com tons tão díspares e com objetivos tão transviados.
Desde a pergunta sobre quem estará na origem dos fogos, até aos que, perante uma tal catástrofe nacional à vista de todos (forças da natureza descontroladas e nunca vistas, seca prolongada de anos, escassez de meios para tamanhas ocorrências que chegaram a ser mais de 500 num só dia...) conseguem apenas ver neste cenário dantesco, medonho, incendiário, assassino, um egoísta e oportuno motivo para tirar dividendos políticos...
Muito havia para dizer. Mas não digo.
Democracia sim, mas a mesma não pode ser usada para deitar poeira para os olhos aos portugueses e saltar para os altos cargos da nação por dá cá aquela palha, por uma qualquer artimanha, desta feita à pala de uma razão mórbida de baixo oportunismo.
Haja vergonha meus senhores.
E não digo mais nada sobre o tema, peço desculpa por mais um pequeno desabafo.
Afinal, como dissera acima, queria apenas partilhar umas dicas simples de poupança publicadas na Newsletter da minha companhia de seguros.
Aí vão:

Dicas para diminuir os seus gastos:

Pensamos muitas vezes em diminuir os gastos, mas não arranjamos uma forma eficaz de o fazer. Damos-lhe algumas dicas de como o fazer. Mesmo que não consiga fazer tudo, se fizer uma parte já será uma boa ajuda:
  1. Se vai de carro para o trabalho, comece a partilhar a sua boleia e dividam entre todos as despesas. Nesta ação já irá começar a ver uma poupança substancial.

  2. Ao utilizar o carro diariamente verifique o ar dos pneus do seu veículo. Esta é uma medida que o pode fazer poupar bastante combustível.

  3. Se possui empréstimos, tente renegociar o valor do mesmo. Por vezes uma simples conversa pode ajudar.

  4. Durante todo o ano guardamos coisas que já não precisamos. Ganhe espaço e dinheiro ao vender os bens de que já não precisa. Atualmente existem diversos sites de vendas online.

  5. Verifique que tipo de lâmpadas tem em casa. Utilize lâmpadas económicas e comece a poupar na sua fatura da luz.

  6. Verifique os gastos fixos que tem durante o mês e certifique-se dos que precisa mesmo. Os que não são essenciais cancele-os, sempre é mais dinheiro que poupa.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira


terça-feira, outubro 17, 2017

Incêndios: O mediatismo da desgraça


Nosso comentário:


Tudo manda palpites num cenário horrendo que nos tem sido dado contemplar nestes últimos dias.
As televisões como é seu timbre procuram o sensacionalismo, chamar as atenções custe o que custar, doa  a quém doer. Têm repórteres, apresentadores, comentadores, também hábeis aproveitadores da desgraça alheia.
Querem mortos. Mais mortos.
Quem vai dar atenção a um incêndio, a um ataque terrorista com um morto? uns feridos ligeiros? vá lá, mesmo a meia dúzia de feridos ligeiros e dois ou três mortos? 
Ninguém.
O espetador já está embriagado com a quantidade e o vício da "grande desgraça". Escravo que é dos média, espera atento e ávido que aqueles feridos graves anunciados virem mortos.
O locutor, o comentador, o hábil aproveitador excitam-se. Fazem da tragédia um conjunto de histórias adaptadas aos seus fins em vista. Com dramas horrendos, chocantes, hipnotizam o incauto telespetador que não consegue sair da teia que lhe montaram.
Chegam as atualizações. Alguém dá uma entrevista. Tinham razão. O aumento de mortos aparece a satisfazer a avidez dos vivos que estão já viciados na desgraça.
20, 30, 60, 100 mortos.
Estão a ver? eu não disse? 
Cresce a sede de razão, a ânsia de poder, dos que o têm e dos que o querem ter. Impera a luta pelos dividendos da situação que leva todos, desde os mandaretes, até aos comentadores mais sensatos, passando pelos bufos, desbocados, oportunistas, com hilariantes e intempestivas intervenções nos seus postos de ganha-pão.
Infelizmente, lá fora, no mundo da realidade, das decisões difíceis, no capo de batalha, continuam os mortos a morrer para gáudio dos que deles se servem para ter mais lucros e/ou botar figura e subir na vida.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira


domingo, setembro 10, 2017

A revolta da Natureza?

Nosso comentário:


Coincidência ou não, este ano tem decorrido com um monte de tragédias naturais.
Certo que não são ocorrências só de agora, tanto assim, que determinadas regiões do planeta estão mais ou menos habituadas a lidar com a sazonalidade de catástrofes específicas. 
O que me parece, fixando a atenção no que leio e no que vejo pelas televisões, é que a dimensão das tragédias vem aumentando e de que maneira...
São terramotos, ventos a velocidades estonteantes, inundações medonhas, incêndios dantescos (e Portugal que o diga...) etc. etc.
Quer-me parecer que poderemos estar a assistir como que a uma revolta da Natureza.
Exageros vêm sendo cometidos motivados pelo "dito progresso civilizacional" que vêm aliás sendo denunciados e que são do conhecimento geral.
A Natureza já não tem "saco" que aguente.
Oxalá os países mais importantes, os mais industrializados, os mais responsáveis, os que têm mais "know how" se debrucem sobre o assunto.
Que se ponha fim a uma certa "onda" do "vale tudo" de que todos somos responsáveis. Um vale tudo que não se poderá manter sob pena de este planeta "ir para o galheiro".
É chegado o tempo de cada um de nós não ficar a assobiar para o lado como que nada seja consigo.
E pior, ficarmos levianamente a pensar e a comentar cinicamente, sempre que há alertas ambientais e são denunciados exageros que interferem com o equilíbrio ambiental, que esses alertas provêm assim como que de uns tipos esquisitos, gente que não tem mais nada que fazer, a que se chama "ambientalistas".

PS. Deixo foto e notícia da Reuters, de uma catástrofe em curso. Podia ser o terramoto do México, ou qualquer outra, mas não: é o êxodo da população da Flórida (EUA) face ao furacão Irma quando atinge o país. País esse que, apesar da sua importância mundial, não parece muito disponível para as tais questões ambientais. 

Fiquem bem

António Esperança Pereira




"Se decidirem ficar, não vão sobreviver ao Irma", avisa governador


Está a decorrer a maior evacuação da história dos Estados Unidos, com mais de cinco milhões de pessoas a terem sido aconselhadas a sair do estado da Florida, para fugir ao furacão Irma, que se prevê chegar à região este domingo.
O governador do Estado, Rick Scott, tentou convencer as pessoas que ainda não saíram do Estado a fazê-lo, lembrando que os que decidirem ficar estarão responsáveis por si próprios.
A maior preocupação do governador está relacionado com os ventos fortes e as chuvas intensas, reporta o Daily Mail.
"Se estiveram a pensar sair, mas não o fizerem até à meia noite, terão que enfrentar esta tempestade sozinhos", afirmou Rick Scott em conferência de imprensa realizada esta sexta-feira, e advertiu os moradores da Costa do Golfo dos Estados Unidos para a seriedade das suas declarações sobre a evacuação.
"Não vão sobreviver a isto. É hora de irem embora", atirou.
Recorde-se que entretanto o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos adiantou que o Irma perdeu força e é agora um furacão de categoria 4. 

sexta-feira, julho 28, 2017

Lâmpada de Aladino e Portugal


Nosso comentário:

Um dia em que destaco duas boas notícias em Portugal: 
-Uma dessas notícias, diz respeito ao desemprego e respetiva queda.
Felizmente, esse terrível flagelo dos últimos tempos, segundo números oficiais, situa-se finalmente nuns aprazíveis 9,2%
Muito bom.
Oxalá que este e outros indicadores estatísticos, fruto de uma melhor governação do país, vão cimentando a sua sustentabilidade.  
-A outra notícia tem a ver com o abrandamento e até resolução de alguns gravíssimos incêndios que têm lavrado um pouco por todo o lado, especialmente no centro do país.
O calor amainou um pouco, alguns efetivos foram até dispensados para um merecido descanso, está tudo mais calmo.
E, como hoje é sexta-feira, dia que será para muitos início de fim de semana, para outros início de férias, tais notícias vêm mesmo a calhar.

PS. Partilho ainda uma "anedota/piada" que recebi via e-mail, versão moderna dos poderes da "lâmpada de Aladino".

António Esperança Pereira


Uma mulher encontra uma Lâmpada de Aladino..........
Imediatamente a esfrega e, como num passe de mágica, sai um Génio.

A mulher olha o Génio e pede-lhe um desejo:

- Quero que meu marido só tenha olhos para mim,

- Que eu seja a única,

- Que tome seu café da manhã, almoce e jante sempre ao meu lado,

- Que me toque logo que se levante ,

- Que não me deixe nem para ir à casa de banho,

- Que viaje sempre comigo,

- Que cuide de mim, me contemple,

- Que caso se afaste um segundo de mim, se desespere, e me diga a falta que lhe faço,

- Que nunca me deixe só e me leve, a toda a parte, com ele...



e zás... foi transformada num Telemóvel !!!

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...