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quarta-feira, fevereiro 28, 2018

Sabedoria...Pai é Pai...

Nosso comentário:

É um facto que hoje em dia a rapaziada mal espera por ser "grande". Quero eu dizer, adulto.
Chega ali aquela idade dos 18 aninhos e o jovem não resiste. Não pode esperar. Logo que possível pede ou exige carta de condução e carro.
Mais nada!
Efetivamente é do conhecimento de toda a gente a magia que um carro representa nessa idade, só que também é do conhecimento geral que um carro não anda a água, não custa barato, e a manutenção do mesmo é bem cara.
Mesmo assim a tentação é grande, os pais não conseguem resistir ao "chamamento" do filho e zás: 18 aninhos, carta de condução e carrinho na mão.
Depois...logo se vê.
Todavia, apesar desse facto consumado de nossos dias, ainda há pais que resistem e até com sentido de humor para darem a nega.
Leiam o texto abaixo e terão a prova do que acabo de dizer.
Fiquem bem,

António Esperança Pereira

Sabedoria...Pai é Pai..

segunda-feira, agosto 13, 2012

Uniões proibidas, citadas por Deus a Moisés



Nota do autor do blog/site:


Mais uma colaboração preciosa de um prezadíssimo leitor. Estudioso que é do fenómeno religioso, L. Pereira brinda-nos com mais um texto bíblico.
Sob o lema que adotamos para nós próprios, de que "o saber não ocupa lugar", a publicação deste delicioso texto, serve no mínimo para nos esclarecer e/ou fazer meditar um pouco nestas coisas das religiões.
Pela nossa parte não metemos foice em seara alheia, é assunto sobre o qual pouco ou nada sabemos. Damos a palmatória à nossa ignorância.
Por isso mesmo, sobretudo por isso, somos de opinião que, ao lerem-se estes trechos, se aprende sempre alguma coisa.
Caros leitores, tal como nós, deliciem-se com a leitura do texto bíblico abaixo publicado.


Fiquem bem, António Esperança Pereira


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Uniões proibidas, citadas por Deus a Moisés



Estava eu a fim de resumir os conteúdos, quando me apercebi de que o melhor seria mesmo copiar na íntegra o texto bíblico, por certo bem mais apetecível na sua forma original.

Antes disso e concretamente para os que teimam em não ler o Livro Sagrado, quero relembrar que nos tempos antigos Deus falava muito, especialmente com os Profetas. Moisés terá sido, em meu entender, o mais solicitado, isto a avaliar pelas conversas que chegaram até nós! É de admitir que a maior parte delas se tenha diluído no tempo, lamentavelmente.

Aqui fica um apontamento desses inúmeros contactos, que Deus começava quase sempre de forma idêntica e com a modéstia que Lhe era característica:

“Diz aos filhos de Israel: Eu sou o Senhor, o vosso Deus. Não vos comporteis como na terra do Egipto, onde habitastes, nem como costumam comportar-se na terra de Canaã, para onde vos levo; não sigais os seus estatutos, mas praticai as minhas normas e guardai as minhas leis, deixando-vos guiar por elas. Eu sou o Senhor, vosso Deus. Guardai os meus estatutos e as minhas normas, que dão vida a quem os cumpre. Eu sou o Senhor.

Ninguém de vós se aproximará de uma parenta próxima, para ter relações sexuais com ela. Eu sou o Senhor. Não tenhas relações sexuais com a tua mãe. Ela é de teu pai, e é tua mãe; não tenhas relações sexuais com ela. Não tenhas relações sexuais com a concubina de teu pai, pois ela pertence ao teu pai. Não tenhas relações sexuais com a tua irmã, seja por parte de pai ou de mãe, nascida em casa ou fora dela. Não tenhas relações sexuais com as tuas netas, pois elas são a tua própria carne. Não tenhas relações sexuais com a filha da concubina de teu pai, pois ela é tua irmã. Não tenhas relações sexuais com a tua tia paterna, pois ela é do sangue de teu pai. Não tenhas relações sexuais com a tua tia materna, pois ela é do sangue de tua mãe. Não ofendas o teu tio, irmão de teu pai, tendo relações sexuais com a mulher dele, pois ela é tua tia. Não tenhas relações sexuais com a tua nora, pois ela é a mulher do teu filho. Não tenhas relações com a tua cunhada, pois ela pertence ao teu irmão. Não tenhas relações sexuais com uma mulher e com a filha dela, nem com a neta dela. São parentes e isso seria uma infâmia. Não cases com uma mulher e com a irmã dela, criando rivalidades. Não tenhas relações sexuais com uma mulher durante a menstruação.

Não sacrifiques um filho teu a Moloc, profanando o nome do teu Deus. Eu sou o Senhor.

Não te deites com um homem, como se fosse com uma mulher: é uma abominação. Não te deites com um animal, pois ficarias impuro. A mulher não se entregará a um animal, para ter relações sexuais com ele, pois seria uma depravação. (…)

Todas estas abominações foram cometidas pelos habitantes que habitaram nesta terra antes de vós, e a terra ficou impura. Todo aquele que cometer uma destas abominações será excluído do seu povo.

Portanto, respeitai as minhas proibições, não seguindo nenhuma dessas práticas abomináveis, que eram feitas antes de vós chegardes. Não vos torneis impuros com elas. Eu sou o Senhor vosso Deus”.


NOTA: Fica-se admirado como a malta da “velha guarda” era tão maldosa! Creio que os egípcios não apreciarão esta parte da sua História (a ser verdadeira…).

Sacrificar um filho ao ídolo Moloc não, mas ao Senhor… (o filho de Abraão conseguiu fugir ao pai, lembram-se?).



L. Pereira, 11-8-12

domingo, julho 08, 2012

Moisés bíblico:Judeu generoso dá-lhe a filha Séfora!

Nota do autor do blog/site:

Os limites para o conhecimento não existem.
Um leitor, muito especial aliás, brindou-nos com um exelente texto sobre o profeta Moisés "O Moisés bíblico". A cada um os seus talentos, pela nossa parte reconhecemos a nossa quase ignorância em temas deste calibre. Por esse facto e porque muitos sofrerão do nosso mal, divulgamos os ensinamentos do texto enviado, pretendendo que, pelo menos, possam assim ver aumentados os índices pessoais de cultura geral. Já que chegar a pormenores, como os descritos, só estudando mesmo...
O autor do texto, considera-se ele próprio, segundo palavras suas, "deveras apaixonado pela leitura de Livros Sagrados, pelo que vou deles extraindo passagens ou episódios que considero divertidos, transmitindo-os aos meus amigos".
Pela nossa parte tudo faremos para passar testemunho de tão relevantes episódios, sempre que nos cheguem às mãos.
O saber não ocupa lugar!
Fiquem bem,

António Esperança Pereira

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O Moisés bíblico



Moisés é um dos profetas mais relevantes da história do Povo Judeu; a ele estão associados acontecimentos como o Êxodo (a fuga dos judeus que viviam no Egipto), as peripécias vividas pelos judeus no Monte Sinai (assunto a que tenciono dedicar-me posteriormente) e outros.

Após a morte de José, também judeu e segunda figura na hierarquia do Poder no Egipto, subiu ao Trono um Faraó que deu em embirrar com os judeus, a ponto de ordenar às parteiras egípcias que matassem todos os bebés masculinos judeus, logo ao nascer, ordem que as parteiras não acataram, correndo graves riscos, por desobediência. Como esta medida não vingou, o Povo Judeu foi-se tornando numeroso, preocupação acrescida para o Faraó. Então o monarca voltou à receita anterior, mas desta vez extensiva a todo o Egipto: “Lançareis ao rio Nilo todo o menino que nascer e deixareis viver todas as meninas”. Não imagino como se desenrascaram os pais que moravam longe do grande rio…

Entretanto um casal de judeus teve um belo rapaz e esconderam-no durante três meses; quando já não conseguiam escondê-lo por mais tempo, a mãe embarcou-o num cestinho de papiro, à prova de água, e intencionalmente pô-lo na margem do Nilo, entre os juncos, numa zona onde a filha do Faraó costumava tomar banho. A menina viu o cestinho e mandou uma criada buscá-lo. Logo topou que a criança era hebraica! Além de inteligente, também devia ser muito boa, pois decidiu adotar o menino e arranjar de pronto uma ama que cuidasse dele, por acaso a mãe da criança. Já crescidinho foi devolvido à Faraozinha, que o batizou de Moisés (Salvo das águas). O rapaz passou uns anitos maravilhosos no Palácio do Faraó, mas a dada altura meteu-se em sarilhos, matando um egípcio. O caso tornou-se conhecido e teve de fugir. Um judeu generoso não só o aceitou em sua casa como lhe deu a filha Séfora. Moisés deixou de roer as unhas, mas começou a ter visões, que não entendia, até que numa dessas sessões Deus decidiu apresentar-se: “Não te aproximes e tira as sandálias, porque o lugar é sagrado; eu sou o Deus dos teus antepassados. Vi muito bem a miséria do meu povo que está no Egipto; tenho de o libertar e fazer sair desta terra. Envio-te ao Faraó, para tirares os filhos de Israel daqui.”

Moisés ficou acagaçado; não tinha esquecido o motivo por que fugira, além de se considerar incapaz de executar uma missão diplomática de tamanha envergadura. Argumentou que tinha dificuldade em se expressar e que se sentia inseguro mesmo junto dos seus, quando lhes dissesse que era um enviado de Deus; eles vão querer saber o Vosso nome, por exemplo.

Resposta: “Eu sou Aquele que sou”; “dirás ainda: O Senhor é que me enviou a vós.”

Moisés deve ter tido dificuldade em digerir o que escutara e quis mais garantias. Deus ficou irritado e lembrou-se de Aarão, mano de Moisés (mais um que escapou do rio), achando melhor que fosse este a falar às massas, pois não era tão bronco e tinha inclusive o dom da palavra. Porém não tirou Moisés do papel principal e ensinou-lhe vários truques: O da vara virar serpente; a lepra que desaparecia ou aparecia e a transformação da água em sangue. A chatice é que os Magos do Faraó conseguiram imitar todas aquelas habilidades! Posto o falhanço, mais um truque: Rãs em quantidades nunca antes vistas. Mas até este os Magos imitaram. Seguiram-se outros: O dos mosquitos, o das moscas, o da peste, o dos tumores, o do granizo, o dos gafanhotos e o anúncio da morte dos primogénitos egípcios.

Não há paciência que aguente; o Faraó cansou-se de os aturar e permitiu que saíssem do país.

Apesar de Moisés ser muito estimado pelos ministros e povo egípcio (algo que surpreende), liderou a fuga. Poucas horas volvidas, o Faraó arrependeu-se e enviou as suas tropas no encalço dos fugitivos. Foi quando Moisés abriu caminho por entre as águas, caminho que fechou logo que o último judeu atingiu a margem. Ora as tropas do Faraó, que de certeza não eram comandadas por um Oficial Ranger, meteram-se incautamente onde não deviam e foi aquela tragédia: Pereceram quase todos afogados.  

Os judeus não rumaram na direção da Terra Prometida, a terra dos cananeus, heteus, amorreus, heveus, jebuseus e piolhosteus, onde corria leite e mel; decidiram dar umas voltas pelo deserto durante 40 anos! A jornada podia realizar-se, segundo quem sabe, em três semanas, o máximo quatro.



Então até às peripécias ocorridas na zona da Montanha do Sinai.

L. Pereira, 7/7/12
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segunda-feira, janeiro 30, 2012

Jacob e as filhas d...

Um texto interessante, que aconselhamos vivamente quer aos mais crentes quer aos menos crentes.
Quem o escreve é uma das pessoas que mais prezamos e apreciamos neste mundo:
Leopoldo Pereira
A simplicidade, o trato singelo, quase familiar dado aos personagens bíblicos torna este documento um mimo mesmo.

Ajuda também a desmontar certos mitos que se criam, que vão de uma simples entidade parda (um Diretor, um Presidente, um Ministro, a figuras altamente marcantes da história, autênticos mitos, que é o caso dos que aqui dão vida a este texto.
Mitos esses, muitas das vezes chegados até ao nosso conhecimento bem ampliados e não poucas vezes distorcidos.

Caros leitores, leiam, cultivem-se, surpreendam-se e...
sorriam como eu o fiz quando recebi a narrativa. Aqui fica:


Jacob e as filhas de Labão



Sou fã das histórias bíblicas, que interpreto de acordo com o que vem expresso no famoso Livro Sagrado. Embora indesmentíveis, dado o respeito e veneração que os textos merecem, aí eu peco um bocado…

Óbvio que não estudei afincadamente a matéria, pelo que se cometer alguma gafe no decurso da narrativa, acreditem, faço-o sem intenção.

Jacob, filho de Isaac e Rebeca, neto de Abraão, viveu 147 anos, 17 dos quais no Egipto. Teve 12 filhos, de várias mulheres, tornando-se um deles (José) muito famoso, protagonista de uma das histórias que mais me encantaram; mas essa fica para depois.

Convém desde já salientar que as personagens citadas interagiam com Deus amiúde, mantendo por vezes conversas em directo, quer em sonhos quer ao vivo.

Desde os meus tempos de Liceu que nutria singular apreço por Jacob, devido a Camões. Lembro o célebre soneto em que o vate escreve: “ Sete anos Jacob servia……  Começa de servir outros sete anos”, terminando: “Mais servira, se não fora pêra tão longo amor tão curta a vida”. A simpatia e até pena que Jacob me inspirava… varreram-se; Camões subestimou muita coisa acerca do traste que ajudou a imortalizar!

Esaú era irmão de Jacob e como primogénito herdava todos os bens e autoridade do pai. Ora esta situação desfavorecia Jacob, embora correcta, de acordo com a lei local. Isaac, já muito velho, chamou Esaú para lhe dar a bênção, o que significava passar a pasta ao filho. As coisas não se processaram em segredo e Jacob, ajudado pela mãe, disfarçou-se de Esaú e o safado foi abençoado no lugar do irmão. Isaac (meio desconfiado) ainda perguntou duas vezes se estava falando com Esaú, mas o seu estado de saúde não lhe permitiu desmascarar o tratante. Quando Esaú regressou a casa e soube da trapaça, foi junto do pai para que o abençoasse também. Pelos vistos isso já não era possível e assim ficou na mó de baixo, deveras irritado com Jacob, a quem votou ódio de morte. Rebeca, temendo o pior, aconselhou Jacob a imigrar para Harã, onde residia o seu irmão Labão, dono de vários rebanhos.

O Chico-esperto rumou à terra do tio, tendo parado quilómetros antes junto a um poço, onde iam beber pessoas e animais. Poucos minutos volvidos surgiu um rebanho conduzido por uma bela pastora, a quem Jacob logo deu um beijo! A seguir apresentou-se e disse ser seu primo. Lá seguiram para casa de Labão, que deu mais beijos no Jacob e decidiu empregá-lo, como pastor, desafiando-o a estabelecer um salário. Então ele sugeriu trabalhar sete anos à borla, com a condição de no fim daquele prazo casar com a prima Raquel, por quem já estava apaixonado. Labão, judeu até à medula, achou o negócio interessante e nem pestanejou. Nestes sete anos não se sabe qual terá sido o comportamento dos priminhos, pastores apaixonados e a morarem na mesma casa, pois nada consta, mas sabemos que, findo o prazo estabelecido, Jacob reclamou o prémio. O tio, homem de palavra, organizou grande festa, fazendo crer a todo mundo que Jacob casava com Raquel. Só que ao chegar a noite e o momento da deita, Labão enviou para a cama do sobrinho Lia e não Raquel. Como era noite e “de noite todos os gatos são pardos”, Jacob “comeu gato por lebre”. Ao alvorecer viu melhor a companheira e… ninguém gosta de ser enganado! Levantou-se pesaroso, maldizendo a sua vida e reclamou junto do sogro; mas este, num à vontade do caraças, disse-lhe que a tradição era casar primeiro a filha mais velha. Percebendo que não valia a pena exercer o direito do contraditório, resolveu propor ao sogro novo acordo: Trabalhar mais sete anos de graça, a troco de Raquel. O tio-sogro logo aceitou e desta feita pagou adiantado; finda a semana de núpcias com Lia, entregou-lhe Raquel.

Pensam que o desventurado pastor se quedou pela Raquel? Pois sim, não largou a Lia, nem as empregadas desta e as da Raquel, com a desculpa de Raquel ser estéril. Foi tendo vários filhos e quem mais tirou partido da situação foi Lia, que estava lá para as curvas. A certa altura Deus teve compaixão de Raquel e permitiu que tivesse um filho, a quem puseram o nome José. Tudo seguiu numa boa, com várias peripécias estranhas pelo meio, até que Jacob decide voltar à terra natal, alegando desejar viver com suas mulheres e filharada de forma independente. O sogro, que vira os negócios prosperarem com a prestimosa ajuda do genro e do Deus dele, não acolheu a ideia de ânimo leve, mas lá acabou por dar o braço a torcer. Porém Jacob, cuja moralidade está mais que definida, não se foi sem levar consigo muitas ovelhas e cabras, tudo resultado do seu trabalho e de uma habilidade tão engenhosa que me ultrapassa. Acertou com o sogro o seguinte: Ficar só com os cordeiros negros e as cabras malhadas, que deviam ser em reduzido número, como se depreende. Depois multiplicou de forma astuciosa e para mim inexplicável, o rebanho negro e malhado, recorrendo a varas que colocava em paralelo quando os animais copulavam. Na cópula… os animais assimilavam as riscas (varas). Perceberam? Eu também não. A verdade é que Jacob enriqueceu muitíssimo e quando saiu de Harã já era um homem abastado, com ovelhas, cabras, camelos, jumentos, servos e servas. Não fui só eu a duvidar do truque mágico das varas, pois consta que os outros filhos de Labão diziam à boca cheia que o cunhado enriquecera à custa dos bens do sogro! 

Homem rico e devoto, também manifestava certa inclinação pela edificação de altares, mas nada comparado com a tara do vovô.

Deus abençoou Jacob. 

Face à bênção divina, escusado será dizer que as ameaças de Esaú caíam por terra, mas nunca fiando e Jacob tinha medo de enfrentar o mano velho! Como estratégia separou grande quantidade de gado para lhe ofertar e assim o amolecer, o que conseguiu.

Entretanto, talvez como treino para o que desse e viesse, lutou quase toda a noite com um homem. Tentou saber quem era esse homem, mas só lhe foi dito que lutou bem, que era um vencedor nato e que a partir daquele momento passaria a chamar-se Israel, pois também tinha lutado com Deus. Perceberam quem era o Adversário na luta???

Possivelmente o “Povo Eleito” escolheu o nome Israel para designar a sua pátria, distinguindo o parcialmente aqui descrito Jacob, que não tem muito de que se gabar.

 
L. Pereira, 17/01/12
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Fiquem bem,

António Esperança Pereira


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