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domingo, março 19, 2023

Projeto de extração de petróleo avança no Alasca. E o ambiente?

 


Projeto Willow vai avançar no Alasca (foto: ConocoPhilips)© Fornecido por Away

Apesar de willow ser salgueiro em inglês, o projeto a que dá o nome está bem longe de estar virado para o ambiente. O projeto Willow foi aprovado pela Administração de Joe Biden e, indo para a frente, vai implicar a extração de petróleo e gás num troço do Alasca, nos Estados Unidos. 

Milhões de pessoas e grupos de ecologistas estão a criticar a decisão.

Numa altura em que há cada vez mais projetos de energias renováveis a nascer, o projeto Willow é uma aposta contrária, na extração de gás e no petróleo. Depois de ter sido inicialmente travado, os Estados Unidos aprovaram o projeto, ainda que a uma menor escala.

O plano do grupo petrolífero ConocoPhilips, que implica um investimento de 7 mil milhões de dólares (cerca de 6,6 mil milhões de euros), propõe a criação de cinco áreas de perfuração para captação de petróleo e gás, além da construção de vários quilómetros de estrada, sete pontes e gasodutos.

O projeto é para ser executado na Reserva Nacional de Petróleo do Alasca, em terrenos públicos numa das maiores áreas intocadas nos Estados Unidos.

Depois de ter sido aprovado pela administração Trump e de ter ficado sem efeito em 2021 quando um juiz federal decretou que era necessário refazer a análise ambiental, o projeto Willow vai mesmo avançar.


Fiquem bem

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terça-feira, dezembro 13, 2022

Costa aponta práticas de “concorrência desleal” dos EUA e quer resposta europeia



 Lisboa, 13 dez 2022 (Lusa) – O primeiro-ministro criticou hoje práticas de concorrência desleal colocadas em marcha pelos Estados Unidos e considerou essencial uma resposta por parte da Europa, designadamente através do recurso às disponibilidades existentes nos planos de recuperação e resiliência (PRR).

Esta posição foi defendida por António Costa no início do debate parlamentar preparatório do próximo Conselho Europeu, na quinta-feira, em Bruxelas.

Perante os jornalistas, o primeiro-ministro lamentou que os Estados Unidos tenham adotado uma disposição sobre redução da inflação que introduz “fatores de concorrência desleal relativamente à Europa e que exige uma reposta da parte da Europa”.

“De uma forma pragmática e no curto prazo, devemos recorrer às disponibilidades ainda existentes” no quadro dos planos de Recuperação e Resiliência (PRR) de cada Estado-membro, “para haver uma resposta integral da Europa no apoio às suas empresas mais expostas à subida dos custos da energia”, sustentou António Costa.

De acordo com o líder do executivo, em termos de médio prazo, o Governo português encara como “interessante” a proposta apresentada pela Comissão Europeia para a criação de um fundo para a soberania europeia.

“Esta ideia parece apontar no bom sentido de reforçar as capacidades orçamentais próprias para financiar investimentos comuns e estratégicos do conjunto da União Europeia, evitando a fragmentação do mercado interno e, por outro lado, a dependência da diferenciada capacidade orçamental de cada um dos Estados-membros. De qualquer forma, este debate não pode ignorar a discussão que é necessário prosseguir e aprofundar em matéria de alterações do modelo de governação da Europa”, advertiu.

Ainda em matéria de reforma da governação económica e financeira da União Europeia, na perspetiva de António Costa, a proposta já apresentada pela Comissão Europeia, tendo em vista estabelecerem-se novas modalidades de redução da dívida, respeitando-se a diferenciação e as estratégias è medida de cada Estado-membro, “tem um sentido claramente positivo”.

“Também vai no sentido positivo a identificação de que o critério fundamental deve ser o da despesa primária, o que permite não tomar em linha de conta a evolução da despesa em função da variação da taxa de juro. Permite, também, um ajustamento anti cíclico com a não contabilização de despesas como as feitas com subsídios de desemprego”, assinalou.

No entanto, neste ponto, o primeiro-ministro insistiu na necessidade de a União Europeia ter um instrumento de estabilização permanente, como aconteceu ao longo da crise da covid-19, e possuir um instrumento orçamental comum.

“É preciso fazer mais do que a mera correção de assimetrias”, acrescentou.


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terça-feira, setembro 21, 2021

Um novo realinhamento das nações depois da Guerra-Fria?

 O Presidente francês, Emmanuel Macron e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi reafirmaram hoje que querem "agir conjuntamente no espaço Indo-Pacífico"

Apoio da União Europeia

A União Europeia já manifestou a sua solidariedade com Paris, nesta matéria, com declarações do presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, e do chefe da diplomacia comunitária, Josep Borrell, a denunciaram e "falta de transparência" dos EUA na crise dos submarinos australianos, a que se juntou a posição de vários países europeus, incluindo Portugal.

Os EUA e o Reino Unido já disseram que não permitirão uma crise com a França, com o Presidente norte-americano, Joe Biden, a manifestar a vontade de conversar com o seu homólogo francês e com o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, a dizer que a relação entre Londres e Paris é "indestrutível".

O comunicado de imprensa do Eliseu não menciona a crise diplomática, mas indica que a abordagem de Paris e Nova Deli tem "a ambição de promover a estabilidade regional e o Estado de Direito, enquanto descarta qualquer forma de hegemonia" na região Indo-Pacífico, o epicentro das tensões entre a China e os EUA.

Relação entre França e Índia

"Será fortalecida a cooperação bilateral em todas as áreas, em particular na área económica", acrescenta o comunicado da presidência francesa.

Nos últimos anos, a França aproximou-se da Índia, seja através de operações militares conjuntas no Oceano Índico ou pela abertura à Marinha da Índia das suas bases militares na região do Indo-Pacífico.

Os líderes franceses e indianos concordaram em manter "intercâmbios regulares para coordenar" antes da cimeira do G20 -- que se realizará em 30 e 31 de outubro, em Roma - e antes da cimeira do clima em Glasgow, no início de novembro.

O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean-Yves Le Drian, deve encontrar-se com o seu homólogo indiano, Subrahmanyam Jaishankar, ainda hoje, em Nova Iorque, à margem da Assembleia Geral anual da ONU.

Emmanuel Macron, que ainda não falou publicamente sobre a crise, também deve reunir em breve com Joe Biden, que falará hoje na sede da ONU e que já manifestou vontade de conversar pessoalmente com o seu homólogo francês.

Pacto AUKUS

Os Estados Unidos, Austrália e Reino Unido anunciaram na passada quarta-feira um pacto, intitulado de pacto AUKUS (iniciais em inglês dos três países anglo saxónicos), destinado a enfrentar a República Popular da China na região Indo-Pacífico, reforçando a cooperação trilateral em tecnologias avançadas de defesa, como a Inteligência Artificial, sistemas submarinos e vigilância em longa distância.

Uma primeira consequência foi o cancelamento, pela Austrália, de um contrato com a França para o fornecimento de submarinos convencionais.

França tinha um contrato para a entrega à Austrália de 12 submarinos com propulsão convencional no valor de 56 mil milhões de euros, que foi cancelado por Camberra, que comprou posteriormente os submergíveis aos Estados Unidos.

Durante a conversa telefónica de hoje, Macron e Modi também "expressaram sérias preocupações sobre a situação no Afeganistão", onde defendem que os talibãs no poder devem "cortar laços com o terrorismo internacional, deixando que organizações humanitárias operem em todo o território e respeitando os direitos fundamentais dos afegãos".

Fiquem bem,

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domingo, janeiro 31, 2021

Joe Biden quer duplicar salário mínimo

Nota breve do autor do blog: Assim à primeira vista parece efetivamente uma proposta  demasiado avantajada do Presidente Biden. Todavia, pelas últimas práticas que vêm sendo aplicadas em termos de salários, parece que salários baixos não levam a lado nenhum.
Para não irmos mais longe, tivemos o exemplo em Portugal nos famigerados tempos da TROIKA. 
O país empobreceu com o encolher do cinto, as próprias entidades credoras afirmaram que tinham falhado.
Efetivamente, sem dinheiro a circular, designadamente nas mãos das famílias, não haverá compradores. Não havendo compradores (poder de compra) também as empresas não poderão prosperar.
Não prosperando as empresas, não haverá crescimento para elas e consequentemente para o país nem emprego para os que dele necessitam.
Em suma, e ante esta intenção de Joe Biden, parece que a política de salários baixos terá os dias contados.
Só o futuro o dirá.

 Swipe News, SA

A proposta ambiciosa do novo presidente norte-americano Joe Biden de duplicar o salário mínimo para tirar milhões de norte-americanos da pobreza já está na mesa dos legisladores, segundo a agência France Presse (AFP).

Esta medida pode revelar-se uma revolução social para os mais pobres dos Estados Unidos, adianta a agência de notícias francesa. “Mesmo antes da pandemia, o salário mínimo federal de 7,25 dólares [cerca de seis euros] por hora era economicamente e moralmente indefensável”, afirmou o democrata do Estado da Virgínia Bobby Scott, na apresentação do projeto de lei.

Embora muito popular entre a população – mesmo nas fileiras dos apoiantes republicanos – e apoiada há mais de uma década pelos sindicatos, a iniciativa esbarrou na oposição dos republicanos pressionada por lobbies de empresas que recusam custos adicionais.

“Este não é um ideal radical”, defende Bernie Sanders, um antigo candidato presidencial progressista que qualificou os 7,25 dólares por hora de “salário de fome”. “No país mais rico do mundo, quando se trabalha 40 horas por semana, não se deve viver na pobreza“, defende o senador do Vermont, que vai apresentar a proposta e espera convencer os céticos.

A crise económica causada pela pandemia afeta principalmente as pequenas empresas, especialmente o setor da restauração, que não vê com bons olhos esta proposta incluída no gigantesco plano de resgate de 1.900 mil milhões de euros (cerca de 1,6 mil milhões de euros).

O vice-presidente da Federação Nacional de Restaurantes, Sean Kennedy, saudou a proposta, até porque entende a obrigação de pagar esse salário mínimo integralmente, independentemente das gorjetas impostas aos clientes. Isso permite que os patrões paguem aos empregados apenas dois ou três dólares quando essas famosas “gorjetas” preenchem a lacuna com os 7,25 dólares, refere a AFP.

Contudo, esta medida “terá custos insuperáveis” para muitos estabelecimentos que não terão outra escolha a não ser dispensar funcionários ou fechar definitivamente as portas, prevê Kennedy.

Para a nova secretária do Tesouro, Janet Yellen, “o aumento do salário mínimo vai tirar dezenas de milhões de americanos da pobreza, ao mesmo tempo que cria oportunidades para inúmeras pequenas empresas em todo o país”. Tudo depende de como será implementado, argumentou Janet Yellen, observando que um aumento gradual – 15 dólares até 2025 – daria “tempo suficiente para se adaptarem”.

Mas o Governo Biden destaca o círculo virtuoso: pagar aos que têm salários mais baixos geraria milhões de dólares em gastos adicionais do consumidor em bens e serviços prestados por pequenas empresas.

Em 2019, 1,6 milhões de trabalhadores foram pagos com um salário igual ou inferior ao mínimo federal, ou seja, 1,9% de todos os trabalhadores pagos à hora, de acordo com o Gabinete de Estatísticas.

Uma taxa horária de 15 dólares até 2025 aumentaria os salários de 27,3 milhões de pessoas e retiraria 1,3 milhões de famílias da pobreza, estimou o Gabinete de Orçamento do Congresso. Mas estima também estima que possa resultar na perda de 1,3 milhões de postos de trabalho.

Para Gregory Daco, economista-chefe da Oxford Economics, além do impacto potencial, a proposta ilustra a mudança social que Joe Biden queria. “Isto confirma o desejo de uma administração de se concentrar mais nas desigualdades sociais e raciais que levaram a altas tensões no ano passado“, defende Gregory Daco.

A proposta será difícil de aprovar, mesmo que os democratas dominem ambas as câmaras. Bernie Sanders já mencionou o uso de um dispositivo para aprovar a lei por maioria simples.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira

segunda-feira, outubro 19, 2020

Campanha de Donald Trump com hino disco-sound e contra o comunismo

 


Um hino de "disco-sound", género musical que nasceu nos anos 1970 nos Estados Unidos como forma de revolta da comunidade homossexual, foi adotado como canção de campanha de apoio a Donald Trump, que se recandidata a Presidente do país.

O tema "Make America Great Again" com as iniciais "M.A.G.A" adotou a melodia da música "Y.M.C.A." dos Village People (1978) e foi cantado hoje pelos milhares de apoiantes de Donald Trump que percorreram a cidade de Miami, um dia antes da abertura do voto presidencial antecipado no estado da Florida.

A palavra de ordem do Partido Republicano "M.A.G.A." é amplificada através das colunas de som dos milhares de automóveis que às 18:00 (23:00 em Lisboa) ainda percorria a cidade de Miami com mensagens contra o "comunismo".

O desfile motorizado é encabeçado pelo veículo pesado de caixa aberta do grupo de extrema-direita 'Proud Boys' liderado por Enrique Tarrio, descendente de cubanos que se considera "um supremacista americano".

Os carros que participam no desfile levam bandeiras dos Estados Unidos e estandartes de campanha do candidato do Partido Republicano além de fotografias em tamanho real do presidente dos Estados Unidos, muitas coladas nos vidros dos automóveis.

"Eu vou votar em Donald Trump porque sou a favor do uso e porte de armas, porque precisamos de polícia e porque quero um país livre e não num país comunista que Biden quer trazer para cá. É por isso que eu gosto de Donald Trump", disse à Lusa, Anne Ortiz, uma jovem apoiante do Partido Republicano.

Uma grande parte dos veículos leva o cartaz "Latinos For Trump", bandeiras de Cuba ou da Venezuela, num estado em que a comunidade hispânica é considerada decisiva para o resultado das presidenciais de 03 de novembro.

Nos carros onde seguem famílias de origem cubana o "disco sound" é combinado com ritmos de salsa com letras de apoio ao candidato do Partido Republicano.

"Eu vou votar em Donald Trump. A minha gente vai sair à rua sem medo para votar. Por isso não me falhes. Meu deus, eu vou votar em Donald Trump", canta o vocalista de Los Tres de Havana, uma banda de salsa popular entre os apoiantes de Donald Trump, em Miami.

"Eu ainda não votei, talvez amanhã (segunda-feira) ainda não sei. Antes do dia 03 (de novembro) é preciso votar, porque eu quero liberdade e ele (Donald Trump) luta pela liberdade", disse à Lusa, Jaime C,. 30 anos, de origem cubano ao volante de um carro coberto de bandeiras dos Estados Unidos e de Cuba.

Na segunda-feira começa o voto antecipado na Florida, um estado considerado decisivo sobretudo por causa dos votos dos cidadãos de origem "latina".

A maioria dos "latinos" da Florida são originários de Cuba, Venezuela, Porto Rico e República Dominicana sendo um grupo de particular interesse político, devido ao crescimento da imigração nas últimas décadas.

Por outro lado, até ao momento, a votação por correio na Florida foi significativa, com 2,4 milhões de votos enviados pelo correio até sábado passado, de um total de 3,3 milhões boletins registados pelas autoridades eleitorais do estado.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira

quinta-feira, maio 28, 2020

Idosa de 103 anos venceu a COVID19 e comemorou com cerveja.


Nota do autor do blog:

Sem dúvida que a COVID19 tem pregado a partida a muito boa gente. A pandemia, há que dizê-lo , fez quase desaparecer das colunas sociais as tricas e mexericos das famílias reais, por exemplo. O mesmo acontecendo às grandes estrelas do futebol e de outros desportos de topo, das quais quase nos vamos esquecendo. Também as estrelas da canção, do teatro, etc. se têm remetido a um modesto aparecimento virtual e confinado. O que, embora evite o esquecimento, não dá a devida retribuição pecuniária que tanta falta lhes faz
Resumindo, Os luxos e gabarolices têm feito uma pausa, não tendo infelizmente acontecido o mesmo aos mais frágeis das diversas sociedades. Idosos e pobres têm sido os alvos mais atingidos pela pandemia e enchem as páginas de jornais e telejornais pela pior das razões. 
Aliviados de tricas e mexericos reais, de gabarolices exageradas de alguns famosos, por um lado. Todavia, a par desse "alívio", vimo-nos confrontados com uma mortalidade dramática, a par de um agravamento das condições de vida de muitas populações em risco de pobreza e mesmo fome.
Como gesto de otimismo e de esperança num futuro melhor para todos, deixo a notícia, desta feita "made in USA" de uma idosa de 103 anos que venceu a COVID19.
Ainda bem!

Beber cerveja e ver futebol americano era um dos hobbies preferidos desta idosa.
Beber cerveja e ver futebol americano era um dos hobbies preferidos desta idosa.© Facebook Beber cerveja e ver futebol americano era um dos hobbies preferidos desta idosa.
Jennie Stejna lutou contra a Covid-19 durante cerca de três semanas. E assim que se livrou do vírus, decidiu comemorá-lo da melhor maneira.
A sua família conta que a mulher de 103 anos foi detetada com o novo coronavírus no lar de idosos onde estava a viver, nos EUA, e onde foram detetados outros 33 casos de infeção. As previsões nem sempre foram as melhores, dado que o vírus é, por norma, fatal em pessoas de mais idade.
A família da mulher afirma que ela é uma lutadora, mas conta que a dada altura lhe perguntaram se estava pronta para ir para o céu e que esta não hesitou em afirmar: "Claro que sim!".
Mas tal não chegou a acontecer. A idosa venceu a doença e para celebrar os auxiliares do lar ofereceram-lhe uma cerveja fresca. 
Segundo a  família, beber cerveja e ver futebol é um dos hobbies de Jennie Stejna.
Fiquem bem, sigam as regras da Direção-Geral de Saúde

segunda-feira, março 30, 2020

Gripe asiática, quando foi?


Gripe asiática foi uma pandemia de influenza A (H2N2) em 1957-58.
Primeiro identificada na China no final de fevereiro de 1957, a gripe asiática espalhou-se para os Estados Unidos em junho de 1957, causando cerca de 70.000 mortes. 
É também conhecida como gripe asiática.
A imunidade a esta cepa de influenza A (H2N2) era rara em pessoas com menos de 65 anos de idade, e uma pandemia foi prevista.
Em preparação, a produção de vacinas começou no final de maio de 1957, e as autoridades de saúde aumentaram a vigilância para surtos de gripe.
Ao contrário do vírus que causou a pandemia de 1918, o vírus pandémico de 1957 foi rapidamente identificado, devido aos avanços da tecnologia científica. A vacina estava disponível em oferta limitada até agosto de 1957.
O vírus chegou aos Estados Unidos em silêncio, com uma série de pequenos surtos no verão de 1957.
Quando as crianças voltaram à escola no outono, espalharam a doença nas salas de aula e a levaram para casa para suas famílias.
As taxas de infecção foram maiores entre crianças em idade escolar, adultos jovens e mulheres grávidas em outubro de 1957. A maioria das mortes relacionadas a influenza e pneumonia ocorreu entre setembro de 1957 e março de 1958. Os idosos tiveram as taxas mais altas de morte. Em dezembro de 1957, o pior parecia ter acabado.
No entanto, durante janeiro e fevereiro de 1958, houve outra onda de doença entre os idosos. Este é um exemplo da potencial “segunda onda” de infecções que podem desenvolver-se durante uma pandemia.
A doença infecta um grupo de pessoas primeiro, as infecções parecem diminuir e as infecções aumentam em uma parte diferente da população.
A gripe asiática causa muitos dos sintomas comumente relatados em um vírus da gripe. A gripe é uma doença respiratória, portanto, uma tosse seca, dor de garganta e dificuldade respiratória são amplamente relatadas entre os que sofrem de gripe.
Uma vacina para H2N2 foi introduzida em 1957, e a pandemia diminuiu.
Houve uma segunda onda em 1958, e o H2N2 passou a fazer parte da onda regular da gripe sazonal.
Em 1968, a gripe asiática H2N2 desapareceu da população humana e acredita-se que tenha sido extinta na natureza. Frascos de gripe H2N2 permanecem em laboratórios em todo o mundo.

PS. Vamos lá a ver o que acontece com a actual pandemia. Oxalá os avanços da ciência lhe consigam por fim em breve.
Fiquem bem, de preferência em casa.
Fiquem bem,


segunda-feira, outubro 07, 2019

Alimentos que o deixam inchado



Estes são alguns dos alimentos que o deixam inchado e que não fazia ideia:


1. Pastilhas elásticas sem açúcar



A principal razão pela qual algo tão pequeno pode causar grande inchaço? Duas palavras: álcoois de açúcar, diz Ashvini Mashru, nutricionista (EUA), em declrações também para o New York Times.

“São uma espécie de hidrato de carbono de difícil digestão. São uma causa comum de dores de estômago”, explica Mashru.


2. Água com gás


“Acho que a maioria das pessoas está ciente de que os refrigerantes provocam o inchaço”, diz Sass. Mas as bolhas presentes em algumas bebidas também são um fator agravante. Mesmo sem qualquer adoçante, esse gás pode inflamar a barriga como um balão.


3. Alho


O alho é um exemplo de alimentos que são mal absorvidos pelo trato gastrointestinal para o sangue, ou totalmente não absorvidos. Por causa disso, arrastam a água para o intestino e são fermentados por bactérias, que acumulam gás dentro do intestino.


4. Pipocas


“Uma porção equivale a três ou quatro xícaras, contendo a mesma quantidade de carboidratos que uma fatia de pão”, alerta Kelly Schmidt.


5. Saladas grandes


“O efeito aqui é duplo”, diz Schmidt. Primeiro, há o volume. Como as pipocas, uma salada grande vai ocupar mais espaço no estômago e, portanto, expandi-lo mais do que uma refeição pequena – mesmo que a salada tenha menos calorias.


6. Café


Obviamente, se é intolerante à lactose, sabe que adicionar natas ou leite ao ao café deixará o estômago inflamado. Mas o café preto também pode desencadear alguns problemas próprios de inchaço.


7. Feijão


Margie Saidel, nutricionista e vice-presidente de culinária, nutrição e sustentabilidade da Chartwells K12, refere que o feijão é uma fonte fantástica de proteína, por isso pode valer a pena o desconforto inicial, que se manifesta sobretudo através de gases.

Para reduzir o excesso de amido indutor do inchaço, Saidel orienta aumentar gradualmente o tamanho da porção.


8. Leite


O leite, por melhor que seja para os ossos, pode ser mais complicado para o organismo do que os seus ‘parentes’ mais gordurosos, como natas, manteiga e queijo.

“Muitas pessoas são intolerantes ao soro do leite, lactose e caseína. Portanto, apostar em leite sem lactose pode não ser suficiente”, explica Schmidt. E se é alérgico a laticínios, o inchaço pode manifestar-se como um sinal de inflamação na pele.

Schmidt indica o consumo de leites de amêndoas e de coco como ótimas alternativas.

Uma excelente semana para todos,

segunda-feira, julho 29, 2019

Gillette, a propósito do AC Milan-Benfica


As equipas do Benfica e do AC Milan reeditaram na ICC 2019, um duelo de sempre no Velho Continente, nomeadamente na Taça dos Clubes Campeões Europeus/Liga dos Campeões. Foi às 15h00 locais de domingo (20h00 em Portugal Continental), dia 27, no Gillette Stadium, na América. 
Face ao nome do estádio "Gillette", fiquei a magicar e resolvi investigar para ver se se trataria de alguma figura importante ou interessante norte-americana.
Realmente, após curta investigação descobri que havia efetivamente um personagem célebre com tal nome.
E creio que teria sido ele, um industrial, o inspirador do nome do estádio em questão, onde hoje mesmo jogaram SL Benfica e Ac Milan.
Que fique a informação apenas para cultura geral, à qual acrescentarei meia dúzia de palavras que recolhi sobre o dito senhor:

King Camp Gillette, na foto acima, foi um industrial nascido nos E.U.A. em 1855 e faleceu em 1932.
Viveu em Chicago e em Boston. Os seus antepassados eram de Inglaterra.
Em 1895 inventou um aparelho de barbear com gilete descartável mundialmente conhecida
pelo seu nome, e cuja fabricação se iniciou em 1903 na sua própria empresa "Gillette Safety Razor".
O empresário William Painter deu-lhe um sábio conselho "fabrique algo que se use e descarte"
e os clientes sempre irão comprar mais.
Foi assim que começou a apostar nos produtos descartáveis.
Vendeu no primeiro ano 51 unidades. No ano seguinte 90.000 aparelhos e mais 12 milhões de giletes.
Diz-se que "ninguém fez tanto para mudar o rosto da Humanidade" como Gillette.
Entretanto em 1929 houve uma crise económica que levou o seu império à falência.
O seu inventor morreu frustrado em 1932. No entanto a sua invenção não se perdeu, bem pelo contrário.
Ainda hoje é imprescindível o "aparelho de barbear".


Desejo a todos uma ótima semana.

https://www.bubok.pt/autores/lusito

sábado, setembro 01, 2018

Gorduras vinho e sexo



Nosso comentário:


Recebi hoje via email este "estudo interessante".
É sobre gorduras, vinho e sexo.
À partida não é o tipo de coisas que eu costume partilhar. Todavia, o facto de o "estudo" ser defensor, pelo menos indiretamente, da Língua Portuguesa, fez-me mudar de ideias.
Por um tal nobre motivo, "a minha pátria é a Língua Portuguesa", apesar de o texto ser um pouco picante no palavreado, achei-lhe imensa piada.
Resolvi partilhar.
Oxalá gostem.
António Esperança Pereira

PS. Partilho tal como recebi.


Sobre as GORDURAS

No Japão, são consumidas poucas gorduras e o índice de ataques
cardíacos, é menor do que na Inglaterra e nos EUA.

Em compensação, na França consomem-se muitas gorduras e, ainda assim,
o índice de ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos
EUA...

Sobre o VINHO

Na Índia, bebe-se pouco vinho tinto e o índice de ataques cardíacos é
menor do que na Inglaterra e nos EUA.

Em compensação, na Espanha bebe-se muito vinho tinto e o índice de
ataques cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA....

Sobre o SEXO

Na Argélia, f*d*-se muito pouco e o índice de ataques cardíacos é
menor do que na Inglaterra e nos EUA.

Em compensação, no Brasil f*d*-se muuuuuito e o índice de ataques
cardíacos é menor do que na Inglaterra e nos EUA......

CONCLUSÃO LÓGICA:

Beba, coma e f*d* à vontade pois o que mata é falar inglês!

Eu já não falo mais inglês! Tu faz o que quiseres...

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...