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sexta-feira, maio 18, 2018

Karl Marx por Karl Korsch

Nosso comentário:

Não é preciso gostar-se de Karl Marx para se ler Karl Marx ou algo sobre o pensamento do ilustre e incontornável Karl Marx (goste-se ou não, repito)  
A Editora Antígona lança uma obra assinada por Karl Korsch, onde é estabelecido uma espécie de debate das várias vertentes do pensamento de Karl Marx.
Um debate sempre apaixonante, até porque algumas interpretações do pensamento de Marx, podem não ser bem o que parecem.
Convém ler quem sabe e nos faz questionar e descobrir algo que parecia velho mas, vistas bem as coisas, pode de repente constituir novidade.
Aconselha-se a leitura do resumo da presente obra, apresentado abaixo, pois fica-se elucidado sobre o teor da mesma. 
António Esperança Pereira




KARL MARX

Karl Korsch

TRADUÇÃO Gilda Lopes Encarnação
INTRODUÇÃO Michael Buckmiller
ILUSTRAÇÃO DE CAPA Luís Henriques
Publicada em 1938 e reelaborada no final dos anos 50, a presente obra é uma análise sistemática dos grandes temas do pensamento marxiano, por uma das figuras cimeiras do marxismo ocidental. Em capítulos que se tornaram referências imprescindíveis — como os consagrados ao fetichismo da mercadoria e à especificação histórica —, Karl Korsch estabelece um fértil debate teórico com a obra de Karl Marx, versando a crítica da economia política e a sua concepção de História e de sociedade, a noção de marxismo como ciência social e as interpretações erróneas de muitas das suas premissas. Estimulante panorâmica dos fundamentos da teoria e prática marxistas, este livro é um valioso contributo para a continuada discussão em torno de Marx e um útil instrumento para pensar a nossa época.

Karl Korsch (1886-1961) é um dos autores marxistas mais importantes do século xx e destacou-se pela publicação de Karl Marx e de Marxismo e Filosofia (1923), cujo estatuto é comparado ao de História e Consciência de Classe, de György Lukács. Doutorado em Direito pela Universidade de Jena, desenvolveu uma intensa actividade política, sobretudo entre os movimentos anarco-sindicalistas e no meio do comunismo de conselhos, que culminaria, em 1926, na sua expulsão do Partido Comunista Alemão. Dedicou-se então a ciclos de palestras sobre Marx e a condição operária, aos quais assistiria Bertolt Brecht, seu grande amigo até ao fim da vida. Em 1933, depois do incêndio no Reichstag, fugiu da Alemanha e fixou-se em Inglaterra, na Dinamarca e, por fim, nos EUA, onde trabalhou no Instituto de Investigação Social, em Nova Iorque. Voz dissidente, legou-nos extensas reflexões sobre o marxismo e uma obra regida pelo combate ao dogmatismo e à alienação.
ISBN 978-972-608-314-6
PVP 18 euros
368 páginas
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sexta-feira, fevereiro 23, 2018

Teste o seu pensamento


Nosso comentário:

Aí está um bom exercício para o seu pensamento lateral ou alternativo. Escusado será dizer que este teste só terá real valor se o estimado leitor der as respostas por si mesmo. Ou seja, que não tenha a tentação de ver os resultados corretos a dar às questões, que surgem mais abaixo. Nem tão pouco o auxílio de alguém, claro está...
Vamos a isso?
Façam então o teste.
Pela minha parte, aproveito para deixar um agradecimento a quem mo enviou.

António Esperança Pereira


Teste o seu pensamento lateral ou alternativo. 

Verifique o seu pensamento lateral ou ʺpensamento alternativoʺ. 
Abaixo estão 3 questões, cujas respostas
estão no final. Todas as questões e respostas são absolutamente sérias e  lógicas. Procure não olhar as respostas antecipadamente para fazer o teste.  

1.ª questão:

Há seis ovos numa cesta. Seis pessoas 
pegam um ovo cada uma, mas um ovo é deixado na cesta. Como se explica  isto?   

2.ª questão:

Respondendo a um telefonema anónimo os  polícias invadem uma casa para prender um  suspeito de assassinato. Eles não sabem como  é sua aparência, mas sabem que seu nome é  João. Dentro da casa eles encontram quatro  pessoas jogando cartas e prendem uma delas  sem ao menos lhe perguntarem o nome.  Como sabem que prenderam o homem certo?
 
3.ª questão: 

Havia um homem recluso que nunca saía  de sua casa. A única vez  que alguém lhe  falava era quando lhe traziam os  alimentos e outros suprimentos e  ninguém entrava lá. Numa tempestuosa  noite de inverno, quando uma ventania  gelada soprava, ele teve um surto  nervoso. Apagou todas as luze s e foi  para a cama. Na manhã seguinte ele  causara a morte de centenas de pessoas.  Como foi que isso aconteceu?
  
Respostas 

1. A última pessoa levou o ovo juntamente com a cesta, sem o tirar de  dentro dela.  2. Todas as outras pessoas que jogavam cartas eram mulheres.
3. O recluso vivia num farol à beira‐mar.    

Como anda o seu pensamento lateral ou alternativo? 

quarta-feira, outubro 09, 2013

Pensamento Perdido

Pensamento perdido


Quando os olhos se perdem
nas luzes que ofuscam
no desempenho dos outros
no fora de aqui

quando o pensamento
voando no tempo
em busca de nada
restos
migalhas
me p
õe pesado
triste perdido...

eu grito: BASTA!

abrandem olhos perdidos
ansiosos
deixem o sonho
as idas t
ão longe
voltem a mim

e tu pensamento
que vais ao passado
enganos e perdas
que triste que estranho
voltas a mim!

quem sofre sou eu
o riso não vem
o doce n
ão vem
o pr
óprio Universo
ao ver-me assim...

cabisbaixo pesado
fugido
zangado comigo
n
ão gosta de mim!



Fiquem bem,

António Esperança Pereira

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...