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domingo, maio 01, 2022

Costa diz-se empenhado no aumento de salários em Portugal

 


Assinalando o Dia do Trabalhador, o primeiro-ministro destacou que o Governo vai adotar a Agenda do Trabalho Digno, e que até 2026 é esperado um crescimento de 20% no peso do PIB das remunerações em Portugal

O primeiro-ministro assinalou este domingo as comemorações do Dia do Trabalhador, salientando que o Governo vai adotar a Agenda do Trabalho Digno e “prosseguir o objetivo de reforço do peso dos salários no PIB” para a média europeia.

“Festejamos hoje o Dia do Trabalhador. Porque valorizamos o trabalho e ambicionamos uma sociedade mais justa, vamos adotar a Agenda do Trabalho Digno e prosseguir o objetivo de reforço do peso dos salários no PIB para a média europeia”, refere António Costa, numa publicação na rede social Twitter.

O primeiro-ministro faz acompanhar a publicação de um quadro sobre o peso das remunerações no Produto Interno Bruto (PIB), segundo o qual entre 2016 e 2021, anos em que liderou o Governo do país, houve um crescimento em Portugal de 17,5% desse indicador e uma aproximação em relação à média da zona euro.

O quadro prevê ainda que entre 2022 e 2026 o crescimento do peso das remunerações no PIB seja em Portugal de 20%, atingindo-se no final da legislatura uma convergência com a zona euro neste indicador.

No debate na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2022, o primeiro-ministro já tinha anunciado que a iniciativa legislativa do Governo denominada “Agenda para o Trabalho Digno” vai ser analisada em concertação social no próximo dia 11, antes de ser debatida e votada no parlamento.

“O grande desígnio é que a geração mais qualificada de sempre seja também a geração mais realizada de sempre e tenha em Portugal tantas ou tão boas oportunidades como encontra fora do país. Isso implica não só uma valorização salarial, como a aprovação da Agenda para o Trabalho Digno, que no dia 11 de maio irá de novo a concertação social para depois entrar na Assembleia da República”, declarou António Costa, no debate.

O Dia do Trabalhador comemora-se este domingo sem restrições por todo o país, com a CGTP a promover iniciativas em mais de 31 localidades do país e a UGT um debate sobre os desafios do mundo laboral, em Lisboa.

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, vai assinalar o dia 1.º de Maio, participando num almoço comemorativo do Dia do Trabalhador, com cerca de 200 trabalhadores da empresa João Tomé Saraiva, na Pedreira da Devesa, na Guarda.

 Fiquem bem,

Podem visitar-me aqui, clicando neste link:

...a ver o que sai...(poemas) | António Esperança Pereira - Bubok

quarta-feira, maio 01, 2013

Duas débeis razões os mantêm no poder...


Nosso comentário:


É quase inevitável no país com as fronteiras mais antigas da Europa, Portugal, não se falar sempre e mais do mesmo: 
A situação social, política, económica, em que se encontra.
Hoje é dia 1 de Maio, Dia do Trabalhador. 
Sob a égide das duas maiores Centrais Sindicais CGTP e UGT, comemorou-se nas ruas a importante data.
Lisboa e Porto, por serem as duas maiores cidades do país, concentram sempre a maior parte das gentes que desfilam nas ruas, que protestam, que se insurgem contra as políticas de austeridade, de miséria, de empobrecimento a que as orientações das classes dirigentes no poder, nos estão a levar.
Pede-se alto e bom som a demissão do governo.
Pede-se alto e bom som que parem os que incutem tamanhos sofrimentos ao povo português, sob a batuta da Alemanha, cuja líder não há muito tempo disse que Portugal se prepare para perder parte da sua soberania.
Ouvem-se vaias quando se profere o nome do senhor Presidente da República.
Perigosa situação. Triste fado em que nos estão a afundar.
Sente-se mal-estar. Nas ruas, no trabalho, em cada lar português. 
A austeridade com os cortes permanentes nas reformas, nos carenciados, nos doentes, nos estudantes, o galopante flagelo do desemprego, a sangria nos jovens levando-os a emigrar, parecem ser coisas aterradoras capazes de fazer rebentar a paciência e os limites do imaginável.
Os índices de confiança em quem governa são quase nulos. Temos uma governação (considerada como um todo) que governa contra os portugueses. 
Ninguém os quer lá, mas a Democracia afinal tem destas coisas. Continua a ser parca em soluções anti-perpetuação no poder. 
Muitos são os eleitos em democracia que passam as suas vidas no poleiro.
E quando se pedem alternativas, que todos sabemos que as há, dizem-nos que não as há. 
É caso para perguntar, onde raio está a Democracia?
No caso do governo, dado o isolamento em que se encontra perante o povo que o elegeu, só se mantém em funções por duas débeis razões: pelo apoio que lhe confere o Senhor Presidente da República e pela maioria de votos que conseguiu (PSD + CDS) em campanha eleitoral feita com base em mentiras de circunstância.


PS. Deixo-lhes um interessante texto (zinho) sobre a Avenida da Liberdade, Lisboa, um dos palcos das manifestações de hoje. Era um espaço de alguns, passou a ser um espaço de todos.


Fiquem bem, António Esperança Pereira








AVENIDA DA LIBERDADE


A Avenida da Liberdade já teve o nome de Passeio Público. Depois do terramoto de 1755.
O Marquês de Pombal criou o Passeio Público na área atualmente ocupada pela parte inferior da Avenida da Liberdade e Praça dos Restauradores.
O Passeio estava rodeado de muros e portões, por onde só passava quem pagasse uma taxa.
Em 1821, quando os liberais subiram ao poder, os muros foram deitados abaixo, e o Passeio fez justiça ao nome...
Tornou-se Público.
A Avenida da Liberdade é hoje um ex-libris da nossa capital. Podemos lá encontrar Hóteis *****
Lojas de Marcas Internacionais, Esplanadas bem equipadas e, claro, árvores de vários portes junto a bancos de jardim, onde se pode calmamente descansar um pouco, quando o calor começa a fazer-se sentir.
É caso para dizer:
Se a Avenida da Liberdade "falasse"muito tinha para contar, pois foram e são tantas as suas "memórias"...

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...