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segunda-feira, agosto 05, 2024

Grécia, Portugal e Itália entre os 10 países mais perigosos para a condução

 A Bulgária não é o único país europeu que regista atrasos em matéria de segurança rodoviária. É seguida de perto pela Roménia, que registou um total de 1545 mortes na estrada em 2023, o que corresponde a 81 por milhão de habitantes. No ano passado, registaram-se mais 78% de mortes na estrada do que a média da UE.

A Roménia também está bem servida de ligações ferroviárias e rodoviárias, com uma linha ferroviária que faz a ligação com rotas internacionais, incluindo a Bulgária e a Hungria.

Em terceiro e quarto lugares, a Sérvia e a Letónia registaram ambas mais 66% de mortes na estrada do que a média.

Tanto na Sérvia como na Letónia, os transportes públicos são baratos e fiáveis. Uma nova linha de comboios de alta velocidade que liga a capital da Sérvia, Belgrado, a Budapeste, na Hungria, deverá ser alargada a Skopje e Atenas no futuro.

Os destinos de férias também figuram entre os países mais perigosos da Europa para a condução: A Croácia ficou em quinto lugar, com mais 56% de mortes do que a média, seguida de Portugal, com 32%, e da Grécia, com 31%.

Itália ficou em nono lugar, com um total de 3094 mortes na estrada em 2023, ou seja, cerca de 54 por milhão de habitantes. Este número representa mais 15% de mortes na estrada do que a média da UE.

Lituânia ficou em oitavo lugar, com 23%, e a Polónia em décimo, com 13%.

Em toda a UE, foram registadas 20.418 mortes na estrada em 2023, o que equivale a 45,5 por milhão de habitantes.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira

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segunda-feira, fevereiro 13, 2023

Radares apanham 16 mil condutores numa semana



Mais de 16 mil condutores foram apanhados por radares em excesso de velocidade durante a campanha de segurança rodoviária “Viajar sem pressa”, que decorreu entre 31 de janeiro e 6 de fevereiro, revelou a GNR.

 De acordo com a nota divulgada por esta força de segurança, que coordenou conjuntamente a iniciativa com a PSP e a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), foram fiscalizados durante este período nos radares um total de 2.763.415 veículos, registando-se 16.154 infrações por excesso de velocidade no território nacional.

A grande maioria dos veículos foram fiscalizados nos controlos de velocidade da ANSR, com 2.352.713 viaturas, enquanto a GNR monitorizou 269.343 e a PSP controlou 141.359.

Contudo, foram as forças de segurança a detetar o maior número de infrações nos seus radares, com um somatório de 8.659, distribuídas por 6.097 nos sistemas de controlo da GNR e 2.562 da PSP, enquanto a ANSR registou 7.495 infrações por excesso de velocidade.

Foram registados neste intervalo de tempo 2.501 acidentes, que se traduziram em oito mortes (todas do sexo masculino), 40 feridos graves e 738 feridos ligeiros.

Em comparação com o período homólogo de 2022, os dados evidenciam um aumento do número de acidentes (mais 279) e dos feridos leves (mais 131), tendo apenas diminuído os registos de mortes (menos três) e de feridos graves (menos três).

O comunicado da GNR esclarece ainda que os oito acidentes dos quais resultaram vítimas mortais tiveram lugar nos distritos de Braga (2), Lisboa (2), Faro (2), Coimbra e Santarém. Na origem destes acidentes estiveram um atropelamento, quatro colisões, dois despistes de motociclos em reta e de um veículo ligeiro em curva.

A campanha “Viajar sem pressa” contou também com ações de sensibilização da ANSR em simultâneo com operações de fiscalização da GNR e da PSP em Lisboa, Póvoa de Varzim, Braga, Porto, Seixal e Madeira.

Inserida no Plano Nacional de Fiscalização 2023, a campanha visou “alertar os condutores para os riscos da condução em excesso de velocidade, dado que esta é uma das principais causas dos acidentes nas estradas”.

 Fiquem bem

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quarta-feira, dezembro 07, 2022

Novos radares entram em ação em 2023

 


A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) prevê que os 50 novos radares de controlo de velocidade entrem progressivamente em funcionamento ao longo do primeiro trimestre de 2023.

A ANSR indica que já se iniciaram os trabalhos de construção civil para a colocação dos 50 radares que fazem parte do Sistema Nacional de Controlo de Velocidade (SINCRO), gerido pela ANSR.

Estes novos 50 radares, que se vão juntar ao SINCRO, iniciado em 2016, foram já anunciados há algum tempo pelo Ministério da Administração Interna e Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária.

A ANSR justificou a demora da entrada em funcionamento deste sistema “com o atraso do fornecimento dos equipamentos decorrente da situação excecional nas cadeias de abastecimento resultantes da pandemia da doença covid-19, da crise global na energia e dos efeitos resultantes da guerra na Ucrânia”.

Destes 50 novos radares, 30 vão ser instalados em Locais de Controlo Velocidade Instantânea (LCVI) e 20 em Locais de Controlo Velocidade Média (LCVM), estando previsto que 80% sejam colocados fora das autoestradas.

A ANSR precisa que 20 destes radares vão permitir detetar a velocidade instantânea e 10 são capazes de calcular a velocidade média num determinado trajeto.

De acordo com a ANSR, o SINCRO procede atualmente à fiscalização da velocidade dos condutores através “da medida da velocidade instantânea do veículo, ou seja, da sua velocidade no instante em que passa no local de controlo de velocidade”.

Os novos radares vão permitir “a fiscalização da velocidade praticada pelos condutores através da medida da velocidade média do veículo entre dois pontos predefinidos na estrada”.

Segundo a ANSR, os contratos de fornecimento e instalação dos novos radares de controlo de velocidade vão custar cerca de 5,6 milhões de euros.

A rede SINCRO é composta atualmente por 62 locais de controlo de velocidade instantânea instalados em várias estradas da rede rodoviária nacional equipados com 58 radares.

Desde que entrou em vigor este sistema de radares de controlo de velocidade, a ANSR registou um total de 1.562.780 infrações, tendo sido 2020 (420.609), 2021 (349.139) e 2019 (323.589) os anos com maior número de multas.

"in Revista ACP "

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terça-feira, novembro 15, 2022

Número de condutores com álcool aumenta

 


O número de condutores apanhados com álcool aumentou até julho deste ano em relação ao mesmo período de 2021, tendo as infrações subido cerca de 60% e as detenções quase 77%, revelou hoje a Segurança Rodoviária.

“A condução sob efeito de álcool evidenciou um aumento muito expressivo (+59,3%), mas em grande medida como consequência da queda acentuada do ano anterior”, refere o relatório da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) de sinistralidade a 24 horas e fiscalização rodoviária de julho.

Segundo a ANSR, entre janeiro e julho foram multados 18.054 condutores por condução sob efeito de álcool, enquanto no mesmo período de 2021 foram registadas 11.330 infrações.

A ANSR destaca também que os condutores detidos por excesso de álcool aumentaram 76,4% entre janeiro e julho, totalizando durante esse período as 10.421 detenções, contra as 5.908 do mesmo período de 2021.
A condução sob efeito de álcool é a única infração a registar um aumento nos primeiros sete meses do ano.

No âmbito da criminalidade rodoviária, medida em número total de detenções, mais de metade dos condutores detidos (55%) foi devido à condução sob o efeito do álcool, seguindo-se 33,5% por falta de habilitação legal para conduzir.

No entanto, as detenções por falta de habilitação legal para conduzir reduziram este ano 3,2%.

No total, a criminalidade rodoviária aumentou 36,6% em comparação com igual período de 2021, atingindo 18.935 condutores.

O relatório dá conta que, até julho, foram fiscalizados 72,4 milhões de veículos, quer presencialmente, quer através de meios de fiscalização automática, tendo-se verificado um aumento de 11,5% em relação ao período homólogo de 2021, com a GNR e a PSP a registarem decréscimos de 6,7% e 6,2% respetivamente.

O documento salienta o crescimento de 13,8% no sistema de radares de controlo de velocidades SINCRO gerido pela ANSR.

Entre os 72,4 milhões de veículos fiscalizados nos primeiros setes meses de 2022, foram detetadas 611,2 mil infrações, o que representa um decréscimo de 3,9% face ao ano anterior, indica a Segurança Rodoviária, destacando que o sistema de radares da responsabilidade da ANSR registou um aumento 25,4% no número de infrações, num total de 236.171 autos.

Mais de metade das infrações (61%) correspondem ao excesso de velocidade, tendo as autoridades registado 375.269 autos até julho, menos 3.569 multas do que no mesmo período de 2021.

“Comparando com o período homólogo do ano transato, verificou-se diminuição em quase todas as tipologias de infração, sendo de realçar -20,5% pela não utilização de sistemas de retenção para crianças, -19,8% pela utilização do telemóvel e -13,0% por ausência de inspeção periódica obrigatória. Contudo, a condução sob efeito de álcool evidenciou um aumento muito expressivo (+59,3%)”, refere ainda o relatório da ANSR.


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Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...