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quarta-feira, fevereiro 05, 2025

Entre crise na Saúde e IRS Jovem "injusto", Governo "está para durar"

Debate acontece após ser conhecida a acusação do processo Tutti Frutti, a primeira demissão no Governo e a polémica com o deputado do Chega - agora não inscrito - Miguel Arruda.

O Chega abriu esta quarta-feira o debate quinzenal com o primeiro-ministro no Parlamento, que aconteceu uma semana depois de Hernâni Dias se ter demitido do cargo de secretário de Estado (a primeira 'baixa' do Governo) e um dia após ser conhecida a acusação do processo Tutti Frutti.

Estes foram os temas que 'arrancaram' a discussão e que se foram prolongando ao longo do debate, com temas como o IRS Jovem, a crise na Saúde, nomeadamente, as cirurgias oncológicas, e as polémicas declarações de Donald Trump sobre a faixa de Gaza a serem abordados também.

Pode ver abaixo as intervenções e temas abordados, que tiveram a seguinte ordem:  Chega, PSD, PS, IL, BE, PCP, Livre, CDS-PP e PAN.

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P.S. Argentina anuncia saída da OMS (!)

Fiquem bem

António Esperança Pereira - Livros deste autor - Bubok

quarta-feira, janeiro 03, 2024

Um monárquico no parlamento? PPM junta-se ao PSD e ao CDS na nova Aliança Democrática



Assembleia da República (Lusa)

O PPM vai juntar-se ao PSD e CDS-PP na coligação Aliança Democrática para as próximas eleições, explicando os sociais-democratas que quiseram recuperar integralmente esta aliança "para apresentar ao país a alternativa reformista e moderada" necessária.

"O PSD comunica que o PPM vai integrar a coligação Aliança Democrática em conjunto com o CDS-PP. O PSD quis assim recuperar na íntegra a antiga Aliança Democrática para apresentar ao país a alternativa reformista e moderada que Portugal precisa", pode ler-se num comunicado enviado pelo partido liderado por Luís Montenegro.

Também em comunicado, o PPM referiu que, na útima segunda-feira, o Conselho Nacional do partido reuniu-se "para deliberar a respeito da realização de uma coligação eleitoral com o PSD e o CDS-PP no âmbito das eleições legislativas nacionais de 10 de março de 2024".

"Na reunião em causa, o Conselho Nacional do PPM deliberou, por unanimidade, integrar a coligação 'AD – Aliança Democrática' no âmbito das próximas eleições legislativas nacionais, após a conclusão, com êxito, das negociações que os partidos mantiveram nas semanas anteriores, ultrapassando assim as dificuldades iniciais na formalização do acordo", acrescenta ainda.

Em 21 de dezembro, foi conhecido que os presidentes do PSD e do CDS-PP iam propor aos órgãos nacionais dos seus partidos uma coligação pré-eleitoral, a Aliança Democrática, para as legislativas de março e as europeias de junho, que incluirá também “personalidades independentes”.

Aliança Democrática. PPM contesta no TC nome da coligação …

segunda-feira, maio 28, 2018

Cão o melhor amigo do homem?


Experiencia científica

Observe os olhos do cão:
Quando é uma mulher a conduzir e quando é um homem.


Nota do autor do blog

Hoje aconteceu uma exibição de futebol  pouco conseguida da seleção nacional de Portugal ante a seleção nacional da Tunísia (2-2) 
Aconteceu também uma afirmação que registo e em que mais uma vez tomei consciência de como este país por via do futebol se está a tornar um país estranho: 
-O "douto" social democrata (?) Marques Mendes estabeleceu do alto da sua televisão uma comparação entre a personalidade do ex-Primeiro Ministro José Sócrates e a personalidade do Presidente do SCP (Sporting Clube de Portugal)
Uma tal insensatez, mais uma, de Marques Mendes, baixeza, falta de respeito, indecência, cobardia, vinda de uma das "supostas inteligências" (?) da direita deste país dispensa comentários.
Uma tristeza triste!

António Esperança Pereira

quarta-feira, agosto 30, 2017

Macron, pios e verborreia

Nosso comentário:

Talvez um dos políticos que em democracia se manteve mais tempo no poder. Cavaco Silva. Não o víamos havia um tempo. saído da Presidência da República pela porta dos fundos. Cuidávamos que deixaria o povo português em paz para bem de todos. Ele ver-se-ia livre das críticas e dos maldizentes que lhe chamavam e chamam todos os nomes e mais alguns. Nós ver-nos-íamos livres dele e dos seus "poucos pios" durante dezenas de anos de poder. Fartos que estávamos dele e das tricas e mexericos com que conduziu o país. 
Mas voltou.
Cavaco Silva está aí, vestido de laranja, com uns óculos parecidos a uns que eu usei nos meus 18 anos, sem graduação, apenas para impressionar, para parecer mais velho e inteligente do que realmente eu era.
Aos pios, lá foi disparando em todas as direções.
Mandou diretas e indiretas ao governo, ao Presidente Marcelo Rebelo de Sousa, a gregos e troianos, a presentes e ausentes.
Todavia, do que ouvi que ele disse, ficaram-me três palavras:
-VERBORREIA
-PIOS
-MACRON
Com a primeira creio que atingia o atual Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa.
Com a segunda não percebi bem se se referia aos pios que não disse quando podia, se aos pios que os outros dizem e que o incomodam à saciedade.
Com a terceira, um elogio: Cavaco gosta de Macron!!!
Quanto à imprensa, essa claro, dá um eco estrondoso ao acontecimento. Quase um "até que enfim que temos homem".
Abro a televisão, Cavaco. Abro os noticiários, Cavaco, abro a Internet, Cavaco.
Não admira que tal aconteça, quando no poder pululam comunistas maus que comem criancinhas ao pequeno almoço.
No entender deste ex-presidente, "democrata de alguns", lê-se claramente nas entrelinhas que é preciso que apareça alguém com eles no sítio capaz de correr com o "poder vermelho" que se alcandorou à governação do país.
Quanto a mim, espreitando o que disse e o que não disse Cavaco, fiquei hoje como fiquei sempre com os seus discursos: ZERADO (expressão brasileira). Porque Cavaco Silva diz mais no que não diz do que no que diz. Daí que exige um esforço hercúleo a quem queira aprender ou perceber o que ele realmente diz porque efetivamente não diz. 
Fim de desabafo.

PS. Uma pequena nota, apenas para manifestar ao Povo Americano a minha solidariedade ante o tremendo furacão Harvey que assola alguns dos seus Estados.

António Esperança Pereira


sexta-feira, outubro 23, 2015

Cavaco falou ameaçador e deprimido


Nosso comentário

Após a comunicação ao país do Sr. Presidente da República na noite de ontem (20 horas do dia 22/10 em Portugal Continental, não consigo ficar sem dizer meia dúzia de palavras aqui no blog, a respeito do evento.
Ora bem, no dia 4 de Outubro passado, como largamente se noticiou houve em Portugal eleições para a Assembleia Legislativa (Parlamento) a fim de serem eleitos 230 deputados.
Eu, como bom cidadão que sou, ciente do meu papel na vida política, social e económica do meu país, lá fui à mesa de voto que correspondia à minha morada, colocar a cruzinha no boletim de voto aí disponível.
Há que dizer que o Boletim de Voto impressionava. Estava bem recheado, com cerca de de 20 partidos e coligações prontas a receber a cruzinha do eleitor.
Disse de mim para mim, ante tal fartura, que a democracia em Portugal estava viva com uma pujança fantástica, já que as opções eram mais que muitas.
Apesar de continuarem a abster-se muitas pessoas, quase metade dos possíveis eleitores, não via razão para tal pois encontrariam decerto um partido ou coligação mais a contento da sua ideia ou até para expressarem a falta dela.
Bom, eram tantas as opções traduzidas em símbolos, que tive de confirmar bem o lugar onde se encontrava aquele em que me dispusera votar.
Concentrado, lá o descobri no meio de tantos outros. Lá depositei a minha cruz com cuidado no sítio que pareceu mais correto à convicção que me assiste como mais adequada à atualidade lusa.
Até aqui tudo normal.
Eis senão quando, ouvindo ontem o Senhor Presidente da República, num discurso de poucos minutos, fiquei como quase sempre fico quando o ouço, baralhado.
Pelos vistos, os símbolos colocados nos boletins de voto são para enfeitar mesmo. A democracia que eu dizia de mim para mim que estava pujante não passava de uma farsa.
Só podem governar os partidos X e Y. Os outros, mesmo os maiores, já nem falando nos pequeninos , são mesmo para enfeitar o "pluripartidarismo da treta". Esses não podem governar.
Fiquei mais uma vez estupefacto. 
O Sr Presidente da República ignorando o 5 de Outubro, ignorando o 25 de Abril, ignorando a nova constituição do Parlamento, ignorando ser ele o fiel representante de todos os portugueses...
nomeou o líder do seu partido (PSD) minoritário e que os portugueses rejeitaram nas urnas, como 1.º ministro do novo governo.
Uma pura perda de tempo, um custo escusado para o país, em tempo e em dinheiro.
O governo do Sr. PR tem os dias contados, é minoritário, não tem apoios, não passa no Parlamento.
Para quê então insistir? porquê tamanha obstinação e resistência à nova realidade nacional? 

Cavaco falou ameaçador e deprimido.

Fiquem bem, 

António Esperança Pereira

terça-feira, agosto 25, 2015

Conversas em Família e Debates em Família


Nosso comentário:

Acabei de chegar aqui ao blog vindo de mais um "debate em família" entre um partidário do PSD (direita) e um deputado/Presidente de Câmara do PCP (comunista)
Ambos diziam umas coisas, tem que ser, já que a televisão que os contrata, pelo menos isso lhes deve exigir.
Em outro tempo, antes do 25 de Abril, criticava-se muito a monotonia das "Conversas em Família" do prof. Marcelo Caetano.
Lembram-se delas? os que se lembram, sabem do que falo.
Caros leitores do blog, em plena época de campanha eleitoral para as eleições do Parlamento em Portugal, numa altura decisiva para o destino do país, que tresanda em carência de tudo, quase se adormece a ouvir tais interlocutores.
Interlocutores estes que, em tempos idos, talvez proporcionassem uma troca acesa e interessante de pontos de vista.
Qual quê? Uma tristeza e um deserto de ideias.
Acabam por falar de coisas supérfluas, por trocar sorrisos amistosos, depois para justificarem o tempo de antena que lhes pagam, e por mútua conveniência, decidem ambos dizer mal do PS (que não está no debate) e do Syriza (que é aquele "maldito" partido esquerdista grego)
Eu chamaria a isto, sem qualquer interesse pessoal na matéria, a vitória assumida e apadrinhada do "caminho único" que nem sabemos ainda qual é.
Por isso referi as "Conversas em Família" do Prof. Marcelo Caetano, de antes do 25 de Abril. Monótonas, previsíveis, e de um só caminho. O caminho de então: o Salazarismo.
Uma paz podre que espanta quando anda tudo nervoso por esse mundo: os mercados bolsistas chineses, o mundo árabe, os migrantes, a xenofobia ante os refugiados de guerra, países destruídos, etc etc.
Tal e qual como acontecia com o Prof. Marcelo na altura. Portugal em várias frentes de guerra, mortos, estropiados, juventude sacrificada, famílias separadas pela emigração e ele, o 1.º ministro de então, a dar-nos baile pela televisão em conversas de família.
Afinal, tal como agora, só que agora tudo pia mais fino. Dão-nos baile em democracia, e em múltiplos canais televisivos para não nos faltar nada.

Fiquem bem,
António Esperança Pereira

sábado, janeiro 25, 2014

Trocar seis por meia dúzia?


Nosso comentário:


Assim de repente e sem que nada o justificasse, começou a ouvir-se falar em eleições. Não de uma possível marcação de eleições legislativas antecipadas por parte do Presidente da República, tão necessárias há tanto tempo, mas das "Presidenciais" veja-se só.
Isto quando ainda faltam anos para que as mesmas tenham lugar.
Apesar da distância a que se encontram, o senhor Primeiro Ministro apressou-se a descrever o perfil do futuro Presidente da República.
Vá-se lá a saber porquê...
De entre os possíveis eleitos a candidatos pela direita ficámos a saber que poucos serão os que reúnem os pré-requisitos definidos pelo líder do PSD: um por isto, outro por aquilo, será difícil encontrar de entre os mais badalados, algum que reúna as condições necessárias exigidas pelo atual Primeiro Ministro.
Comentaristas adiantaram até que só alguém com as caraterísticas de Américo Tomás (Presidente no tempo de Salazar) satisfaria tais pré-requisitos.
Assim sendo, não parece tarefa fácil encontrar PR para o atual PM, caso ele volte a ganhar as eleições.
Esperemos que a dificuldade nem sequer se coloque e que o atual PM saia de cena no mínimo com o rabo entre as pernas e chamuscado pelo fogo interno que lavra no coração e na alma dos portugueses.
Dito isto, passo a divulgar uma frase que chegou ao meu conhecimento e que tem tudo a ver com a atualidade política.
A ela dou o devido realce, porque a sua interpretação, apesar de óbvia, tem muita água no bico...

Fiquem bem, 

António Esperança Pereira



quinta-feira, setembro 12, 2013

Ex braço direito do PM vaiado no Brasil


Nosso comentário:

Miguel Relvas, ex braço direito do primeiro ministro atual, anda pelo Brasil como se pode ver abaixo. A popularidade desta gente fica bem patente nas imagens.
Por cá é um ver se te havias para tramar o povo português.
Um governo liberal este em funções, no dizer da ex-presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite.
Manuela Ferreira Leite que hoje em entrevista à TVI, alertou para o que se está a fazer aos mais velhos, quebrando-se todas as regras de confiança social. Falou em dois guetos que o governo, com suas políticas, está a  criar na sociedade portuguesa: o "gueto dos pobres" e o "gueto dos reformados". Os cortes sobre cortes nas reformas a quem a elas tem o pleno direito, foi o tema em destaque no programa. de informação conduzido por Paulo Magalhães.
Aconselho a visitar a dita entrevista sobretudo aos que têm dúvidas sobre as mentiras que se dizem sobre a C.G.A. (Caixa Geral de Aposentações) e o que é realmente um fundo de pensões presente e futuro.
Entretanto, deixo o video do ex braço direito de Passos Coelho em terras brasileiras, especialmente para os que não tenham tido a oportunidade de o visionar.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira

O antigo ministro de Estado e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, foi fortemente «vaiado» esta quarta-feira (11) por portugueses, no Rio de Janeiro, onde se encontra a exercer as funções de Alto-Comissário da Casa Olímpica da Língua Portuguesa, desde agosto. 


O protesto decorreu à porta do Museu Histórico Nacional no centro do Rio de Janeiro onde o antigo ministro de Estado e dos Assuntos Parlamentares ia ser homenageado.



Veja o vídeo!


domingo, agosto 11, 2013

Judite separada de Seara?


Nota do autor do blogue:

Em ritmo de férias, em que o quotidiano de cada um fica alterado, também a minha atividade e consequentemente a do blogue são afetadas.
De qualquer maneira não deixo de ir acompanhando quanto baste os desenvolvimentos noticiosos deste nosso país em Agosto.
Por sinal um Agosto quente quente que convida a fazer pouco ou de preferência, nada fazer. Aliás tal como fazem o elenco governativo e seus pares!
Hoje mesmo os termómetros  em Lisboa aproximaram-se dos 40 graus centígrados o que causa real mossa no cidadão comum...
Para além dos incêndios do costume nesta época do ano, há também a registar a ida a banhos, famílias e empresas insolventes, as usuais roubalheiras da governação, os ricos e os pobres, os emigrantes e os imigrantes, os que nascem e os que morrem, os que casam e os que descasam.
É a este último caso que presto hoje a minha atenção especial, vindo aqui ao blogue quase em passo de corrida, para registar o noticiado acontecimento: 
Trata-se da separação de Judite de Sousa do marido, o controverso candidato à Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Seara.
Ora aí está uma notícia bem bombástica para entreter os tempos mentais mais deprimidos das nossas cabecinhas quentes de Agosto.
Com os desejos de continuação de boas férias,


 António Esperança Pereira


Casal Judite de Sousa separada de Seara
A jornalista e pivô da TVI, Judite de Sousa, estará separada do candidato do PSD à Câmara de Lisboa, Fernando Seara, avança a revista Flash.
Judite de Sousa separada de Seara

De acordo com a edição deste sábado da revista Flash, Judite de Sousa e Fernando Seara estarão separados, embora ambos mantenham a ruptura em segredo.
Aquela publicação dá conta de que o casamento de 10 anos entre a jornalista da TVI e o autarca de Sintra, que concorre pelo PSD à Câmara de Lisboa, não resistiu “às solicitações” do político.
O casal ainda partilhará a mesma casa, fazendo, porém, vidas autónomas, conta a Flash.
Ainda segundo aquela revista a pivô tem-se refugiado dos amigos para ultrapassar o fim da relação com Seara.

domingo, maio 05, 2013

Paulo Portas e os Quiosques...


Nosso comentário:


À hora a que escrevo estas palavras, 19 horas (hora de Lisboa) estava anunciada uma comunicação na televisão do ministro Paulo Portas. A ser assim, deve o dito senhor estar a falar a esta exata hora em que escrevo este parágrafo. 
Mas porque já ontem manifestáramos  no Facebook a nossa opinião de que de pouco valeria a pena ouvi-lo. Cumprimos o prometido de não o ouvir.
E porquê não ouvir Paulo Portas?
Se mais razões não houvesse, uma bastaria para o fazer. 
O ministro Portas, como sabem, é um "produto" de uma coligação entre o seu partido minoritário (CDS) e o partido maioritário (PSD) 
Pelo facto de liderar o CDS, participa no governo de coligação de direita, que vem exercendo funções no período pós-troika.
Desde há muito que Portas vem dando a ideia de que está no governo de vontade e que não está, que está de acordo com as medidas draconianas e que não está, ou seja, uma espécie de NIM governamental cuidando assim que engana o povo com a sua mais que determinação em colaborar no empobrecimento e quiçá posterior exterminação do Estado Português.
Lembramo-nos bem do dr. Portas em campanha eleitoral, que distribuiu beijinho por tudo o que era velhinho de lar, hospital, acamados, tantos outros, para lhes sacar o voto.
Uma autêntica campanha de "gajo porreiro".
Depois de se achar no poleiro, o que fez? depois de correr feiras e mercados, praças de varinas e bairros populares, o que fez?
Isto que está à vista de todos. Que ficará na história como o maior ataque a tudo o que é direito adquirido,  reduzir assistência na doença, reduzir educação, reduzir pensões, empobrecer um país que está à beira da tragédia social (palavras de António José Seguro) um roubo perpetrado pelos dois partidos de que nenhum português vivo terá memória.
Cortes. 
Cortes cegos, num país em ruptura social, que pelos vistos, e tendo em conta palavras do próprio Passos Coelho, são talentos de Paulo Portas...
Um país com uma taxa de desemprego de que não há memória. 
Uma dívida que, apesar das medidas draconianas implementadas, os tais cortes cegos, aumentou 20.000 milhões de euros em dois anos.
Ouvir Paulo Portas para quê?


PS. Para quebrar esta onda negativa que assolou o país, leiam uma breve história que amavelmente recebi, sobre os famosos "quiosques".



Fiquem bemAntónio Esperança Pereira






QUIOSQUES 
(Sua Origem)


A palavra quiosque vem do Francês "Kiosque" e/ou do Turco" Kiouchk"= Nádega
Os primeiros quiosques apareceram em França em 1620. Eram locais alegres de encontro de pessoas.
Primeiro tinham a função de coretos onde tocavam músicas de várias espécies. Depois também tinham a utilização de pequenos pavilhões de jardins com flores variadas.
Só em 1865 com a expansão da Arte Nova, como forma de decoração das ruas, se tornaram numa espécie de pequenas boutiques onde se podia comprar flores, tabaco, jornais, refrescos.
A moda espalhou-se pela Europa. PORTUGAL em 1869 adere aos quiosques feitos em ferro e seguindo as linhas da Arte Nova.
O primeiro quiosque ficava no Rossio, chamava-se "Quiosque Elegante". Os operários, contudo, davam-lhe o nome de "Bóia".
Era uma espécie de local para descontrair da rotina do trabalho.
Seguiu-se o "Passeio Público", na AV. da Liberdade, depois na zona ribeirinha.
As pessoas ficavam à volta dos quiosques a descontrair depois do dia de trabalho. Bebiam chocolate quente, vinho, gasosa, capilé...
Em 1900 alguns quiosques começaram a vender sorvetes. Uma tentação!
Pode dizer-se que os quiosques eram uma versão mais pequena e mais barata do café, da taberna, ou da leitaria.
No início  apenas os operários e a pequena burguesia os frequentavam, mas rapidamente começaram a ser frequentados também por artistas, intelectuais, estudantes.
O primeiro pedido de instalação de um quiosque em Lisboa data de 1867.
Foi graças a um quiosque, na Travessa da Glória, que nasceu a primeira esplanada em Lisboa.

quarta-feira, maio 01, 2013

Duas débeis razões os mantêm no poder...


Nosso comentário:


É quase inevitável no país com as fronteiras mais antigas da Europa, Portugal, não se falar sempre e mais do mesmo: 
A situação social, política, económica, em que se encontra.
Hoje é dia 1 de Maio, Dia do Trabalhador. 
Sob a égide das duas maiores Centrais Sindicais CGTP e UGT, comemorou-se nas ruas a importante data.
Lisboa e Porto, por serem as duas maiores cidades do país, concentram sempre a maior parte das gentes que desfilam nas ruas, que protestam, que se insurgem contra as políticas de austeridade, de miséria, de empobrecimento a que as orientações das classes dirigentes no poder, nos estão a levar.
Pede-se alto e bom som a demissão do governo.
Pede-se alto e bom som que parem os que incutem tamanhos sofrimentos ao povo português, sob a batuta da Alemanha, cuja líder não há muito tempo disse que Portugal se prepare para perder parte da sua soberania.
Ouvem-se vaias quando se profere o nome do senhor Presidente da República.
Perigosa situação. Triste fado em que nos estão a afundar.
Sente-se mal-estar. Nas ruas, no trabalho, em cada lar português. 
A austeridade com os cortes permanentes nas reformas, nos carenciados, nos doentes, nos estudantes, o galopante flagelo do desemprego, a sangria nos jovens levando-os a emigrar, parecem ser coisas aterradoras capazes de fazer rebentar a paciência e os limites do imaginável.
Os índices de confiança em quem governa são quase nulos. Temos uma governação (considerada como um todo) que governa contra os portugueses. 
Ninguém os quer lá, mas a Democracia afinal tem destas coisas. Continua a ser parca em soluções anti-perpetuação no poder. 
Muitos são os eleitos em democracia que passam as suas vidas no poleiro.
E quando se pedem alternativas, que todos sabemos que as há, dizem-nos que não as há. 
É caso para perguntar, onde raio está a Democracia?
No caso do governo, dado o isolamento em que se encontra perante o povo que o elegeu, só se mantém em funções por duas débeis razões: pelo apoio que lhe confere o Senhor Presidente da República e pela maioria de votos que conseguiu (PSD + CDS) em campanha eleitoral feita com base em mentiras de circunstância.


PS. Deixo-lhes um interessante texto (zinho) sobre a Avenida da Liberdade, Lisboa, um dos palcos das manifestações de hoje. Era um espaço de alguns, passou a ser um espaço de todos.


Fiquem bem, António Esperança Pereira








AVENIDA DA LIBERDADE


A Avenida da Liberdade já teve o nome de Passeio Público. Depois do terramoto de 1755.
O Marquês de Pombal criou o Passeio Público na área atualmente ocupada pela parte inferior da Avenida da Liberdade e Praça dos Restauradores.
O Passeio estava rodeado de muros e portões, por onde só passava quem pagasse uma taxa.
Em 1821, quando os liberais subiram ao poder, os muros foram deitados abaixo, e o Passeio fez justiça ao nome...
Tornou-se Público.
A Avenida da Liberdade é hoje um ex-libris da nossa capital. Podemos lá encontrar Hóteis *****
Lojas de Marcas Internacionais, Esplanadas bem equipadas e, claro, árvores de vários portes junto a bancos de jardim, onde se pode calmamente descansar um pouco, quando o calor começa a fazer-se sentir.
É caso para dizer:
Se a Avenida da Liberdade "falasse"muito tinha para contar, pois foram e são tantas as suas "memórias"...

quinta-feira, abril 25, 2013

Nota escolar "Mau Menos" Senhor Presidente!


Nosso comentário:


Ouvi hoje alguns discursos proferidos na Assembleia da República aquando da sessão solene que assinalou o 25 de Abril de 1974.
Apesar de não ser nada fácil engolir palavras ocas ditas por quem pouco ou nada sente aquela data, e dela pouco ou nada gosta, ouvi. 
Consegui aguentar, porque um ou outro orador quebrava a espaços a monotonia instalada pelos defensores da desgraça vigente.
Um 25 de Abril de Assembleia da República sem cravo com brilho, sobretudo sem chama na alma. Até um vaso se precipitou no chão, um dos muitos que adornavam as entidades presentes, possivelmente enfastiado com a comemoração balofa de uma data tão importante para Portugal.
De resto, algumas palavras "bonitas", emolduradas aqui e ali por citações "eloquentes" de nomes ilustres, mundialmente sonantes. Nada mais.
Finalmente o discurso aguardado do senhor Presidente da República.
Era o último da cerimónia a usar da palavra .
Em outras datas haveria expetativa sobre o que iria dizer o mais alto magistrado da nação. Muita mais expetativa poderia haver nesta data, Abril/2013, quando o país enfrenta graves problemas a vários níveis. Seria humano esperar algo dele com vista a empurrar a Nação Lusa para um rumo melhor. 
Rumo que tendesse a liderar a sua gente, o seu povo, dar algo de si, àqueles que o elegeram para presidir ao leme deste "Nobre Povo".
Pois desenganem-se os que ainda esperavam algo de Cavaco Silva.
Sem nada para dizer, sem empatia alguma com a sua gente, com uma popularidade que ronda o "Mau menos" em nota escolar do tempo dele, mais não fez que colar-se ao seu governo. 
Defendeu-o. 
Foi tão partidário quanto o são os políticos em comício. Mais parecia o porta voz desse mesmo governo, um ministro adjunto do 1.º ministro ou um 2.º primeiro ministro.
Resumindo, Cavaco Silva, se alguém ainda tinha dúvidas sobre a sua postura, a partir de hoje pôde desfazê-las. Ficou a saber que este homem é o Presidente do PSD e do CDS, a sua coligação de direita no poder. Nunca o Presidente de todos os portugueses.
Para ele, Cavaco Silva,  não há alternativas a esta situação. Logo, se não há alternativas, não há democracia.
E a não haver democracia, tudo não passa de um embuste. Os partidos só servem para enfeitar meia dúzia de "eleitos" que agem por conta própria, ou a mando de terceiros, não em sintonia com o POVO que representam.
Constou-me agora mesmo, que um deputado ousou afirmar, tão estarrecido ficara com o discurso infeliz, agressivo, despropositado, do Presidente da República, que o mesmo endoidara.
Vou confirmar.

PS. A propósito de "défice de democracia" deixo-lhes um apontamento sobre a "censura de antes do 25 de Abril", o lápis azul. Oxalá não deixemos que Portugal volte a regredir a esse ponto.



Fiquem bem, António Esperança Pereira


http://lusito.bubok.pt/ 




O LÁPIS AZUL


"O lápis azul foi o símbolo da censura e da época da ditadura portuguesa do séc.XX.
Os censores do Estado Novo usavam um lápis de cor azul nos cortes de qualquer texto, imagem ou
desenho a publicar na Imprensa. Para proteger a Ditadura, os cortes eram justificados como meio de
impedir e limitar as tentativas de subversão e difamação.
Desde o Golpe Militar de 28 de Maio de 1926, aos regimes de Salazar e Caetano o "lápis azul" servia para os censores decidirem o que devia ser noticiado ou divulgado.
A censura durou até 25 de ABRIL de 1974.

sexta-feira, fevereiro 22, 2013

Cavaco apareceu hoje, quem aparecerá a 2 de Março?


Nosso comentário:


Em dia em que se espera mais alguma recuperação sportinguista frente ao Estoril no tocante ao campeonato nacional de futebol português, isto tendo em vista um dos lugares (cinco) cimeiros que dão acesso a uma competição europeia.
Em dia em que Cavaco Silva (Presidente da República Portuguesa) aparece finalmente, ao fim de uns tempos escondido, para, ao que consta, favorecer posições de barões autárquicos.
Em dia em que me foi dado ver o dr. Marques Mendes agarrado ao treinador do Benfica Jorge Jesus (!!!???)
Em dia em que tive conhecimento via mediática de que muitos contribuintes estão a pedir facturas em nome de membros do governo, designadamente de P. Coelho (1.º ministro)
Em dia em que Seguro pega em mais duas ou três "deixas" para tentar fazer a diferença sem se notar muito...
Opto por levar até aos leitores, convicto que estou de que o descontentamento promovido pelas forças políticas no activo com extensões na finança europeia e mundial terá que gerar uma forte reacção...
Opto, dizia eu, por transcrever das redes sociais, três cartoon's com imenso realismo e piada, de entre dezenas, centenas, talvez milhares que saem em catadupa todos os dias.
São muitos e excelentes os cartoon's que vão retratando o triste fado a que nos conduzem estes senhores mandantes dos tempos que vivemos.
Senhores bem pagos nos cargos que exercem, todos o sabemos, mas sem nada de novo, nada de especial que justifique o dinheiro chorudo que auferem nas suas "capelinhas".
Neles não se vislumbra, nem engenho, nem arte, nem obra, nem alegria, nem liderança.
Avizinha-se uma jornada de luta do povo português marcada para o dia dois de Março. 
Creio que se tratará de uma resposta firme e em massa contra o Fado que traçam no dia a dia a este NOBRE POVO, com uma ruptura profunda no tecido social português, uma morte lenta dos ideais de Abril, uma morte lenta da Economia nacional, subordinada a interesses estrangeiros.
Não é questão de radicalismos ou moderações, ou politiquices à antiga. É uma questão de brio, de dignidade, de esperança. O povo português tem direito a ser feliz e encontrar essa felicidade na sua TERRA.
Que apareça alguém que não tenha que fugir sistematicamente do POVO QUE GOVERNA.


PS. Deixo alguma da realidade portuguesa actual retratada com humor.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/











Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...