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segunda-feira, dezembro 10, 2012

O número 3 do regime acabou com as dúvidas...


Nosso comentário:



Quem diria, assim de um momento para o outro, sem ninguém o esperar, que  aparecia neste país gente tão porreiraça?
É que é sempre a abrir, o povo português só tem que voltar a portar-se bem, a ser esmoler, praticar a caridadezinha, ajudar o próximo (que é como quem diz encher a barriga deles e dos que os apoiam (poucos, mas ricaços)
Conter-se nas despesas, aguentar roubos para pagar suas mordomias e juros de dívidas cobradas pela banca que vive à custa de cortes nas funções do Estado, muitos desses cortes, inconstitucionais.
Eles por seu turno, ao invés de pouparem, gastam à grande e à alemã...
Até compram submarinos (brinquedos sofisticadíssimos) para fazer a guerra não sei a quem (???!!!)
Pois por falar em submarinos, hoje, é o n.º 3 do regime, Paulo Portas, quem aparece em destaque por causa do feriado do 25 de Abril.
Ora bem, tinha eu acabado de chegar ao computador, logo deparei com outra enormidade do governo Troika/Passos. Decidi sublinhar exatamente essa enormidade: o apregoado fim do feriado do 25 de Abril, que vem nem mais nem menos por a nu as intenções cada vez mais descaradas e assumidas pela governação.
Se alguém tinha uma réstia de dúvida que fosse, de que a canção do António Mourão "Ó tempo volta pr'a trás" viria a ser o hino da coligação de direita que governa, pois que tire o cavalinho da chuva, que é como quem diz, que acabe definitivamente com a réstia de dúvida.
Eles querem é fardinhas nos meninos finos, colégios particulares para os ditos, que colaborem em boas acções de voluntariado, secundados pelos pais finos e senhoras prendadas, que se bata nos feios, porcos e maus. Que se acabe com as oportunidades para todos, de uma vida digna.
Vida digna sim, milionária, mas com toda a certeza, caso se perpetuem no poder, será uma vida digna, milionária só para alguns...
ou seja, um país onde uma elite abastada volte a calcar os calos aos milhões que ficam no país a labutar e que despache milhões para fora do país, por falta de oportunidades, como fez Salazar.
Neste momento, com mágoa o digo, até começo a desculpar mais Salazar, tendo em conta os tempos em que governou.
Os que lá estão agora... estes que ora fazem tropelias tão pérfidas e chocantes, atendendo aos modernismos e amplas condições de liberdade e democracia, herdados da posteridade, de seus pais e avós, não têm um pingo de razão para serem tão déspotas, tão frios, tão maus.
Creio que se trata de gente com feridas por sarar.
Com complexos por ultrapassar, com um crescimento que não passou quando muito da adolescência.
Tratam o país como se isto fosse um brinquedo dos seus tempos de meninos.
E não é!
Os portugueses queixam-se, são piegas... os portugueses estão desempregados, têm uma hipótese soberana de mudar de vida, os portugueses emigram, são portas abertas que se abrem aos jovens...
É areia de mais para a minha camioneta.
Algo está desfocado, tresloucado, nesta nossa terra lusa ano 2012, que nos habituámos a amar e a querer melhor entre as melhores.


PS. Deixo uma foto com legenda, que copiei da Internet, com um link que dá acesso a informação complementar.


 Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/

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SE ALGUÉM TINHA DUVIDAS QUE ESTE GOVERNO É ARRAÇADO DE FASCISTA AQUI ESTÁ A PROVA »»»»» http://sol.sapo.pt/inicio/Sociedade/Interior.aspx?content_id=64386#.UMX8G7gHAz4.facebook

domingo, dezembro 09, 2012

Apagão Nacional, cartão vermelho ao governo.




Apagão Nacional...Vamos desligar os nossos televisores, quando o Passos Coelho estiver a transmitir a tradicional mensagem de Natal 2012.
Apagão Nacional...

Vamos desligar os nossos televisores, quando o Passos Coelho estiver a 
transmitir a tradicional mensagem de Natal 2012.






Nosso comentário:



Dou hoje especial realce ao "Apagão Nacional". Uma ideia sugerida nas redes sociais, puramente simbólica, mas a que aderi pelo significado que a mesma representa.
Porque havemos nós de ouvir quem não nos ouve a nós?
Porque há de o povo português ouvir uma mensagem supostamente mansa imbuída de um hipócrita espírito natalício, quando o governo trata os portugueses com uma dureza, uma frieza, uma falta de ética, de humanismo, inexplicáveis?
As depressões nos jovens a aumentarem, os pais com dificuldade de educar seus filhos, os adultos com dificuldades de arranjarem e/ou manterem os empregos, os mais velhos espoliados do dinheiro que depositaram toda uma vida para terem uma velhice digna...
Roubados, desgovernados, abandonados, ludibriados, enganados pela gente que governa.
Que esperam os portugueses de um governo eleito "democraticamente" que "impõe despoticamente" as suas medidas?
Valeu a pena passar-se uma vida inteira com o fantasma do "comunismo mauzão", o tal que nos diziam que comia criancinhas, que nacionalizava tudo o que fosse dos privados, que defendia só o que é público, que tira tudo do bolso do cidadão, que lhe tira até a liberdade?
Afinal de contas o que estão estes senhores a fazer senão o mesmo que diziam que o comunismo fazia, encapotado com uma roupagem de direita?
Acham que eu prefiro a TAP nas mãos de um qualquer estrangeiro, colombiano ou não, do que nacionalizada?
Acham que eu prefiro a RTP nas mãos de um angolano, ou outro qualquer privado, do que nacionalizada?
Acham que eu prefiro a EDP nas mãos dos chineses, ou quaisquer outros, do que nacionalizada?
Acham que um regime comunista tira mais às classes médias e aos mais fracos do que este tira?
Quanto à liberdade, atente-se nas notícias, em tantos casos de pressão e saneamento na comunicação social, na distribuição desleal de tempos de antena, nas cargas policiais desproporcionadas, etc etc.
Que liberdade? liberdade de fachada? liberdade de opinião quando eles fazem o que querem, como querem?
Decididamente meus amigos leitores, os extremos tocam-se. 
A extrema direita governa de forma semelhante à extrema esquerda. 
A nós "povo que lava no rio" resta discernir um pouco, tomar depois uma de duas opções disponíveis, pelo menos para já, ou pelo enriquecimento do ESTADO ou pelo enriquecimento de uns tantos GRANDES CAPITALISTAS.
Com mágoa o digo porque tenho acreditado que no meio é que está a virtude...
Mas neste momento, com a destruição maciça das classes médias por parte deste governo, com a manifesta prepotência dos poderes instituídos, não vislumbro, em boa consciência, que exista  um MEIO entre aquelas duas hipóteses.
Haverá eleições dentro em breve, e a opção do cidadão comum irá cada vez mais ser uma destas: ou MAIS PODER AO ESTADO, ou MAIS PODER AO GRANDE CAPITAL.


PS. Ilustro o meu post com as últimas quatro capas do JN (Jornal de Notícias) que aleatoriamente retirei da Internet, para dar aos leitores uma fotografia do país Portugal, Dezembro/2012



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/




09 de dezembro de 201208 de dezembro de 201207 de dezembro de 201206 de dezembro de 2012

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...