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quinta-feira, agosto 21, 2014

A Dívida e...Quo vadis Portugal?

Nosso comentário:

A DÍVIDA PÚBLICA PORTUGUESA está cada vez mais elevada... 
Para que conste, ela ronda oficialmente os 134% do PIB. 
De acordo com dados do boletim estatístico divulgado esta quinta-feira pelo Banco de Portugal (BdP), a dívida pública na ótica de Maastricht (a que conta para Bruxelas) alcançou os 223.270 milhões de euros em Junho deste ano.
Para ilustrar um desempenho tão negativo desta governação apesar de tantos e tais cortes e sacrifícios impostos a Portugal e aos portugueses...
Achei por bem transcrever esta notícia veiculada pela LUSA. 
Sem mais palavras.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira

António, pastor urbano junto à via rápida

Lusa
Na VL9, em Gaia, os carros correm apressadamente, ao mesmo tempo que, nos seus taludes, mais de uma dezena de ovelhas e cabras se demoram, por duas ou três horas, a pastar junto a António, o pastor urbano.
António, pastor urbano junto à via rápidaAntónio Sousa tem 63 anos, 10 ovelhas e três cabras que diariamente leva a pastar junto da VL9, mesmo ao lado da estrada para onde, garante, "nunca nenhuma fugiu" e de onde os condutores, curiosos, olham e apitam.
António é de Carlão, freguesia de Alijó no distrito de Vila Real, terra que o viu, aos seis anos, subir ao monte descalço com o pai que lhe ensinou a arte de pastorear. Lá foi pastor até aos 21 anos, idade com que teve de "ir para a tropa", a que se seguiram sete meses em Angola, na guerra do Ultramar.
Voltou a Portugal e em 1974 foi trabalhar para o Hospital de Vila Nova de Gaia, onde durante 32 anos fez "serviços gerais" e até colaborou nas "urgências" depois de "tirar um curso".
Há oito anos reformou-se e foi nessa altura que, para se "entreter", voltou a comprar ovelhas e a subir ao monte, também perto do rio Douro, mas agora mais a ocidente, em Gaia.
Hoje tem 13 animais que leva a pastar todos os dias para uma das novas vias de ligação de Gaia ao Porto, com automóveis a passar a grande velocidade nas retas da Avenida D. João II, e, conta, é o único a fazê-lo.
Trocou as serras de Alijó pelos montes criados pelo homem na freguesia de Oliveira do Douro, em Gaia, declives gerados pelas escavadoras que ali rasgaram uma estrada, ladeada de erva verde e "tenrinha" para as novas ovelhas e cabras.
António pastoreia "em vez de estar no café o dia todo ou em casa a dormir" - ir para um centro de dia "nem pensar" - e, garante, "não dá lucro nenhum", embora "outro dia" tenha vendido um carneiro por 100 euros.
Todos os dias levanta-se pelas 07:00, vai trabalhar até à "hortinha" que também tem e, depois do almoço, pelas 14:00, chega a vez das ovelhas e cabras que o aguardam e seguem durante "duas a três horas", monte acima, por vezes até à Serra do Pilar.
Se se afastam mais um pouco do seu olhar, logo puxa do pão que traz num saco às costas e chama a "Pequenina", a ovelha que "quando vem, vêm logo todas atrás", desde a mais velha de quatro anos, à mais nova que "nasceu em fevereiro".
Em oito anos, só uma vez chamaram a GNR para que ele retirasse as ovelhas de um terreno junto da Real Companhia Velha; dias mais tarde acabariam por lhe pedir "desculpa", recorda.
Também nos oito anos desde que voltou a ser pastor, o número máximo de ovelhas que teve foi 25. Morreram todas depois de beberem água "com químicos" que corria a céu aberto.
"É preciso ter amor", contou o único pastor urbano de Gaia.

sábado, março 23, 2013

Orientações pastorais para a visita pascal, leia só!



Nosso comentário:


Não resisto a divulgar um texto tal como o recebi via email. 
Não há grandes palavras para comentar estas coisas.
Nós já sentimos grande dificuldade em falar ou escrever sobre as temáticas da SMI (Santa Madre Igreja) por na maior parte dos casos as acharmos desfasadas do que a verdadeira espiritualidade de cada ser humano sente...
Ora, quando lemos semelhantes orientações de um pastor, como as que se escrevem abaixo, com maiores dificuldades ficamos em compreender o fenómeno religioso como nos foi impingido desde a catequese.
Cultivamos o respeito inequívoco por todas as tendências e facções religiosas, desde que aceites livremente pelos praticantes.
Todavia, há coisas que ultrapassam o estômago do leigo e do pacato cidadão que não tem que levar com toda a tralha, esta ou outra, que lhe queiram impingir.
A livre escolha e o livre arbítrio devem aqui arregaçar as nossas consciências.
Bom, mas melhor que falar ou escrever sobre estes melindrosos assuntos, é tentar lê-los o mais desapaixonadamente possível e fazer por perceber com a nossa própria cabeça até que ponto as coisas  que lemos ou que ouvimos fazem sentido.
O leitor faça o seu próprio juízo sobre a leitura do texto abaixo.
Acredite que da minha parte não emito julgamentos fáceis, pelo que, seja qual for a sua opinião, respeita-la-hei integralmente.
Mas sempre digo, aos que escrevem semelhantes textos, que tenham dó do próximo que leva com eles sem lhes achar o sumo que, quanto a eles, era suposto achar.


PS. Peço desculpa aos leitores por o texto estar torto, mas veio mesmo assim e não dá para endireitar. Contudo, mesmo um pouco enviesado, creio que dá para ler...


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/




Atente-se nas recomendações deste pastor exemplar:



Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...