As coisas todas têm o sentido que têm
apenas esse
nós é que lhe queremos dar outro
que sejam diferentes
melhores
mais ao nosso jeito
que nos agradem se possível cem por cento
como as pessoas
só lhes apontamos os defeitos
ou as virtudes
conforme o desagrado
ou o agrado que sentimos
não somos perfeitos
e exigimos dos outros perfeição
cada um é como é
vale o que vale
nem mais nem menos
não há medida que meça uma tal valia
e viver na ilusão de algo que não existe
a não ser na imaginação
ou numa inteligência curta
é deixar de ver o que se pode ver
e desistir de entender
não uma pessoa
mas o próprio mundo
e toda a gente
é ficar tão limitado de visão
que nos arriscamos a uma total solidão
num mundo abstracto
que existe só
num qualquer dicionário
egoísta e mentecapto da memória
sábado, dezembro 30, 2006
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