Uma vida quase inteira lá fora
no exterior de mim
na beleza na força dos outros
sem quase nunca estar aqui
quando foi que me esqueci
de parar
de me dar conta do meu jeito
do meu corpo
do meu afecto ímpar
do mexer e remexer perfeitos
na funcionalidade de todos os orgãos
de todos os sentidos?
quando deixei de acreditar em mim
para pautar o meu desencanto
pelo imaginado encanto dos outros?
quando assumi só para mim dificuldades
carências incompreensão
em tantas as idades?
desculpa corpo companheiro
o que te fiz
pôr-te assim em segundo plano
desculpem meus sentidos perfeitos
por tantas vezes não estar aqui
que nem percebi a vossa perfeição
hoje ao menos entendi
orgãos corpo sentidos do meu ser
que é a vocês que devo o estar aqui
desde que fui concebido parido
pelo ventre de minha mãe
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