quinta-feira, fevereiro 07, 2013

Pergunta o filhinho: o que é a política pai?


Nosso comentário:


Apesar de estar perfeitamente de acordo com a introdução feita no início do texto, eu também sou avesso a linguagens menos respeitáveis...
não que não apeteça soltar uns palavrões valentes de quando em vez, mas a educação contida que me foi ministrada nas idades mais tenras, prendeu-me um pouco a língua nesse exercício que tantos conseguem praticar de forma bem audível e com pronúncia exemplar.
Todavia, li e reli a "piada" e não encontrei nada assim de muito especial a não ser uma palavra que em outras línguas universais é usada e abusada à saciedade pelos seus falantes.
Por isso e porque achei imensa graça à boa e inteligente construção da "piada" não resisto em dar-lhe hoje o devido destaque.
Aqui manifesto os meus sinceros agradecimentos ao meu simpático contato que me enviou tal "piada" via email.
Vem muito a propósito e faz rir!!!!!


PS. Divulgo como recebi.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/


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O AUTOR DESTA PIADA DEVIA GANHAR UM PRÉMIO!!!
 


Quem for susceptível a linguagem insana apague imediatamente este mail, não queremos arcar com responsabilidades alheias à nossa vontade, mas que no final tem uma realidade insuspeita e plausível, lá isso tem!!!!!!!!!!!!!!!!!!

 - Pai, preciso fazer um trabalho para a escola! Posso fazer-te uma pergunta?

- Claro, meu filho, qual é a pergunta?

- O que é a política, pai?

- Bem, política envolve: Povo; Governo; Poder económico; Classe trabalhadora; Futuro do país...

- Não entendi nada. Dá para explicares melhor?

 

 
- Bem, vou usar a nossa casa como exemplo:
Sou eu quem traz dinheiro para casa: então eu sou o poder económico.
A tua mãe administra, gasta o dinheiro: então ela é o governo.
Como nós cuidamos das tuas necessidades, tu és o povo.
O teu irmãozinho é o Futuro do país e a Zézinha, a nossa criada, é a classe trabalhadora. Entendeste, filho?

 

 
- Mais ou menos, pai. Vou pensar.

Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho, o menino, foi ver o que  havia de errado. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo emporcalhado. Foi ao quarto dos pais e viu que a mãe estava num sono muito profundo. Foi ao quarto da criada e viu, através da fechadura, o pai na cama com ela. Como os dois nem ouviram o menino a bater à porta, ele voltou para o quarto e adormeceu.

Na manhã seguinte, à hora do café, o miúdo falou com o pai:
- Pai, agora acho que entendi o que é a política.
- Óptimo filho! Então explica-me com palavras tuas.
- Bom, pai, acho que é assim: Enquanto o poder económico fode a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente... O povo é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!!!

quarta-feira, fevereiro 06, 2013

Adriano Moreira e bonitas imagens de cavalos frísios


Nosso comentário:


Dado continuar tudo na mesma no tocante à realidade politico-social nacional, tirando algumas mudanças de Franquelim's (Secretários de Estado) hoje opto por divulgar belas imagens de cavalos.
Porque, se as não divulgasse, essas belas imagens de cavalos, teria que referir o seguinte: ontem foi-me dado ver e ouvir uma entrevista concedida pelo Prof. Adriano Moreira a uma das televisões de Portugal. Apesar da bonita idade que tem, ainda deu cartas em muitas das afirmações sábias que o caraterizam, isto, goste-se ou não do seu ideário.
Eu sou suspeito, pois tive a honra de ter sido seu aluno, mas tem que se lhe fazer justiça, é um homem que em determinadas áreas pede meças a qualquer um, isto, internacionalmente falando.
Para não maçar os leitores, destaco da entrevista do Prof. Adriano Moreira, que aconselho a ler na íntegra, apenas meia dúzia de coisas: 
Anotei que gosta da ministra da agricultura, dos outros ministros nem tanto, preferindo "esquecer" os nomes dos que em sua opinião não merecem de todo exercer tal cargo. 
Elogiou o Estado Social, achando que este governo não pode esquecer os mais desfavorecidos. Pelo que neste campo se situa muito próximo da doutrina social da igreja e do partido socialista. 
Prestou rasgados elogios ao dr. Mário Soares, em seu entender, a melhor magistratura exercida como Presidente da República, ao invés da do atual Presidente da República a quem criticou severamente. 
Disse porquê.
Também disse que os partidos social democratas têm evoluído para uma via neo-liberal estranha, fazendo sempre eco do primado que deve ser dado à PESSOA HUMANA acima de qualquer outro valor.
Disse ainda que quem manda no governo é o "ministro do orçamento" como apelidou Vitor Gaspar. 
Explicou bem porque lhe chama ministro do orçamento e não ministro das finanças.
Também disse entre muitos outros temas nacionais e internacionais inteligentemente abordados, que não tem havido equidade na distribuição dos sacrifícios por parte das medidas governamentais.


PS. Dito isto sobre o Prof. Adriano Moreira assim à laia de síntese avulsa, deixo-os com os bonitos cavalos frísios que alguém amavelmente me enviou.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
http://lusito.bubok.pt/






Veja a beleza destes cavalos FRÍSIOS.

A espécie foi quase extinta
na segunda guerra mundial
pelo seu uso extensivo na guerra.
Restaram
5 garanhões e algumas fêmeas
no mundo para garantir a espécie…

São originais
dos países baixos e é
uma espécie muito dócil.

terça-feira, fevereiro 05, 2013

A Crise, o Franquelim, o Sporting e as 3 Amálias


Nosso comentário:


O país continua mergulhado numa profunda crise. Parece que com ele são arrastadas pessoas, famílias, empresas, o Sporting, etc etc.
Tenta-se remendar o melhor que se sabe, os portugueses cada vez mais se interrogam se alguém percebe alguma coisa de como sair disto...
Uns dizem que é a Europa quem poderá dar o pontapé certeiro e correr com este mal estar que dá uma economia quase parada.
Outros opinam, a quase totalidade, que seria uma mudança de governação que traria uma nova esperança ao povo, por ser a falta de esperança o maior dos males. 
Realmente, sem esperança desanima-se, mas não se vislumbra quem tenha um discurso credível e mobilizador que faça acreditar de novo que isto voltará a funcionar.
Seja como for, uma coisa me parece certa: não será com remodelações de Franquelim's, num governo já cheio deles, que a tal confiança renascerá. 
Seguramente que não.
Quando falo de confiança, refiro-me claro está a uma confiança mínima, pois aquilo a que se chamava antigamente "CONFIANÇA" está cada vez mais arredada do vocabulário da Nação.
Por tudo isto e muito mais deixo-os com uns cantares humorísticos do grupo "As três Amálias" para fazer um interlúdio entre as cenas macabras da crise que já visionámos e as que estão ainda por visionar.
Assim sendo, a telenovela lusa seguirá dentro de momentos. 
Não saia do seu lugar que os próximos capítulos vêm aí logo logo após um breve intervalo em que ficaremos na companhia das "três Amálias".



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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As 3 Amálias-m ....





O MAIOR ÊXITO DA MUSICA PORTUGUESA, ACABADO DE SAIR  !!!



Muito bom para animar a semana...





segunda-feira, fevereiro 04, 2013

APRE, Marinho Pinto, como tudo isto é possível?


Nosso comentário


Não divulguei aqui no blog o discurso de Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados, na devida altura, ou seja na abertura do ano judicial que ocorreu há 4 dias.
Não o fizemos, não pela importância e desassombro do mesmo, a coragem é sempre de louvar nos tempos de frouxidão a que vimos assistindo por parte de quem governa e tem estatuto de elevadas responsabilidades no Estado Português. 
Mas sobretudo não o fizemos pela extensão do mesmo e porque a sua divulgação foi por demais mediatizada.
Todavia e dado que a APRE (Aposentados, Pensionistas, Reformados) sublinha passagens do tal discurso de Marinho Pinto de elevada importância e gravidade, aproveito esse sublinhado a ele prestado pela digníssima APRE, para o evocar e relembrar.
Aconselho os menos atentos a pormenores sombrios desta governação e aos muitos a que tais pormenores passam despercebidos, que leiam o discurso de Marinho Pinto.
Vale a pena "perderem-se" uns escassos minutos a lê-lo, ou, se tal lhes não for possível, pelo menos passem os olhos pelo excerto abaixo citado pela APRE, e que aos seus associados diz respeito.
Os tais em quem a governação malha fazendo que, com medidas de tamanha fraqueza governamental (por serem tomadas com dureza ante os mais fracos)  nos façam lembrar palavras sábias de Camões:  
"Um fraco rei faz fraca a forte gente".



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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[APRE! Aposentados, Pensionistas, Reformados] Extracto do Discurso de Marinho Pinto na abertura...

Extracto do Discurso de Marinho Pinto na...

31 de Janeiro de 2013 
Extracto do Discurso de Marinho Pinto na abertura do Ano Judicial :

" E, sobretudo, para advertir solenemente o governo de que não tente convencer-nos de que temos de escolher entre apoiar os idosos ou os jovens; de que temos de escolher entre apoiar aqueles que, durante décadas, com o seu trabalho, com os seus impostos, taxas e contribuições, sustentaram este país ou os cidadãos mais jovens a quem entregaremos o futuro de Portugal.

Todos temos direito aos benefícios do progresso e do desenvolvimento.



Nós, a população activa, temos uma dívida de gratidão para com os idosos deste país.

Foram eles, os que hoje estão reformados e aposentados, que pagaram as escolas onde estudámos gratuitamente, os hospitais onde nos tratámos sem taxas moderadoras; foram eles que pagaram as maternidades onde nasceram sem qualquer custo para as famílias alguns dos que agora os consideram apenas como um custo económico que é preciso reduzir ou eliminar.

O governo português tem de respeitar os pactos que os reformados e os aposentados celebraram com o estado e com a segurança social quando eram trabalhadores activos e garantir-lhes um fim de vida com dignidade.

Isso é não só uma exigência do princípio da protecção da confiança, mas também um critério de aferição de seriedade que ninguém tem o direito de violar - é também uma questão de honradez. "
Discurso de Marinho Pinto na abertura do Ano Judicial
expresso.sapo.pt

Leia o discurso do Bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, na abertura do Ano Judicial

domingo, fevereiro 03, 2013

Donos de Portugal, "levados levados sim..."


Nosso comentário:


À medida que este país se vem assemelhando mais e mais à doutrina salazarista, botas e tamancos, meias rotas, miséria, austeridade, para uns... latifúndios, mordomias, despesismo para outros, vem a propósito relembrar este documentário de excelente conteúdo exibido a seu tempo na RTP2. 
São poucos os muito ricos em Portugal, cada vez menos respeitadas as oportunidades para todos, os direitos adquiridos, a solidariedade, o Estado de direito que se sobreponha aos todos poderosos senhores da alta finança.
Política e Sociedade vergadas aos ditames dos fazedores de números, dos detentores das habilidades que levam a ganhos arrecadados tantas vezes de maneira fraudulenta do bolso do comum e honesto cidadão.
Estaremos chegados a um tempo de ausência de gente séria?
Estaremos condenados a escolher o menos mau de entre os maus? o melhor ladrão entre ladrões?
Espero que não, caros leitores, mas em boa verdade, não tenho a certeza disso, ante o que leio e o que vejo.
Controlados que estamos por gente de altos ganhos, que controla os meios de informação e que é ela própria (essa gente) a orientadora subtil de nossas consciências, é mais certo o retorno aos tempos da escravatura, da lei da rolha, da repressão, que à retoma dos ideais que nortearam tanta gente ilustre e de bem com sonhos de fraternidade, igualdade, tolerância, solidariedade.


PS. Leiam o texto e assistam ao documentário mencionado, independentemente da fonte que o norteia. Vale a pena emprestar-se um olhar atento a estas matérias que a todos dizem respeito. 


Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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Donos de Portugal é um documentário de Jorge Costa sobre cem anos de poder económico. O filme retrata a proteção do Estado às famílias que dominaram a economia do país, as suas estratégias de conservação de poder e acumulação de riqueza.
Mello, Champalimaud, Espírito Santo – as fortunas cruzam-se pelo casamento e integram-se na finança. Ameaçado pelo fim da ditadura, o seu poder reconstitui-se sob a democracia, a partir das privatizações e da promiscuidade com o poder político. Novos grupos económicos – Amorim, Sonae, Jerónimo Martins - afirmam-se sobre a mesma base.
No momento em que a crise desvenda todos os limites do modelo de desenvolvimento económico português, este filme apresenta os protagonistas e as grandes opções que nos trouxeram até aqui.
Produzido para a RTP 2 no âmbito do Instituto de História Contemporânea, o filme tem montagem de Edgar Feldman e locução de Fernando Alves.
A estreia televisiva teve lugar na RTP2 a 25 de Abril de 2012. Desde esse momento, o documentário está disponível na íntegra em donosdeportugal.net.
Donos de Portugal é baseado no livro homónimo de Jorge Costa, Cecília Honório, Luís Fazenda, Francisco Louçã e Fernando Rosas, editado em 2011 pela Afrontamento e com mais de 12 mil exemplares vendidos.

sábado, fevereiro 02, 2013

Sócrates e o socratismo na vida do PS e dos Tugas


Nosso comentário:


É fim de semana, logo um tempo de lazer e meditação para retemperar forças para os dias de azáfama vindouros.
Por falar em azáfama, apenas abro um parêntesis no meu comentário, para dizer apenas o seguinte: confesso que os últimos acontecimentos no seio do partido socialista, mexe não mexe, muda não muda, lidero não lidero, me deixaram ainda mais com a convicção (convicção pessoal claro) de que o PS se confronta com um sério problema que terá de resolver: 
José Sócrates.
Se houver um líder que se preze dentro do partido deverá de uma vez por todas assumir um "sim" ou um "não" a Sócrates.
Sabemos as dificuldades inerentes em suceder a um líder carismático, determinado, empreendedor, hábil, popular, capaz de levar tudo e todos atrás de si.
Os políticos (todos sem excepção, da extrema esquerda à extrema direita) e a crise financeira, fizeram a Sócrates o que hoje é sabido. 
Mas nem por isso deixa de ter incontáveis seguidores, admiradores e simpatizantes.
Talvez por isso mesmo, mais difícil se torne lidar com a situação.
Ouvindo os comentadores de direita percebe-se que ele, José Sócrates e o socratismo são a sua maior dor de cabeça. 
Basta ver como tratam António José Seguro, com luva branca e plumas de veludo, eu diria até com piropos; piropos esses que a mim me levantam as mais fortes suspeitas sobre a real e efetiva oposição ao regime neo liberal em funções por parte da atual liderança do PS.
Pouco ou nada se lhe tem ouvido contra os roubos sectários e as atitudes divisionistas e vingativas perpetradas sobre amplos setores da população portuguesa.
Por tudo isto e muito mais, o PS vai ter de lidar com a situação e bom seria que o fizesse. 
Porque os muitos simpatizantes e eleitores fiéis ao ex-líder socialista estão sem referência política. Pelo que o seu apego a Sócrates e aos tempos da governação determinada e progressista daquele português, poderá tender a aumentar.
Digo eu...


PS. Para aliviar as politiquices que consomem o dia a dia do comum dos cidadãos deste país, deixo dois toques de humor que me enviaram. Espero que gostem. 



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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sexta-feira, fevereiro 01, 2013

O povo português? Ai aguenta aguenta, dizem eles...


Nosso comentário:


Desde a primeira hora da crise que a banca esteve no centro de todas as polémicas. O crédito agressivo praticado, as contas mal feitas, fraudes, recurso ao Estado para se aguentarem de pé...etc etc.
Pois ano e meio volvido, mais coisa menos coisa, os homens da banca continuam em enorme evidência, quase nunca por boas razões, o que me entristece.
Ainda ontem palavras do Presidente do BPI, Fernando Ulrich, mereceram comentários dos mais revoltados e duros que já vi escritos nas redes sociais. 
Fez declarações de tal modo insensatas e descabidas que só por si são bem capazes de fazer levantar mortos da tumba!!!
A quem por acaso não se deu conta de tais declarações aconselho vivamente a que o faça. 
Porque, uma pessoa da responsabilidade de um Presidente de um Banco, não pode fazer declarações de enorme desprezo e uma frieza total pelo seu povo.
Há um video no youtube para quem estiver interessado em tais declarações do Presidente do BPI. Pode clicar neste link para o visionar: 
http://youtu.be/ap3za_s1oVE 
A quem frequenta as redes sociais na Internet, pois faça o favor de ler alguns comentários para aquilatar da gravidade com que as mesmas foram recebidas pelos portugueses.
É por estas e por outras que se torna cada vez mais difícil visionar um assomo de visão, de credibilidade, de alcance patriótico por parte dos responsáveis por este país na atualidade.
Recebi nem a propósito um email que hoje divulgo e que se refere a um outro homem da banca: António Nogueira Leite.
Estimados leitores, sem julgamentos de maior, sem se deprimirem com o insólito em que este país se está a tornar, leiam mais este texto referente à mobilidade e habilidade de se lhes tirar o chapéu do tal Senhor António Nogueira Leite.



Fiquem bem, António Esperança Pereira
 
 
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Missão cumprida


Este homem é de facto grande no Portugal dos Pequenitos
 



Ou «gestão por objectivos»
Em declarações ao  jornal Público, António Nogueira Leite declarou que se demitiu  da Administração da Caixa porque a sua missão nesta instituição foi cumprida. Creio que, desta vez, foi verdadeiro …
Veio da administração do grupo Mello e voltará agora para a administração do grupo Mello .
Declarou ao jornal que o fazia porque a missão com que veio para a Caixa estava cumprida :
Veio realizar a OPA do grupo Mello sobre a Brisa e “desalavancar” a dívida do grupo Mello à banca. Em Agosto passado os Mellos compraram de manhã uns milhões de ações  da Brisa a 2,75 € cada , principalmente a pequenos acionistas, e entregaram-nas à tarde a três bancos – CGD, BCP e BES – a 6 € cada ação, preço que os bancos consideraram ser o “justo valor” do título.
No conjunto do lote das ações, os Mellos  ganharam 375 milhões de euros, segundo noticiou então o “Diário Económico”. Acrescentava  ainda esse jornal  que a operação permitiu dar um novo fôlego ao grupo que estaria então à beira da rutura financeira.
António Nogueira Leite cumpriu a missão com que veio para a Caixa, nomeadamente para a Administração do Caixa BI, Banco de Investimento que, num espaço de dois meses, publicou um “research” a aconselhar o público a comprar as ações da Brisa até ao preço de 3,75 €, montou uma OPA sobre as ações da Brisa aonde os Mellos pagaram 2,75 € por ação e avaliou as mesmas ações a 6 € para serem entregues aos bancos credores do grupo Mello.
Bye  bye,  António Nogueira Leite. Continuação de boa carreira no grupo Mello. E não cumpra a ameaça de emigrar para não pagar impostos, pois em muitos Países, que têm leis rigorosas sobre o mercado de capitais, a atuação descrita no parágrafo anterior daria lugar a prisão ou pelo menos ao pagamento de uma avultadíssima multa ...
…Com Patriotas destes o País continua a ter um RICO futuro!

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...