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27 de Abril de 2011, 16:41
Depois da polémica com o local de nascimento do presidente dos EUA, Barack Obama, a Casa Branca decidiu publicar hoje na internet a versão longa da certidão de nascimento do presidente dos EUA. Obama declarou-se hoje, em conferência de imprensa, perplexo devido às teorias de conspiração a respeito de seu lugar de nascimento.
Obama afirmou que a obsessão da imprensa sobre esta questão é uma distração num momento difícil.
"Não temos tempo para esse tipo de tolice", afirmou Obama em conferência de imprensa, acrescentando estar perplexo com a controvérsia criada em torno do tema.
Obama convocou hoje uma conferência de imprensa depois da Casa Branca ter divulgado pela primeira vez, a versão longa da certidão do seu nascimento, no estado do Havai.
Uma versão curta deste documento já foi posta na internet pela administração de Obama durante a campanha presidencial de 2007-2008, depois dos seus adversários terem colocado em dúvida o facto de o então candidato não ser americano.
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nosso comentário
Nem é a importância que a notícia em si tem ou não que me leva a dar-lhe destaque.
Mas porque nós, portugueses, temos sempre a mania de que estas coisas de baixa politiquice, estes mexericos de pouca monta, coisas sem interesse nacional, de pura diversão e recreio de quem os pratica, só nos acontecem a nós...
Que só nós portugueses somos politiqueiros, quezilentos, useiros desta linguagem de descrédito, de uma prática política de permanente ataque pessoal...
Pelos vistos, tal não é verdade.
Fica aqui com o insólito caso da certidão de nascimento do Presidente americano Barack Obama, uma prova provada disso mesmo.
O bizarro, o burlesco, o insólito, o insulto, não acontece só entre nós, acontece pelos vistos também na maior e mais rica democracia do mundo: os EUA.
Nós é que cuidamos que essa má língua, os jogos baixos, os que dizem que querem mudar mas o que querem é que fique tudo como dantes, só existem em Portugal.
Não é verdade.
Disso existe à saciedade por todo o mundo "dito livre".
Só não existe, e por razões pouco louváveis, no mundo "não livre", nos regimes autoritários, ditatoriais, totalitários, dogmáticos, porque aí meus senhores, aí...
não se pode piar!
Nós em Portugal, ainda não há muito tempo, já soubemos o que era não se poder piar, antes do 25 de Abril de 1974.
Assim sendo, ainda bem que existe liberdade até para maldizer, é bom sinal.
Que Barack Obama e outros ofendidos pela baixa política saibam sorrir com tantas e tamanhas bocas foleiras.
Mas que os exageros das críticas, das línguas mal intencionadas, azedas, zangadas, por tanta liberdade usarem quando falam, escrevem, não deitem abaixo esta conquista que eu considero a maior das sociedades democráticas:
A LIBERDADE.
Fiquem bem,
António Esperança Pereira
Realmente há por aí muita gente a usar o "truque" de distrair as pessoas
ResponderEliminarcom noticias pouco importantes. É uma forma de nos fazerem "esquecer" o que é
mesmo importante....
bjss
Obrigado pelo comentário, anónimo/a:)
ResponderEliminarExactamente, às vezes há que desviar as atenções criando para isso falsos casos. Outras vezes também para chamar sobre si as atenções...
o caso da problemática levantada em torno da identidade de Obama não me parece um desses casos.
Diz-me a intuição que ele, Obama, deve incomodar muita gente.
Abraço