quinta-feira, março 31, 2011

Presidente da República marca eleições legislativas


O Sr. Presidente da República marca hoje, dia 31/03/2011, eleições legislativas antecipadas para 5 de junho.
Fê-lo com discurso que ouvi na televisão, às 20,30 TMG.
Felizmente jantei pouco, de outra maneira teria ficado com uma indigestão.
Tristeza triste ouvi-lo Senhor Presidente!

Discurso com tudo no sítio, até mesmo uma aceitação impávida e serena de uma crise sem solução à vista que não seja o famigerado FMI.
Para quem anda nos mais altos cargos da Nação há mais de duas dezenas de anos, para quem se diz conhecedor da "coisa"...
aqui a "coisa" é coisíssima nenhuma, pedia-se um pouco mais para tanta fama no mundo dos números.
Porque não me venham com tretas: quando o FMI entrar em Portugal, o mínimo que todos podemos fazer é voltar ao antigo slogan:
OS RICOS QUE PAGUEM A CRISE. Um manguito bem grande do Zé povinho à classe dirigente.
Porque as medidas que aqueles senhores implementarem, acolitados com os capangas de cá, não serão para brincadeiras...ponhamo-nos a pau.

Tenho pena pessoalmente de ficar sem saber se as medidas do Engenheiro Sócrates eram credíveis, aquelas que trouxe de Bruxelas.
Sou um leigo na matéria, os senhores dos órgãos de soberania é que são os inteligentes, se as chumbaram unanimemente lá teriam as suas razões.
A mim pareciam-me credíveis, dentro de um mal menor. Com a aprovação do Banco Central Europeu e os parceiros mais influentes da ZONA EURO, até que parecia ter-se achado uma saída airosa para Portugal.

Daí a minha profunda estranheza e de não perceber nada de nada.
Se fossem credíveis, como pareciam ser as tais medidas, o Senhor PR não poderia, com o sentido de Estado que diz ter, ter feito algo por que tal solução alternativa ao FMI não fugisse?

Fica por saber para já, se o alvo foi como nas sangrentas touradas: O TOURO (Engenheiro José Sócrates) a quem foi dada uma estocada de mestre,
se foi o TOURO (Engenheiro Sócrates) que saltou a vedação da arena e marrou demais, a pontos de ninguém querer mais tourada com um touro tão bravo.

Virão tempos de chocas e touros mansos? FMI FMI FMI mais uns andeiros?
uma revolução?
mais do mesmo para pior com um nome diferente?

Vou esperar para ver.

Vou esperar mas mais deprimido que antes,

António Esperança Pereira

quarta-feira, março 30, 2011

Dilma Rousseff: o Brasil pode ajudar economicamente Portugal


A notícia que destaco

Coimbra, 29 mar (Lusa) - A Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, disse hoje à chegada ao hotel Quinta das Lágrimas, em Coimbra, que o Brasil poderá ajudar a economia portuguesa.

Questionada pelos jornalistas sobre se o Brasil poderá ajudar Portugal a ultrapassar a atual crise económica, Dilma Rousseff, que chegou ao hotel às 12:32, respondeu: "Poderá. O Brasil poderá ajudar Portugal como Portugal ajudou o Brasil economicamente".

Dilma Rousseff está em Portugal para participar no doutoramento 'honoris causa' pela Universidade de Coimbra ao antigo Presidente brasileiro Lula da Silva e para contactos políticos.

JLS (CFF).

Lusa/Fim
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Meu comentário

Que bom sentir que não foi em vão que Portugal se cumpriu!
Esse enorme Brasil, todos os países que integram a CPLP, têm laços que estão, estarão para lá de todas as politiquices.
São afectos, é partilha de uma língua que nos irmana a todos.
Seja muito bem vinda Dilma Rousseff a essa cidade encantada de Coimbra, que já conheceu também meus passos.
Que, quer a Dilma quer o Lulla da Silva se sintam em sua própria casa.
Quanto à disponibilidade de ajudar Portugal: acho um gesto nobre
Obrigado!
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Um poema

LÍNGUA PÁTRIA

Liga-nos a língua ao mundo
América África Atlântico Índico
Pacífico
afectos espalhados
por caminhos tantas vezes
inventados

andámos caminhámos
amores e desamores de braço dado
espinhos silvas raiva alguma guerra
mas tantas flores!

misturam-se lágrimas e risos
nas andanças
nos adeus longínquos
nas mornas e nos fados
sambas coladeras
lânguidas quentes
derretidas de peito
como nós

alegres ninfas tropicais
deusas por achar
trôpegos lusos marinheiros
de andados esforçados
tão famintos

tudo se foi entrelaçando
as cores os usos
a soma de valores
e de tanto semear
de tanto dar e receber
de tanto se amar e se sofrer…

há hoje povos grandes
lições de paz e humanidade!

em mim português europeu
por pragmatismo
racionalidade realismo
há um coração grato amigo
amante

África minha Brasil tão grande
Timor Macau Índias longínquas
haja o que houver

somos enorme global comunidade
que mistura a saudade
de um tempo ido de crescer
a um presente actual
moderno fraterno
eterno!

António Esperança Pereira

sábado, março 26, 2011

Príncipe Carlos visita Portugal


A notícia (Jornal de Notícias de 26.03.2011)

O príncipe Carlos de Inglaterra e a mulher, Camilla, duquesa da Cornualha, visitam Portugal entre segunda e quarta-feira, na primeira etapa de uma deslocação que os levará ainda a Espanha e Marrocos.
As relações comerciais, as energias renováveis e o mar são temas em destaque nesta visita, segundo a embaixada britânica em Lisboa.

No primeiro dia, o príncipe de Gales será recebido no Palácio de Belém pelo presidente português, Aníbal Cavaco Silva, depois de uma visita ao Mosteiro dos Jerónimos e da tradicional deposição de uma coroa de flores no túmulo de Luís de Camões.

O programa do primeiro dia da visita prevê também uma deslocação à base naval do Alfeite, onde o príncipe Carlos deverá entregar um prémio ao melhor estudante de um programa de ensino da Língua inglesa a cadetes da marinha portuguesa e visitar o navio-escola Sagres.

À noite, Carlos e Camilla são homenageados num banquete oferecido por Cavaco Silva no Palácio de Queluz.

Carlos tem também previsto um encontro com o primeiro-ministro, José Sócrates, em dia e hora a confirmar.
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O meu desabafo

Apetece-me evocar o popular escritor brasileiro Paulo Coelho que, pela leitura da sua obra, se percebe a grande relevância que ele dá aos SINAIS do dia a dia na vida de todos nós.

Pois esta notícia de uma visita que bem podia considerar-se normalíssima, a do Prícipe Carlos, nesta altura do campeonato político português, bem pode considerar-se um enorme sinal.

Numa fase menos conseguida da prestação dos deputados, o país político volta-se para o mais alto magistrado da Nação: Cavaco Silva.
Olha-se olha-se mas vê-se muito pouco ou quase nada.
Bom é aqui que eu queria chegar.

A Família Real Inglesa além de mostrada, ao contrário de Cavaco, até me parece competente no que faz.
"Vende" bem a imagem do país, é o símbolo de união e concórdia do Reino Unido, é a grande impulsionadora da influente Comunidade Britânica.

Num tempo em que neste país parece já valer tudo, extrema direita e extrema esquerda votam as mesmas coisas, por exemplo...
pois já agora por que não eu ver nesta visita dos Príncipes um SINAL para Portugal para, em vez de ter um Presidente da República, não ter um em seu lugar um Rei?...

Quem sabe Portugal não tivesse também dessa maneira a sua Comunidade Portuguesa/Lusófona e uma família real elegantemente mostrada, quiçá a vender produtos do nosso querido PORTUGAL?

Quando os outros parecem ser tão papistas quanto o Papa, eu assumo-me, aqui e agora, mais papista que o Papa!
fica a sugestão,

Um bom fim de semana,

António Esperança Pereira

quinta-feira, março 24, 2011

ANGELA MERKEL, SÓCRATES E EU


Angela Merkel diz que está "grata a Sócrates"

A NOTÍCIA

“Estou grata a Sócrates” por tomar a responsabilidade das contas públicas do seu país, disse Angela Merkel, citada pela agência de informação financeira Bloomberg.

A líder alemã lembrou que as novas medidas tomadas pelo Governo português para reduzir o défice orçamental foram de “longo alcance” e apoiadas pelo Banco Central Europeu (BCE) e pela União Europeia.

Para Angela Merkel, Sócrates esteve “correcto” e foi “corajoso” em levar as novas medidas de austeridade ao Parlamento português para votação.

José Sócrates apresentou ontem à noite a demissão ao Presidente da República por considerar que ficou sem condições para governar, depois de o Parlamento ter aprovado resoluções de rejeição de toda a oposição ao chamado PEC IV, proposto pelo Governo.

O pedido de demissão foi anunciado pela Presidência da República que, contudo, salienta que o Governo se mantém “na plenitude de funções até à aceitação daquele pedido”. Cavaco Silva irá promover na sexta-feira audiências com os partidos com assento parlamentar.

Entretanto, os analistas do Royal Bank of Scotland (RBS) temem que um eventual vazio de governo possa atrasar a negociação de um pacote de ajudas para Portugal, que estimam num montante de cerca de 80 mil milhões de euros.

“É praticamente inevitável” que Portugal irá precisar de ajuda externa, afirmou um economista do RBS, Jacques Cailloux. “O mercado irá deteriorar-se na ausência da aplicação de outras medidas. Existe obviamente o risco de downgrades, que serão antecipados pelo mercado tornando-se numa profecia que se cumpre a si própria”, acrescentou o mesmo responsável.
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MEU DESABAFO

Caia Sócrates e do caos alguém há-de virar um salvador da Pátria deitada nos escombros.
Uma depressão é o que nos resta.

Um longo inverno de reduções mais que muitas, salariais, de emprego, de 13.º mês, de benefícios sociais, de escolas públicas, assistência médica e medicamentosa, etc etc. desta vez com doses cavalares.

Uma machadada na imagem do país moderno.
FMI SEGURAMENTE, com a tragédia que isso encerra.

Estávamos quase a ser valentes, com a conjuntura desfavorável. Sócrates é um português valente, decidido, determinado, trabalhador.
Segue-se o quê?
Os herdeiros de outro tempo, viciados na governação de um país tosco e maltrapilha: uns sem sonhos, outros sem projecto credível para Portugal, abutres do "quanto pior melhor".

Há quem acredite ainda na EUROPA, a minha mensagem pessoal vai nesse sentido, apesar de eu perceber que muitos dos líderes deste país nasceram apenas para ser galos de capoeira, não participantes maiores de uma história NOVA e GRANDE.

Ontem pude constatar no Parlamento Português que, EUROPA EUROPA a bem dizer... poucos estão interessados em verdadeiramente defendê-la.
Eles não sabem o que fazem, eu fiquei finalmente mais esclarecido.
Tanto deputado sem nada para dar assim que se veja, que saia das palavras de retórica, da cassete ensaiada que garanta o tacho.

Que constrangimento de assembleia da República...
Que falta de coragem senhores, derrubar-se assim um líder democrático, unanimidade da extrema direita à extrema esquerda! que ganância e que ânsia pelo poder... que imensa dor de cotovelo!

A acicatar mais minha desilusão, um PR "financista e sabedor da coisa" mais que calado.
Pois que venha o FMI para gáudio de alguns, para tristeza dos PORTUGUESES.

Desejo um futuro em liberdade a todos.

António Esperança Pereira

quarta-feira, março 23, 2011

SÓCRATES: GUERRA DO PELOPONESO



Conhecido sobretudo como pensador e filósofo, Sócrates foi também grande militar e político. A sua resistência, como reza a história, era inigualável. Confirme-se no texto abaixo:
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A vida política de Sócrates é-nos melhor conhecida. Sócrates tomou parte em três campanhas militares na qualidade de hoplita, isto é de soldado de infantaria. No princípio da guerra do Peloponeso esteve no cerco de Potideia, em Calcídica, de 432 (a.C) a 429 (a.C).
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Imagem da guerra do Peloponeso:

Aí teve Alcibíades como companheiro de armas, salvou-o quando este, ferido, estava prestes a cair nas mãos dos inimigos; foi aliás a Alcibíades e não a si próprio, que Sócrates pediu que fosse atribuído o prémio da bravura que o exército queria conferir-lhe. N'O Banquete, Alcibíades fala-nos da conduta de Sócrates em Potideia:

«Primeiro que tudo não há dúvida que no resistir às fadigas, ele foi superior, não somente a mim, mas também, em bloco, a todos os outros! Sempre que as comunicações ficavam cortadas num qualquer ponto, como acontece em campanha, ficávamos forçosamente privados de mantimentos, os outros no suportá-lo não eram nada ao pé dele. [...] No suportar os rigores do Inverno (pois neste país os Invernos são terríveis), ele maravilhava. Assim um dia, entre outros, que tínhamos o mais terrível nevão que se possa imaginar e que cada um ou bem que se abstinha de deixar o abrigo ou então em todo o caso não saía senão coberto por um montão de coisas extraordinárias, os pés amarrados e enrodilhados em tiras de feltro ou de pele de cordeiro, ele ao contrário, nesta ocorrência, saía não tendo sobre ele outro manto senão aquele mesmo que costumava trazer anteriormente, e, pés nus, ele circulava sobre o gelo mais facilmente que os outros com as peúgas curtas: de modo que os soldados o olhavam sem levantar os olhos, convencidos de que a sua intenção era a de os humilhar.» ( in Jean Brun, página 32)

Em dia de decisões políticas no país Portugal de outro SÓCRATES,
Uma boa noite para todos,

António Esperança Pereira

domingo, março 20, 2011

SALAZAR: UMA BOA ANEDOTA


A melhor anedota, pelo menos uma das que obtinha da minha parte de jovem adolescente risada grossa garantida, era uma que começava assim:
UM DIA O SALAZAR MORREU...
Chegava-me a doer o estômago, a barriga, tinha de tossir, contorcer-me, sair do grupo, ia às lágrimas, sei lá...
Bom devo acrescentar que quem contava esta anedota era um exímio contador de anedotas.
Esse devia ser o trunfo da mesma, pois tão forte e adequada era a entrada daquelas palavras proferidas em tom solene, sério, gozado, que arrebatava antes de se iniciar uma gargalhada estrondosa.
Éramos um grupo de jovens estudantes em férias nos jardins da cidade de Pinhel.
Corria-se algum risco político, mesmo tratando-se de uma anedota e de uma cidade de província pequena (havia informadores da PIDE, polícia política, por todo o lado)
Mas o pessoal era jovem e arriscava, porque o Salazar estava vivo e bem vivo então...
Anote-se que a anedota era tão boa que nunca a ouvi contar. Este o facto por eu a distinguir de todas as outras.
Começava e acabava com a introdução:
UM DIA O SALAZAR MORREU...
O ar sério do contador da anedota, olhando os circunstantes com gravidade, quando o afirmava, fazia o resto.
Zás, cá o rapaz desatava numa risota que não mais parava nem tinha ouvidos para ouvir durante uns tempos.
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Bom lembrei-me disto num tempo em que são mais que muitos os candidatos a "salazar", não só no aspecto, que nesse pormenor vai havendo, mas também na forma.
Também mo recordou um artigo de Daniel Oliveira de Quarta-feira, 16-03, no jornal Expresso, intitulado "CAVACO O BOM ALUNO DO ESTADO NOVO".

Cito apenas a parte inicial do artigo, preocupante mesmo!

"Ontem, quando assinalava os cinquenta anos do início da Guerra Colonial, Cavaco Silva disse esta frase: "Importa que os jovens deste tempo se empenhem em missões e causas essenciais ao futuro do país com a mesma coragem, o mesmo desprendimento e a mesma determinação com que os jovens de há 50 anos assumiram a sua participação na guerra do Ultramar".

Sobre esta frase, ficam apenas algumas pequenas perguntas. Considera o chefe de Estado que a guerra colonial (repito: "colonial") foi essencial para o País? É comparável aos desafios que temos pela frente? Ou considera que foi um erro histórico? Ou não faz ideia e as palavras limitam-se a brotar da sua boca como se não quisessem dizer rigorosamente nada? Consegue o Presidente da República distinguir a coragem e a determinação exigidas num ato voluntário de cidadãos livres, da coragem e da determinação exigidas numa participação forçada numa guerra decidida por um governo ilegítimo? Tendo sido exigida coragem para sobreviver a uma guerra que o País não queria, ela será o melhor exemplo para dar ânimo aos jovens de hoje? Ser "carne para canhão" é o que o nosso Presidente pede aos jovens portugueses? Ser vítima da cegueira do poder, é o desígnio desta geração?
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Nem comento!


Uma boa semana para todos,

António Esperança Pereira

sábado, março 19, 2011

OS VAMPIROS - ZECA AFONSO



Disse algures que ia ficar muito zangado se o FMI entrasse em Portugal. Disse e mantenho. Conhecemos os métodos desses senhores "de boa fé"(???) que tão bem estão a fazer a dois países europeus: GRÉCIA e REPÚBLICA DA IRLANDA (países vítimas como todos nós da ruptura do sistema financeiro como é sabido).

Possivelmente sucederá o mesmo a PORTUGAL se os senhores políticos insistirem em descer cada vez mais na consideração dos portugueses.
Pois que venha o FMI.
Eu vou ficar zangado, revoltado, decepcionado.
Não sou dos que gritam alto e bom som que venha o FMI para Portugal.
Desejo o melhor para o meu país e quem o faz, no mínimo, fá-lo por má fé, ou por interesses próprios inconfessados.

Quem pensar como eu que a LIBERDADE é o maior bem desta DEMOCRACIA PÓS 25 DE ABRIL, sem a qual eu não poderia sequer escrever isto que agora estou a escrever... não deseja que venhao o FMI.

Quem como eu, ainda se lembra de esconder o título do livro mais inocente, dos olhos da POLÍCIA POLÍTICA (PIDE) quando em um café ou lugar público o tentava ler sabe do que falo.

O FMI tira-nos a LIBERDADE, pior que isso, tira-nos a alma. Ficaremos acabrunhados, numa dependência de pedintes com bom aspecto e cultos, sem culpa nenhuma.
Eles a rirem-se.
Os mesmos que provocaram a crise, são os que vêm dizer-nos que a paguemos.

Se vier, pois que venha, quem sou eu para impedi-lo.
Cantarei com o saudoso ZECA AFONSO: OS VAMPIROS

Se não bastar ouvirei o José Mário Branco sobre o dito FMI para me rir com a sátira que aconselho, mas só a maiores de idade:



Desejo a todos um futuro em liberdade,

António Esperança Pereira

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...