sexta-feira, abril 10, 2020

Lay-off, Automobilismo e Covid19



Categoria rainha do automobilismo vai reduzir os salários para conseguir navegar pela crise provocada pelo #Coronavirus.

crise económica está a espalhar-se por todo o mundo à mesma velocidade e escala que a pandemia de #Covid19 que está na sua origem, e o desporto não é uma exceção, nem mesmo os economicamente mais poderosos campeonatos de todo o mundo.
Prova disso é que, depois do lay-off ter chegado ao futebol, chegou agora também à Fórmula 1. A McLaren, Williams e Racing Point foram as três primeiras a optar por este mecanismo que permite reduzir os custos salariais com pessoal, suspendendo contratos de trabalho e enviando os funcionários para casa.
Mas estas três equipas não foram as únicas, já que a Liberty Media, atual detentora dos direitos e promotora do Campeonato do Mundo de F1, seguiu o mesmo exemplo, com todo o corpo diretivo a aceitar uma redução salarial de 20%.
Ao mesmo tempo, a empresa mandou para casa cerca de metade dos seus 500 funcionários, que agora passam a receber 80% do seu salário diretamente do Governo britânico, até um limite de 2.800€ mensais.
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O Conselho Mundial da FIA, através de uma votação eletrónica, levou a cabo várias alterações com vista a uma reação mais rápida aos desafios atualmente impostos pela pandemia global de Covid-19.
Nas últimas semanas a FIA tem-se deparado com números pedidos de adiamento e/ou cancelamento de competições inscritas nos vários calendários internacionais, incluindo provas pontuáveis para Campeonatos e Taças FIA.
Com o objetivo de dar à Federação forma de responder mais rapidamente a estas solicitações de acordo com os seus próprios Estatutos o Conselho Mundial delegou autoridade no Presidente da FIA no que respeita à tomada das decisões necessárias na área desportiva que não esteja reservada à Assembleia Geral, assim como no que toca à aprovação do Calendário Desportivo Internacional. Esta decisão serve para que seja possível uma resposta mais imediata às questões mais urgentes que possam surgir.
Ainda assim, qualquer decisão do Presidente da FIA, Jean Todt, só pode ser tomada após consulta do Vice-Presidente para o Desporto, o Secretário Geral do Desporto e o Presidente da Comissão Desportiva em causa.
Além destas alterações, a votação eletrónica decidiu ainda implementar alterações regulamentares no que respeita aos Campeonatos do Mundo de Fórmula 1 e de Ralis. Em relação à primeira as alterações dizem respeito à definição do melhor calendário possível para esta época, bem como alterações aos testes, a proibição do desenvolvimento aerodinâmico com vista à temporada de 2022 e o adiamento da entrada em vigor dos Regulamentos Técnicos de 2021 em um ano.
Já no respeita ao WRC, a votação serviu para eleger a Compact Dynamics como fornecedor único da unidade híbrida que vai passar a equipar os carros da classe Rally1 de 2022 a 2024. A FIA fez também saber que os Regulamentos Técnicos vão manter a mesma base de motor utilizado atualmente, mas com medidas para reduzir custos e desenvolvimento.

Fiquem bem, de preferência em casa.

quinta-feira, abril 09, 2020

COVID19 II - Poema


Nota do autor:

Tendo em consideração que o POEMA COVID19 VII foi apreciado pelos leitores e, sendo infelizmente o tema do momento, arrisco a publicar mais um da série COVID19. 
Trata-se do segundo poema de uma série de oito que até hoje o dito vírus já "inspirou".
Oxalá a pandemia passe depressa pois faz pouco o meu género aprofundar temas mórbidos e desgraças tamanhas.
Apesar disso, não deixarei de registar o acontecimento terrível com estes e outros escritos em futura publicação.
O poema de hoje chama-se 
COVID19 II




COVID19 II



Olho para a rua e vejo-os passar
Seres medrosos outros mais afoitos
Uma pessoa na porta a espreitar
Outra levando à rua o seu caniche.

Pessoas com um aspeto anormal
Uns passinhos tímidos por medo
Não há sons de vida, ou há poucos.
Falar não se pode, nem em segredo
E não acontece por demência.
É que está proibido o contacto social
Num país em Estado de Emergência.

Parece castigo; tudo em casa, no abrigo.
Parece guerra antes do bombardeamento
Este silenciar de uma cidade, digo:
De um país inteiro, um mundo inteiro
Em trágico e insólito momento.

Um silêncio, um deserto, um desatino
Um tempo que não passa depressa
Como se queria que passasse. Um destino
Que nos põe doentes e nos mata.

AEP/


Fiquem bem, de preferência em casa.









quarta-feira, abril 08, 2020

Tudo por justa causa!


VALE O HUMOR EM TEMPO DE EMERGÊNCIA NACIONAL

Em boa verdade se diga, que quem diz a verdade não merece castigo. 
Ora leiam o texto abaixo e digam se concordam ou não comigo. 

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TUDO FEITO POR JUSTA CAUSA!

A mulher chega a casa e encontra o marido na cama, com outra, 25 anos,
bonita, com tudo no sítio, bronzeada, cheia de amor para dar.

Arma o maior escabeche, mas o marido interrompe-a:

Antes deverias ouvir como tudo isto aconteceu...

Encontrei esta jovem na rua, maltrapilha, cansada e esfomeada. Então,
com pena do estado dela, trouxe-a para casa. Servi-lhe o jantar que tu
não comeste ontem, com a mania das dietas e que eu guardei no
frigorífico, lembras-te?

Ela estava descalça, e eu dei-lhe aquele par de sapatos que, como foi
a minha mãe que te deu, nunca usaste. Estava com sede e eu servi-lhe
aquele vinho que estava guardado... para aquele sábado que prometeste
mas que nunca chega... pois, dói-te a cabeça, estás cansada e tens
muito que fazer.

As calças estavam rasgadas, dei-lhe aquele par de jeans quase novo...
que ainda estava em perfeito estado, mas não te servia.

Como ela estava suja, aconselhei-a a tomar um banho...

No final, dei-lhe aquela perfume francês novinho que  nunca usaste
porque não era a tua marca favorita.

Então, quando já estava sossegada, perguntou:

-Senhor, não tem mais nada que a sua esposa não use?

Fiquem bem, de preferência em casa.

segunda-feira, abril 06, 2020

COVID19 VII - Poema


Nota do Blog:

É tempo de estar em casa para a maioria de nós. 
O responsável por isso dá pelo nome de COVID19. Sem pedir licença, invadiu o mundo, espalhou-se, tem paralisado tudo e todos.
As populações tentam reagir, manter alguns serviços essenciais a funcionar, mas continua a ser muito difícil.
Os malefícios da pandemia estão à vista de todos. Uns países mais afetados que outros, mas tudo provando do mesmo veneno.
Terrível.
Dito isto, tenho aproveitado a escrever uns versos inspirados na situação criada pela dramática pandemia.
Hoje deixo uma amostra (zinha) disso mesmo.
Este tem o título de "COVID19 VII"



COVID19 VII



Da janela de fugida
Lisboa minha, que vejo?
Um cão que ladra e o dono
Na alameda despida.

Deserto de contentamento
Intervalo nos projetos
Medo que corre no vento
Humanos feitos insetos.

Televisões desabridas
Informando sem temperança
Com notícias depressivas
Transmitem desesperança.

Parece coisa do demo
Cada um mais separado:
“Não me toques que até tremo
Podes ser um infetado”.

E entre mortos e medo
Vamos contando os dias
Isolados em degredo
Como já estive em Caxias.

AEP/

Fiquem bem, de preferência em casa.


sexta-feira, abril 03, 2020

COVID19-Informações a reter.


Nota do blog:

Duas informações recebidas e que partilho com todo o gosto:
-Uma dessas informações tem a ver com o pH do corona vírus. 
-A outra, com uma alternativa de contacto, caso a Linha de Saúde 24 não atender.
Não se esqueça de tomar delas a devida nota.


-O pH do vírus corona varia entre 5,5 e 8,5. 

 Se queremos aumentar a nossa possibilidade de o vencer, precisamos ingerir alimentos alcalinos com pH alto, como por exemplo:  

 Limão - 9,9pH
 Abacate - 15,6pH
 Alho - 13,2pH
 Manga - 8,7pH
 Tangerina - 8,5pH 
 Abacaxi - 12,7pH
 Dente de leão - 22,7pH 
 Laranja - 9,2pH 

 Não guardes esta informação apenas para ti.
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Alternativa de contacto caso a linha Saúde 24 não atenda


Recebi de uma amiga que é enfermeira.

Amigos e família:

Se tiverem alguma suspeita de estarem com COVID-19 e a linha da Saúde
24 não atender, mandem e-mail para a Saúde 24
(atendimento@sns24.gov.pt) que respondem em meia hora.
TODOS OS CASOS TÊM DE SER REPORTADOS.
Dúvidas sobre assistência a familiares, baixas e quarentena ligar 300 502 502
Partilhem para não entupirem, ainda mais, a linha de Saúde 24.
Fiquem bem, de preferência em casa.

quinta-feira, abril 02, 2020

Higienização, fórmula chinesa


Nosso comentário:

Ouvi com atenção a comunicação do Senhor Presidente da República.
É por demais evidente, nem era preciso ouvir a sua comunicação ao país, que estamos perante uma situação séria.
Porquê?
É uma situação nova no que ao convívio entre humanos diz respeito.
É a pandemia de maiores proporções de que todos temos memória. Causa doença e morte generalizadas.
É a primeira vez, que me lembre, que é declarado um Estado de Emergência que implique tamanha perda das liberdades dos cidadãos.
É a primeira vez, desde que se abriram as fronteiras, com vista à livre circulação de pessoas e bens, que as vemos praticamente fechadas.
É a primeira vez que os hospitais não se revelam suficientes para aconchegar a procura.
É a primeira vez que vemos um país fechado. Um mundo de países, suspenso.
Como se de uma guerra se tratasse.
Como se de um conflito mundial se tratasse.
E poderia continuar a descrever um rol de "privações" e "desgraças" que nos estão consumindo as nossas vidas.
Todavia, e servindo-me da comunicação ao país do Senhor Presidente da República, nela também sobressaiu a esperança.
Semana a semana, é a convicção do PR e de muitos especialistas, estaremos melhor do que já estivemos. A pandemia começará a estabilizar, a decrescer e a ceder.
A todos nós é pedido que reforcemos o isolamento social.
É um sacrifício tremendo, com custos sociais, pessoais e colectivos.
Mas, ao fim de algumas etapas, cumprindo regras com determinação, a vida aos poucos irá retomando o seu normal.
Assim esperamos todos.

PS. Fica abaixo uma fórmula aplicada pelos chineses para higienização. Pode ser que ajude.




Fiquem bem, de preferência em casa.



quarta-feira, abril 01, 2020

COVID19: Uma excelente reflexão/desabafo


COnVIDa a assumir...
uma visão biocêntrica da atual crise do Corona Vírus

 
Hoje preciso assumir a minha necessidade de assumir. Assumir o que se sente em tempos muito desafiantes para aqueles que, como eu, gostam de presença, de contacto com os outros, com a natureza. Considero-me ‘um animal de rua’, pois assim que acordo, depois da minha higiene matinal, levanto-me e saio... Agora para meditar ao nascer-do-sol (quando o tempo permite) e começar o dia fora... tomar pequeno-almoço, lançar-me nas tarefas que são precisas e depois então voltar ao ‘escritório’ (que é em casa) e às entrevistas/reuniões/supervisões, que podem ser em ‘muitos escritórios’. Nota-se nesta rotina ar e diversidade. Algo que o confinamento e o isolamento social não... permitem! Porra, porra, porra!! Ou ‘Não corra, vá devagar’, como me dizia meu sogro em tempos muito idos...
 
Por tudo isto, preciso assumir que, com todos os recursos que tenho, com a certeza de que tudo passa e com a assunção de que a vida tem altos e baixos, os meus últimos dois dias foram uma... merda!!! Um conflito interior entre duas vozes, uma a puxar para baixo, entregue às emoções, de um corpo que sente o confinamento e a porra do isolamento, e outra a puxar para cima, elevada pelos mestres. O tal conflito corpo/mente de que tantas vezes falamos, exacerbado pelo tempo e pela falta de nutrição, do contacto (como tenho saudades de uma massagem, de um abraço), do olhar e da fala (como tenho saudades de estar na presença dos amigos, alunos, pais, família ecológica e biológica), do movimento e da expressão (como sinto saudades da dança e da criatividade), do mar (como tenho saudades das minhas ondas) e por aí vai, tantas as coisas para serem vividas, em presença e ao ar livre... E assumo isto, sem ‘fair play’, sem necessidade de ter que dar o exemplo que “está tudo bem”, “que tudo vai passar” e “vamos ficar todos bem”, pois isso já o sabemos! A Vida não acaba numa crise que COnVIDa a mudar... A Vida não acaba, ponto! Não precisamos que nenhum político ou governador, mestre ou facilitador ou médico ou professor nos diga isso. Sabemos!!! Ela (a Vida) anda por cá há milhões de anos! Mas está a custar? Está! O que fazer? Como fazer? Era aqui que eu queria chegar...
 
Muito importante: assumir o que se sente!
 
Eu sinto uma tristeza enorme! Por não poder sair, não poder relacionar-me, não poder encontrar. Tenho tido os meus filhos sempre comigo! Um privilégio, sim! A curtir, sim! A melhor coisa do mundo, sim! Mas já era assim para mim!!! Aqui nada de novo e, apesar de bom, falta tudo o resto... na realidade, faltas tu e tu e tu e tu e tu! Isso deixa-me triste....
 
Eu sinto um medo enorme! Do desconhecido, do que aí vem... a dar voz ao meu sabotador interno que me pergunta se vou estar à altura do desafio, se vou ser capaz. Medo de perder os meus entes queridos e separar-me daquilo e daqueles que mais prezo. Medo de perder o meu trabalho como facilitador, porque as pessoas também elas podem ter medo de se voltar a encontrar! Isto deixa-me com medo...
 
Eu sinto uma raiva enorme! Por tudo o que nos trouxe aqui, por termos perdido a conexão com a Vida, de tal forma que precisemos de um aviso tão forte e tão radical. Não veio uma guerra, mas veio uma guerra. Não precisei pegar em armas (que jamais o faria, ou farei), poder ficar no sofá, mas em ambas as (duas) situações, fiquei confinado, isolado! Estou furioso com as pessoas que, como eu, consomem e esgotam os recursos do planeta, que se separam e desqualificam (eu não!), que discriminam e vivem de forma egoísta e inconsequente (eu não!). Tenho raiva de fazer parte da geração que, em 50 anos, consumiu mais o planeta que todos os nossos antepassados até aqui!!! Isto dá-me raiva...
 
E assumo as minhas emoções, comovido, com a lágrima escorrendo quente e salgada pelo rosto, porque os meus mestres assim me ensinam. Para transmutar o que quer que seja, temos primeiro que tomar contacto com... Somos humanos, as emoções fazem parte de nós, tal como os instintos, as sensações, os sentimentos e os pensamentos, quiçá tudo isso, levando à expansão da consciência. Quiçá, porque depende de cada um!
 
Mas o que dizem os meus mestres?

Rolando Toro convida a dançar todas as emoções que te habitam: estás alegre, dança; estás triste, dança; estás com medo, dança; estás com raiva, dança. Como Pina Bausch também dizia: ‘dancemos, dancemos, dancemos, senão estaremos perdidos’. Ou seja, coloquemos em movimento todas as nossas emoções, pulsões, sensações, sentimentos e pensamentos, pois a Vida é movimento! A Vida é expressão! A Vida COnVIDa a ir para fora, ela expressa-se, manifesta-se. Razão pela qual, em Biodanza, Rolando Toro propõe a transmutação da raiva pela criatividade. Colocar uma expressão poderosa ao serviço da criação e não da destruição. Eu escrevo, eu danço, eu projeto, eu estudo; tu podes pintar, cantar, escrever, dançar, projetar, esculpir, moldar e tanto mais... pode ser criado e expresso. Podemos deprimir e destruir, ou sonhar e construir. E o caminho da espécie sempre foi o da resiliência, da transmutação, da superação, razão pela qual não pode ser de outra maneira. Grato a Rolando Toro e à sua metodologia, focada no movimento e na expressão!
Ontem via um post de Ana Maria Silva que comentava o seguinte: ‘Não é curioso que três das disciplinas curriculares menos valorizadas e com menos horas letivas – a Arte, a Música e a Educação Física – sejam agora a melhor forma de manter um certo equilíbrio e melhor saúde física e mental nestes dias tão difíceis de quarentena?’ (Monja Coen) Curioso, não é?
 
Já Omraam COnVIDa sempre a elevar os seus pensamentos, sentimentos e colocar-se ao Serviço de um bem maior, integrando a personalidade e a individualidade. Ele considera a personalidade a nossa ‘natureza inferior’ e a individualidade, a ‘natureza superior’. Ao invés de negar uma, ou exacerbar outra, ele convida-nos a integrar a duas. Dá até a imagem do cavaleiro e o seu cavalo e a necessidade de ‘domar’ a natureza selvagem, colocando-a ao Serviço de um ‘bem’ maior. Na realidade, poderemos ‘comparar’ estas imagens à integração da identidade em Biodanza. Onde na realidade todas as forças vitais, todas as forças cósmicas que nos animam convergem para a manifestação do divino no quotidiano e para a elevação do quotidiano para o divino. Ou, citando António Sarpe, numa das suas sessões sobre os Deuses Gregos: ‘O nosso corpo é um templo, onde os Deuses habitam e dançam’.
 
Agora eu sinto a alegria! Alegria por ter transmutado (fazendo por isso), assumido e aceitado as emoções que me desafiam. Alegria, por fazer parte deste momento de transição, rompendo com a geração destrutiva, consumista, egoísta e criando novos momentos e projetos, novas ideias e abordagens, aberto e permeável ao novo, tranquilo e seguro na Vida. Alegria, por não estar só, ainda que confinado e isolado, elevo-me para sentir a presença de todos os que estão alinhados, em ressonância e buscando uma Nova Terra. Alegria, por me teres lido, aceitado e reconhecido até aqui.
 
E fico ao Serviço da tua expressão, disponível para acolher o que daí vier. Cru, transmutado, vivo!
E agradeço a tua Presença, acolhedora, amorosa e integradora.


Cascais, 31 de Março de 2020
Nuno Pinto - + 351 96 289 43 74
Facilitador Didata Biodanza SRT - IBF - POR 0204

Diretor da Escola de Biodanza SRT do Porto
Diretor das Escolas de Biodanza SRT de Portugal
Prof-Adjunto Escola de Biodanza SRT de Portugal (Lisboa)

Membro fundador da Associação Portuguesa de Facilitadores Biodanza SRT
Membro fundador da Associação Diretores Escolas Biodanza SRT de Portugal e Moscovo 
 

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...