sábado, março 15, 2014

E apareça o primeiro português pro-regime...


Nosso comentário: 

Sem palavras...

Forças Armadas Milhares de militares desfilam contra corte de rendimentos

Milhares de militares das Forças Armadas iniciaram, hoje à tarde, um desfile de protesto contra o corte de rendimentos e pensões, numa marcha lenta e quase silenciosa em que são exibidas bandeiras pretas e algumas faixas.
PAÍS
Milhares de militares desfilam contra corte de rendimentos

Os militares desfilam praticamente em silêncio que só é quebrado pelas alunas do Instituto de Odivelas que entoam palavras de ordem e canções em protesto contra o anunciado encerramento da instituição.


O início da concentração foi marcado às 15:00 com a música "Depois do Adeus", de Paulo de Carvalho, que foi a senha para a revolução do 25 de abril. Em direção à Assembleia da República, o desfile saiu do Largo de Camões, em Lisboa, pelas 15:40, após uma concentração para a mobilização de militares que se deslocaram de todo o país.


Fiquem bem


António Esperança Pereira

quarta-feira, março 12, 2014

Regresso ao Admirável Mundo Novo



Nosso comentário: 

Bastava o conteúdo das palavras escritas abaixo, da autoria de Aldous Huxley e tradução de Luís Leitão, para aconselhar vivamente o autor, aliás bem conhecido mundialmente.
Dada a actualidade de muito do que visionava nos seus livros, nunca é demais lê-lo e meditar no que escreve.
Aldous Huxley é hoje tido como um dos maiores escritores do século XX.

Fiquem bem

António Esperança Pereira

REGRESSO AO ADMIRÁVEL
MUNDO NOVO

Aldous Huxley

Antígona

cultiva a inteligência,
não deixes morrer a revolta

Tradução Luís Leitão
 

Resta ainda no mundo alguma liberdade. É verdade que muitos não parecem valorizá-la. Mas alguns de nós ainda acreditam que, sem a liberdade, os seres humanos não se podem tornar plenamente humanos e que, por conseguinte, a liberdade tem um valor supremo. Talvez as forças que agora a ameaçam sejam demasiado poderosas para que se lhes possa resistir durante muito tempo, mas temos o dever de fazer tudo o que pudermos para as contrariar.

Aldous Huxley


Conjunto de ensaios sobre diversos temas abordados em Admirável Mundo Novo, a presente obra foi publicada em 1958. Na sua génese está a inquietante noção de que a sociedade ficcional descrita no livro mais famoso de Aldous Huxley se tornava a passos largos uma realidade. Comparando aspectos da vida moderna e o terrível quotidiano imaginado, o autor elabora uma reflexão profunda sobre as principais ameaças à humanidade e os limites da desumanização, porque «o pesadelo da organização total emergiu do futuro remoto e está agora à nossa espera, mesmo ao virar da esquina».
 
 
Aldous Huxley (1894-1963) é um escritor visionário e um dos mais astutos guias nos meandros do futuro da civilização. Romancista, crítico e ensaísta, autor de uma vasta obra, corria-lhe nas veias um profundo interesse pela ciência, que se reflectiria na sua obra mais famosa, Admirável Mundo Novo. Estudou Literatura em Oxford, depois de ter contraído uma grave infecção ocular na adolescência, e foi professor de Eric Arthur Blair (George Orwell), em Eton. Repartiu a sua vida entre a Itália, a França e os EUA, país que o perturbou pela sua mescla de hedonismo e de puritanismo. De satirista social e figura próxima do Grupo de Bloomsbury, nos anos 20, às suas experiências com a mescalina e o LSD, nos anos 40 e 50, e à viragem para o pacifismo e para o misticismo, reinventou-se continuamente e é hoje tido por um dos maiores escritores do século xx.

segunda-feira, março 10, 2014

A Cor do Horto Gráfico da Língua "pur tu goesa"


Nosso comentário:

Dada a enorme controvérsia que vem gerando o ACORDO ORTOGRÁFICO, nada mais gozado do que receber um e-mail bem humorístico com referência ao dito acordo.
Este e-mail traduz no fundo a larga confusão semeada com as alterações perpetradas na forma de escrever Português tendo em conta as novas regras. 
A uns parece que sim, a outros parece que não, mas em boa verdade se diga, ninguém se entende.
Pela minha banda, confundido como todos os demais vou escrevendo como posso, ora como dantes, ora segundo as novas regras.
Para já, a sensação que tenho é que há que esclarecer melhor esta coisa do NAO (Novo Acordo Ortográfico) para que, quem escrever as palavras da sua língua no dia a dia, se não sinta que nem uma baratinha tonta ao desenhar cada palavra mais problemática.
Caros leitores, leiam abaixo o conteúdo do e-mail e divirtam-se como eu o fiz ao ler o e-mail.

Fiquem bem, uma óptima semana

António Esperança Pereira


Última actualiz ação do disseonário de língua pur tu goesa, 

ou melhor,  Língua "pur tu goesa"... 

segundo o novo 
A COR DO HORTO GRAFICO -

 novas entradas:

Prontus
Usar o mais possível. É só dar vontade e podemos sempre soltar um 'prontus'! Fica sempre bem.

Númaro
Também com a vertente 'númbaro'. Já está na Assembleia da República uma proposta de lei para se deixar de utilizar a palavra NÚMERO, a qual está em claro desuso. Por mim, acho um bom númaro!

Pitaxio
Aperitivo da classe do 'mindoím'.

Aspergic
Medicamento português que mistura Aspegic com Aspirina

Alevantar
O acto de levantar com convicção, com o ar de 'a mim ninguém me come por parvo!... alevantei-me e fui-me embora!'.

Amandar
O acto de atirar com força: 'O guarda-redes amandou a bola para bem longe'


Assentar
O acto de sentar, só que com muita força, como fosse um tijolo a cair no cimento.

Capom
Tampa de motor de carros que quando se fecha faz POM!

Destrocar
Trocar várias vezes a mesma nota até ficarmos com a mesma.

Disvorciada
Mulher que diz por aí que se vai divorciar.

É assim...
Talvez a maior evolução da língua portuguesa. Termo que não quer dizer nada e não serve para nada. Deve ser colocado no início de qualquer frase.

Entropeçar
Tropeçar duas vezes seguidas.

Êros
Moeda alternativa ao Euro, adoptada por alguns portugueses.
Também conhecida por "aéreos"

Falastes, dissestes...
Articulação na 4ª pessoa do singular. Ex.: eu falei, tu falaste, ele falou, TU FALASTES...

Fracturação
O resultado da soma do consumo de clientes em qualquer casa comercial. Casa que não fractura... não predura.

Há-des
Verbo 'haver' na 2ª pessoa do singular: 'Eu hei-de cá vir um dia; tu há-des cá vir um dia...'

Inclusiver
Forma de expressar que percebemos de um assunto. E digo mais: eu inclusiver acho esta palavra muita gira. Também existe a variante 'Inclusivel'

Mô
A forma mais prática de articular a palavra MEU e dar um ar afro à língua portuguesa, como 'bué' ou 'maning'. Ex.: Atão mô, tudo bem?

Nha
Assim como Mô, é a forma mais prática de articular a palavra MINHA. Para quê perder tempo, não é? Fica sempre bem dizer 'Nha Mãe' e é uma poupança extraordinária.


Parteleira
Local ideal para guardar os livros de Protuguês do tempo da escola.

Perssunal
O contrário de amador. Muito utilizado por jogadores de futebol. Ex: 'Sou perssunal de futebol'. Dica: deve ser articulada de forma rápida.

Prutugal
País ao lado da Espanha. Não é a Francia.

Quaise
Também é uma palavra muito apreciada pelos nossos pseudo-intelectuais... Ainda não percebi muito bem o quer dizer, mas o problema deve ser meu.

Stander
Local de venda. A forma mais famosa é, sem dúvida, o 'stander' de automóveis. O 'stander' é um dos grandes clássicos do 'português da cromagem'...

Tipo
Juntamente com o 'É assim', faz parte das grandes evoluções da língua portuguesa. Também sem querer dizer nada, e não servindo para nada, pode ser usado quando se quiser, porque nunca está errado, nem certo. É assim... tipo, tás a ver?

Treuze
Palavras para quê? Todos nós conhecemos o númaro treuze.


Igualmente já aprovado pela nova Ministra do saber -

Arbusto: Busto com um certo ar
Abismado: Sujeito que caiu de um abismo
Pressupor: Colocar preço em alguma coisa
Biscoito: Fazer sexo duas vezes
Bigode: Duplo Deus britânico
Coitado: Pessoa vítima de coito
Padrão: Padre muito alto
Estouro: Boi que sofreu operação de mudança de sexo
Barracão: Proíbe a entrada de caninos
Homossexual: Sabão em pó para lavar as partes íntimas
Ministério: Aparelho de som de dimensões muito reduzidas
Detergente: Acto de prender seres humanos
Eficiência: Estudo das propriedades da letra F
Conversão: Conversa prolongada
Halogéneo: Forma de cumprimentar pessoas muito inteligentes
Piano: Ano Internacional da descoberta de Pi (3,1416)
Expedidor: Mendigo que mudou de classe social
Luz solar: Sapato que emite luz por baixo
Cleptomaníaco: Mania por Eric Clapton
Tripulante: Especialista em salto triplo
Contribuir: Ir para algum lugar com vários índios
Aspirado: Carta de baralho completamente maluca
Assaltante: Um 'A' que salta
Determine: Prender a namorada do Mickey Mouse
Vidente: O que o dentista diz ao paciente
Barbicha: Bar frequentado por gays
Testículo: Texto pequeno
Ortográfico: Horta feita com letras
Destilado: do lado contrário a esse
Pornográfico: O mesmo que colocar no desenho
Coordenada: Que não tem cor
Presidiário: Aquele que é preso diariamente
Ratificar: Tornar-se um rato
Violentamente: Viu com lentidão





sexta-feira, março 07, 2014

Polícias em massa pedem demissão do governo


Nosso comentário:


Ontem houve em Lisboa uma grandiosa manifestação das polícias. Como todas as outras manifestações já havidas e a haver, enquadrou-se no sentimento geral das populações...
Queixam-se os agentes de cortes excessivos nos salários.
Muitos afirmavam ante as televisões que têm dificuldade de fazer face às despesas comuns do dia a dia.
Queixam-se igualmente de desinvestimento, por parte do governo, nas forças de segurança o que leva à desmotivação dos agentes e a situações caricatas de falta de meios de actuação.
É evidente que, no caso vertente, é a segurança da população, a segurança da via pública que está em causa.
Um país a definhar, vendo a cada dia as suas instituições mais nobres a definhar.
Pedia-se uma vez a demissão do governo. Alto e bom som. Governo que continua a fazer de conta, a dizer que tudo vai bem, quando todos vemos que tudo vai de mal a pior. A vida dos portugueses em penhora, o futuro cada vez mais hipotecado. A dívida nacional, apesar dos roubos perpetrados aos salários e pensões, aumento de impostos, etc. sobe mais do que subia antes do programa de "ajuda financeira". Apenas os muito ricos (uma meia-dúzia) consegue ter lucros fabulosos. Enquanto isso retiram-se prestações sociais a idosos, a deficientes, a crianças.
Quanto à manifestação, tratou-se de um protesto que todos puderam visionar em directo nas televisões, pelo que  me escuso a maçá-los com comentários suplementares ao que os olhos de todos viram.
Assim vai Portugal, assim se mantém um governo contra tudo e contra todos.
É caso para meditar e reflectir...

PS. Como curiosidade e "cultura geral", que só nos faz bem, e à pala da manif., deixo um texto evocando a época em que foi criada a Polícia em Portugal.

Fiquem bem, 

António Esperança Pereira


PINA MANIQUE

Pina Manique foi nomeado Intendente de Policia pela Rainha D. Maria I. Lisboa, na época estava muito degradada. As ruas estavam intransitáveis, havia muita ladroagem, mendigos...Os soldados tinham os seus salários atrasados, assaltavam os habitantes, pareciam bandos de salteadores. Pina Manique tentou, junto dos chefes do exército, que fossem tomadas medidas para que estas situações fossem resolvidas ou minoradas. Como não conseguiu os seu intentos, criou um "corpo de polícia" com  a aprovação da Rainha D. Maria I. Esse corpo de polícia era responsável pela Segurança Pública. Entretanto pediu ao então Ministro do Reino, Marquês de Angeja, que providenciasse a iluminação para as ruas da cidade de Lisboa. Como o Ministro não atendesse ao seu pedido, ele próprio, Pina Manique, tomou a iniciativa. Obrigou cada Funileiro da cidade a fazer 6 candeeiros para a iluminação. Seguidamente impôs a cada morador das ruas iluminadas uma capitação de 100 reis, e assim conseguiu, na noite de 17 de Novembro de 1780, que a cidade de Lisboa ficasse iluminada com 770 candeeiros.
Para tentar acabar com a mendicidade, a vadiagem e o analfabetismo criou a Casa Pia, com o apoio da Rainha D. Maria I, em 3 de Julho de 1780.
CURIOSIDADE- o  Largo do Intendente tem esse nome em homenagem a Pina Manique. Ele morava num palacete situado mesmo nesse largo. Nessa época era um dos locais mais movimentados da cidade. Era um sítio pitoresco com grande animação comercial. A toda a hora passavam pessoas a pé, a cavalo.

quarta-feira, março 05, 2014

O Silêncio de Passos Coelho e...uma anedota!


Nosso comentário:

Hoje na Assembleia da República o senhor primeiro ministro, no tradicional debate quinzenal, chegou a uma altura em que deu uma nega nas respostas aos senhores deputados.
Mais propriamente aos senhores deputados do Bloco de Esquerda que têm a mania de fazer perguntas que lhe estragam o ramalhete.
Estava a deputada Catarina Martins a querer obrigar Passos Coelho a dizer as verdades que ele tem dificuldade em dizer. Questionava-o sobre a verdadeira durabilidade dos cortes nos salários, pensões, prestações sociais, etc. que, ao contrário do que fora afirmado pelo líder laranja, seriam definitivos e não provisórios.
Ou seja, o emagrecimento de Portugal e dos portugueses veio mesmo para ficar e seguramente para sofrer ainda um tratamento mais profundo, tendo em conta o ideário subjacente à governação e seus mentores externos.
Tipo cavar mesmo até ao osso.
O senhor primeiro ministro remeteu-se pois ao silêncio, evitando assim afirmações chocantes no que foi apoiado pela senhora presidente da Assembleia da República: sim senhor, tem todo o direito a calar-se (mais ou menos isto)
Bom, que já estamos habituados a acontecer de tudo um pouco e impunemente, lá isso é verdade... mas desta vez a pouca vergonha faz saltar a tampa a qualquer pacato e adormecido cidadão.
Esta é a altura de perguntar: 
Caso o senhor primeiro ministro não responda às perguntas dos senhores deputados, eleitos pelo povo para as fazerem, e caso o senhor primeiro ministro não responda na AR perante os seus actos,  razões principais para governo e deputados ali estarem, o que estão todos lá a fazer?

PS. O silêncio de Passos Coelho na AR fez-me lembrar uma anedota que alguém me houvera enviado e que tem a ver com esquecimento: Parkinson e Alzheimer. Não tem nada a ver com o caso, que é mais de silêncio, mas partilho na mesma, para desanuviar.

Fiquem bem, 

António Esperança Pereira


No Alentejo!!!


 Um alentejano idoso começou a ter umas maleitas, que lhe afectavam o andar.
 Preocupado, foi ao Centro de Saúde e marcou uma consulta.
 O clínico recebeu-o, auscultou, fez-lhe perguntas.
 Olhou para ele, fixamente, e inquiriu-o:
 - Sr. Zé, se pudesse escolher, preferia ter Parkinson ou Alzheimer?  
- Parkinson, Sr. Doutor! Prefiro entornar metade do copo do que esquecer onde está a garrafa do vinho!...

terça-feira, março 04, 2014

Ucrânia, Estónia, e...Portugal?


Nosso comentário:

Eis que chegam de Leste dois exemplos bem fresquinhos de prática política, com os quais os portugueses podem aprender algo.
Um, o mais mediático, tem que ver com a pressão popular nas ruas exercida pelos ucranianos, que, por meios violentos, fizeram tombar um governo eleito democraticamente.
Não vou debruçar-me sobre as valências de governo e oposições, porque ambas as partes têm muita farpa a apontar... nem sei mesmo qual das partes terá mais nódoas a apontar no seu comportamento.
Todavia, como nos ensinam aqui, um governo legitimado em eleições não pode ser derrubado pelo assalto ao poder assim de qualquer maneira...
As imagens repetidamente fracassadas junto à nossa Assembleia da República tentando fazê-lo, prontamente reprimidas, são disso bom exemplo.
Por isso me espanta ver o ocidente democrático, achar normal que se derrube pela força um governo eleito em eleições como o ucraniano, mesmo considerando as eventuais maldades do líder.
Estranho... 
São as novas revoluções, amigas umas, inimigas, outras, dependendo pura e simplesmente dos interesses em confronto na luta pelo poder e na divisão do bolo em disputa.
Os portugueses são um povo cordato e calmo, apesar de ter gente no poder que tem feito trinta por uma linha, de nos fazer comer o pão que o diabo amassou, sempre se manifestou pacificamente nas ruas, sem molestar tão pérfida gente que governa.
Fica agora um exemplo aplaudido pelos de cá, "os nossos", os do "ocidente" que poderá servir de modelo a situações atuais e futuras de governos odiados pelos seus povos. 
Esse exemplo, tão na ordem do dia, chama-se: 
UCRÂNIA
Também o Primeiro-ministro da Estónia, de que apresentamos foto e notícia abaixo, em queda de popularidade, resolveu demitir-se das suas altas funções.
Sem conhecermos em pormenor as causas reais da sua demissão, merece o nosso aplauso.
Outro bom exemplo para os que se agarram ao poder, mesmo exercendo esse poder permanentemente debaixo de apupos e contra a vontade cerrada dos seus povos. 

PS. Faço votos para que a Ucrânia, esse grande país europeu, se recomponha da presente crise sem "ajudas hipócritas" e, claro, sem guerras fratricidas sempre dispensáveis.


Fiquem bem, 

António Esperança Pereira



Primeiro-ministro da Estónia demitiu-se do cargo


O primeiro-ministro da Estónia, Andrus Ansip, demitiu-se hoje do cargo, tal como tinha anunciado no passado dia 23 de fevereiro.
Ansip, de 57 anos, que exercia há nove as funções de chefe do governo, apresentou a demissão ao presidente Toomas Hendrik “por sua vontade”, informou o serviço de imprensa do Conselho de Ministros.
O chefe do executivo anunciou em várias ocasiões que não se apresentaria como candidato às eleições legislativas previstas para março de 2015.
Embora Ansip tenha assegurado que não responde a quaisquer pressões, analistas consideram que a demissão poderá ser motivada por uma baixa de popularidade da sua coligação.

domingo, março 02, 2014

Jesus Cristo visita Hospital Português!


Os Portugueses depois do que estão a passar com esta governação, já nem em verdadeiros milagres acreditam.

Ora leiam:



Jesus Cristo, cansado do tédio do Paraíso, resolveu voltar à terra para fazer o bem. Procurou o melhor lugar para descer e optou pelo Hospital de S. Francisco Xavier, onde viu um médico a trabalhar há muitas horas e a morrer de cansaço.

Para não atrair as atenções, decidiu ir vestido de médico. Jesus Cristo
entrou de bata, passando pela fila de pacientes no corredor, até atingir o gabinete do médico. Os pacientes viram e comentaram:

- Olha, vai mudar o turno...

Jesus Cristo entrou na sala e disse ao médico que podia sair, dado que ele mesmo iria assegurar o serviço. E, decidido, gritou:

- O PRÓXIMO!

Entrou no gabinete um homem paraplégico que se deslocava numa cadeira de rodas.

Jesus Cristo levantou-se, olhou bem para o homem, e com a palma da mão direita sobre a sua cabeça disse:

- LEVANTA-TE E ANDA!

O homem levantou-se, andou e saiu do gabinete empurrando a cadeira de rodas.
Quando chegou ao corredor, o próximo da fila perguntou:

- Que tal é o médico novo?

Ele respondeu:

-
Igualzinho aos outros...nem exames, nem análises, nem medicamentos...
Nada! Só querem é despachar
...

Fiquem bem, 

António Esperança Pereira

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...