quinta-feira, junho 04, 2020

Ciclovias: Boas notícias para Lisboa


A Câmara Municipal de Lisboa vai criar 95 quilómetros de ciclovias 'pop up' até ao final de 2021 e comparticipa a partir desta quarta-feira a aquisição de bicicletas em qualquer loja da capital, anunciou o presidente da câmara.
Numa conferência de imprensa para apresentar medidas de promoção da mobilidade ativa e de transformação do espaço público, Fernando Medina (PS) explicou que se trata de uma rede ciclável estruturante que ligará "os principais pontos da cidade" e cobre "os grandes eixos de deslocação".
De acordo com o presidente da câmara, trata-se de um "sistema de criação muito rápida e acelerada desta rede, que poderá transformar-se em definitiva, se ela vingar, for utilizada e for adequada".
Notando que neste momento a capital tem 105 quilómetros de ciclovias, Medina adiantou que o objetivo do município é ter mais 26 quilómetros até julho, mais 30 até setembro e até ao primeiro trimestre do próximo ano criar outros 20,5 quilómetros. Até ao final de 2021, a câmara estima ter um total de 200 quilómetros de ciclovia na capital. O chefe do executivo municipal não precisou, porém, o valor do investimento, explicando que será de baixo custo uma vez que são ciclovias criadas sobretudo com a instalação de pilaretes nas vias.
O presidente da câmara salientou que esta rede ciclável, composta por ciclovias segregadas e seguras, será depois avaliada consoante as reações dos utentes e dos ciclistas.
"Podemos adaptar o desenho de algumas, adaptar o desenho de outras, criando novas que aqui não estão colocadas ou então avançando para soluções mais definitivas que protejam ainda melhor e que qualifiquem ainda melhor as novas ciclovias criadas", acrescentou.
O plano de criação de ciclovias até julho contempla as avenidas da Índia, Pádua, Cidade de Luanda, Almirante Reis, 24 de Julho, Liberdade e Uruguai, além de outras que foram construídas recentemente. Até setembro, haverá novas ciclovias nas avenidas de Roma, Marechal Gomes da Costa, Ceuta, Conde Almoster, Lusíada, Berna, José Malhoa e Descobertas.
Posteriormente, até ao fim do primeiro trimestre do próximo ano as avenidas Gago Coutinho, Restelo, Torre de Belém, Álvaro Pais, Carlos Paredes e Helena Vieira da Silva também terão ciclovias 'pop up'.
Haverão ainda outras ciclovias a serem construídas no ano de 2021, que farão a autarquia chegar aos 200 quilómetros de rede ciclável anunciados, mas cujos locais não foram adiantados hoje pelo presidente da autarquia.
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segunda-feira, junho 01, 2020

Gás natural desce preços

iStock A descida no próximo mês de julho será de 3,3% em julho e a parti de outubro de 2,2%, anunciou esta segunda-feira a ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

A descida no próximo mês de julho será de 3,3% em julho e a partir de outubro de 2,2%, anunciou esta segunda-feira a ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos

Num "contexto de incerteza devido à pandemia de COVID-19", e tendo em conta o "impacte potencialmente forte no nível de procura de gás natural", a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) informa que "aprova as tarifas e preços de gás natural para o próximo ano gás, referente a 1 de outubro de 2020 a 30 de setembro de 2021".
E, "simultaneamente, é atualizada a partir de 1 de julho a componente de energia da tarifa de gás natural que vigorará até setembro próximo", informa a ERSE, em comunicado enviado às redações.
A descida surge "na sequência da baixa de preços do gás natural nos mercados internacionais", tendo, por isso, a ERSE aprovado "uma descida do preço da tarifa de energia aplicada ao mercado regulado, de 2 euros por MWh, a vigorar entre 1 de julho e 30 de setembro de 2020".
"A alteração reflete-se diretamente em todas as tarifas que integram a tarifa de energia, nomeadamente a tarifa transitória de venda a clientes finais e a tarifa social de venda a clientes finais", esclarece.
Na prática, e de acordo com exemplos calculados pelo regulador, "um casal sem filhos e com um consumo tipo 138 m3/ano" e cuja faturação mensal é de 12,15 euros, vai registar uma redução de "32 cêntimos". Já "um casal com dois filhos e um consumo tipo 292 m3/ano", correspondente a uma fatura mensal de 23,07, vai vê-la reduzida em "71 cêntimos".
Sendo que, a partir de outubro deste ano, esse valor mensal sofrerá nova baixa, corresponde a menos 53 cêntimos no primeiro exemplo, e a 1,18 euros no segundo.
No que diz respeito à tarifa social, esses consumidores "beneficiarão de um desconto de 31,2% determinado com base nas tarifas transitórias de Venda a Clientes Finais, conforme despacho do membro do Governo responsável pela área da energia. O desconto é aplicado automaticamente independentemente do consumidor estar no mercado regulado ou no mercado livre".

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sábado, maio 30, 2020

Animais ajudam, até na pandemia.


                   Marta Mixão Animais de companhia ajudam a superar confinamento

Animais de companhia têm ajudado alguns detentores a superar o confinamento. 
A maioria dos espanhóis (74%) que convivem com um animal de companhia asseguram que os animais têm sido uma ajuda durante este período de isolamento social, segundo um novo estudo da Fundação Affinity, elaborado em parceria com a Cátedra de Animais e Saúde da Fundação Affinity, do Departamento de Psiquiatria da Universidade Autónoma de Barcelona.
O estudo analisou os efeitos do confinamento no vínculo das pessoas e dos seus animais de companha e, em Espanha, metade dos lares convivem com um ou mais animais de companhia, que têm sido um grande apoio para as famílias.
Tanto tempo passado em casa reforça os laços entre os tutores e os seus animais, sendo que 36% dos espanhóis assumiram que este convívio contribuiu de uma forma positiva para o vínculo, reforçando-o.
Para 44% dos inquiridos, o seu animal de companhia teve um papel muito importante, ajudando a ultrapassar os momentos mais difíceis durante este período.
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quinta-feira, maio 28, 2020

Idosa de 103 anos venceu a COVID19 e comemorou com cerveja.


Nota do autor do blog:

Sem dúvida que a COVID19 tem pregado a partida a muito boa gente. A pandemia, há que dizê-lo , fez quase desaparecer das colunas sociais as tricas e mexericos das famílias reais, por exemplo. O mesmo acontecendo às grandes estrelas do futebol e de outros desportos de topo, das quais quase nos vamos esquecendo. Também as estrelas da canção, do teatro, etc. se têm remetido a um modesto aparecimento virtual e confinado. O que, embora evite o esquecimento, não dá a devida retribuição pecuniária que tanta falta lhes faz
Resumindo, Os luxos e gabarolices têm feito uma pausa, não tendo infelizmente acontecido o mesmo aos mais frágeis das diversas sociedades. Idosos e pobres têm sido os alvos mais atingidos pela pandemia e enchem as páginas de jornais e telejornais pela pior das razões. 
Aliviados de tricas e mexericos reais, de gabarolices exageradas de alguns famosos, por um lado. Todavia, a par desse "alívio", vimo-nos confrontados com uma mortalidade dramática, a par de um agravamento das condições de vida de muitas populações em risco de pobreza e mesmo fome.
Como gesto de otimismo e de esperança num futuro melhor para todos, deixo a notícia, desta feita "made in USA" de uma idosa de 103 anos que venceu a COVID19.
Ainda bem!

Beber cerveja e ver futebol americano era um dos hobbies preferidos desta idosa.
Beber cerveja e ver futebol americano era um dos hobbies preferidos desta idosa.© Facebook Beber cerveja e ver futebol americano era um dos hobbies preferidos desta idosa.
Jennie Stejna lutou contra a Covid-19 durante cerca de três semanas. E assim que se livrou do vírus, decidiu comemorá-lo da melhor maneira.
A sua família conta que a mulher de 103 anos foi detetada com o novo coronavírus no lar de idosos onde estava a viver, nos EUA, e onde foram detetados outros 33 casos de infeção. As previsões nem sempre foram as melhores, dado que o vírus é, por norma, fatal em pessoas de mais idade.
A família da mulher afirma que ela é uma lutadora, mas conta que a dada altura lhe perguntaram se estava pronta para ir para o céu e que esta não hesitou em afirmar: "Claro que sim!".
Mas tal não chegou a acontecer. A idosa venceu a doença e para celebrar os auxiliares do lar ofereceram-lhe uma cerveja fresca. 
Segundo a  família, beber cerveja e ver futebol é um dos hobbies de Jennie Stejna.
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quarta-feira, maio 27, 2020

Programa de estabilização foi apresentado pelo PM


© ReutersAntónio Costa apresentou as principais linhas do programa de estabilização que o Governo apresenta na próxima semana.
Depois de ter estado reunido com os parceiros sociais, o primeiro-ministro revelou aos jornalistas os  principais eixos do programa de estabilização, que o Governo quer aprovar na próxima semana. No conjunto dois meses, começou por referir, "foram apoiados cerca de um milhão e 154 mil portugueses de forma a permitir a sustentação dos seus rendimentos". Chegados aqui, "importa estabilizar" e "permitir a estabilização económica e social do país". Nesse sentido, prosseguiu o chefe do Executivo, o Governo "está a trabalhar para aprovar na próxima semana um programa de estabilização económica e social". 
Segundo Costa, o programa procura "atuar em quatro dimensões". A primeira dimensão, a institucional, respondendo às necessidades de financiamento quer das regiões autónomas quer das autarquias locais", criando condições para que entre em pleno funcionamento "um verdadeiro banco de fomento", de forma a "agilizar processos de licenciamento de investimentos privados através de um Simplex SOS"
A segunda dimensão prende-se com as empresas, "assegurando, não só liquidez para o seu funcionamento, mas também o reforço dos seus capitais próprios através de da mecanismos de capitalização que lhes permitam sobreviver e robustecer-se". 
A terceira dimensão, "central a todo este programa", diz respeito ao emprego. "O emprego foi dos grandes resultado dos últimos cinco anos de política económica e tem sido das maiores vítimas desta crise", apontou Costa, defendendo que "é essencial termos mecanismos eficazes" de apoio à contratação assim como "manter, ao longo dos próximos meses, medidas de proteção dos postos de trabalho". 
Sobre o lay-off simplificado concretamente, que "já permitiu até ao momento preservar mais de 800 mil trabalho", António Costa defendeu que a medida "tem de evoluir a partir do final de junho de forma a que não seja um incentivo negativo (...) e para não ser um instrumento penalizador do rendimento dos trabalhadores, disse. Embora se trate de um instrumento eficaz, este tem, progressivamente, "deixar de ser um factor de perda do rendimento dos trabalhadores", reforçou. 
Questionado sobre se a continuidade do lay off não poderá colocar a sustentabilidade da Segurança Social em causa, o primeiro-ministro disse que não, justificando que esta é uma medida suportada pelo Orçamento do Estado. 
Na dimensão social, o primeiro-ministro destacou o objetivo de "robustecer o SNS por causa de eventuais novos surtos e para recuperar trabalho adiado". O SNS, vincou Costa, "foi decisivo para enfrentar esta crise com sucesso". António Costa destacou ainda o desenvolvimento de uma estratégia nacional combate à pobreza. 
O primeiro-ministro enalteceu ainda a audição com os partidos, parceiros sociais e confederações do setor social. "De todos recebi propostas interessantes, que merecem a melhor atenção da parte do Governo, e que servirão de inspiração e contributo para o programa que iremos elaborar". Um programa que "tem uma dimensão de medidas de natureza política, de natureza legislativas e tem também consequências financeiras", sendo por isso um programa que "enquadrará aquilo que será o orçamento suplementar" que o Governo irá apresentar na AR na primeira quinzena de junho
Instado a comentar sobre o tema TAP, que admitiu hoje alterar o plano de rotas na retoma à normalidade, depois de muitas críticas, o chefe do Executivo disse: "Quem erra emenda o erro", manifestando "satisfação" pela decisão entretanto tomada pelo Conselho de Administração.  António Costa sublinhou ainda que a TAP "é essencial para o país", sendo importante para o desenvolvimento e coesão do país e um "fator de dinamização da economia". 
"Que não seja o Conselho a frustrar esperança" que Bruxelas abriu.
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segunda-feira, maio 25, 2020

Inquilinos habitacionais com apoios prolongados




O Presidente da República promulgou esta segunda-feira o diploma que prolonga até setembro o regime que permite aos inquilinos habitacionais em dificuldades recorrer a um empréstimo para pagar a renda e aos não habitacionais diferir o seu pagamento.
"O Presidente da República promulgou (...) o diploma da Assembleia da República que altera o regime excecional para as situações de mora no pagamento da renda devida nos termos de contratos de arrendamento urbano habitacional e não habitacional, no âmbito da pandemia Covid-19", indica uma nota publicada no site da Presidência da República.
Em causa está o diploma que prolonga os prazos previstos na lei aprovada em abril, no que diz respeito ao recurso a empréstimo junto do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) por parte dos arrendatários habitacionais com quebras de rendimentos e ao diferimento do pagamento da renda por parte dos inquilinos não habitacionais.
No caso das rendas não habitacionais, o prolongamento da proteção ao inquilino destina-se aos espaços comerciais que se mantenham encerrados ou com atividade suspensa, determinando o diploma que "até 1 de setembro de 2020, o arrendatário (...) pode igualmente diferir o pagamento das rendas vencidas, pelos meses em que ao abrigo de disposição legal ou medida administrativa aprovada no âmbito da pandemia da doença Covid-19 seja determinado o encerramento de instalações ou suspensão de atividades ou no primeiro mês subsequente desde que compreendido no referido período".
A mesma nota da Presidência da República adianta que foi também hoje promulgado o diploma que prorroga os prazos das medidas de apoio às famílias no contexto da atual crise de saúde pública.
O diploma em causa prolonga até 30 de setembro a proibição da suspensão do fornecimento de água, luz, gás e comunicações eletrónicas e as regras de resgate dos Planos Poupança Reforma (PPR).
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sábado, maio 23, 2020

Cerimónias religiosas comunitárias e época balnear estão aí.


Os surtos de covid-19 na região de Lisboa e Vale do Tejo são "um foco prioritário de atenção" das autoridades de saúde e têm origem provável em comportamentos individuais de maior relaxamento em momento de pausa no trabalho.
Os surtos de covid-19 na região de Lisboa e Vale do Tejo são "um foco prioritário de atenção" das autoridades de saúde e têm origem provável em comportamentos individuais de maior relaxamento em momento de pausa no trabalho.© Global Imagens Os surtos de covid-19 na região de Lisboa e Vale do Tejo são "um foco prioritário de atenção" das autoridades de saúde e têm origem provável em comportamentos individuais de maior relaxamento em momento de pausa no trabalho.
A explicação foi avançada hoje pela ministra da Saúde, Marta Temido, na conferência de imprensa diária conjunta com a Direção-Geral da Saúde (DGS), relativa ao balanço diário da covid-19 em Portugal.
"Tudo leva a indicar que não serão os incumprimentos das regras gerais pelas estruturas laborais que estarão a originar provavelmente estes focos, mas sim, algum relaxamento, alguma descontração, nos momentos que não são momentos de trabalho formal. Estou a referir-me às pausas para almoço, estou a referir-me às mudas de roupa, a um conjunto de outros aspetos, até à eventual circunstância de haver alguma utilização de meios de transporte que não são transportes públicos, mas são coletivos, onde há algum alívio ou alguma menor consideração das cautelas que têm que ser consideradas", disse.
Segundo Marta Temido, os surtos não decorrem das medidas de desconfinamento entretanto adotadas e estão concentrados em "determinados empreendimentos comerciais e industriais" e em obras de construção civil, que estão a levar a tutela e as autoridades de saúde a ponderar a necessidade de "medidas muito específicas".
"O que estamos a fazer é um trabalho de precisão ao nível das autoridades locais de saúde e da autoridade regional de saúde de Lisboa e Vale do Tejo e com quem é necessário articular, [e que] irão agora fazer um trabalho de mais detalhe, mais de rua, mais de informação para tentar uma vez mais conter estes focos", disse a ministra.
Marta Temido referiu ainda que há "indícios" de que os surtos estão associados a trabalhadores sem ligação formal às empresas em causa, sendo subcontratados ou estando ligados a empresas de trabalho temporário, pedindo atenção desses trabalhadores para "momentos em que as pessoas saem do seu posto de trabalho e relaxam um bocadinho", adotando "alguns comportamentos que não sejam tão compatíveis" com orientações gerais dadas pelas entidades empregadoras.
"Estamos muito atentos, queríamos também deixar alguma mensagem de tranquilidade. Estes focos preocupam-nos de alguma maneira, mas estamos atentos a eles e estamos a tomar medidas e temos medidas em curso para, uma vez mais, fazer aquilo que já fizemos noutros locais que nos preocuparam no passado, que é controlá-los e garantir que todas as pessoas podem continuar a fazer a sua atividade normal", disse.
Nos últimos dias foram reportados focos de infeção na zona da Azambuja, na região da grande Lisboa, tendo a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, referido, na conferência de imprensa de sexta-feira, 81 trabalhadores de três empresas com testes positivos para covid-19.
O centro logístico da Sonae tinha 76 casos positivos confirmados, adiantou Graça Freitas.
Hoje, a ministra da Saúde referiu que há uma tendência de decréscimo de casos a nível das regiões em Portugal, sendo Lisboa e Vale do Tejo a exceção.
Portugal contabiliza 1.302 mortos associados à covid-19 em 30.471 casos confirmados de infeção, segundo o último boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia.
Relativamente ao dia anterior, há mais 13 mortos (+1%) e mais 271 casos de infeção (+0,9%).
Portugal entrou no dia 03 de maio em situação de calamidade devido à pandemia, depois de três períodos consecutivos em estado de emergência desde 19 de março.
Esta nova fase de combate à covid-19 prevê o confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância ativa, o dever geral de recolhimento domiciliário e o uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.
O Governo aprovou novas medidas que entraram em vigor na segunda-feira, entre as quais a retoma das visitas aos utentes dos lares de idosos, a reabertura das creches, aulas presenciais para os 11.º e 12.º anos e a reabertura de algumas lojas de rua, cafés, restaurantes, museus, monumentos e palácios.
O regresso das cerimónias religiosas comunitárias está previsto para 30 de maio e a abertura da época balnear para 06 de junho.
Fiquem bem, sigam as regras da Direção-Geral de Saúde

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...