segunda-feira, março 30, 2020

Gripe asiática, quando foi?


Gripe asiática foi uma pandemia de influenza A (H2N2) em 1957-58.
Primeiro identificada na China no final de fevereiro de 1957, a gripe asiática espalhou-se para os Estados Unidos em junho de 1957, causando cerca de 70.000 mortes. 
É também conhecida como gripe asiática.
A imunidade a esta cepa de influenza A (H2N2) era rara em pessoas com menos de 65 anos de idade, e uma pandemia foi prevista.
Em preparação, a produção de vacinas começou no final de maio de 1957, e as autoridades de saúde aumentaram a vigilância para surtos de gripe.
Ao contrário do vírus que causou a pandemia de 1918, o vírus pandémico de 1957 foi rapidamente identificado, devido aos avanços da tecnologia científica. A vacina estava disponível em oferta limitada até agosto de 1957.
O vírus chegou aos Estados Unidos em silêncio, com uma série de pequenos surtos no verão de 1957.
Quando as crianças voltaram à escola no outono, espalharam a doença nas salas de aula e a levaram para casa para suas famílias.
As taxas de infecção foram maiores entre crianças em idade escolar, adultos jovens e mulheres grávidas em outubro de 1957. A maioria das mortes relacionadas a influenza e pneumonia ocorreu entre setembro de 1957 e março de 1958. Os idosos tiveram as taxas mais altas de morte. Em dezembro de 1957, o pior parecia ter acabado.
No entanto, durante janeiro e fevereiro de 1958, houve outra onda de doença entre os idosos. Este é um exemplo da potencial “segunda onda” de infecções que podem desenvolver-se durante uma pandemia.
A doença infecta um grupo de pessoas primeiro, as infecções parecem diminuir e as infecções aumentam em uma parte diferente da população.
A gripe asiática causa muitos dos sintomas comumente relatados em um vírus da gripe. A gripe é uma doença respiratória, portanto, uma tosse seca, dor de garganta e dificuldade respiratória são amplamente relatadas entre os que sofrem de gripe.
Uma vacina para H2N2 foi introduzida em 1957, e a pandemia diminuiu.
Houve uma segunda onda em 1958, e o H2N2 passou a fazer parte da onda regular da gripe sazonal.
Em 1968, a gripe asiática H2N2 desapareceu da população humana e acredita-se que tenha sido extinta na natureza. Frascos de gripe H2N2 permanecem em laboratórios em todo o mundo.

PS. Vamos lá a ver o que acontece com a actual pandemia. Oxalá os avanços da ciência lhe consigam por fim em breve.
Fiquem bem, de preferência em casa.
Fiquem bem,


domingo, março 29, 2020

Covid19 e António Costa


Excelente texto que me permito partilhar no blog.
É da autoria do Nuno Pinto, brilhante defensor, facilitador, professor, etc. de "Biodanza". em Portugal e no estrangeiro.

O título do texto: 
"COnVIDa a dar as mãos.

COnVIDa a dar as mãos
uma visão biocêntrica da actual crise do Corona Vírus
 
Hoje meditava pela manhã e surgiu este tema de dar as mãos. Como dar as mãos quando não nos podemos tocar? Ontem, celebrei a reação do nosso Primeiro-ministro, António Costa, à ‘repugnante’ postura do ministro das finanças holandês, relativa à necessidade da União Europeia dar uma resposta firme e clara à situação que se vive. Uma resposta que se traduz na capacidade de todos os países da União Europeia darem as mãos e ajudarem-se uns aos outros incondicionalmente. Estamos a lutar contra uma ameaça, que eu vejo como uma oportunidade, e que, ainda assim, está a matar muitos de nós, pior ainda, os mais frágeis.
Assistimos angustiados à escalada da situação em busca de soluções e, mais que nunca, precisamos ‘dar as mãos’ sob a forma de decisões que reforcem os laços, a união e aproximem os povos, e não de inspeções despropositadas que, a justificarem-se, teriam o seu tempo. A falta de bom senso, de solidariedade e, no limite, de amor, não pode acontecer em tempos como este. Por isso, saúdo e celebro a postura de António Costa, que se assumiu como um estandarte de valores que devem nortear o mundo, e vejo até uma postura muito espiritual, muito alinhada com os valores espirituais de um Portugal que se assume cada vez mais como uma pequena candeia que ilumina. Ao contrário dos líderes políticos e económicos da Europa, que mais uma vez resistem e demoram a tomar decisões, talvez porque sejam seguramente difíceis, ou porque nem sequer se vislumbram, pois novas atitudes se impõem, eis que surge o nosso Primeiro-ministro a chamar para o essencial:
‘O primeiro-ministro português considerou “repugnante” e “contrária ao espírito da União Europeia” a declaração do ministro das Finanças holandês, que sugeriu que Espanha fosse investigada por alegar não ter capacidade orçamental para fazer face à pandemia do novo coronavírus.
“É inaceitável que qualquer responsável político, seja de que país for, possa dar uma resposta dessa natureza”.
"Se não nos respeitamos uns aos outros e se não compreendemos que, perante um desafio comum, temos de ter capacidade de responder em comum, então ninguém percebeu nada do que é a União Europeia", afirmou António Costa.’ (in SOL)
 É aqui que entram as minhas duas referências do momento, reforçando a postura que todos devemos ter. Rolando Toro tantas vezes disse que ‘dar as mãos é um ato político’, na medida em que é o gesto que melhor define e conduz a espécie humana à solidariedade, à cooperação, à construção conjunta. Tal como a Vida, e mais uma vez remetendo para o princípio biocêntrico, que tem precisamente na relação, na colaboração, na simbiose, os seus principais argumentos de sucesso e superação de espécies e sistemas cósmicos.
Já Omraam convida a vivermos o amor incondicional, seguindo o exemplo do Sol, que irradia e ilumina com a sua luz, independentemente das ‘nossas contas’. Amar, cuidar, nutrir, ajudar, apoiar, amparar, não pode ser colocado com um ‘se’ ou um ‘mas’. Não pode ter condições!
 Considero da maior importância que todos nós, agentes de saúde, agentes de transformação social, possamos dar força às posturas pró-vida e censurar – ou, talvez melhor, sensibilizar – de forma clara e assertiva as atitudes que podem colocar em causa a Vida e as vidas humanas, pois disso se trata.
Sinto, como todos, que estes tempos são uma oportunidade, que pode naturalmente levar a uma transformação profunda da sociedade e quero reforçar os valores que me nortearam desde sempre, quer no Ensinamento, quer na Biodanza, e que são precisamente o Amor, a União, a cooperação e a construção conjunta. Algo que se revela na prática da meditação e da oração, mais possível neste momento de quarentena, mas que depois precisa da corporeidade, do ato concreto, da presença que a nossa ‘danza’, que a prática da Biodanza, confere. Como sabem, a prática da Biodanza começa sempre como uma roda de mãos, para reforçar a ideia de que somos uma espécie gregária, comunitária, social e que só assim se aprende. Poderíamos fazer uma dinâmica individual, ou dual, mas não, começamos sempre desta forma, pois é essa a forma como vivemos a vida inteira: em relação. Lamento por aqueles que acham que podem ser indivíduos, separados do resto, que podem isolar-se para crescer, ou evadir-se para se centrarem. Somos relacionais, somos interdependentes e é cada vez mais importante educar nesse sentido. Mais é melhor, e juntos somos mais fortes!
Termino partilhando a minha ânsia por voltar a dar as mãos, literalmente, nas muitas rodas de Biodanza que facilito, pelo país e pelo estrangeiro, dando corpo a esta postura cooperativa, que todos buscamos. Até lá, ‘dou as mãos’ de outra forma, na postura cooperativa e colaborante com as autoridades, respeitando a quarentena e o isolamento social (até dói escrever isto) e as pautas de convivência (manter a distância de outros – esta também dói –, lavar muito as mãos e evitar o contacto das mesmas com o rosto – que difícil!!!), quando saímos para as compras, apoio familiar, ou para um passeio higiénico. Desta forma, ainda que distantes, estamos próximos no cuidado e no ato de amar o próximo! Mais é melhor, e juntos somos mais fortes!
 
Cascais, 28 de Março de 2020
Fiquem bem, de preferência em casa.

sábado, março 28, 2020

Produção de bicicletas dispara em Portugal





A paralisação da atividade económica na Europa está a levar ao aumento da produção de bicicletas e componentes no nosso País.

Numa altura em que a produção nos seus vários sectores está suspensa em muito países da Europa devido à pandemia da COVID-19, a procura de bicicletas e e-bikes disparou, provocando uma procura elevada na produção nacional com algumas empresas a trabalhar a cem por cento, mantendo estritamente as regras de segurança para conter a propagação do vírus.
A informação é da ABIMOTA – Associação Nacional das Indústrias de Duas Rodas, Ferragens, Mobiliário e Afins que refere, em comunicado, que “a necessidade de novas respostas no que à micro-mobilidade diz respeito, nomeadamente nos mercados centro e norte-europeus está a criar uma enorme pressão nos pontos de venda e como tal também na produção de bicicletas e e-bikes”.
“O público não confia nos transportes públicos, pois o ato de evitar concentração de pessoas e proximidade social é fundamental para controlar a propagação do novo Coronavirus. Por outro lado, o uso, ou mesmo a aquisição do automóvel não se apresenta como opção para deslocações curtas e não só e por isso os mercados, com enfoque na Alemanha, aumentaram significativamente a procura de bicicletas e e-bikes”, adianta aquela associação.
Neste contexto, Portugal está a surgir como o local óbvio para responder às necessidades do mercado. “Cadeias de distribuição curtas, capacidade de produção e a qualidade do produto final, são fatores que provocam e sobretudo aumentam a procura do nosso mercado, enquanto fornecedor”, destacam os produtores de bicicletas.
Gil Nadais dirigente da ABIMOTA refere ainda que “a capacidade de resposta e a criatividade das nossas empresas e empresários, está a ser testada e a resposta ao teste está a ser plenamente positiva. Não podemos deixar de referir que este é o caso de algumas empresas que exportam para mercados onde as pessoas têm possibilidade de ir trabalhar, porque onde as restrições são maiores, o mercado está fechado e as empresas estão a paralisar”.
Fiquem bem, de preferência em casa

quinta-feira, março 26, 2020

Oração a Santo António




Tempos estranhos, difíceis, diferentes que o mundo vive.
Esta é uma realidade que não podemos ocultar. Não sendo intenção deste blog ir por caminhos do "desconhecido", da "crença", da "fé", etc. posso aqui e ali abrir excepções. Isto, tendo em conta que o mundo está tudo menos sossegado, estável, positivo.
Este intróito quer apenas dizer que publicarei hoje o texto de um mail que me chegou e que contém uma oração.
Sei que as crenças são muitas, as descrenças também.
Todavia, tudo o que possa ajudar num tempo difícil poderá ser um contributo aceitável, dadas as circunstâncias.
Pois então fica o mail recebido e a oração nele sugerida:
Dela cada um fará o uso que entender.
É uma oração a um santo português: Santo António.


Orem

Numa altura em que vêm ao de cima orações a santos, santas, etc.,
achei que faz sentido metermos um santo português ao barulho, nascido
em Lisboa no ano de 1195 e falecido em Pádua em 1231. Aparece sempre
com o menino Jesus ao colo, menino que faleceu no ano Zero com 33
anos. Como estas coisas sucedem? Por milagre.
Também pregou aos peixes. Como sucedeu? Por milagre.
Ora invocar um santo milagreiro, português, pode ser uma ideia acertada.


https://www.youtube.com/watch?v=neRvBVn4lR0


Fiquem bem, de preferência em casa, como recomendam as autoridades sanitárias do país,


quarta-feira, março 25, 2020

Covid19, carta ao Conselheiro de Estado Dr. Marques Mendes

Sobre o CoronaVirus: Um email que hoje recebi, o qual me parece de grande interesse ser divulgado.
Já me tinha parecido que não era preciso trotil ou outra requintada
pólvora para pôr o Mundo à rasca...!

Isto dá que pensar...!




Por se tratar de assunto actual e muito importante, relacionado com o
corona vírus, transcrevo texto da carta dirigida ao Conselheiro de
Estado, Dr. Marques Mendes, por um antigo colega do Liceu de Camões,
doutorado em química.



Caro Dr Luis Marques Mendes



... Sou assíduo ouvinte dos seus comentários ao domingo, incluindo do
ultimo em que falou de corona vírus e referiu a sua participação no
conselho de Estado sobre o vírus depois de amanhã.

Tenho formação Quimica por me ter doutorado em Heidelberg e ter sido
professor na Universidade Nova em paralelo com trabalho na industria
química.

Venho pedir-lhe o favor de contribuir para evitar a catástrofe
sanitária e económica que se poderá aproximar rapidamente.

Vou ser resumido:

 1 . O corona vírus foi produzido no laboratório através de mutações
genéticas  dum dos vírus da gripe de forma a criar um vírus muito mais
agressivo e resistente a medicamentos. Terão sido introduzidos no
corona vírus segmentos do vírus da Sida.

Esta síntese foi feita por colaboração entre diversas universidades
americanas e mais uma universidade chinesa de Wuhei. Vem descrita no
artigo da Nature de 2015 em anexo.

Os vírus não são seres vivos mas sim moléculas químicas: não se
alimentam, não produzem a sua própria energia para fazer reacções
quimicas, não morrem. Replicam-se sómente em células hospedeiras

 2 . Em simultâneo foi publicada a patente nos USA , também em anexo,
em que se descreve o Remdesivir para tratar os doentes com corona
virus.

Ninguém pode obrigar o titular da patente, a empresa Gilead, a vender
o medicamento. Ninguém pode pressionar a EPA a autorizar o medicamento
rapidamente.

 3 . Segundo o artigo recente da Fortune também em anexo, este
medicamento já está em uso com grande sucesso nos USA e na China,
embora ainda não esteja aprovado. Foi concedida uma licença
excepcional de venda que se chama compassion sales authorization.

O Remdesivir já foi testado em ensaios clínicos fases 1 e 2 e está
neste momento na fase 3. Até os testes fase 3 estarem terminados
poderão passar semanas ou anos, segundo a conveniência.

 4 . A consequencial intencional ou não da produção do vírus
manipulado e da sua expansão, em simultâneo com restrições à venda do
seu medicamento o Remdesivir da Gilead, está a causar prejuízos na
saúde e na economia da União Europeia. Este enorme prejuizo será
aumentado em Portugal se for declarado o estado de emergência no
próximo Conselho de Estado.

 5 . Os políticos  e os jornalistas  europeus não podem continuar a
lamentar-se da gravidade do corona vírus omitindo que este vírus foi
obtido intencionalmente no laboratório e tem tratamento. Também não
podem ignorar que a alternativa à morte com corona vírus é a crise
económica que causa morte por fome e falta de recursos para tratar
outras doenças também mortais.



Por favor ajude como politico e como comentador. Eu ajudo como quimico.


Um abraço com amizade

Pedro Brito Correia


Fiquem bem,

Idosa britânica apaixonada por jovem


Reprodução / Iris Jones: Paixão entre Iris e Mohamed foi instantânea mal se conheceram.

Iris Jones é uma idosa que, aos 80 anos, está a redescobrir o amor. Apaixonou-se por Mohamed Irbriham, um jovem egípcio de 35 anos, e pretende casar com o seu atual namorado, jurando: "Ele não está atrás do meu dinheiro". 
De acordo com o jornal britânico The Mirror, Iris é dez anos mais velha do que a mãe de Mohamed mas isso não a impede de querer ter um futuro a dois. A paixão entre eles foi instantânea, uma vez que a mulher "caiu nos seus braços" assim que se conheceram. 
Iris garante que o seu companheiro a ama e que não planeia casar com ela para lhe ficar com o dinheiro: "Se ele vai casar pela minha fortuna vai ficar muito desapontado porque eu vivo da minha pensão", referiu ainda, citada pela publicação. 
Os dois já tentaram casar na cidade do Cairo mas o facto de não terem todos os papéis necessários impediu o enlace. Agora, Iris está a poupar dinheiro para poder regressar ao Egito
"Passei anos a fazer os outros felizes e agora só quero casar com o homem que amo antes de morrer", disse ainda a mulher.
Já Mohamed vinca igualmente o seu amor pela britânica: "Não é pelo dinheiro. O dinheiro não é tudo. Não consegues comprar a felicidade. O amor não tem idade nem limites. Eu e a Iris entendemo-nos. Não quero saber da opinião de ninguém - apenas o que me faz sentir bem".
Fiquem bem,





sábado, março 14, 2020

De dentro de Nós


Trata-se do meu último livro.
De Dentro de Nós. 
Estou apenas a fazer uma experiência com a foto da capa do livro apenas para ver o que acontece.
Isto porque o domínio do blog se encontra interdito por falta de pagamento.
Ora, dado que a renovação do mesmo era automática, não entendo porque tal aconteceu.
Já me fartei de fazer consultas e tentativas de resolver a questão junto dos supostos proprietários do Domínio: minhapoesia.net
Até à data não obtive solução para o problema.
Triste.
Mas são coisas da era do mundo global em que é difícil contactar "quem é quem".
Aguardo mais um tempo para ver se o bom senso das "Entidades Google", donas do "Domínio" prevalece, e me dão luz verde para continuar.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira





Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...