sábado, julho 14, 2018

Redes sociais e roupa suja

Breve nota do autor do blog:

Enquanto nos vão entretendo com a transferência de Cristiano Ronaldo para Turim (Juventus), os jogos do mundial de futebol, as desventuras e venturas dos famosos, as tropelias feias de políticos conhecidos…
nós vamos lendo "dicas" que nos façam melhores pessoas, mais ricos, mais informados, mais competitivos, mais saudáveis, etc. etc. e, claro está, tagarelando nas redes sociais e similares.
Nos intervalos, pagamos impostos, trabalhamos e tentamos dormir.
A vida dos dias de hoje puxa muito por nós. As escolhas são tantas, que raríssimas são as vezes que atinamos com uma escolha que exatamente queríamos.
Enfim…
Mas deixando as problemáticas de lado, ainda bem que a variedade de sítios para desopilar são muitos. O mundo virtual tem-se transformado num verdadeiro oásis de "lavagem de roupa suja" o que ajuda os menos visíveis, socialmente falando, e também alguns visíveis a perderem o verniz todo e soltarem-se nas suas verdades mais chocantes e íntimas. Chega-se com facilidade ao insulto grosseiro, à asneirada que sai cá de um tamanho que só pode ser fruto de vidas longamente contidas e beatas. ou de íntimas frustrações a precisarem de algum aconchego.
Bom fim de semana para todos,

António Esperança Pereira





quarta-feira, julho 11, 2018

França 1 Bélgica 0

Acabara eu de visionar na televisão o jogo das meias finais do campeonato do mundo de futebol. Jogavam França vs Bélgica.
Ganhou a França.
Para isso bastou-lhe o resultado escasso de 1-0. Resultado esse que a colocava na final do campeonato do mundo.
A ver vamos amanhã, qual das duas seleções ainda em prova, Croácia e Inglaterra, que arrecada o estatuto de segunda finalista.
Mas, entretanto, enquanto eu olhava as peripécias da bola a decorrer na Rússia, chegava ao meu telemóvel uma mensagem com umas "coisinhas interessantes".
Como vinham de uma pessoa que eu muito estimo, partilho essas mensagens ingénuas e quase puras com os estimados leitores.
Fiquem bem,
António Esperança Pereira




domingo, julho 08, 2018

Sabias que 70% do mundo foi descoberto por portugueses?


Muitas pessoas desconhecem, principalmente os estrangeiros que hoje em dia olham para nós como um país pedinchão e parasita da Europa, mas a verdade é que fomos precisamente nós, os portugueses, que em tempos desbravámos território indígena e deserto pelos quatro cantos do mundo, e se assim não tivesse sido, esses sítios que agora são países, nações, nunca se teriam desenvolvido tão depressa.

Há quem diga até que perdemos demasiado tempo nas descobertas, e que por isso enquanto outros países se desenvolviam, nós ficámos um bocado parados no tempo e que isso ainda hoje se reflecte no estado em que está o nosso país.

Sou de opinião contrária a essa linha de pensamento, o nosso país está como está pelos sucessivos (des)governos que tem tido ao longo da história, e porque não havia educação suficiente da população para perceber isso. Aos poucos voltaremos a erguer-nos das cinzas e a ser de novo uma grande nação! Mais de meio mundo já foi nosso, não é brincadeira!

territorio_portugues_descobrimentos

Os descobridores levaram com eles cultura e conhecimento, trouxeram de volta outras culturas e materiais exóticos de locais que naquele tempo eram considerados impossíveis de alcançar. O mundo mudou para sempre as suas fronteiras e configuração graças aos portugueses. Nasceram assim inúmeros países novos, os primeiros cidadãos do mundo que deixou entretanto de ser plano, como se acreditava ser naquele tempo. E mais houvesse para explorar, que certamente os portugueses teriam lá ido!

Descobertas:

  • 1434 – Cabo Bojador

  • 1471 – Equador

  • 1488 – Cabo da Boa Esperança

  • 1498 – Índia

  • 1500 – Brasil

  • 1513 – China

  • 1522 – Austrália

  • 1542 – Califórnia

  • 1543 – Japão

  • 1550 – Nova Zelândia

É de lamentar que as gerações de (des)governantes que nasceram após estes verdadeiros heróis não tenham sabido aproveitar o que eles conquistaram. Por isso da próxima vez que achares que és demasiado pequeno(a) para fazer a diferença, lembra-te, um país minúsculo já foi “dono” de quase 70% do mundo!

Nota do autor do blog: Este texto foi retirado do Boletim do OLP (Observatório da Língua Portuguesa)

Fiquem bem
António Esperança Pereira

quarta-feira, julho 04, 2018

Eutanásia para jovens


Nota do autor do blog: 

Imagem retirada da Internet
Recebi este e-mail sob o título -Eutanásia para jovens- A respeito do conteúdo do mesmo... 
"sem palavras"😊



Ontem à noite minha mãe e eu estávamos sentados na sala a falar de
coisas , e da vida veio à baila o tema da eutanásia

E eu disse:

"Olha mãe, por favor; Se um dia isso acontecer, nunca me deixes viver
nesse estado vegetativo, dependente de máquinas e líquidos ... Se me
vires nessa situação, desliga logo os aparelhos que me mantém... nessa
vida artificial: PREFIRO MORRER!.

Então, a minha mãe, sem dizer nada levantou-se, olhou para mim, com
cara de admiração e, logo de seguida, desligou:

A TV,

O DVD,
O CABO DE INTERNET,
O PC,

O MP3/4,
A PLAY-STATION 2,
O PSP,
A WIRELESS,
O TELEFONE FIXO e  O TELEMÓVEL
O IPOD,
O BLACKBERRY
E  RETIROU DO FRIGORÍFICO TODAS AS COCA-COLAS E CERVEJAS e deitou-as
para o lixo!!!

PORRA!... QUASE MORRI!!!

domingo, julho 01, 2018

Moscovo desmente Sousa Tavares


Nota breve do autor do Blog

Publicava eu em 2014 o post que hoje copio. Era o tempo do Mundial de Futebol a acontecer no Brasil. Vale a pena rele-lo sobretudo pelo que, este ano, no Mundial da Rússia, aconteceu à Alemanha.
Afinal Miguel de Sousa Tavares não fala verdade!
Pasme-se só que a poderosa Alemanha, neste mundial, veio mais cedo para casa do que que por exemplo Portugal.
Quem diria?
Pelo que, se outro louvor não restasse aos "nossos rapazes", regressados de "rabo entre as pernas", já que o brilharete prometido se ficou pelo sonho, haveria que tirar-lhes o chapéu, pelo menos pelo feito de que fizeram melhor do que a Alemanha…e esta hein?



Nosso comentário:
Via e-mail recebi este excerto de um artigo do Miguel de Sousa Tavares, escritor português, jurista, também comentador e crítico, entre outras coisas.
Goste-se ou não se goste, Miguel de Sousa Tavares é daquelas personalidades que fala com a boca aberta. Quero eu dizer que quando diz qualquer coisa, ouve-se mesmo.
Normalmente muito polémico no que afirma, há por isso quem goste e quem não goste.
Neste excerto de artigo que hoje divulgo, chegado até mim via e-mail, o tema central do autor é a Alemanha. 
Ora, quando se fala da Alemanha, por variadíssimos motivos que não vêm aqui para o caso, ficamos logo de olho e ouvido atento.
É o caso do texto abaixo que, sem concordar no que nele é dito, nem deixar de concordar, divulgo-o exactamente para fomentar o espírito crítico e polémico do que nele é afirmado.

Fiquem bem,
António Esperança Pereira
Excerto do artigo do Miguel Sousa Tavares...
Não é só no futebol que no fim ganham os alemães. É no futebol, no atletismo, no automobilismo, no andebol, na equitação, no ski. É no desporto, na música, na literatura, na arquitectura, na construção de carros, de electrodomésticos, de máquinas industriais, etc, etc. Podemos gostar ou não, podemos até desdenhar, mas a verdade é esta: no fim, ganham os alemães. E ganham, porquê? Porque trabalham mais, porque se focam nos objectivos, porque valorizam os resultados. Se alguém quiser entender por que razão a Alemanha está farta dos países do sul da Europa, ponha-se na pele de um alemão. E compare a selecção alemã, campeã do mundo, com, por exemplo, a portuguesa. A selecção alemã que foi ao Brasil não tinha vedetas nem pequenas, nem médias, nem grandes. Não se davam ares de vedetas, nem fora nem dentro do campo. Umas vezes, esmagaram e fascinaram com o seu futebol de carrossel demolidor, outras vezes — como na final — correram, lutaram, sofreram, sangraram e, no fim, ganharam. Nenhum jogador quis dar nas vistas por outra razão que não fosse jogar futebol. Ali não havia ninguém com tatuagens, com penteados ridículos, com figurinos tipo Raul Meireles, com brincos nas orelhas, com pose de deuses inacessíveis de auscultadores enfiados nos ouvidos, fingindo-se alheios a tudo o que os rodeava, como se fossem superiores à gente comum. Não, os alemães passaram pelo Brasil confraternizando, querendo ver e saber, curiosos e contentes por ali estarem — tão diferentes dos nossos heróis do mar, fechados para o mundo em hotéis-fortaleza, onde só entravam cabeleireiros, tatuadores e agentes. Os alemães não passaram as conferências de imprensa a debitar lugares comuns e frases feitas sem conteúdo, próprias de quem jamais foi visto com um livro, uma revista ou um jornal na mão e passa os tempos livres a debitar selfies e banalidades nas redes sociais, imaginando-se o contra do mundo. Os alemães mandaram ao Brasil uma verdadeira embaixada, para servir o futebol e honrar o seu país, enquanto nós mandámos um grupo de homens mimados e convencidos, comandados por dirigentes que não lhes souberam exigir que estivessem, em todos os aspectos, à altura da responsabilidade. Mas, como em tudo o resto que fazem, os alemães também mandaram um grupo de jogadores que se portaram como verdadeiros profissionais, que trabalharam e treinaram no duro, enquanto que nós mandámos uma excursão de rapazes que se convenceram que os penteados e as tatuagens, por si só, conseguem ganhar jogos ou então ficar na fotografia que parece bastar-lhes. Não é por acaso que o campeonato alemão tem estádios cheios e que o público dá por bem empregue o seu tempo e o seu dinheiro, enquanto que o principal do nosso campeonato é jogado em estádios vazios e vivido sobretudo nos programas televisivos dos dias seguintes, a discutir se foi bola na mão ou mão na bola ou se a entrada de uma equipa em campo 2 minutos e 45 segundos depois da hora marcada condicionou ou não decisivamente o resultado de outro jogo. Nós discutimos, eles jogam. Nós tatuamos, eles treinam. Nós penteamos, eles correm. Nós somos recebidos e pré-condecorados pelo Presidente antes de começar, eles são apoiados na bancada pela chanceler quando chegam à final. Nós somos heróis antes de partir, eles são vencedores depois de ganharem. Não é por acaso que, desde que me lembro e tanto quanto me lembro, só dois jogadores portugueses (Paulo Sousa e Petit) jogaram no campeonato alemão e só um jogador alemão jogou no campeonato português (Enke). Não perguntem o que é que os alemães têm. É toda uma sociedade fundada no trabalho, no mérito, na responsabilidade, nos resultados. Goste-se ou não, isto não tem nada a ver com o fado. É outra cultura, é outra coisa.>>


Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...