sábado, abril 14, 2012

Não consigo arranjar namorado...

Campeã britânica de culturismo lamenta solidão


"Não consigo arranjar namorado..."
Rene Campell, de 35 anos, campeã britânica de culturismo, não podia estar mais satisfeita com o seu musculado corpo e só lamenta que os homens não a achem suficientemente atraente.
Sozinha desde que, há nove anos, se separou do pai dos seus dois filhos, a atleta não entende porque é tão difícil conseguir o namorado perfeito: alguém que torça por ela e cozinhe para ela... Realmente, porque será?


COMENTÁRIO MAIS VOTADO
"horiiiiiiiiivel ..."
xicão
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Limpezas em 'lingerie' agitam cidade do Texas


Um serviço de limpezas que oferece os serviços de mulheres-a-dias que surgem em casa dos clientes vestidas apenas com 'lingerie' está a agitar a cidade texana de Lubbock, cujas autoridades ameaçam terminar com o negócio se houver o menor indício de actividade sexual em troca de dinheiro.
No site da Lubbock Fantasy Maid Service está bem claro que "não se trata de um negócio orientado para o sexo" e que não é permitido qualquer tipo de contacto físico entre as mulheres-a-dias e os clientes, que pagam 100 dólares (75 euros) por hora - ou 150 dólares (113 euros) caso pretendam ver a lida da casa feita por duas mulheres ao mesmo tempo.
A empresa criada por Melissa Borrett, de 26 anos, garante que as funcionárias não trabalharão em topless ou nuas se houver menores presentes na casa. E deixa um 'aviso à navegação': os clientes não podem estar despidos a não ser que provem ser nudistas, o que implica terem membros da família (com ou sem roupa) presentes.
Para acautelar eventuais problemas, sublinha-se no site que em cada deslocação ao domicílio ficará segurança "por perto", garantindo que as regras de funcionamento serão cumpridas.
Por outro lado, a Fantasy Maid Service de Lubbock promete descontos para as forças de segurança, incluindo nesse lote os agentes da polícia, os bombeiros e os militares, quer estejam ao serviço dos EUA ou sejam veteranos.

 
COMENTÁRIO MAIS VOTADO
"Ora aqui está uma óptima ideia para ajudar a levantar o "astral"!"
Aristides
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Nosso comentário

Um post destinado sobretudo àqueles leitores que pensam que já viram de tudo.
Pois aqui estão duas notícias imbuídas de sinais dos novos tempos, com problemáticas novas, novos caminhos que podem ser dados à vida pessoal de cada um.
Porquê então, não aproveitar a crise para inovar ou gastar os últimos cartuchos?
A inovação, claro está, destina-se mais aos mais jovens que reunam condições de fazer serviço doméstico ou outro serviço inovador, em lingerie...

Para os demais, que olham para o seu corpo e sentem que ninguém aceitaria o seu trabalho em lingerie, pois esses podem aceitar os trabalhos dos tais que podem... e ficar paspalhos olhando a nova e inovadora mulher a dias, secretária, etc.
Seria pelo menos um animar de vistas, gastar quiçá os últimos cartuchos com o dinheirinho que vai resistindo às atrozes medidas do regime.
Se entretanto ficarem desempregados ou lhes roubarem os subsídios, será mais difícil manter este pessoal, porque, ao que constatámos, tais serviços tendem a ser um tanto dispendiosos.

Quanto ao trabalho de musculação levado a cabo pela campeã britânica, aconselha-se a que, quem se sinta motivado para se meter em tais andanças, ponha de parte o lado sentimental.
Pois uma jovem com aquele "corpinho" terá seguramente dificuldades de captar as atenções de um namorado!!!
Ela queixa-se disso mesmo, nós entendemos porquê.
A atleta britânica, embora sentindo-se detentora de um corpo maravilhoso, sofre de solidão.
Ossos do ofício neste caso!!!
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Fiquem bem,

António Esperança Pereira

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sexta-feira, abril 13, 2012

Troika não sabe, governantes mentem...


Troika não sabia do fim das reformas antecipadas e de cortes dos subsídios após 2013
Por Ana Rita Faria

Ao que o PÚBLICO apurou junto de fontes próximas do processo, a proibição das reformas antecipadas decretada sem aviso pelo Governo apanhou todos de surpresa, inclusive a Comissão Europeia (CE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI). A troika não sabia nada sobre esta decisão do Governo e também ainda não analisou o impacto desta medida.
Do mesmo modo, o Executivo de Pedro Passos Coelho não tinha discutido com a CE e com o FMI a manutenção dos cortes dos subsídios além de 2013, bem como a sua reposição gradual. O programa da troika só tem definidas medidas e reformas até ao final do próximo ano e, embora haja metas de redução da despesa com salários até 2015, não tinham ainda sido discutidas as medidas para as atingir.
Na semana passada, foi publicado em Diário da República um documento decretando a suspensão imediata das reformas antecipadas. A medida entrou em vigor na véspera da Páscoa e prolonga-se até 2014, abrangendo todos os trabalhadores que descontam para a Segurança Social e que, a partir de agora, não poderão pedir reforma antes dos 65 anos. O Governo justificou a medida e a sua não divulgação pública com a necessidade de evitar uma corrida às reformas.
Além disso, o primeiro-ministro anunciou na semana passada que os cortes do 13º e 14º meses irão durar mais tempo do que estava inicialmente previsto. Segundo Passos Coelho, os subsídios não serão devolvidos antes de 2015 e a sua reposição será feita de forma gradual.
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Comentários de leitores:

Rui Sousa:
Via Facebook
No bolso dos outros...
Pois isto de cortar nos ganhos dos outros é fácil

Joel Freitas:
Via Facebook
Infelizmente, nada de novo
Não consigo perceber quem se vem queixar das promessas eleitorais não cumpridas, não é nada inédito por cá. O trabalho deste Sr e dos seus comparsas a mim não me surpreende minimamente. O que esperar de alguém que nunca soube o que é trabalhar? O que esperar de alguém que sempre viveu à sombra do partido? Se fossem administradores de uma empresa, contratavam alguém com o percurso profissional deste personagem? O que mais me assusta é que o líder do maior partido da oposição e provavelmente futuro PM é igualmente um político profissional... desde as Jotas que estes rapazes são formatados para atingir o objectivo...

Pedro Gomes , Paris:
Há que fazer algo urgentemente. É uma vergonha!
Portugal está a ser "governado" por aldrabões! Ou imbecis! Ou criancinhas irresponsáveis! Os portugueses têm que ter consciência disso e saber fazer com que não apareçam criaturas tão incapazes e mal preparadas a governar Portugal! Tudo isto que aí está a acontecer é gravíssimo,... sendo o mais grave de tudo a extorsão de dinheiro que fazem aos portugueses desgraçados! Devolvam o dinheiro que extorquiram nos subsídios de férias e da Natal e vão atrás dos 9 mil milhões que os Dias Loureiro, os Oliveira e Costa, os Duarte Lima,... e outros que até assusta dizer os seus nomes, roubaram ao BPN e que, agora, muito habilmente e discretamente os seus "comparsas" do poder trataram de fazer desaparecer os vestígios da golpada! Essa gente tem que ser metida na cadeia!

A Minha Vida , é Uma Farsa.. :
Do Dia, Acabadinha de Engendrar.
Aqueles que se engrandecem com suas próprias mentiras, vivem de farsas que nunca poderão provar.

Prefeito Borges , Monte.
Tanto alarido
Estamos perante um jogo mental que se compreende perfeitamente. Por um lado, faz-se acreditar que este executivo está a ir para além das recomendações da troika. Por outro, a troika faz-se de ingénua e alega que não pediu nada disto. Pois não. Admito que não. Mas se, com estas medidas todas extra não se controla o défice, não custa nada perceber que estas medidas todas, seriam mais tarde ou mais cedo exigidas pela troika. A troika não se quer meter nestas coisas. Delega nos nativos o odioso da questão e pôe-se de fora. As pessoas devem compreender que a situação deste executivo não é nada fácil. O problema é que, quando se pede ajuda financeira ao exterior, lá se vai a soberania.

Anónimo , Cadaval:
Mais do mesmo...
Penso que não merece comentários...

. , vila nova de gaia:

Estes senhores têm que responder novamente perante eleições. Em democracia não podemos aceitar todas as atrocidades que se fazem perante o povo que trabalha ou no caso daqueles que já estão reformados, já contribuíram para o desenvolvimento do país. Isto tem de parar.

MEXIA , Moncorvo:

Deixa lá...
Quando é que este inoperante vai embora? Ainda criticávamos o Sócrates... Este é bem pior, enganou-me, mas já estou curado... Revolução popular! Onde está o MFA ao lado do povo?

Rabaninho , Lisboa:

Olha-me este....
Anda armado em menino bonito do senhor professor, não sabe o que anda a fazer e vai lixando o povo todo com a sua inépcia. Tirem-no do poleiro e à vassourada, se faz favor.



Rui Oliveira , Lisboa:

Só mentiras ! Ontem Miguel Relvas na RTP1 disse que o programa de ajuda financeira termina no fim de 2013. O 1º Ministro disse antes no Parlamento que terminava em meados de 2014. Isto é um governo sem nenhuma credibilidade. Isto é pior do que no fascismo, pois nesses tempos nunca se viu roubarem subsídios e direitos adquiridos. Mas que grandes democratas !
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Nosso comentário:

Quanto mais nos queremos distanciar das politiquices, mais difícil se torna. Dia após dia, hora após hora chovem notícias, comentários às notícias, um estado de sítio social, poder-se-á dizer.
A comunicação governamental é confusa, ninguém acredita nem nos governantes nem na ingenuidade aparente da TROIKA... atualmente a oposição existe mas é inoperante. O maior partido da oposição fala aos bochechos, os outros falam falam mas não assumem uma realidade capaz de gerar consensos...

É então que a TROIKA diz:
quem nós? nem sabíamos dizem os troikistas. Cortaram os subsídios aos reformados e funcionários públicos? a sério? quem os cortou? o Passos? não nos disse nada...Tadinhos!!!
Congelamento de reformas? aonde? em Portugal? diz outra vez a TROIKA: não sabemos de nada...Tadinhos!!!
Passos diz uma coisa, Relvas diz outra, o ministro das finanças diz outra... a verdade varia de um momento para o outro como se tivessemos definitivamente de institucionalizar a mentira neste nosso querido Portugal.
Uma bagunçada!!!

A verdade é que o POVO PORTUGUÊS, dos mais fustigados em remunerações da Europa, é ainda assim acusado de despesista.
Apesar de receber menos que os outros europeus e pagar tudo o que consome mais caro: automóveis, gasolinas, eletricidade, casas, etc etc. somos uns despesistas, vivemos acima das nossas pssibilidades, malandros, preguiçosos, aqui ninguém trabalha... só servimos para nos empenharmos. Pudera! impingem-nos eldorados de consumismo, cartões de crédito pelos olhos dentro...
Imaginação precisa-se, algo tem que ser feito o mais rápidamente possível a bem de Portugal e dos "tadinhos dos portugueses".

Não tem nada a ver com Portugal, mas porque isto nos faz lembrar algo, fique o caro leitor com esta notícia vinda da Grécia:

Ex-ministro da Defesa da Grécia detido por corrupção nos submarinos
O ex-ministro grego da Defesa, Akis Tsochatzpoulos, não resistiu às acusações de corrupção das autoridades alemãs e gregas na compra de submarinos e foi detido na passada quarta-feira.
Tsochatzpoulos estava à frente do Ministério da Defesa quando a Grécia comprou, em 2000, quatro submarinos à Alemanha.
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Fiquem bem,




quinta-feira, abril 12, 2012

Português, a LÍNGUA da Liga dos Campeões!

Entre os 44 titulares, 18 falavam português

O português foi a língua mais representada na primeira noite das meias-finais da Liga dos Campeões (29 março 2012), tendo começado as duas partidas oito jogadores portugueses e 10 brasileiros.


O Benfica, curiosamente, foi a única das quatro equipas que não alinhou com qualquer jogador nascido em Portugal, tendo apenas um português (Eduardo) na ficha de jogo. Pelo contrário, alinhou com nove sul-americanos, cinco dos quais brasileiros. O Chelsea, rival dos encarnados, começou o encontro na Luz com dois portugueses (Paulo Ferreira) e dois brasileiros. Bosingwa haveria de entrar na segunda parte.
O FC Porto e o Braga também já alinharam na Liga dos Campeões com nove sul-americanos no onze titular.
NO APOEL-Real Madrid participaram sete portugueses (Cristiano Ronaldo, Coentrão e Pepe; Paulo Jorge, Nuno Morais, Hélio Pinto e Hélder Sousa, este apenas na segunda parte), ajudando às contas do domínio do português a titularidade de três brasileiros na equipa cipriota.

FONTE: O Jogo
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A maior palavra em Português

Será paralelepípedo? Será inconstitucionalissimamente?

Quando eu era criança achava que a maior palavra da língua portuguesa era paralelepípedo.
Mais tarde disseram-me que essa não era a maior palavra e que a maior palavra era inconstitucionalissimamente.
Depois de muito treino, até dava para falar, xingar um amigo.
Pois bem, hoje descobri que a maior palavra da língua portuguesa não é mais essa.
A palavra é outra: Faça suas apostas.












Pois...:-)

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Nosso comentário

Mais uma vez, servindo-nos do excelente Boletim mensal do Observatório de Língua Portuguesa, que pode consultar no link: http://observatorio-lp.sapo.pt/pt aqui estamos a afirmar com toda a modéstia e verdade que... "é viver e aprender".
Não fazíamos ideia absolutamente nenhuma sobre o que rezam as informações a que hoje damos destaque.
Nem de que havia uma tão grande predominância de falantes de Português na Liga dos Campeões Europeus, nem de que havia palavras tão extensas na nossa língua.

Mais uma vez a constatação de um facto, tão maravilhosamente sentido e afirmado por Fernando Pessoa na sua célebre frase "a minha Pátria é a Língua Portuguesa": é efetivamente uma grande riqueza nacional, da CPLP, também mundial, a Língua Portuguesa. 
Por curiosidade, e para reforçar o que acabamos de dizer, pode ler-se no link do OLP citado supra, um artigo que dá conta de que o Governo da China está interessado em que o ensino do Português seja aprendido por um maior número de chineses.
E esta hein?

Fiquem bem,


quarta-feira, abril 11, 2012

Dicas para escrever um livro...


Quase todos os escritores concordam que para conseguir escrever um livro é preciso uma rotina de escrita. Se escrever diariamente e tentar alcançar um volume constante de palavras escritas por dia vai notar melhorias na sua escrita em pouco tempo. O seu objectivo deve ser realista para evitar frustrações. A nossa sugestão é que tente escrever entre 300 e 500 palavras por dia.
Se acha que não vai ter tempo para uma rotina deste género experimente escolher apenas 3 dias da semana e escrever pelo menos 30 minutos nesses dias. Mas deve comprometer-se afincadamente com os dias que escolher para tornar o seu trabalho de escrita produtivo.
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Antes de começar a escrever, certifique-se que tem um plano. Pense bem sobre o que quer contar, como vai organizar a informação pelos diferentes capítulos e qual vai ser o final da história.
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Evite estereotipar as suas personagens. É fundamental que cada personagem do livro tenha uma biografia e uma história próprias que ajude a consolidar a narrativa.
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Se está a escrever um romance ou um livro de ficção, não é necessário que todos os factos sejam reais. Mas deve sempre fazer uma pesquisa para consolidar os pormenores temporais ou espaciais da narrativa.
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Ler muito é o primeiro passo para escrever bem. Para um escritor, a leitura é como o oxigénio e, por isso, deve fazer parte do seu quotidiano. É a ler que um autor apreende os diferentes estilos da escrita.
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Deve sempre fazer-se acompanhar por um caderno de notas onde possa apontar alguma ideia que teve e que não quer deixar escapar. Nos dias de hoje, este caderno de notas pode bem ser o seu smartphone ou laptop.
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Mesmo que queira reescrever alguma parte da sua história, guarde todas as informações que já não vai querer usar. Nunca se sabe se podem vir a ser importantes.
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Assim que acabar de escrever o seu livro, leia-o uma vez e, depois, dê-o a ler. Mostre-o às pessoas que acredita reunirem as características dos seus futuros leitores. E peça-lhes opiniões concretas sobre os aspectos que pode melhorar. Tenha em conta que se recorrer aos seus amigos para a revisão do texto, precisará de pelo menos 4 revisões sucessivas de pessoas diferentes para conseguir o mesmo resultado de um profissional, dada a dificuldade que todos temos em analisar um texto de alguém que nos é próximo.
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No final já sabe que pode publicar o seu livro connosco. Só não deixe de contactar um dos nossos assistentes editoriais para ter a certeza que todo o trabalho que teve ao escrever o livro tem o melhor seguimento com uma publicação e promoção verdadeiramente profissional.






A Equipa da Bubok Portugal

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Nosso comentário

Divulgamos hoje algumas dicas que podem ser encontradas no blog da Bubok Editora sobre como conseguir publicar um livro.
Vale a pena ler as dicas, quem tiver por hábito escrever e se sentir motivado para levar sua escrita por diante rumo à publicação de um livro, até que é fácil de conseguir.
Encorajamos o leitor a tentar, vai ver que consegue. Não há bichos de sete cabeças, apesar de muita gente nos querer fazer crer que sim.

Como temos um blog divulgamos igualmente o seguinte:
Qualquer pessoa que tenha um blog pode ser um promotor da Bubok. Para informações detalhadas  clique no link bubok.pt/afiliados e poderá vir a ser um promotor da Editora. 
Para quem não esteja familiarizado com esta coisa de "Redes de Afiliados" aconselhamos uma visita ao link atrás indicado, onde encontrará informação bastante a esse respeito.


Fiquem bem,


terça-feira, abril 10, 2012

Interesse nacional para tramar os outros...

O Presidente da República invocou “razões de interesse nacional” para justificar, nesta terça-feira, a promulgação do diploma que “congela” as reformas antecipadas. Porém, sublinhou que a promulgação não significa o acordo do chefe de Estado em relação a todas as normas.

“Pedi informações ao Governo, ele forneceu-me todas as informações que foram solicitadas e, face às razões de interesse nacional que me apresentou, entendi que não devia obstar à entrada em vigor do diploma”, afirmou o Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, em declarações aos jornalistas no final da inauguração da nova sede da Microsoft em Portugal.

Lembrando que já promulgou mais de 200 diplomas do actual executivo, “a quem compete conduzir a política geral do país”, Cavaco Silva notou, contudo, que é reconhecido que o acto da promulgação não significa acordo com todas as normas dos diplomas.

“Todos os constitucionalistas reconhecem que o acto de promulgação não significa o acordo do Presidente em relação a todas as normas de um diploma”, sublinhou.

Porém, insistiu, face às explicações que o Governo apresentou, entendeu que não deveriam ser colocados entraves à entrada em vigor do diploma. “São razões de interesse nacional que o Governo me apresentou por escrito e entendi que não devia obstar à entrada em vigor”, reforçou.
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Comentários de leitores



Com os demais bem posso eu
Desde que não sejam minhas, que já cá cantam, diz ele, gajo mais egoísta, senhoras !

Fernando:

A bem da nação
Chamemos os burros pelo seu nome, estamos mesmo no limiar de este senhor dissolver a Assembleia Nacional, desculpem a Assembleia da Republica e ir até á sua terra natal, Santa Comba Dão, desculpem, ~isto anda a trocar-me as voltas, é Boliqueime, não é, e isto não faz lembrar o tristemente célebre : A BEM DA NAÇÃO ???????

leonel belo:

E eu?
E eu com 59 anos agora estamos os dois sem trabalho e com prestação de casa para pagar ou banco, água, luz, gás, e comida como vou viver? Até hoje consegui descontar 44 anos para a Segurança que se diz Social. Este Pais vai ter que mudar

António:

Corta fitas
Voltamos ao tempo do "corta fitas", mas no dele não tocam, não tem opinião, se tem não a usa, isto é que temos um chefe de estado eleito, o partido dele faz ele diz amém, estamos tramados, mas também quando chegar o tempo termos opinião, também estamos de acordo e batemos palmas, não tenho filhos, logo não vão a espera que me reforme para terem trabalho, é triste, mas é por vontade do povo.

Anónimo:

Suspender a democracia durante 2 anos
O que eles querem é suspender a democracia durante 2 ou 3 anos em nome do interesse nacional.

M Maria:

Inútil!
Este Sr. Silva da familia BPN fala assim porque já tem três reformas no bolso mais uma da D. Maria. Inútil!!!

laranja , sul:

cavaco,catroga,marcelo& Cª
estes são alguns dos "interesses nacionais"

Suco Drástico:

Mais sobre o interesse nacional
Se é assim, então porque razão não se congela a não inversão do "ónus da prova" relativamente à criminalização do enriquecimento ilícito? Isto não é do interesse nacional Sr. Presidente?! Quem não deve não teme, e o senhor deve temer e muito!!!
APRNS , LISBOA:

Serve para tudo o "interesse nacional"
Todos o usam quando querem impor algo à revelia do povo e da lei! Então porque não rasgar a Constituição em nome do "interesse nacional"? Ou porque não proibir os partidos, da oposição claro, em nome do "interesse nacional"? Ou ainda porque não fazer um golpe de estado em nome do "interesse nacional"? Mas para mim o que seria meso do interesse nacional era ...Cavaco demitir o governo e demitir-se de seguida.

Bernardo Silva:

E as reformas vitalicias de ex-deputados?!
E não seria de interesse nacional "suspender" as reformas vitalicias de ex-deputados ainda no activo? E as reformas milionarias como a do Mira Amaral de 18 mil euros?! movimentonaopagamos.blogspot.com
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Nosso comentário:

Apenas acrescentamos, para fechar este post, a seguinte nota: à hora a que publicamos esta notícia do Público (parcial de notícia) deparamo-nos com mais de 20 (vinte) páginas de comentários todos eles do mesmo teor.
É obra!
Acreditamos que  o Povo Português saberá dar seguimento através de atos, a tantas palavras de revolta escritas em uma só notícia.

Tudo serve para lixar os portugueses, agora com a desculpa de ser "para o interesse nacional". Nós acrescentamos: é um interesse nacional em que ficam bem salvaguardados os interesses dos poderosos, dos legisladores sem escrúpulos, dos deputados sem coragem, de políticos sem visão, nem competência, nem qualquer assomo de inovação.
Nós temos acreditado neste sistema democrático. Parece que está cada vez mais desacreditado, não revemos na ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA quem defenda os eleitores.

E sabia o leitor (nós não sabíamos)  que, por cada voto que dá em um partido (o seu) está a dar de mão beijada a esse partido (em que vota) cerca de 3,80 EUROS?
É obra!!!
O leitor, tal como nós, debita o seu voto de boa fé. Acredita que o mesmo é uma vitória da democracia, tal como nós temos acreditado.
Hoje, dia 10 de Abril de 2012, 15 dias antes da comemoração do dia de todas as esperanças deste POVO (25 de Abril de 1974) perguntamos com amargo ceticismo:
Será?
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Fiquem bem,


segunda-feira, abril 09, 2012

Portugueses no Inferno de La Lys...

A Batalha de La Lys, deu-se entre 9 e 29 de Abril de 1918, no vale da ribeira da La Lys, sector de Ypres, na região da Flandres, na Bélgica.
Nesta batalha, que marcou a participação de Portugal na Primeira Guerra Mundial, os exércitos alemães provocaram uma estrondosa derrota às tropas portuguesas, constituindo a maior catástrofe militar portuguesa depois da batalha de Alcácer-Quibir, em 1578.
A frente de combate distribuía-se numa extensa linha de 55 quilómetros, entre as localidades de Gravelle e de Armentières, guarnecida pelo 11° Corpo Britânico, com cerca de 84 000 homens, entre os quais se compreendia a 2ª divisão do Corpo Expedicionário Português (CEP), constituída por cerca de 20 000 homens, dos quais somente pouco mais de 15 000 estavam nas primeiras linhas, comandados pelo general Gomes da Costa. Esta linha viu-se impotente para sustentar o embate de oito divisões do 6º Exército Alemão, com cerca de 55 000 homens comandados pelo general Ferdinand von Quast (1850-1934). Essa ofensiva alemã, montada por Erich Ludendorff, ficou conhecida como ofensiva "Georgette" e visava à tomada de Calais e Boulogne-sur-Mer. As tropas portuguesas, em apenas quatro horas de batalha, perderam cerca de 7500 homens entre mortos, feridos, desaparecidos e prisioneiros, ou seja, mais de um terço dos efectivos, entre os quais 327 oficiais.
Entre as diversas razões para esta derrota tão evidente têm sido citadas, por diversos historiadores, as seguintes:
  • A revolução havida no mês de Dezembro de 1915, em Lisboa, que colocou na Presidência da República o Major Doutor Sidónio Pais, o qual alterou profundamente a política de beligerância prosseguida antes pelo Partido Democrático.
  • A chamada a Lisboa, por ordem de Sidónio Pais, de muitos oficiais com experiência de guerra ou por razões de perseguição política ou de favor político.
  • Devido à falta de barcos, as tropas portuguesas não foram rendidas pelas britânicas, o que provocou um grande desânimo nos soldados. Além disso, alguns oficiais, com maior poder económico e influência, conseguiram regressar a Portugal, mas não voltaram para ocupar os seus postos.
  • O moral do exército era tão baixo que houve insubordinações, deserção e suicídios.
  • O armamento alemão era muito melhor em qualidade e quantidade do que o usado pelas tropas portuguesas o qual, no entanto, era igual ao das tropas britânicas.
  • O ataque alemão deu-se no dia em que as tropas lusas tinham recebido ordens para, finalmente, serem deslocadas para posições mais à rectaguarda.
  • As tropas britânicas recuaram em suas posições, deixando expostos os flancos do CEP, facilitando o seu envolvimento e aniquilação.
O resultado da batalha já era esperado por oficiais responsáveis dentro do CEP, Gomes da Costa e Sinel de Cordes, que por diversas vezes tinham comunicado ao governo português o estado calamitoso das tropas.
No entanto, é de realçar o facto de a ofensiva "Georgette" se tratar duma ofensiva já próxima do desespero, planeada pelo alto comando da Alemanha Imperial para causar a desorganização em profundidade da frente aliada antes da chegada das tropas norte-americanas, que nessa altura se encontravam prestes a embarcar ou já em trânsito para a Europa.
O objectivo do general Ludendorff no sector português consistia em atacar fortemente nos flancos do CEP, consciente que nesse caso os flancos das linhas portuguesa e britânica vizinha recuariam para o interior das suas zonas defensivas respectivas em vez de manterem uma frente coerente, abrindo assim uma larga passagem por onde a infantaria alemã se pudesse lançar. Coerente com essa táctica e para assegurar que os flancos do movimento alemão não ficassem desprotegidos, os estrategas alemães decidiram-se a simplesmente arrasar o sector português com a sua esmagadora superioridade em capacidade de fogo artilheiro (uma especialidade alemã), e deslocando para a ofensiva um grande número de efectivos como se explica acima, (nas palavras dos próprios: "Vamos abrir aqui um buraco e depois logo se vê!", o que também indicia o estado de espiríto já desesperado do planeamento da ofensiva). Nestas condições, não surpreende a derrocada do CEP, que apesar de tudo resistiu como pôde atrasando o movimento alemão o suficiente para as reservas aliadas serem mobilizadas para tapar a brecha.
Esta resistência é geralmente pouco valorizada em face da derrota, mas caso esta não se tivesse verificado a frente aliada na zona poderia ter sido envolvida por um movimento de cerco em ambos os flancos pelo exército alemão, o que levaria ao seu colapso. Trata-se de uma batalha com muitos mitos em volta a distorcerem a percepção do realmente passado nesse dia 9 de Abril de 1916.
Uma situação análoga à da batalha de La Lys foi a da contra-ofensiva alemã nas Ardenas na parte final da Segunda Guerra Mundial (Batalha do Bulge), que merece comparação pelas semelhanças entre ambas. Novamente um exército aliado escasso para defender o sector atribuído (I Exército dos Estados Unidos da América), sujeito a uma ofensiva desesperada por parte do Alto Comando Alemão (OKW - Oberkommando der Wehrmacht), para desorganizar a frente aliada arrombando-a em profundidade, usando para o efeito quatro exércitos completos (dois blindados) para atacar no sector do I exército norte-americano. A consequência foi o colapso local da frente, com retirada desorganizada dos americanos e com milhares a serem feitos prisioneiros pelos alemães, contido depois com as reservas aliadas (incluindo forças sobreviventes da Batalha de Arnhem ainda em recuperação como a 101ª e a 82ª divisões aerotransportadas) e com o desvio de recursos de outros exércitos aliados nas regiões vizinhas (com destaque para o III Exército do general Patton), obrigando a passar duma situação de ofensiva geral aliada à defesa do sector das Ardenas a todo o custo. Os aliados só retomariam a iniciativa na frente ocidental passado mais de um mês.
Comparando-se ambas compreende-se melhor a derrocada das forças do CEP em La Lys.
A experiência do Corpo Expedicionário Português no campo de batalha ficou registada na publicação João Ninguém, soldado da Grande Guerra, com ilustrações e texto do capitão Menezes Ferreira.

Nesta batalha a 2ª Divisão do CEP foi completamente desbaratada, sacrificando-se nela muitas vidas, entre os mortos, feridos, desaparecidos e capturados como prisioneiros de guerra. No meio do caos, distinguiram-se vários homens, anónimos na sua maior parte. Porém, um nome ficou para a História, deturpado, mas sempiterno: o soldado Milhões.
De seu verdadeiro nome Aníbal Milhais, natural de Valongo, em Murça, viu-se sozinho na sua trincheira, apenas munido da sua menina, uma metralhadora Lewis, conhecida entre os lusos como a Luísa. Munido da coragem que só no campo de batalha é possível, enfrentou sozinho as colunas alemãs que se atravessaram no seu caminho, o que em último caso permitiu a retirada de vários soldados portugueses e britânicos para as posições defensivas da rectaguarda. Vagueando pelas trincheiras e campos, ora de ninguém ora ocupados pelos alemães, o soldado Milhões continuou ainda a fazer fogo esporádico, para o qual se valeu de cunhetes de balas que foi encontrando pelo caminho. Quatro dias depois do início da batalha, encontrou um major escocês, salvando-o de morrer afogado num pântano. Foi este médico, para sempre agradecido, que deu conta ao exército aliado dos feitos do soldado transmontano.
Regressado a um acampamento português, um comandante saudou-o, dizendo o que ficaria para a História de Portugal, "Tu és Milhais, mas vales Milhões!". Foi o único soldado raso português da Primeira Guerra a ser condecorado com o Colar da Ordem da Torre e Espada, a mais alta condecoração existente no país.
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Nosso comentário

Faz hoje anos, em que começou uma batalha sangrenta da I GUERRA MUNDIAL. Teve início em 9 de Abril de 1918, durou 20 dias, até 29 do mesmo mês. Nela pereceram cerca de 2.000 soldados portugueses.
Um pouco de memória lusa tirada da Wikipedia, um pouco de cultura, um recado aos europeus também.
Que esta e outras batalhas sangrentas que decorreram ao longo de toda a história no Continente Europeu, mas sobretudo as que tiveram curso em tempos ainda bem recentes, sirvam de exemplo à necessidade de afirmação de uma verdadeira União Europeia.

União Europeia a que foram dados alicerces, agora tão posta em causa novamente pelos regimes dos países que com ela mais beneficiam, Alemanha, França, entre outros. Oxalá esses regimes desses países caiam em si.
A União Europeia, se mais virtudes não tem, teria essa. Tornar um continente fratricida, beligerante, em gente de bem, gente pacífica, próspera.
Um Continente determinado a apostar na solidariedade dos povos que nele nasceram, que nele vivem suas vidas. Um Continente, exatamente pela sua história dramática, que pode ser voz forte de pacificação nos conflitos no mundo.

La Lys serve para refletirmos, nós europeus, sobre o valor da nossa unidade, da nossa fraternidade, da nossa solidariedade.

Por isso aqui deixamos nossa singela homenagem a esses homens portugueses, às famílias enlutadas de um tempo sangrento, que ao menos suas vidas perdidas sirvam de exemplo  aos de agora e aos vindouros, para que as inúmeras "La Lys" da nossa Europa se não repitam.
É uma homenagem sentida aos bravos militares das mórbidas trincheiras daquele tempo, igualmente um apelo aos líderes europeus deste tempo, que ainda tenham com dez reis de testa.
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Fiquem bem,

domingo, abril 08, 2012

Arcebispo e Pacheco Pereira de mãos postas...

Homilia na Sé de Braga

D. Jorge Ortiga critica os que "exploram os fracos"

O Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, fez este domingo duras críticas à sociedade portuguesa, com especial destaque para aqueles “não ousam sujar as mãos com a vida real das pessoas” e que os que não se incomodam em explorar os mais fracos.

Por:Joana Nogueira

Começando por destacar na homilia, que este domingo decorreu na Sé de Braga, os que "de mãos atadas em lençóis limpos, não ousam sujar as mãos com a vida real das pessoas, do concreto; que têm medo de amar para não se conspurcar, pura e simplesmente, para não gastar a vida com os outros", D. Jorge Ortiga lamentou que a sociedade esteja vocacionada apenas para os grupos de interesse.
"Quando muito, olhamos apenas para os nossos correligionários, ou seja, para os grupos de interesse", lamentou o presidente da Pastoral Social.
"Mas há hoje, nós o sabemos também, na sociedade, muitas mãos sujas com iniquidade, com a exploração dos fracos ou com as conjuras de interesses", razão pela qual é urgente que "a sociedade actual reclama um modelo novo e somos nós os protagonistas para o concretizar".
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Pacheco Pereira diz que Passos Coelho agiu de «má fé»


Pacheco Pereira disse no programa “Quadratura do Círculo” da SIC Notícias que “desconfia” que sejam razões eleitorais as que levam o Executivo de Passos Coelho a referir que volta a pagar 13º e 14º meses em 2015 e afirmou ser "evidente a má-fé do primeiro-ministro, que prometeu e não cumpriu”, ao ter estendido o corte nos subsídios de natal e de férias até ao final da vigência do programa de assistência financeira a Portugal”.
“Para já, não é aquilo que foi prometido. Segundo, se não é aquilo que nos foi prometido, ou seja que o corte seria absolutamente extraordinário e corresponderia ao período de intervenção da ‘troika’, ou seja, em 2013 – não é em 2014. Em 2014 as pessoas já deviam ter direito a receber o seu subsídio conforme estava previsto”, defendeu Pacheco Pereira no programa, citado hoje pela Rádio Renascença.
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Nosso comentário

Tecemos por vezes algumas críticas às posições da Igreja Católica. Fazemo-lo porque nos parece haver certos desenvolvimentos da vida social dos tempos modernos que a hierarquia não pode ou não quer acompanhar. Ou seja, um recusar evoluir um pouco, segundo os sinais dos tempos.
Não é hoje o caso.
Queremos elogiar a homilia do Arcebispo de Braga, gostamos sinceramente das palavras que lemos acima.

Oxalá a vocação humanista da Igreja Católica, expressa em belas encíclicas, possa deixar o papel, dar mostras agora de que existe mesmo de uma forma programática, muito para além da caridadezinha... que tenha uma palavra a dizer contra os que oprimem, que exploram os mais fracos.
Que encontre na esperança sinais de motivação para as pessoas tão fustigadas pelos pregoeiros da desgraça, "muitas mãos sujas com iniquidade, com a exploração dos fracos ou com as conjuras de interesses", no dizer do Arcebispo D. Jorge Ortiga.

Que ajude a fomentar uma conciliação social, uma convivência harmoniosa entre todos, independentemente da idade, credo, raça, proveniência, etc. não a fraturação de má fé a que vimos assistindo...
Fraturação essa levada a cabo não só pelos que governam, mas pelos que "de mãos atadas em lençóis limpos, não ousam sujar as mãos com a vida real das pessoas"

Finalmente uma nota positiva para Pacheco Pereira. Na sequência de outros notáveis do "regime" distancia-se das posições neoliberais, mais troikistas que a troika, de PC (Passos Coelho)
A falta de verdade de PC vem bradando aos céus, fica difícil até mesmo à "família laranja" aguentá-las por muito tempo. Isto porque os ambiciosos que por lá andam irão ficar agarrados a tais tempos de mentira compulsiva e suas carreiras políticas ameaçadas de morte.

Os portugueses que acreditaram nas promessas eleitorais dos vencedores das últimas eleições legislativas e as compara com a realidade atual, um chorrilho de lapsos, de "alterações de verdade" permanentes, só pode pedir a todos os santos ( e não chegam) que nos livrem de uma tal pandilha. Que se pense em algo de sério para enfrentar com equidade, temperança, competência, fraternidade, os desafios difíceis dos tempos que vivemos.
Que esta gente, com tais métodos, seja desde já responsabilizada por uma convulsão social bem capaz de vir a acontecer.
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Fiquem bem,



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Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...