sexta-feira, maio 31, 2024

Novo Livro de poemas -A CAMINHO DO PRADO -

 

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Visitem este meu novo e livro de Poemas. Basta clicar no link acima.


Tal como o subtítulo deixa antever, há neste livro vida, tempo, vivências, acontecimentos, histórias, coisas simples. Existe nele o melhor e também o menos bom que acontece. É marca do que tenho escrito expressar na minha poesia uma substancial variedade de temas. Não tenho temáticas preferidas. Não tenho regras rígidas de escrita. Não faço revisões milimétricas ao que acabara de escrever. Nem defino margens rígidas nem tamanhos X e Y para este ou aquele poema ou texto.. Escrevo e pronto.

Quanto a mim, trabalhar, rebuscar com palavras enfeitadas, ou de dicionário um poema, ou  até um texto em prosa, é estragar a essência do que lhe está na origem: a inspiração e/ou o mote que lhe deu vida. Gosto da espontaneidade do momento. Da lembrança boa, do momento sublime, da observação momentânea, também das  agruras e violências que o tempo vem debitando na história do mundo. Não esqueço aspetos sociais e humanos preocupantes. Longe de mim tal coisa. Por formação e sensibilidade.

Dito isto, espero que gostem dos poemas deste novo livro. Dei-lhe, dir-se-ia ao acaso, o nome do primeiro poema que nele aparece. Foi ao acaso mesmo. E como é costume meu colocar os poemas por ordem alfabética, calhou ao primeiro deles ser o título do novo livro: "A caminho do prado"; em subtítulo fica (Poemas com princípio, meio e...)

Fiquem bem 

António Esperança Pereira

quarta-feira, maio 15, 2024

Ana Jorge garante que entregou 26 documentos ao Governo e revela que está "indignada com a ministra"

 

Ana Jorge (Miguel A. Lopes/Lusa)


"Não podia deixar de ficar indignada pelas acusações de que a Mesa e eu própria fomos alvos por parte da ministra do Trabalho. A senhora ministra afirmou que a Mesa tinha agido em benefício próprio. Rejeito de forma absoluta estas acusações e lamento profundamente o que ela disse sobre os vencimentos e que revela um total desconhecimento. Os vencimentos são fixados pelo membro do Governo da área da Segurança Social".

Foi desta forma que Ana Jorge, a provedora exonerada da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, começou o seu depoimento sobre a situação financeira da instituição e o negócio da internacionalização dos jogos sociais, bem como sobre a exoneração da Mesa (administração da Santa Casa).

A provedora - que continua em funções apesar de ter sido exonerada - explicou ainda que quando entrou na Santa Casa foi feito um levantamento do estado financeiro da instituição, revelando que existia uma "situação de rutura iminente de tesouraria" e que a mesma corria o risco de "não conseguir pagar salários". 

"Ficam para a Santa Casa 170 milhões e os restantes 474 milhões são distribuídos pelos outros beneficiários", explicou.

Sobre a internacionalização da Santa Casa - Santa Casa Global -, Ana Jorge revela que em dezembro de 2020 foi feita a aquisição de parte da sociedade gestora do Hospital da Cruz Vermelha. 

"Perante a situação crítica que a Santa Casa se encontrava em maio de 2023, e - ali sim e não agora - numa situação de rutura iminente de tesouraria, a mesa da Santa Casa tomou a 16 de junho de 2023 um conjunto de medidas de sustentabilidade financeira. Estas medidas todas estão contidas num documento entregue à ministra, conjuntamente com outros 25 documentos." Refira-se que o Governo acusou Ana Jorge de não providenciar informação.

Perante os deputados, a provedora garantiu que, apesar da mesa da Santa Casa ser acusada "de inação", os membros trabalharam "arduamente para que, em setembro de 2023, fossem pagos todos os salários, para que fossem cumpridos os compromissos com fornecedores, para que não houvesse qualquer situação de incumprimento".

"É um facto que a Santa Casa tem, de facto, um grave problema financeiro estrutural. Mas também é facto que a Santa Casa sempre cumpriu pontualmente todos os seus compromissos financeiros. Ainda vamos a tempo de recuperar a Santa Casa, mas de facto há muito para fazer na própria reestruturação interna da Santa Casa. Mas ao contrário do que tem sido afirmado nos últimos dias, a situação económica e financeira da santa casa não compromete a missão primordial de apoio aos mais vulneráveis e desfavorecidos. De facto, e vou apresentar números, como tem sido afirmado, a situação económica e financeira não compromete o apoio aos vulneráveis e mais desfavorecidos", afirmou.

Fiquem bem

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domingo, maio 12, 2024

Líderes religiosos em Lisboa em busca de soluções para "conflitos"

Dezenas de líderes religiosos das principais confissões e representantes da sociedade reúnem-se em Lisboa, a partir de terça-feira, no 1.º Fórum Global KAICIID, em busca de soluções para o atual cenário de "guerras, conflitos e profundas clivagens sociais".

 iStock

12/05/24 09:03 ‧ HÁ 13 HORAS POR LUSA

"Num momento particularmente difícil, em que a humanidade enfrenta enormes desafios, com guerras, conflitos e profundas clivagens sociais a abrirem espaço para o medo, a desconfiança e os discursos de ódio e de intolerância, este Fórum Global para o Diálogo ganha ainda mais sentido, focando-se no poder do diálogo intercultural e inter-religioso como chave para a identificação de bases comuns em torno da defesa da dignidade e dos direitos humanos como pilares de sociedades pacíficas", lê-se num comunicado da organização.

A conferência, de terça-feira a quinta-feira, é subordinada ao tema "O Diálogo Como Força Transformadora: Construir Alianças para a Paz num Mundo em Rápida Mudança", organizada pelo Centro Internacional Rei Abdullah Bin Abdulaziz para o Diálogo Inter-religioso e Intercultural (KAICIID), uma organização intergovernamental que visa promover o diálogo entre religiões e culturas.

O Fórum Global KAICIID para o Diálogo, cujo anfitrião será o secretário-geral da organização, Zuhair Alharti, vai contar com o contributo de figuras internacionais como Graça Machel, cofundadora e vice-presidente do The Elders (grupo independente de líderes globais que trabalham em conjunto pela paz, justiça e direitos humanos), Matteo Renzi, antigo primeiro-ministro italiano, e François Hollande, antigo Presidente francês, bem como o chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa.

O Fórum contará também com a presença de importantes líderes religiosos como o Patriarca Ecuménico de Constantinopla, Bartolomeu I, o Grande Mufti do Egito, Shawki Ibrahim Abdel-Karim Allam, ou o rabino principal da Polónia, Michael Schudrich.

No encontro, decisores políticos e líderes religiosos, organizações internacionais e representantes da sociedade civil vão sentar-se à mesa "para procurarem construir confiança, expandir visões e criar oportunidades para que seja possível sair do plano das intenções e avançar para uma ação concreta e concertada, através do desenvolvimento de iniciativas multilaterais para a construção de coesão social e resolução de conflitos".

O centro é composto por um Conselho das Partes constituído por representantes dos Estados-membros fundadores - Arábia Saudita, Áustria, Espanha e a Santa Sé (como fundador observador) - e um Conselho Diretivo composto por representantes de várias religiões (incluindo Cristianismo, Budismo, Hinduísmo, Islão, Judaísmo, Jainismo e Sikhismo). 

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quarta-feira, maio 01, 2024

Nem sabe o mal que está a fazer ao sentar-se de pernas cruzadas

 


Cuidado que podem existir alguns problemas a longo prazo. O melhor é repensar na forma como coloca as pernas.

O 'website' Best Life falou com vários médicos, como a fisioterapeuta Sandra Gail Frayna, Sean Ormond, Leann Poston e Jared Heathman que identificaram alguns dos principais riscos de sentar-se de pernas cruzadas. Conheça-os.

Hipertensão

"Quando cruza as pernas, o sangue tem que passar por um canal menor e as veias podem ficar comprimidas, dificultando o retorno do sangue ao coração", refere Sean Ormond.

Coágulos no sangue

"Ficar sentado, especialmente numa posição restritiva, pode retardar o fluxo sanguíneo e aumentar o risco de coágulos", explica Leann Poston.

Dores crónicas

"Pode sobrecarregar os músculos e ligamentos da coluna, causar desconforto ou dor crónica ao longo dos anos", conta Sean Ormond.

Problemas na anca

"Se cruzá-las até à altura do joelho, esta posição acaba por exercer uma pressão sobre a zona da anca", continua.

Paralisia

Pode acontecer algo chamado de "paralisia da perna cruzada", quando fica sentado desta forma durante largos períodos. "Isso ocorre quando a pressão é mantida num nervo por tempo suficiente para causar paralisia", explica Jared Heathman.

Leia Também: Adora fazer sestas durante o dia? Temos ótimas notícias para si


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segunda-feira, abril 08, 2024

Estas são as cinco razões para deixar de utilizar já as SMS!



O Serviço de Mensagens Curtas (SMS) tem sido um elemento básico da comunicação nos dispositivos móveis desde os anos 90, quando chegou comercialmente nas redes móveis de todo o mundo. Entretanto com o passar do tempo os serviços de mensagens baseados no Protocolo Internet tornaram-se mais populares, mas os SMS continuam a ser muito utilizadas – e isto não é necessariamente uma coisa boa. Assim vamos dizer-lhe as cinco razões para deixar de utilizar já as SMS! Estas são as cinco razões para deixar de utilizar já as SMS! É verdade que as SMS são fáceis de utilizar. Para além […]© Fornecido por Leak

Falta de encriptação de ponta a ponta

As SMS não têm encriptação ponta a ponta. De facto, as mensagens SMS são normalmente enviadas em texto simples. Isto significa que não existe qualquer tipo de proteção e que praticamente qualquer pessoa com conhecimentos suficientes pode intercetar uma SMS. Se o seu operador móvel utiliza algum tipo de encriptação, o mais provável é que utilize um algoritmo fraco e desatualizado, que só é aplicado durante o trânsito da mensagem.

A SMS depende de uma tecnologia desatualizada

A tecnologia SMS depende de um conjunto de protocolos de sinalização chamado Signaling System No. 7 (SS7), desenvolvidos na década de 1970. Está desatualizado e é altamente inseguro, o que as torna vulneráveis a vários tipos de ataques.

As entidades oficiais podem ler as suas mensagens SMS

Porque é que as falhas de segurança no SS7 ainda não foram corrigidas? Uma explicação possível é que os reguladores não estão particularmente interessados em fazê-lo, porque os governos de todo o mundo escutam os seus cidadãos. Quer esta seja a verdadeira razão ou não, é indiscutível que o seu governo poderia ler as suas mensagens SMS se quisesse. Nos Estados Unidos, as autoridades policiais nem sequer precisam de um mandato para aceder a mensagens com mais de 180 dias.

O seu operador armazena as suas mensagens

As mensagens SMS ficam nas operadoras durante um determinado período de tempo (a duração depende da operadora). Os metadados, que dizem respeito a informações sobre os próprios dados, ficam durante ainda mais tempo. Se não está preocupado com a possibilidade de as autoridades policiais lerem as suas mensagens, talvez queira saber que o seu operador móvel também pode aceder às mesmas. Embora seja verdade que as leis, regulamentos e políticas internas impedem os fornecedores de serviços móveis de espiar os utilizadores, o acesso não autorizado e as violações continuam a ocorrer.

Não é possível cancelar o envio de uma mensagem SMS

Não é possível cancelar o envio de uma mensagem SMS. Assim que o destinatário a recebe, esta permanece no seu telemóvel indefinidamente, a menos que a apague manualmente. Enviar um SMS lamentável e embaraçoso é uma coisa, mas e se o telemóvel do destinatário estiver comprometido de alguma forma? E se tiver revelado numa SMS alguma informação pessoal que não deveria ter revelado? Este é provavelmente um cenário que preferia não contemplar.


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segunda-feira, março 25, 2024

Montenegro herda excedente de €3,19 mil milhões de Medina, o equivalente a 1,2% do PIB

 

Novo governo recebe das mãos de Costa um excedente de 1,2% do PIB, inédito na democracia portuguesa, e 0,4 pontos percentuais acima face ao antecipado no Orçamento do Estado para 2024. A dívida pública fica nos 99,1% do PIB


Montenegro herda excedente de €3,19 mil milhões de Medina, o equivalente a 1,2% do PIB© Clara Azevedo/ Gabinete do
 primeiro-ministro


Confirma-se: o excedente orçamental previsto pelo Governo para 2023 acabou por ficar muito acima do previsto. O “brilharete” - como tem sido chamada esta margem, quer de forma depreciativa quer elogiosa - ficou muito acima do excedente de 0,8% antecipado pelo anterior Governo, tendo alcançado os 1,2% do produto interno bruto (PIB), anunciou esta segunda-feira, 25 de março, o Instituto Nacional de Estatística (INE). O excedente, em termos brutos, é de 3194 milhões de euros.

É o maior excedente da democracia e é um regresso ao equilíbrio das contas públicas desde o superávit de 0,1% em 2019, ainda Mário Centeno era ministro das Finanças, o primeiro excedente desde 1974. Em 2022, ano durante o qual ainda se sentiram de forma aguda os efeitos da pandemia da covid-19 somados aos da guerra na Ucrânia, o Estado apresentou um défice orçamental de 0,4% do PIB.

O excedente maior que o antecipado teve origem “principalmente no subsetor dos Fundos de Segurança Social, uma vez que os subsetores da Administração Central e da Administração Regional e Local apresentaram saldos negativos”. A subida das receitas foi “em grande medida impulsionada pelo aumento da receita corrente”, que mais do que compensou o aumento da despesa em remunerações e juros.

A dívida pública, por sua vez, ficou abaixo dos 100%, nos 99,1% em 2023.

O excedente fica acima das previsões de entidades como o Fundo Monetário Internacional, que previa um défice de 0,2% do PIB para 2023; da OCDE, cuja estimativa sugeria um excedente de 0,8%; do Conselho de Finanças Públicas, que assumia um superávit de 0,9%; e do Banco de Portugal, que antecipava um excedente de 1,1% para o ano passado.

Este excedente inédito na vida democrática portuguesa é anunciado num período de transição entre dois governos e está a ser tema central no debate político. Especula-se que o governo minoritário da AD liderado por Luís Montenegro vá usá-lo para cumprir parte, ou todas, as promessas eleitorais que fez a vários grupos profissionais do Estado que reivindicam aumentos salariais e a contabilização de anos perdidos nas carreiras. O excedente “excessivo” está, entretanto, a provocar desconforto entre as fileiras do PS, agora na oposição, incomodados com o dinheiro em caixa que poderia ter sido utilizado no poder para satisfazer exigências salariais. E que agora será um presente para o novo governo.

Mário Centeno, agora no papel de governador do Banco de Portugal, disse na sexta-feira que o excedente orçamental é uma forma de acautelar menos dificuldades no caso de mudança do ciclo económico. “Portugal viveu 80% dos dias, entre 2000 e 2017, em procedimento de défice excessivo. Não queremos lá voltar (…) Se não acautelarmos a margem financeira que nos permita gerir as próximas crises o país corre os mesmíssimos riscos que correu no passado", alertou, sublinhando que as regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) regressarão já em 2025 depois de quatro anos suspensas devido à pandemia.

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quarta-feira, março 13, 2024

Líder de extrema-direita neerlandês Geert Wilders desiste da chefia do Governo

 

O líder islamofóbico de extrema-direita neerlandês, Geert Wilders, anunciou hoje que não será primeiro-ministro dos Países Baixos devido à falta de apoio dos partidos com os quais tentava formar uma coligação governamental.© Reuters

"Só posso tornar-me primeiro-ministro se todos os partidos da coligação me apoiarem. Este não foi o caso", disse Wilders na rede social X, quase quatro meses após as eleições legislativas, marcados por negociações políticas para encontrar uma solução de governo.

Em 23 de novembro, o Partido da Liberdade (PVV), liderado por Wilders, ganhou as eleições legislativas, com um discurso abertamente antieuropeu e islamofóbico, embora não tenha alcançado maioria suficiente para governar sozinho.

Órgãos de comunicação social neerlandeses têm noticiado avanços nas conversações para a constituição de um executivo de base tecnocrática.

Os partidos políticos estão prontos para dar um "próximo passo" na formação de um governo ao final de dois dias de "boas" e "intensas" discussões, declarou na terça-feira o supervisor das negociações para a formação de um executivo, Kim Putters, que deve apresentar um relatório crucial na quinta-feira.

Wilders surpreendeu os Países Baixos e o resto da Europa ao obter pela primeira vez para a extrema-direita uma vitória nas últimas legislativas.

O líder do Partido da Liberdade (PVV) tentou primeiro obter a maioria governamental com o partido liberal VVD, o partido agrícola BBB e o partido centrista Novo Contrato Social (NSC), mas as negociações chegaram a um impasse no mês passado, quando o líder desta última força política, Pieter Omtzigt, se retirou abruptamente das conversações, apontando o estado sombrio das finanças públicas.

"Gostaria de um governo de direita. Menos asilo e imigração. Neerlandeses primeiro", escreveu Wilders no X, acrescentando: "O amor pelo meu país e pelos meus eleitores é grande e mais importante do que a minha própria posição".

Omtzigt já havia manifestado preocupações sobre o manifesto de Wilders, um texto islamofóbico e cético em relação ao clima, que defende nomeadamente a proibição das mesquitas e do Corão, livro sagrado islâmico, bem como a saída dos Países Baixos da União Europeia.

No sistema político neerlandês altamente fragmentado, onde nenhum partido é suficientemente forte para governar sozinho, o anúncio dos resultados marca geralmente o início de meses de negociações.

Na altura, o jornal Algemeen Dagblad descreveu as conversações como uma "catástrofe à espera de acontecer", com "veneno, críticas mútuas, fofocas".

Kim Putters, um antigo senador trabalhista, foi então nomeado para supervisionar o diálogo, trazendo com sucesso os líderes dos quatro partidos rivais de volta à mesa de negociações.

Mark Rutte permanece no cargo de primeiro-ministro enquanto se aguarda a formação de um novo governo, mas ao mesmo tempo aparece como o favorito para liderar a NATO.

Desde as eleições, o apoio ao PVV só se fortaleceu, segundo as sondagens.

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