sexta-feira, fevereiro 22, 2019

Os vidros do seu carro embaciam?

Nota:

Se os vidros do seu carro embaciam frequentemente experimente fazer as seguintes operações:
-Ligar a ventilação no máximo; de seguida ligar o ar condicionado (caso o seu carro esteja equipado com este opcional); colocar o circuito de ar em modo “aberto” (circulação do ar exterior); abrir um pouco as janelas do carro para facilitar a circulação de ar. 
Se estas operações não forem suficientes aconselha-se como precaução seguir as dicas seguintes pois evitarão que o seu carro embacie com tanta facilidade.

Oxalá as sugestões sejam úteis para o seu caso.
Desejo um excelente fim de semana,

António Esperança Pereira

1. Lave o carro com regularidade

Se lavar o seu automóvel com alguma regularidade, deverá conseguir impedir que este se embacie com tanta intensidade. Isto, porque os pós, óleos e gorduras que ficam acumuladas no vidro servem de base para a humidade se acumular.
Lavar o carro, pelo menos uma vez por semana, deverá ajudá-lo na tarefa de impedir que os vidros se embaciem com tanta facilidade.

2. Use uma batata crua

Embora possa parecer estranho e pouco usual, a terra pode mesmo dar-lhe um dos melhores antídotos que existem para desembaciar os vidros do carro.
Para isso, deve apenas pegar numa batata, descascá-la e lavá-la e, de seguida, cortá-la aproximadamente a meio, garantindo que fica com uma superfície lisa e uniforme. De seguida, deve apenas passar a batata por toda a superfície do vidro e esperar que seque.
Ao contrário do que possa pensar, a batata não manchará o vidro nem tampouco deixará qualquer odor. Na verdade, ao passar a batata crua sobre o vidro criará uma camada que impedirá que a humidade se cole diretamente no vidro.

3. Areia de sílica

Conhecida na gíria como “areia para gatos”, a areia de sílica é também uma forma muito eficaz de prevenir que os vidros do seu carro fiquem embaciados.
A areia de sílica é um tipo de areia extremamente absorvente e irá, por isso, absorver toda a humidade existente no interior do automóvel, evitando assim que se esta se “cole” ao vidro, fazendo com que estes embaciem.
Para isso, basta encher um par de meias com esta areia (ou outro tipo de areia também absorvente) e atar a meia com um nó. Posteriormente, coloque o par de meias sob o tablier, durante a noite. Verá que ao amanhecer, o vidro frontal do seu carro estará totalmente desembaciado.

4. Cera automóvel

A cera automóvel terá um modo de atuação e um efeito semelhante àquele produzido pela batata. No entanto, este deverá ser mais duradouro, visto tratar-se de um material sintético.
Tal como faria com a batata, coloque um pouco de cera automóvel sob um pano e espalhe uniformemente a cera sobre a superfície do vidro.
De seguida, usando outro pano limpo, remova o excesso de cera do vidro e deixe secar. Repita este processo de 2 em 2 semanas. Tal como referimos, a cera automóvel é um produto um pouco mais eficaz a longo prazo do que a batata e, talvez, o possa considerar também um processo menos caricato. No entanto, tenha em conta que, provavelmente, será também mais caro.
Recorde que nenhuma destas dicas eliminará para sempre os vidros do carro embaciados, mas qualquer uma delas o ajudarão a garantir melhor visibilidade, durante mais tempo.

quarta-feira, fevereiro 20, 2019

Passatempo, em japonês



Nota breve do autor do blog:


Porque a informação global, venha ela de onde vier, verse ela que assuntos versar, nos devora o tempo e a paciência…
permito-me hoje publicar uma coisa simples.
Uma brincadeirinha.
Brincadeira essa que pode ser chamada de "passatempo".
Todavia, se levada a sério, até pode abrir uma porta a algum leitor ou leitora do blog que queira começar a estudar uma língua.
E como são tantas as línguas que existem por esse mundo fora, aprender uma delas até pode ser interessante e, em muitos casos, muito útil até.
Por um lado pode contribuir para exercitar a sua memória, o que já não seria mau, mas pode também servir de trampolim para um emprego ou para fazer a viagem com que sempre sonhou e praticar um pouco por lá os seus conhecimentos linguísticos.
Que lhe parece?
Para já, tente pelo menos, tal como a figurinha indica, experimentar como fica o seu nome em japonês, certo?

Fiquem bem,
António Esperança Pereira




sábado, fevereiro 16, 2019

Dia dos namorados e o Amor



Ao longo de diversos anos muitos símbolos têm sido usados para representar o amor. Todavia na atualidade os corações e as rosas vermelhas são os mais utilizados para ilustrar aquele que é um dos sentimentos mais fortes do mundo, o amor. O Dia dos Namorados já passou, todavia o amor, esse sempre fica. 
Falemos hoje apenas das rosas vermelhas e do coração, principais símbolos usados na atualidade para simbolizar o sentimento AMOR.

Rosas vermelhas:

As rosas estão popularmente associadas ao amor e à paixão. As rosas vermelhas, em particular, costumam ser oferecidas em ocasiões especiais, como o Dia dos Namorados.
A ligação entre as rosas e o amor data à mitologia grega e romana. Está relacionada com Afrodite, a deusa grega do amor, e Vénus, a deusa romana do amor.
Anos mais tarde o cristianismo usou as rosas como o símbolo para a virtude da Virgem Maria. A clássica rosa vermelha foi popularizada por muitos poetas, incluindo Shakespeare e Gertrude Stein. Permanece como um dos mais populares símbolos de amor e paixão.

Coração:

Nada representa o amor romântico da melhor forma do que um coração. Este simboliza o centro das emoções nos humanos, incluindo o amor.
O formato do coração foi usado pela primeira vez para retratar o amor numa ilustração, do século XIV, de um poema de Francesco Barberino, intitulado 'Documenti D'amore'.
Anos mais tarde, uma tapeçaria do século XV intitulada 'Le don du Coeur' (O presente do Coração) mostrava um homem a segurar um coração. O símbolo ainda hoje é usado como uma metáfora para o amor.

Desejo a todos a continuação de um ótimo fim de semana,

António Esperança Pereira


quarta-feira, fevereiro 13, 2019

Cinco mitos alimentares


Nota:
Apesar da muita informação disponível, ainda prevalecem alguns preconceitos ligados à alimentação e à saúde.
Conheça alguns dos mitos alimentares mais comuns.
(Retirado de "ACP Saúde")

1. "O café faz mal à saúde”

Este é um dos mitos mais frequentes. De acordo com a Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar, o consumo de cafeína até 200 mg/dia não tem consequências na saúde dos adultos saudáveis.
O tradicional café “expresso” possui entre 90 a 120 mg de cafeína, pelo que o consumo diário de 2-3 cafés não é prejudicial à saúde. É necessário, porém, não esquecer a presença de cafeína noutros alimentos. Por exemplo, uma lata de bebida energética contém 80 mg de cafeína e uma lata de 330 ml de refrigerante (“Cola”) contém cerca de 35 mg de cafeína.
O café combate a fadiga e melhora o desempenho cerebral (memória e a capacidade de concentração), além de que tem um efeito termogénico (ou seja, ajuda a queimar calorias). No entanto, em caso de insónias ou arritmias, o consumo excessivo de café pode ser um problema. Nestes casos, deve consultar o seu médico para saber qual a recomendação mais adequada para si. 

2. "A água engorda”

A água não engorda. Nem às refeições, nem fora delas. A água não tem valor calórico, logo não produz efeito no aumento do peso.
O consumo de 1,5 litros de água por dia apresenta diversos benefícios para a saúde como, por exemplo, no que respeita ao bom funcionamento dos intestinos. A água é essencial, por isso, beba água sempre que desejar.

3. "Os ovos aumentam o mau colesterol”

Outro dos mitos mais comuns. Os ovos são um alimento rico em colesterol (185 mg por unidade), mas a sua ingestão com frequência não faz com que o colesterol dos ovos transite para o que circula no sangue.
Em 2013, um estudo publicado no British Medical Journal concluiu que o elevado consumo de ovos (um ou mais por dia) não está associado ao aumento do risco de AVC ou doença coronária. Aliás, os ovos são uma boa opção alimentar porque, além de ajudarem a baixar a tensão arterial, reduzem o risco de cancro e ajudam a controlar o apetite, pelo que podem ter um contributo positivo no âmbito de um regime alimentar que vise a perda de peso.

4. "O leite é prejudicial à saúde”

A discussão tem permanecido ativa junto da população e nos diversos meios de comunicação social. Existe um enorme fosso entre os defensores do consumo de leite e aqueles que defendem que, a partir de certa idade (em especial na idade adulta), deveríamos evitar o seu consumo.
O leite tem algumas características nutricionais interessantes, como as proteínas de grande valor biológico e o cálcio fácil de absorver pelo organismo (biodisponível). A presença de vitaminas, como as do complexo B (incluindo a B12), vitamina A e vitamina D (muito importante para a absorção de cálcio) é outro dos fatores de valorização do leite.
Um fator ainda mais importante quando sabemos que a maioria dos portugueses apresenta cálcio abaixo das necessidades (de acordo com os dados do Inquérito Alimentar Nacional e de Atividade Física de 2018), um cenário ainda pior no caso da vitamina D, já que 95,2% da população possui este nutriente abaixo das necessidades diárias.
Existem outros alimentos ricos em cálcio, como os produtos hortícolas (brócolos, espinafres e couves, por exemplo) mas não são tão biodisponíveis.
Um outro fator que importa considerar: existem estudos, com crianças em idade pré-escolar, que comprovam uma maior deficiência em iodo quando associada a um menor consumo de leite. O leite é fonte deste nutriente e os portugueses, em especial os mais jovens, apresentam elevados níveis de carência de iodo.
Permanece então a questão: será que todos podemos consumir leite? Nem todos. Para ser capaz de beber leite, digeri-lo e sentir-se bem com o seu consumo, o organismo deverá fabricar a enzima lactase, capaz de quebrar as ligações da lactose.
E apenas 35% da população mundial tem capacidade para o fazer. A prevalência de adultos com capacidade de fabricar lactase é reduzida em termos mundiais e a sua distribuição é muito variável.
Por exemplo, na Europa a frequência da tolerância pode variar entre os 15% e os 54% nas populações do Leste e Sul da Europa, e entre os 65% e os 68% nas populações da Europa Central e Ocidental.
Colocando de parte as pessoas com intolerância à lactose, a verdade é que os benefícios do consumo de leite parecem ser maiores do que os prejuízos associados à sua restrição. Os lacticínios têm um conjunto de nutrientes que dificilmente se obtêm numa dieta que exclua totalmente os produtos lácteos.
Conclusão: numa dieta saudável, e em pessoas não intolerantes ao leite de vaca, o leite deve ser um alimento consumido de forma equilibrada.

5. "Consumir hidratos de carbono à noite engorda”

Outro mito que importa analisar. A regra é a seguinte: não importa a hora a que come, importa o tipo de hidratos de carbono que consome. Os hidratos de carbono são nutrientes que fornecem energia. Os tubérculos, cereais integrais, fruta e legumes contêm hidratos de carbono, tal como as verduras e as hortaliças (se bem que em menor quantidade).
Os alimentos processados e derivados de cereais (massas, doces, bolachas, cereais de pequeno-almoço com açucares adicionados) são menos saudáveis e interessantes do ponto de vista nutricional, pelo que o ideal numa dieta saudável, sobretudo se pretende manter o peso, é evitar este tipo de alimentos. De dia ou de noite, restrinja a ingestão de massas, pão, farinhas, doces, bolachas e cereais de pequeno-almoço com excesso de açúcar.
Agora que já está a par de alguns dos principais preconceitos alimentares, faça escolhas saudáveis, informadas e promotoras de uma vida saudável.

Fiquem bem,


Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...