Hoje quero render a minha homenagem à popularidade de um poema simples, terno, intuitivo que dá pelo nome que se indica em título:
"MENINA DO BALEAL"
Está incluído numa colectânea minha de poemas "AMOR PLURAL (E)TERNO FEMININO" que pode ser vista, consultada e/ou adquirida no meu link da editora BUBOK em:
http://lusito.bubok.pt
Dado que este poema lidera as audiências do blogue, quer visitas do último mês, quer visitas de sempre, o que não deixa de ser fantástico...
Deixo a pergunta para quem quiser responder e/ou participar: qual o segredo deste poema, MENINA DO BALEAL, para liderar as audiências no BLOGUE???!!!
Agradeço a vossa colaboração.
Muito grato pela atenção e carinho que me dispensam,
António E. Pereira
sábado, outubro 30, 2010
sexta-feira, outubro 29, 2010
NOVO LIVRO: "UM ONTEM AQUI" (RE) LEMBRAR
Tinha dito uns tempos atrás que não havia dois sem três, quando lançava meu terceiro livro.
Hoje algum tempo depois, tenho que afirmar que não há nove sem dez;)
Pois é, acabo por reunir uma mão cheia de poemas em mais uma colectânea a que dei o título indicado acima: "UM ONTEM AQUI".
Pode ser visto no meu link da BUBOK EDITORA:
http://lusito.bubok.pt
Trata-se de uma colectânea especial para mim, por vezes comovente, ao ponto de não conseguir conter a lágrima que espontaneamente aparece.
Escrevi aí como sinopse:
"Uma colectânea de poemas com sentimentos que povoam o tempo que passa. Pessoas e lugares que se evocam por deixarem a sua marca, passos andados das nossas vidas, que na nossa perspectiva, é sempre possível trazê-los aqui. Tal e qual um exercício de memória que consiste em recriar um pouco de passado, mais longínquo, mais recente, hoje e aqui. Uma viagem!"
Espero que espreitem e gostem!
Obrigado pela atenção e carinho,
António E. Pereira
Hoje algum tempo depois, tenho que afirmar que não há nove sem dez;)
Pois é, acabo por reunir uma mão cheia de poemas em mais uma colectânea a que dei o título indicado acima: "UM ONTEM AQUI".
Pode ser visto no meu link da BUBOK EDITORA:
http://lusito.bubok.pt
Trata-se de uma colectânea especial para mim, por vezes comovente, ao ponto de não conseguir conter a lágrima que espontaneamente aparece.
Escrevi aí como sinopse:
"Uma colectânea de poemas com sentimentos que povoam o tempo que passa. Pessoas e lugares que se evocam por deixarem a sua marca, passos andados das nossas vidas, que na nossa perspectiva, é sempre possível trazê-los aqui. Tal e qual um exercício de memória que consiste em recriar um pouco de passado, mais longínquo, mais recente, hoje e aqui. Uma viagem!"
Espero que espreitem e gostem!
Obrigado pela atenção e carinho,
António E. Pereira
terça-feira, outubro 26, 2010
RETRATO SOCIAL (tipologias bizarras, sérias, chocantes)
Mais uma colectânea de poemas meus já à disposição na BUBOK editora.
Com o título "RETRATO SOCIAL" escrevi como sinopse o seguinte:
"Uma compilação de poemas com um realismo tratado de uma forma séria, pedagógica, mas por vezes com aquela pincelada de bizarro, chocante, burlesco mesmo, que se revela amiúde no comportamento humano".
Pode ser visto, consultado e/ou adquirido em:
http://lusito.bubok.pt
UM sincero obrigado pelo apoio e atenção.
Saudações cordiais com os desejos de uma óptima semana,
António E. Pereira
Com o título "RETRATO SOCIAL" escrevi como sinopse o seguinte:
"Uma compilação de poemas com um realismo tratado de uma forma séria, pedagógica, mas por vezes com aquela pincelada de bizarro, chocante, burlesco mesmo, que se revela amiúde no comportamento humano".
Pode ser visto, consultado e/ou adquirido em:
http://lusito.bubok.pt
UM sincero obrigado pelo apoio e atenção.
Saudações cordiais com os desejos de uma óptima semana,
António E. Pereira
sábado, outubro 23, 2010
SUBÚRBIOS DE MIM (meditar, sentir, reflectir)
Este o título da nova colectânea de poemas posto já em formato de livro e também disponível em Ebook.
Basta clicar no meu link de autor da Bubok para o visionar:
http://lusito.bubok.pt
"SUBÚRBIOS DE MIM" tem como sinopse o seguinte:
"O complexo e rico mundo interior, o nosso corpo o templo, a morada valiosa nem sempre acarinhada, compreendida e validada por cada um de nós. Um contexto pessoal EU “aqui presente” na participação superior da DANÇA DO UNIVERSO"
Voltei hoje a constatar que um livro meu regressou aos dez mais vendidos, com o que muito me congratulo;)
Grato pela atenção e apoio, os desejos de um óptimo fim de semana,
António E. Pereira
Basta clicar no meu link de autor da Bubok para o visionar:
http://lusito.bubok.pt
"SUBÚRBIOS DE MIM" tem como sinopse o seguinte:
"O complexo e rico mundo interior, o nosso corpo o templo, a morada valiosa nem sempre acarinhada, compreendida e validada por cada um de nós. Um contexto pessoal EU “aqui presente” na participação superior da DANÇA DO UNIVERSO"
Voltei hoje a constatar que um livro meu regressou aos dez mais vendidos, com o que muito me congratulo;)
Grato pela atenção e apoio, os desejos de um óptimo fim de semana,
António E. Pereira
quarta-feira, outubro 20, 2010
POBREZA E ABUNDÂNCIA
POBREZA E ABUNDÂNCIA é o título de um poema inserido no penúltimo livro publicado: "DEUS A VIDA E NÓS" que pode ser visto e adquirido no meu link da BUBOK
http://lusito.bubok.pt
Como está muito bem colocado nas preferências dos leitores do blogue, "TOP 10", e tem muito a ver com os tempos que correm, vai para ele o meu destaque de hoje:
POBREZA E ABUNDÂNCIA
Consumo desenfreado
luxo luxo
dinheiro ganho dinheiro por ganhar
a brotar por todo o lado
o que é espelho de um mundo abundante
que se agradece
mas também de tal forma alienado
que faz pensar
em três ou quatro quilómetros que faço
em cada semáforo
da minha cidade
me aparece o extremo oposto
pobreza farta bem à mostra
se somar ao que se vê
o que se não vê
a pobreza escondida
e também a envergonhada
combóio gente tanta carruagem
uns lá bem à frente
outros infelizmente
bem na retaguarda
o que conforta em termos de consciência
é que uns e outros
deixarão um dia esta experiência
vida desigual desequilibrada
combóio mundo com tanta falta de sentido
vida para tantos de extrema crueldade
para todos de ausência de respostas
e para tanto coração que se interroga
e pergunta porquê isto acontece
tanta desigualdade crueldade
tantas outras palavras terminadas em "ade"
ninguém responde porque ninguém sabe nada
_____________________________________
Obrigado pela atenção e apoio, sem os quais este projecto não seria viável,
António E. Pereira
http://lusito.bubok.pt
Como está muito bem colocado nas preferências dos leitores do blogue, "TOP 10", e tem muito a ver com os tempos que correm, vai para ele o meu destaque de hoje:
POBREZA E ABUNDÂNCIA
Consumo desenfreado
luxo luxo
dinheiro ganho dinheiro por ganhar
a brotar por todo o lado
o que é espelho de um mundo abundante
que se agradece
mas também de tal forma alienado
que faz pensar
em três ou quatro quilómetros que faço
em cada semáforo
da minha cidade
me aparece o extremo oposto
pobreza farta bem à mostra
se somar ao que se vê
o que se não vê
a pobreza escondida
e também a envergonhada
combóio gente tanta carruagem
uns lá bem à frente
outros infelizmente
bem na retaguarda
o que conforta em termos de consciência
é que uns e outros
deixarão um dia esta experiência
vida desigual desequilibrada
combóio mundo com tanta falta de sentido
vida para tantos de extrema crueldade
para todos de ausência de respostas
e para tanto coração que se interroga
e pergunta porquê isto acontece
tanta desigualdade crueldade
tantas outras palavras terminadas em "ade"
ninguém responde porque ninguém sabe nada
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Obrigado pela atenção e apoio, sem os quais este projecto não seria viável,
António E. Pereira
segunda-feira, outubro 18, 2010
AS MUSAS (conceito da Grécia antiga)

Porque dedico meus escritos não poucas vezes a uma entidade que apelido de "MUSAS";) embora no sentido mais alargado e modernista do termo, aqui vai o conceito de MUSAS por volta do ano 500 na GRÉCIA ANTIGA:
_______________________________
As musas (gr. Μοῦσαι) eram as deusas da música, da dança, da inspiração poética e, de certa forma, do conhecimento, pois conservavam a lembrança do passado. Pouco antes da época clássica, começaram a personificar a poesia, o canto, a dança e as demais artes, e a elas recorriam poetas, artistas, filósofos e outros intelectuais, em busca de inspiração.
Na versão mais conhecida, eram nove irmãs, filhas de Zeus e de Mnemósine, a personificação da memória. Em outras versões, provavelmente mais antigas, são consideradas filhas de Urano e Gaia (ver Alcman Fr. 67 e D.S. 4.7.1). Cantavam divinamente, em geral em coro, e dançavam, muitas vezes acompanhadas pela lira de Apolo. Apareciam sós ou em grupos de tamanho variado; a tradição de que eram nove remonta, provavelmente, a Hesíodo (Th. 26-8).
Os nomes e as atribuições de cada musa variam um pouco, conforme a versão mítica mas, a partir do Período Greco-romano, tornaram-se relativamente fixas. Em geral, Calíope era considerada a musa da poesia épica; Clio, da história; Euterpe, da música para aulos; Erato, da poesia lírica; Terpsícore, da poesia lírica com dança, especialmente a coral; Melpômene, da tragédia; Tália, da comédia; Polímnia, dos hinos dedicados aos deuses e da pantomima; e Urânia, da astronomia.
As mais antigas referências assinalam que sua moradia ficava na Piéria, ao norte do Monte Olimpo (Tessália), e há várias lendas que as relacionam com músicos da Trácia (Orfeu, Tamiris e Museu), região no extremo norte da Grécia. Fala-se também de sua presença no monte Helicon (Beócia) e no Monte Parnaso (Fócida), onde faziam parte do cortejo de Apolo, que as conduzia. De qualquer modo, é provável que passassem quase todo o tempo no Olimpo propriamente dito, junto às Graças e aos outros deuses, cantando e dançando.
Coletivamente, as musas estão presentes nas grandes festas divinas, como as do Olimpo, do casamento de Peleu e Tétis (E. IA 1036-47) e do casamento de Cadmo e Harmonia, e ainda em funerais de heróis, como no de Aquiles. Julgaram a contenda entre Apolo e Mársias e envolveram-se, por sua vez, em algumas disputas musicais: com as sereias, com as filhas de Pieros e com Tamiris. Os desafiantes eram vencidos e a seguir punidos pela audácia. Como divindades ligadas à música e à inspiração, eram frequentemente consideradas mães de vários músicos lendários. Assim, a quase todas é atribuída, individualmente, uma aventura amorosa — Calíope e o deus-rio Eagro, por exemplo, são considerados pais de Orfeu; Urânia, mãe de Himeneu, a personificação da música cantada em casamentos, e do músico Lino.
Filologia e fontes
Da palavra μοῦσα (lat. musa), derivam, dentre outras, as palavras museu (gr. μουσαῖον, lat. museum), "templo ou lugar consagrado às musas"; μουσική (lat. musica), "arte musical, música"; e μουσικός (lat. musicus), "relativo às musas e à música, músico".
As mais antigas referências às musas são a da Ilíada (2.594-600) e a da Teogonia de Hesíodo (53-103), esta a mais completa. Há inúmeras pequenas referências a elas nos hinos homéricos, em Píndaro, Calímaco, Estrabon, Plutarco e muitos outros. Um dos relatos de Pausânias (9.39.1-7) é também de considerável importância.
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Obrigado pela atenção e apoio que recebo,
António E. Pereira
domingo, outubro 17, 2010
AMOR PLURAL (E) TERNO FEMININO
Este o título de mais uma colectânea de poemas meus. O título diz tudo.
Escrevi como sinopse do mesmo o seguinte:
"O amor nas suas diversas vertentes, capaz de semear alegria onde a tristeza impera, de mudar o indivíduo, a comunidade, o mundo. Amor quiçá a fonte ainda por descobrir, da eterna felicidade, da cura total".
Acrescentei ainda um excerto de um conhecido poema da Florbela Espanca de que gosto muito:
"Há uma Primavera em cada vida
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...
____________________
Ah! chamo a atenção para as flores da contra capa. Lindas!!!
Um óptimo fim de fim de semana;)
Quem quiser ver o livro, indico o meu link da BUBOK:
http://lusito.bubok.pt
Obrigado pela atenção e apoio que me dispensam
António E. Pereira
Escrevi como sinopse do mesmo o seguinte:
"O amor nas suas diversas vertentes, capaz de semear alegria onde a tristeza impera, de mudar o indivíduo, a comunidade, o mundo. Amor quiçá a fonte ainda por descobrir, da eterna felicidade, da cura total".
Acrescentei ainda um excerto de um conhecido poema da Florbela Espanca de que gosto muito:
"Há uma Primavera em cada vida
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...
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Ah! chamo a atenção para as flores da contra capa. Lindas!!!
Um óptimo fim de fim de semana;)
Quem quiser ver o livro, indico o meu link da BUBOK:
http://lusito.bubok.pt
Obrigado pela atenção e apoio que me dispensam
António E. Pereira
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