terça-feira, junho 18, 2024

Um dos anti-inflamatórios mais poderosos pode já estar na sua cozinha

 

Notícias ao minuto

Há um vegetal, visto por muitos como um superalimento, que devia incluir mais vezes nos seus pratos. É recomendado pela nutricionista Davinée Lingo, especializada em saúde intestinal.

A inflamação é uma reação natural do corpo contra agressões a que estamos expostos diariamente, como vírus ou bactérias. Quando o nosso sistema imunitário não é capaz de vencer estas ameaças, o grau de inflamação pode tornar-se crónico e tem mais hipóteses de adoecer. 

Para evitar que isso aconteça, a nutricionista Davineé Lingo aconselhou a adoção de uma dieta rica em vegetais coloridos, como a beterraba. Os benefícios são muitos, já que este alimento contém um pigmento - betalaína - responsável pela sua cor. Trata-se de um fitoquímico com uma poderosa ação antioxidante. 

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"Foi demonstrado que as betalaínas reduzem vários marcadores de inflamação, diminuem a produção de radicais livres pró-inflamatórios e protegem o corpo de substâncias nocivas chamadas xenobióticos", salientou a nutricionista ao portal EatingWell, referindo-se às conclusões de um estudo publicado pelo Human Nutrition & Metabolism.

Especializada em saúde intestinal, Davineé Lingo referiu que a beterraba é fonte de nitratos dietéticos, "compostos naturais que o corpo converte em óxido nítrico, um importante mensageiro químico que ajuda a dilatar os vasos sanguíneos, melhorando o fluxo do sangue". 

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Fiquem bem, 

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terça-feira, junho 11, 2024

Islândia é país mais pacífico de mundo com número recorde de conflitos

 

MIKKO PIHAVAARA/EPA© Fornecido por Lusa

História de Cristina Silva Rosa

Lisboa, 11 jun 2024 (Lusa) – A Islândia é o país mais pacífico do mundo, segundo o Índice Global da Paz (IGP) 2024, divulgado hoje pelo Institute for Economics and Peace (IEP), enquanto os conflitos atingiram o seu maior número desde a II Guerra Mundial.

Segundo o IGP, a Islândia, a Irlanda, a Áustria, a Nova Zelândia, Singapura, a Suíça, Portugal, a Dinamarca, a Eslovénia e a Malásia são, por ordem, os 10 países mais pacíficos do mundo entre as 163 nações que constam do estudo.

Os dez piores colocados no ranking são, em último lugar, o Iémen (163.º lugar) precedido do Sudão, Sudão do Sul, Afeganistão, Ucrânia, República Democrática do Congo, Rússia, Síria, Israel (155º) e Mali (154º).

O conflito na Faixa de Gaza teve um impacto muito forte na paz global, com Israel (155 º- queda de 11 posições) e a Palestina (145º - queda de nove posições) a registarem uma forte deterioração no índice de paz. Equador (130º posição), Gabão (118º) e Haiti (143º) foram outros países com grandes deteriorações no índice de paz, segundo o estudo.

El Salvador (107º) teve a maior melhoria no índice, devido a evolução muito significativa no indicador da taxa de homicídios e a melhoria da perceção de segurança dos cidadãos ao longo dos últimos anos. Emirados Árabes Unidos (53º), Nicarágua (113º) e a Grécia (40º) também registaram melhorias significativas na paz.

A Europa é a região mais pacífica do mundo e as zonas do Médio Oriente e o norte de África continuam a ser as menos pacíficas.

A América do Norte registou a maior deterioração média de todas as regiões. No entanto, apesar dessa deterioração, continua a ser a terceira região mais pacífica do mundo, atrás da Europa e Ásia-Pacífico.

O relatório concluiu também que muitas das condições que precedem os grandes conflitos estão mais elevadas em relação ao que tivemos desde a final da Segunda Guerra Mundial. Existem atualmente 56 conflitos ativos, o maior número desde o final da II GM, e temos também menos conflitos a serem resolvidos, seja militarmente ou através de acordos de paz.

Os conflitos também estão a tornar-se mais internacionalizados, com 92 países agora envolvidos em guerras para além das suas fronteiras, o maior número desde a criação do Índice Global da Paz em 2008, complicando os processos de negociação para uma paz duradoura e prolongando as hostilidades.

“A internacionalização do conflito é impulsionada pelo aumento da competição entre grandes potências e pela ascensão de potências de nível médio, que estão a tornar-se mais ativas nas suas regiões”, indicou o relatório.

Embora as medidas de militarização tenham melhorado durante os primeiros 16 anos do IGP, a tendência se inverteu e em 2024 a militarização aumentou em 108 países. De acordo com o estudo, a combinação desses fatores significa que a probabilidade de outro grande conflito é maior do que em qualquer momento desde o início do GPI.

Os resultados desse ano revelaram que o nível médio de paz deteriorou-se em 0,56%. Cerca de 65 países melhoraram o seu índice de paz, entretanto, 97 nações tiveram uma queda no ranking, o pior resultado num único ano desde o início do IGP.

O impacto económico da violência na economia global em 2023 foi de 19,1 biliões de dólares em termos de paridade de poder de compra (PPC). Este valor equivale a 13,5% da atividade económica mundial (produto mundial bruto) ou 2.380 dólares por pessoa.

As despesas militares e de segurança interna representaram mais de 74% do total impacto económico da violência, com os gastos militares respondendo por 8,4 biliões de dólares no ano passado.

Muitos países experimentaram enormes quedas no Produto Interno Bruto (PIB) como resultado de conflitos violentos durante 2023. A economia da Ucrânia encolheu cerca de 30% em 2022 como consequência da invasão russa, embora algumas estimativas sugiram que a guerra civil síria levou a uma queda de 85% do PIB.

Fiquem bem, 

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sexta-feira, maio 31, 2024

Novo Livro de poemas -A CAMINHO DO PRADO -

 

Imagem

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Tal como o subtítulo deixa antever, há neste livro vida, tempo, vivências, acontecimentos, histórias, coisas simples. Existe nele o melhor e também o menos bom que acontece. É marca do que tenho escrito expressar na minha poesia uma substancial variedade de temas. Não tenho temáticas preferidas. Não tenho regras rígidas de escrita. Não faço revisões milimétricas ao que acabara de escrever. Nem defino margens rígidas nem tamanhos X e Y para este ou aquele poema ou texto.. Escrevo e pronto.

Quanto a mim, trabalhar, rebuscar com palavras enfeitadas, ou de dicionário um poema, ou  até um texto em prosa, é estragar a essência do que lhe está na origem: a inspiração e/ou o mote que lhe deu vida. Gosto da espontaneidade do momento. Da lembrança boa, do momento sublime, da observação momentânea, também das  agruras e violências que o tempo vem debitando na história do mundo. Não esqueço aspetos sociais e humanos preocupantes. Longe de mim tal coisa. Por formação e sensibilidade.

Dito isto, espero que gostem dos poemas deste novo livro. Dei-lhe, dir-se-ia ao acaso, o nome do primeiro poema que nele aparece. Foi ao acaso mesmo. E como é costume meu colocar os poemas por ordem alfabética, calhou ao primeiro deles ser o título do novo livro: "A caminho do prado"; em subtítulo fica (Poemas com princípio, meio e...)

Fiquem bem 

António Esperança Pereira

quarta-feira, maio 15, 2024

Ana Jorge garante que entregou 26 documentos ao Governo e revela que está "indignada com a ministra"

 

Ana Jorge (Miguel A. Lopes/Lusa)


"Não podia deixar de ficar indignada pelas acusações de que a Mesa e eu própria fomos alvos por parte da ministra do Trabalho. A senhora ministra afirmou que a Mesa tinha agido em benefício próprio. Rejeito de forma absoluta estas acusações e lamento profundamente o que ela disse sobre os vencimentos e que revela um total desconhecimento. Os vencimentos são fixados pelo membro do Governo da área da Segurança Social".

Foi desta forma que Ana Jorge, a provedora exonerada da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, começou o seu depoimento sobre a situação financeira da instituição e o negócio da internacionalização dos jogos sociais, bem como sobre a exoneração da Mesa (administração da Santa Casa).

A provedora - que continua em funções apesar de ter sido exonerada - explicou ainda que quando entrou na Santa Casa foi feito um levantamento do estado financeiro da instituição, revelando que existia uma "situação de rutura iminente de tesouraria" e que a mesma corria o risco de "não conseguir pagar salários". 

"Ficam para a Santa Casa 170 milhões e os restantes 474 milhões são distribuídos pelos outros beneficiários", explicou.

Sobre a internacionalização da Santa Casa - Santa Casa Global -, Ana Jorge revela que em dezembro de 2020 foi feita a aquisição de parte da sociedade gestora do Hospital da Cruz Vermelha. 

"Perante a situação crítica que a Santa Casa se encontrava em maio de 2023, e - ali sim e não agora - numa situação de rutura iminente de tesouraria, a mesa da Santa Casa tomou a 16 de junho de 2023 um conjunto de medidas de sustentabilidade financeira. Estas medidas todas estão contidas num documento entregue à ministra, conjuntamente com outros 25 documentos." Refira-se que o Governo acusou Ana Jorge de não providenciar informação.

Perante os deputados, a provedora garantiu que, apesar da mesa da Santa Casa ser acusada "de inação", os membros trabalharam "arduamente para que, em setembro de 2023, fossem pagos todos os salários, para que fossem cumpridos os compromissos com fornecedores, para que não houvesse qualquer situação de incumprimento".

"É um facto que a Santa Casa tem, de facto, um grave problema financeiro estrutural. Mas também é facto que a Santa Casa sempre cumpriu pontualmente todos os seus compromissos financeiros. Ainda vamos a tempo de recuperar a Santa Casa, mas de facto há muito para fazer na própria reestruturação interna da Santa Casa. Mas ao contrário do que tem sido afirmado nos últimos dias, a situação económica e financeira da santa casa não compromete a missão primordial de apoio aos mais vulneráveis e desfavorecidos. De facto, e vou apresentar números, como tem sido afirmado, a situação económica e financeira não compromete o apoio aos vulneráveis e mais desfavorecidos", afirmou.

Fiquem bem

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domingo, maio 12, 2024

Líderes religiosos em Lisboa em busca de soluções para "conflitos"

Dezenas de líderes religiosos das principais confissões e representantes da sociedade reúnem-se em Lisboa, a partir de terça-feira, no 1.º Fórum Global KAICIID, em busca de soluções para o atual cenário de "guerras, conflitos e profundas clivagens sociais".

 iStock

12/05/24 09:03 ‧ HÁ 13 HORAS POR LUSA

"Num momento particularmente difícil, em que a humanidade enfrenta enormes desafios, com guerras, conflitos e profundas clivagens sociais a abrirem espaço para o medo, a desconfiança e os discursos de ódio e de intolerância, este Fórum Global para o Diálogo ganha ainda mais sentido, focando-se no poder do diálogo intercultural e inter-religioso como chave para a identificação de bases comuns em torno da defesa da dignidade e dos direitos humanos como pilares de sociedades pacíficas", lê-se num comunicado da organização.

A conferência, de terça-feira a quinta-feira, é subordinada ao tema "O Diálogo Como Força Transformadora: Construir Alianças para a Paz num Mundo em Rápida Mudança", organizada pelo Centro Internacional Rei Abdullah Bin Abdulaziz para o Diálogo Inter-religioso e Intercultural (KAICIID), uma organização intergovernamental que visa promover o diálogo entre religiões e culturas.

O Fórum Global KAICIID para o Diálogo, cujo anfitrião será o secretário-geral da organização, Zuhair Alharti, vai contar com o contributo de figuras internacionais como Graça Machel, cofundadora e vice-presidente do The Elders (grupo independente de líderes globais que trabalham em conjunto pela paz, justiça e direitos humanos), Matteo Renzi, antigo primeiro-ministro italiano, e François Hollande, antigo Presidente francês, bem como o chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa.

O Fórum contará também com a presença de importantes líderes religiosos como o Patriarca Ecuménico de Constantinopla, Bartolomeu I, o Grande Mufti do Egito, Shawki Ibrahim Abdel-Karim Allam, ou o rabino principal da Polónia, Michael Schudrich.

No encontro, decisores políticos e líderes religiosos, organizações internacionais e representantes da sociedade civil vão sentar-se à mesa "para procurarem construir confiança, expandir visões e criar oportunidades para que seja possível sair do plano das intenções e avançar para uma ação concreta e concertada, através do desenvolvimento de iniciativas multilaterais para a construção de coesão social e resolução de conflitos".

O centro é composto por um Conselho das Partes constituído por representantes dos Estados-membros fundadores - Arábia Saudita, Áustria, Espanha e a Santa Sé (como fundador observador) - e um Conselho Diretivo composto por representantes de várias religiões (incluindo Cristianismo, Budismo, Hinduísmo, Islão, Judaísmo, Jainismo e Sikhismo). 

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quarta-feira, maio 01, 2024

Nem sabe o mal que está a fazer ao sentar-se de pernas cruzadas

 


Cuidado que podem existir alguns problemas a longo prazo. O melhor é repensar na forma como coloca as pernas.

O 'website' Best Life falou com vários médicos, como a fisioterapeuta Sandra Gail Frayna, Sean Ormond, Leann Poston e Jared Heathman que identificaram alguns dos principais riscos de sentar-se de pernas cruzadas. Conheça-os.

Hipertensão

"Quando cruza as pernas, o sangue tem que passar por um canal menor e as veias podem ficar comprimidas, dificultando o retorno do sangue ao coração", refere Sean Ormond.

Coágulos no sangue

"Ficar sentado, especialmente numa posição restritiva, pode retardar o fluxo sanguíneo e aumentar o risco de coágulos", explica Leann Poston.

Dores crónicas

"Pode sobrecarregar os músculos e ligamentos da coluna, causar desconforto ou dor crónica ao longo dos anos", conta Sean Ormond.

Problemas na anca

"Se cruzá-las até à altura do joelho, esta posição acaba por exercer uma pressão sobre a zona da anca", continua.

Paralisia

Pode acontecer algo chamado de "paralisia da perna cruzada", quando fica sentado desta forma durante largos períodos. "Isso ocorre quando a pressão é mantida num nervo por tempo suficiente para causar paralisia", explica Jared Heathman.

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segunda-feira, abril 08, 2024

Estas são as cinco razões para deixar de utilizar já as SMS!



O Serviço de Mensagens Curtas (SMS) tem sido um elemento básico da comunicação nos dispositivos móveis desde os anos 90, quando chegou comercialmente nas redes móveis de todo o mundo. Entretanto com o passar do tempo os serviços de mensagens baseados no Protocolo Internet tornaram-se mais populares, mas os SMS continuam a ser muito utilizadas – e isto não é necessariamente uma coisa boa. Assim vamos dizer-lhe as cinco razões para deixar de utilizar já as SMS! Estas são as cinco razões para deixar de utilizar já as SMS! É verdade que as SMS são fáceis de utilizar. Para além […]© Fornecido por Leak

Falta de encriptação de ponta a ponta

As SMS não têm encriptação ponta a ponta. De facto, as mensagens SMS são normalmente enviadas em texto simples. Isto significa que não existe qualquer tipo de proteção e que praticamente qualquer pessoa com conhecimentos suficientes pode intercetar uma SMS. Se o seu operador móvel utiliza algum tipo de encriptação, o mais provável é que utilize um algoritmo fraco e desatualizado, que só é aplicado durante o trânsito da mensagem.

A SMS depende de uma tecnologia desatualizada

A tecnologia SMS depende de um conjunto de protocolos de sinalização chamado Signaling System No. 7 (SS7), desenvolvidos na década de 1970. Está desatualizado e é altamente inseguro, o que as torna vulneráveis a vários tipos de ataques.

As entidades oficiais podem ler as suas mensagens SMS

Porque é que as falhas de segurança no SS7 ainda não foram corrigidas? Uma explicação possível é que os reguladores não estão particularmente interessados em fazê-lo, porque os governos de todo o mundo escutam os seus cidadãos. Quer esta seja a verdadeira razão ou não, é indiscutível que o seu governo poderia ler as suas mensagens SMS se quisesse. Nos Estados Unidos, as autoridades policiais nem sequer precisam de um mandato para aceder a mensagens com mais de 180 dias.

O seu operador armazena as suas mensagens

As mensagens SMS ficam nas operadoras durante um determinado período de tempo (a duração depende da operadora). Os metadados, que dizem respeito a informações sobre os próprios dados, ficam durante ainda mais tempo. Se não está preocupado com a possibilidade de as autoridades policiais lerem as suas mensagens, talvez queira saber que o seu operador móvel também pode aceder às mesmas. Embora seja verdade que as leis, regulamentos e políticas internas impedem os fornecedores de serviços móveis de espiar os utilizadores, o acesso não autorizado e as violações continuam a ocorrer.

Não é possível cancelar o envio de uma mensagem SMS

Não é possível cancelar o envio de uma mensagem SMS. Assim que o destinatário a recebe, esta permanece no seu telemóvel indefinidamente, a menos que a apague manualmente. Enviar um SMS lamentável e embaraçoso é uma coisa, mas e se o telemóvel do destinatário estiver comprometido de alguma forma? E se tiver revelado numa SMS alguma informação pessoal que não deveria ter revelado? Este é provavelmente um cenário que preferia não contemplar.


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Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...