quinta-feira, janeiro 26, 2012

Ministra da justiça, amantes e favores

Recebemos de um dos nossos contactos, via email, a resposta dada à ministra da justiça pelo bastonário da ordem dos advogados.
Como é extensa e para poupar o leitor a delongas inúteis da nossa parte, aqui fica a resposta do bastonário da ordem dos advogados à ministra da justiça, sem mais comentários.
O leitor fará a leitura que bem entender, tirará as suas próprias conclusões.
---------------------------------------


NÃO É CUNHADO... É O IRMÃO DO AMANTE DA MINISTRA DA JUSTIÇA, gaita...!

A Ministra desmentiu que tivesse nomeado familiares para o seu gabinete. aqui vai a resposta do Bastonário da Ordem dos Advogados.No jobs for the boys, friends or relatives???? Mais um embuste para enganar os Portugueses.
Ministra da justiça envergonha-se do amor...
Depois de andar a acusar-me de lhe dirigir ataques pessoais, a sra. ministra da Justiça veio agora responder à denúncia que eu fiz de ter usado o cargo para favorecer o seu cunhado, Dr. João Correia.
Diz ela que não tem cunhado nenhum e que isso até se pode demonstrar com uma certidão do registo civil. Já antes, com o mesmo fito, membros do seu gabinete haviam dito à imprensa que ela é divorciada.
Podia explicar as coisas recorrendo à explícita linguagem popular ou até à fria terminologia jurídica que têm termos bem rigorosos para caracterizar a situação. Vou fazê-lo, porém, com a linguagem própria dos meus princípios e convicções sem deslizar para os terrenos eticamente movediços em que a sra. ministra se refugia.
A base moral da família não está no casamento, seja enquanto sacramento ministrado por um sacerdote, seja enquanto contrato jurídico homologado por um funcionário público. A base moral da família está na força dos sentimentos que unem os seus membros. Está na intensidade dos afectos recíprocos que levam duas pessoas a darem as mãos para procurarem juntas a felicidade; que levam duas pessoas a estabelecerem entre si um pacto de vida comum, ou seja, uma comunhão de propósitos existenciais através da qual, juntos, se realizam como seres humanos. Através dessa comunhão elas buscam em conjunto a felicidade, partilhando os momentos mais marcantes das suas vidas, nomeadamente, as adversidades, as tristezas, as alegrias, os triunfos, os fracassos, os prazeres e, naturalmente, a sexualidade.
O casamento, quando existe, agrega tudo isso numa síntese institucional que, muitas vezes, já nada tem a ver com sentimentos, mas tão só com meras conveniências sociais, morais, económicas ou políticas. Por isso, para mim, cunhados são os irmãos das pessoas que, por força de afectos recíprocos, partilham entre si, de forma duradoura, dimensões relevantes das suas vidas.
É um gesto primário de oportunismo invocar a ausência do casamento para dissimular uma relação afectiva em que se partilham dimensões fundamentais da existência, unicamente porque não se tem coragem para assumir as consequências políticas de opções que permitiram que essa relação pessoal se misturasse com o exercício de funções de estado, chegando, inclusivamente, ao ponto de influenciar decisões de grande relevância política.
Tal como o crime de violência doméstica pode ocorrer entre não casados também não é necessário o casamento para haver nepotismo. Basta utilizarmos os cargos públicos para favorecermos as pessoas com quem temos relações afectivas ou os seus familiares. Aliás, é, justamente, aí que o nepotismo e o compadrio são mais perniciosos, quer porque são mais intensos os afectos que o podem propiciar (diminuindo as resistências morais do autor), quer porque pode ser mais facilmente dissimulado do que no casamento, pois raramente essas relações são conhecidas do público.
Aqui chegados reitero todas as acusações de nepotismo e favorecimento de familiares que fiz à Sra. Ministra da Justiça. Mas acuso-a também de tentar esconder uma relação afectiva, unicamente porque não tem coragem de assumir as consequências políticas de decisões que favoreceram o seu cunhado, ou seja o irmão da pessoa com quem ela estabeleceu essa relação.
Acuso publicamente a Sra. Ministra de tentar tapar o sol com a peneira, procurando dissimular uma situação de nepotismo com a invocação de inexistência de casamento, ou seja, refugiando-se nos estereótipos de uma moralidade retrógrada e decadente.
A sra. ministra da Justiça tem o dever republicano de explicar ao país por que é que nomeou o seu cunhado, dr. João Correia, para tarefas no seu ministério, bem como cerca de 15 pessoas mais, todas da confiança exclusiva dele, nomeadamente, amigos, antigos colaboradores e sócios da sua sociedade de advogados. Isso não é uma questão da vida pessoal da Sra. Ministra. É uma questão de estado.
Nota: Desorientada no labirinto das suas contradições, a sra. ministra da Justiça mandou o seu chefe de gabinete atacar-me publicamente, o que ele, obediente, logo fez, mas em termos, no mínimo, institucionalmente incorrectos. É óbvio que não respondo aos subalternos da sra. ministra, por muito que eles se ponham em bicos de pés.
-----------------------------------------------------------
Fiquem bem,

António Esperança Pereira


http://nucleo.netlucro.com/clique/13276/556/
Cursos na Área de Administração
http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao53361&id=53673&url=cursos/administracao

quarta-feira, janeiro 25, 2012

Cavaco, Pai do regime, um milhão!

Na declaração que entregou no Tribunal Constitucional, Cavaco Silva reportou um rendimento total de 999.894,95 euros

Os 10 rendimentos de Cavaco em 2010


1. Trabalho dependente
Em 2010, Cavaco Silva reportou rendimentos de trabalho dependente que ascenderam a 138.942,02 euros
2. Pensões
Entre o fundo de pensões do Banco de Portugal e a reforma da Caixa Geral de Aposentações, o Presidente da República recebeu em 2010 141.519,56 euros
3. Depósitos à ordem
De acordo com a declaração entregue no Tribunal Constitucional, Cavaco Silva era, em 2010, titular de quatro contas à ordem, cujo valor total era de 41.417,16 euros, distribuídos da seguinte forma: BCP (16.881,65 euros); BPI (5543,24 euros); CGD (10.688,15 euros); Montepio Geral (6.304,12 euros)
4. Depósitos a prazo
Cavaco Silva surgia, em 2010, como titular de cinco depósitos a prazo: BCP (185.000,00 euros); BCP (175.000,00 euros); BPI (91.000,00 euros); BPI (141.000,00 euros); CGD (20.000,00 euros)
5. PPR
O Presidente da República é detentor de um plano de poupança reforma que, no final de 2010, tinha 53.016,21 euros
6. Obrigações
Cavaco Silva reportou também uma aplicação em obrigações, constituída na CGD, que era de 15.000,00 euros.
7. Ações
O Presidente da República declarou ter 101.960 ações de 10 empresas portuguesas, incluindo da Jerónimo Martins e do BCP.
8. Subvenção vitalícia
Cavaco Silva foi primeiro-ministro entre 1985 e 1995 e teria direito a receber, todos os meses, uma subvenção vitalícia, mas renunciou a este direito.
9. Vencimento do Presidente
Em 2011, os aposentados que prestam serviço remunerado em serviços públicos ou ocupam cargos públicos, passaram a ter de optar entre receber o vencimento ou a pensão. Cavaco Silva optou pelas reformas, prescindindo assim do vencimento de 6523 euros que a lei atribui ao Chefe de Estado.
10. Despesas de representação
Apesar de não receber o vencimento de Presidente da República, Cavaco Silva tem direito a receber o valor referente às despesas de representação que rondam os 2900 euros
-------------------------------------------------------------------
Existem, pelo menos, cinco petições online contra o Presidente da República.

Duas têm já dezenas de milhares de assinantes que se insurgem contra as declarações de Cavaco, na semana passada, sobre os seus rendimentos. Outras são iniciativas algo inconsequentes; algumas até contêm erros de português.
A petição com mais sucesso chama-se "Pedido de Demissão do Presidente da República" e já conta com mais de 31 mil assinaturas. O número tem subido em flecha.
É o documento mais estruturado, que acusa Cavaco de "grande falta de senso e de respeito para com a População Portuguesa", referindo que "não reúne mais condições nem pode perante tais declarações continuar a representar" os portugueses. Na petição, o Chefe de Estado é tratado várias vezes por "senhor".
O segundo maior abaixo-assinado confunde-se com o primeiro: chama-se "Demissão do Presidente Aníbal Cavaco Silva", reclama a renúncia do Chefe de Estado ao cargo pelas mesmas razões (as "passadas declarações"), embora não as concretize, nem as situe no tempo. Diz que "além de andar a dormir", Cavaco "desconhece por completo a realidade que se vive neste país". A iniciativa está a crescer (mais devagar) no número de assinantes, mas já vai com mais de 5,5 mil nomes.
Também se podem encontrar alguns exercícios mais ligeiros, e até impertinentes no vocabulário, que reagem às declarações da semana passada. É o caso da petição "Ajudem o Prof. Cavaco". Tinha 39 assinantes e trata o Presidente por "tadinho". Pedem que cada português faça "a doação mensal de um euro" para ajudar às expensas da primeira figura do Estado. O primeiro assinante tem um nome pouco credível: chama-se "Largo".
--------------------------------------------------------------
Nosso comentário

Cavaco Silva um nome que nos vem acompanhando toda uma vida. Um político "sui generis", daqueles que parece que anda de pantufas (e anda...) mas talvez por isso mesmo, o único que se tem aguentado.
Têm aparecido políticos aparentemente mais hábeis e dotados que ele, uns do mesmo partido, outros de outros partidos, logo se esfumam, desaparecem.
Cavaco resistiu sempre, viu os outros partir, emigrar, sair da política, ele ficar.
A explicação desta proeza, talvez esteja na tal maneira "sui generis" de fazer política.
Que eu, de uma maneira intuitiva e caseira, chamaria de "NÃO ME COMPROMETAM".

Realmente Cavaco compromete-se pouco, deixa sempre uma reserva de saber nas entrevistas.
Do tipo, olha o entrevistador, faz uma pausa, revira os olhos, sorrisinho enigmático, como que a dizer: "eu sei mas não comento, eu sei mas não digo...
Fica-se sempre por saber se ele sabe ou se não sabe.
Esta postura enigmática teve agora um precalço inesperado: uma "grave crise sistémica", azar dos azares, na área em que ele, Cavaco, é conhecedor, sabichão.
Isto somado ao resto, tira-lhe margem de manobra para sobreviver a um descontentamento popular que se adivinha com tendência a aumentar.

Quer passar a imagem do Presidente modesto, mas é rico, quer passar a imagem de que é sabichão mas tem a República como se vê, fazem-se contas às despesas com a Presidência da República, conclui-se que são muito maiores que as da Casa Real espanhola...
enfim, dir-se-ia que cá se fazem cá se pagam, Cavaco poderá estar em maus lençóis para continuar a vender a imagem que sempre cultivou.
Com amigos "pouco honestos", o que o torna aos olhos do povo de certa maneira cúmplice, com uma conduta política de rasteiras, com muitos do seu próprio partido mortinhos por lhe fazer a cama...
Será finalmente o Adeus a Cavaco?

Pela nossa parte estamos no "NIM" à assinatura da petição: decidiremos hoje ou amanhã.
Há que fazer algo, porque a roubalheira só tem um sentido!!!
--------------------------------------------------------------------
Fiquem bem,

António Esperança Pereira


http://nucleo.netlucro.com/clique/13276/556/



http://nucleo.netlucro.com/clique/13276/586/

terça-feira, janeiro 24, 2012

Português medalhado vira ladrão

LENDA DO ZÉ DO TELHADO
José Teixeira da Silva nasceu no lugar do Telhado, de Castelões de Recezinhos, em 22 de Junho de 1818. Ficou célebre na história de Portugal como Zé do Telhado, um herói que se tornou vilão. Foi um valoroso combatente militar e um controverso salteador. Enquanto militar, há registos e relatos da sua valentia, tendo sido condecorado com a medalha de Torre e Espada, por actos heróicos nas hostes de Sá da Bandeira, do Duque de Setúbal e na revolta da Maria da Fonte, sempre pelos liberais, contra os absolutistas.
As ligações de Zé do Telhado a Lousada remontam à infância e ao seu matrimónio. Casou com sua prima, Ana de Campos Lentine, que morava no lugar de Sobreira, da freguesia de Caíde de Rei, que na altura fazia parte (tal como Castelões de Recezinhos) do antigo concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega, que tinha sede em Vila Meã.
Ana era filha de uma tia de Zé do Telhado e de um antigo soldado francês que por cá terá ficado aquando das invasões napoleónicas nos começos do século XIX.
Este era negociador e capador de gado e ensinou o ofício ao seu sobrinho. Mas seria ocupação de pouca dura pois a tradição familiar e os hábitos de guerrilha e combate adquiridos em inúmeras batalhas influenciaram decisivamente para que Zé do Telhado se tornasse salteador. De facto, seu tio-avô e seu pai tinham sido quadrilheiros, bem como o seu irmão mais velho.
Muito se escreveu e continua a escrever sobre este controverso personagem. Uns, com mais pendor moralista, o invectivam e negam-lhe qualidades, enquanto que outros, mais benevolentes, enaltecem os infortúnios, os sentimentos e as façanhas de Zé do Telhado.
Diz o povo que roubava aos ricos para dar aos pobres, e por isso era por muitos considerado o Robin dos Bosques português.

Tentativa de assalto da quadrilha do Zé do Telhado em Pias

Há relatos de lealdade e honra da sua parte, veja-se o caso da tentativa de assalto à Casa de Pereiró, na freguesia de S. Lourenço de Pias, em Lousada, segundo relato contado de geração em geração naquela senhorial casa.
Isso aconteceu em meados do século XIX. Depois de ter assaltado a Casa de Talhos, em Macieira, Zé do Telhado pretendeu apoderar-se de riqueza em Pias. O alvo seria a Casa de Pereiró, de Constantino Elisiário Ribeiro Peixoto, que recebeu um ultimato do salteador.
Na carta enviada àquele distinto morador de Pias, Zé do Telhado ameaçava que se não colocasse no penedo de Sant’Ana um saco de libras, ele e o seu bando assaltariam a casa de Pereiró. O proprietário não cedeu. Cumprindo a ameaça, os bandoleiros abeiraram-se da casa, onde Constantino Peixoto se tinha entrincheirado com várias armas de fogo.
O rés-do-chão estava fechado, com barricas nas portas e janelas. No andar de cima, estava tudo aberto e uma arma junto de cada janela.
Reza a história que assim que se avistaram os dois protagonistas da contenda, Zé do Telhado patenteou o cavalheirismo que o notabilizou ao perguntar: “Dá-me autorização para assaltar a sua casa?”. O proprietário de Pereiró respondeu de forma provocadora: “Sim!”.
Contando com o apoio da sua destemida e leal criada, que ia carregando as armas com pólvora, Constantino Peixoto correu de janela em janela, disparando contra os assaltantes. Perante essa aguerrida oposição, o bando bateu em retirada.
Tendo admirado a destreza e coragem do destemido dono dessa casa, Zé do Telhado remeteu-lhe, na qualidade de rei dos salteadores da região, uma carta que Constantino Elisiário deveria mostrar no caso de ser assaltado. Servia esta missiva para segurar os seus bens perante os amigos do alheio.
Depois de vários assaltos, nalguns dos quais foi derramado sangue, fugiu para o Brasil, mas segundo o próprio terá confessado a Camilo Castelo Branco na Cadeia da Relação, as saudades dos filhos e da esposa fizeram-no regressar. Foi apanhado pelas autoridades e julgado em 1861, em Marco de Canaveses. A acusação foi feita pelo delegado do Ministério Público, Dr. Joaquim Cabral de Noronha e Meneses, da Casa da Bouça (Nogueira, Lousada). A pena de morte ainda vigorava em Portugal, mas Zé do Telhado livrou-se da forca, devido a várias atenuantes. Mas pagou pelos seus crimes, tendo sido deportado para o ultramar.
Relatos do Diário de Notícias da época, fizeram eco da sua regeneração e de actos heróicos em Angola, onde faleceu em 1875.
-----------------------------------------------------------------------
Nosso comentário
Alguns chamam ao Zé do Telhado o Robin Hood português.
O Robin Hood foi um ladrão inglês, como sabem, imortalizado em tudo o que é arte: cinema, poesia, teatro, música, pintura, etc.
Lembrámo-nos de recolher a história deste homem, Zé do Telhado, uma autêntica lenda nacional, num altura em que recordá-lo nos parece oportuno.

Em Portugal corre uma petição, que já conta, tanto quanto sabemos, com dezenas de milhar de assinaturas, solicitando a saída do PR (Presidente da República) Cavaco Silva.
Parece à primeira vista que tal facto democrático, a petição, nada tem a ver com a história do Zé do Telhado, mas até tem.
A pilhagem a que se vem assistindo nesta República, por banda de banqueiros e políticos, de dentro e de fora, a falta de mensagem objetiva e equilibrada por parte dos mesmos para os seus povos, vem gerando desconfiança, descrédito, necessidade de mudança de paradigma.

Se nada de importante se fizer no sentido de recuperar credibilidade, pondo barbas de molho se isso for necessário, não temos a menor dúvida de que o barco ainda em condições de frágil navegação, por enquanto, numa sociedade à beira de um ataque de nervos, acabará por virar um Titanic.
Esta petição é mais do que a prova disso.

Não desejo à frente do meu país um pobre, um pedinte, o estatuto de pobre, por si só, não lhe confere qualidades de governação. Isso é pura demagogia.
Exijo sim homens sérios, patriotas, capazes de levar esta nação portuguesa para a frente.
Porque, na cabeça dos portugueses, generaliza-se cada vez mais a ideia de que a prática dos altos responsáveis é corrupta, de compadrio, de tacho pelo tacho, conivente com forças invisíveis, de autêntico saque dos mais frágeis.

Aqui entra o Zé do Telhado, que também tinha uma forte quadrilha.

Só que, ao contrário do Zé do Telhado, os novos usurpadores do dinheiro, parecem agir ao inverso, não deixando por isso, de ser bandidos na mesma.
Pior, leia-se que o Zé do Telhado era cavalheiro a roubar: pedia licença para assaltar uma casa... por exemplo...coisa que os de agora não fazem. Pura e simplesmente roubam.
Sacrificam o povo, as classes médias, em favor de uma elite darwinista que não olha  a meios para atingir seus fins de poder absoluto no meio da desgraça alheia.
--------------------------------------------------------------
Fiquem bem,

António Esperança Pereira


http://nucleo.netlucro.com/clique/13276/596/

Programa de Afiliados Cursos 24 Horas
http://www.cursos24horas.com.br/parceiro.asp?cod=promocao53361&url=afiliados

segunda-feira, janeiro 23, 2012

Sexo explícito na tv, monstros!

Sexo explícito no BB argentino

Se o Big Brother brasileiro deu que falar por suposta tentativa de violação, no programa argentino um casal não se intimidou com as câmaras e fez sexo explícito para mais de um milhão de telespectadores.
Ezequiel Tramannoni, de 23 anos, e Victoria Irouleguy, de 18 anos, protagonizaram as cenas quentes na versão argentina do programa Big Brother.
O jovem casal já é considerado um dos "mais quentes" de todas as edições do Big Brother. E esta, inclusive, não foi a primeira vez que fizeram sexo dentro da casa.
No vídeo que circula no Youtube, depois de se "saciarem", Victória disse que ficou com as "pernas bambas". Questionada por uma outra concorrente se havia feito sexo com o rapaz, a jovem confirmou e disse que achava difícil as cenas irem para o ar.
Mas Victoria enganou-se. O "encontro" de Ezequiel e Victoria foi o principal destaque na edição de quarta-feira do "Gran Hermano" e está agora a ganhar dimensão após o escândalo do BB brasileiro.
---------------------------------------------
Thom Browne Excentricidades em Paris

Podem parecer personagens dum filme de terror mas na verdade são modelos que desfilaram, em Paris
A colecção é de Thom Browne e foi inspirada na personagem fictícia Herman Munster, muito semelhante a Frankenstein
O estilista americano é conhecido pelas exibições teatrais, feitas para chocar
Entre as excentricidades da colecção, viram-se máscaras combinadas com meias de futebol...
... olhos esfumados...
... a combinação de padrões completamente diferentes, como xadrez e animais...
e o uso de capacetes de protecção
Em defesa do estilo bizarro, Browne disse que "a moda não é um teatro mas algo muito sério"
Browne começou o negócio em 2001 e a sua marca com o mesmo nome, sediada em Nova York, continuou a crescer
Além disso, foi nomeado estilista do ano em 2008
----------------------------------------------
Nosso comentário:

As duas notícias do JN hoje selecionadas por nós, retratam bem, cada qual à sua maneira, a atual orientação de mentalidades por banda dos midia.
Quando não é violência, raramente se vê um filme, uma série, que não sejam impregnados de intensa violência, contada ao milésimo de segundo...
é isto: sexo, mentiras, imagens de choque.

Cenas que vendam, que causem impacto no passivo consumidor em que estamos paulatinamente sendo transformados.
Em democracia e em liberdade, claro!

O big brother da Argentina parece marcar pontos frente ao brasileiro, em termos de choque, como se pode ver pela notícia acima. Uma vitória do deboche.
Por cá, quem vê os nossos BB's, um pouco mais comedidos, também não deixa de ver o que quer e o que não quer.
No nosso caso pessoal vimos adquirindo o salutar hábito de escolher o que queremos vcr, nada mais.

Defendemos o livre arbítrio, a liberdade de cada cidadão fazer de si o que bem entender.
Todavia, não deixamos de entender que cumpre aos Estados, aos governos, zelar pelos mínimos de moralidade no "negócio", já que no meio disto tudo não se pode esquecer que quase sempre estão crianças, pessoas de boa formação moral, laicas e religiosas, a ver estas porcarias.

E, se em primeiro lugar está a moral, como afirma amiúde o orientador de opinião pública, dr. Marques Mendes....
pois sr. dr. onde está a "boa moral" deste negócio de sexo nas televisões deste país orientado pelo seu partido?
aliás sr dr. se a orientação for a de cada vez mais privados na informação, o sr. tem dúvidas que a fome de audiências irá levar a uma degradação de programação, de ausência de tudo o que seja "boa moral", "boa pedagogia", em suma "bons programas"?

Quanto às excentricidades do sr. Thom Borwne, um americano bem sucedido no mundo da moda, só me questiono, após visionar os modelos horripilantes apresentados em Paris, se nesta fase é mesmo de coisas assustadoras e aterradoras que a Europa precisa...
ou mesmo a América?
Achamos que não, que as prioridades são outras.
Mas terão que ser os cidadãos a chegar lá por si próprios, pelo enfado que tudo isto é, despertar enfim para um mundo novo que traga mais luz e menos escuridão.
---------------------------------------------------------------
Fiquem bem,


Cursos na Área de Administração

domingo, janeiro 22, 2012

vaginas, duas, troikas, umas...

Porno tenta jovem das duas vaginas

Hazel Jones, a britânica de 27 anos que se tornou conhecida por revelar na TV que tem duas vaginas, acaba de receber uma proposta milionária para ser a vedeta de um filme porno... “É uma mulher extraordinária”, afirma o produtor Steve Hirsch no convite que endereçou a Hazel, e no qual avança com uma proposta de um milhão de dólares. Ela já garantiu, no entanto, que não está interessada.

COMENTÁRIO MAIS VOTADO
"O chafurdar na lama no seu melhor."
Anónimo
----------------------
FRASE DO DIA

Estamos a fazer estas mudanças por nós e não por vós [dirigindo-se à troika]

Passos Coelho, primeiro-ministro
------------------------

Cavaco pede a jovens para ficarem nas suas terras

O Presidente da República, Cavaco Silva, defendeu este sábado, em Santo Tirso, a necessidade de
"reter os mais jovens" nas suas terras para que "não sejam tentados a ir para outras paragens ou mesmo
para o estrangeiro".   

COMENTÁRIO MAIS VOTADO
"Ó rapazes, afinal como é?!?! vou para fora ou fico cá dentro? vejam lá decidem rapido pois estou à
espera."
Rui
--------------------------
Nosso comentário:

Três títulos da atualidade a merecerem alguma atenção deste nosso blog/site:

O primeiro vai direitinho ao que já era previsível a quando do anúncio pela britânica Hazel Jones de que
era proprietária de duas vaginas.
Alguns comentadores da altura premonitaram logo este tipo de convites quase como certo.
Acertaram!
A decisão será sua, pois terá que por a mais valia, qual PPR que tem, no seu prato da balança pessoal.

Se os prós (dinheiro já se vê) acabarem por ser irrecusáveis, os contras, orgulho, brio, prestígio, saúde,
paz, equilíbrio, etc. sucumbirão naturalmente .
Teremos mais uma jovem trabalhadora do sexo, esta por sinal muitíssimo bem paga, a avaliar pelo
milhão de dólares que já lhe terão oferecido.

O segundo destaque vai para a frase CM do dia , proferida pelo PM em funções, que sinceramente li
e reli, sem saber exatamente o que Passos Coelho quer dizer com aquilo.
Se o "por vós" é difícil de adivinhar a quem exatamente se refere, o "por nós" é muito mais difícil.
Deixo ao leitor esse exercício pessoal, até porque as palavras são poucas e, se lá chegar, não levará
uma eternidade a compreender o que querem dizer.

O terceiro e último destaque vai para o PR que botou discurso em Santo Tirso.
Cavaco tem-nos habituado a uma postura muito sua, que não vamos avaliar ou julgar.
Todavia, a verdade seja dita, C. Silva é contra e a favor de muita coisa mas nada do que diz se traduz
em coisa nenhuma.
Temos pena, um PR é um PR ainda por cima tem-nos chegado aos ouvidos que a Presidência
da República terá um orçamento que duplica o da Casa Real de Espanha.
A ser verdade, exigir-se-ia muito mais do seu querer, da sua postura, da sua influência.

A não ser assim, até a auto-intitulada imperatriz José Castelo Branco serviria para adornar um
qualquer Palácio.
Ao menos a dita "imperatriz", parece-nos uma pessoa definida (goste-se ou não da definição exótica)
e acreditamos que, pela sensibilidade que aparenta, não consentiria que roubassem o seu povo da
maneira descarada como aquela com que o atual PR é conivente.
--------------------------------------------------------------------
Fiquem bem,

António Esperança Pereira


http://nucleo.netlucro.com/clique/13276/556/

Programa de Afiliados Cursos 24 Horas

sábado, janeiro 21, 2012

Big Bro Brasil, Djaló, Lyonce Viiktórya

Daniel: “Não tive erecção. Simulei sexo como estratégia de jogo
Daniel, o concorrente que foi expulso do ‘Big Brother’ Brasil por alegado abuso sexual à companheira Monique, garantiu à polícia que não houve sexo.
"Ele disse que não teve erecção e que tinha simulado sexo como estratégia de jogo", por acreditar que a formação de casais favorecia a permanência no programa, adianta, em comunicado, o Ministério das Comunicações.
O mesmo organismo garante que já pediu à produtora do programa o vídeo de 25 minutos – que mostra Daniel e Monique em actos íntimos – para mostrá-lo aos intervenientes, que serão obrigados pela polícia a ver o filme apesar de afirmarem que não tiveram relações sexuais.
Se as autoridades concluírem que as imagens "causaram constrangimentos" aos telespectadores, será instaurado um processo para apurar as responsabilidades da produtora.

Yannick Djaló: “É teimosa como a mãe”          

Por: Sofia Rêgo


"Achámos que era a altura ideal de dar a conhecer a Lyonce, porque a nossa vida vai mudar radicalmente. Vamos mudar de país... ou de cidade", justificou Luciana Abreu que, ontem, no dia do primeiro aniversário da sua filha, Lyonce Viiktórya, resolveu apresentá-la publicamente no programa ‘Você na TV', da TVI.
Acompanhada do marido, Yannick Djaló, de 25 anos, a cantora, com mais um ano, falou ainda da segunda gravidez que, garantiu, estar a correr "muito bem". "Desta vez não enjoei o pai... Tenho muitos desejos. Estou muito gulosa", adiantou, confirmando tratar-se de mais uma menina. "A nossa cama deve ter um segredo qualquer, porque só faz meninas", brincou.
Lyonce é parecida fisicamente com a mãe, apesar de o pai achar o contrário. "Ela tem o meu nariz africano. Normalmente dizem que é a minha cara, mas tem os olhos da mãe. É teimosinha como a mãe", considerou Djaló, para, logo a seguir, declarar-se à mulher. "Nascemos um para o outro. Ela é perfeita."
A menina, segundo a mãe, adora dançar, cantar e andar na cozinha a imitar quem vê. "Ela anda desde os nove meses", contou Luciana, acrescentando que Lyonce já diz "mamã, papá, vovó, olá e não".
BEBÉ NASCE EM ABRIL
Grávida de cinco meses e meio, Luciana ainda não escolheu o nome que vai dar ao bebé, uma menina que deverá nascer em Abril. "Está a ser difícil, depois de um tão bombástico como Lyonce Viiktórya", ironizou a jovem cantora.
-----------------------------------------------------------------
Nosso comentário

Em tempos de alta confusão nas políticas de Portugal, fazemos hoje um exercício de "leveza do ser" apoiando-nos em duas notícias mais "light" da revista Vidas CM.
Uma, concernente ao BBB, big brother brasileiro, outra, à família mediática do futebolista Yannick Djaló, sua mulher, Luciana Abreu e filha, Lyonce Viiktórya.

Distraiam-se leitores das agruras da vida, ou das ameaças permanentes de agruras que nos são ofertadas e publicitadas pelos midia.
Estes assuntos mais terra a terra têm a vantagem de nos tornarem mais humanos, menos complexos de carola.
Conseguem mesmo arrefecer os pensamentos duros que nos roem o dia a dia.
Parecem comezinhos, mas não. Aprende-se imenso com estas tricas e mexericos.

Só três coisitas, entre tantas que nos apoquentam o espírito nessa área de alta confusão nacional:

Guimarães cidade berço do país é capital da cultura este Sábado
Uma saudação especial para essa ilustre cidade portuguesa que não tem culpa por o país que aí nasceu, estar hoje nas mãos de estrangeirados, parcialmente ocupado não sabemos por quem.

O diretor adjunto do Expresso, Nicolau Santos, lamenta que Alexandre Soares dos Santos tenha desistido de Portugal.
Também lamentamos, e estranhamos tê-lo feito quando contava agora com um regime ao seu jeito.
Todavia não espanta tal atitude, pois gente dessa que não olha a meios para atingir seus fins, quer lá saber dos outros ou do seu país. Defendem-se com a globalização da economia, já está justificado. 
A história há-de contar os feitos destes "ilustres portugueses", entre os mais ricos do mundo.

José Castelo Branco agitou ontem o Tribunal de Famalicão, onde apareceu vestido de "imperatriz" e se confessou "cansada e exausta" pelo envolvimento do seu nome num "fedorento" caso de orgias sexuais violentas.
Não sabemos se JCB se preparará para um assalto ao poder numa altura em que o mesmo se encontra bem fragilizado.
Uma coisa é certa: o flash dos fotógrafos não parou um instante, fotografando "a imperatriz" e companheira americana, a quem repetia vezes sem conta: "smile darling" (sorri querida)

Enfim...Guimarães berço de um reino, Portugal, capital da cultura, José Castelo Branco a imperatriz de serviço em 2012?
---------------------------------------------------------------------
Fiquem bem,

António Esperança Pereira

Programa de Afiliados Cursos 24 Horas

sexta-feira, janeiro 20, 2012

Falso acordo, escândalo, roubalheira!

Baptista Bastos: O mal-estar causado pela assinatura do Acordo de Concertação Social não pára de aumentar.

O mal-estar causado pela assinatura do Acordo de Concertação Social não pára de aumentar. E, à medida que se conhecem os itens do documento, as baterias apontadas ao eng.º João Proença são cada vez mais. Torres Couto, fundador da UGT, afirmou que o acto é "suicidário" e que aquela central caminha para a dissolução. E sindicatos e sindicalistas afins não param de criticar, por vezes acerbamente, o que entender ser uma capitulação de Proença. Este, claramente irritado, tem procurado defender-se com argumentos tão irracionais como idiotas, mas o que está em causa deita por terra qualquer tentativa de justificação.

O dr. Passos Coelho subiu ao palco e disse, entre outras banalidades e omissões, que se estava em presença "de uma grande coligação social." Não é assim. O primeiro-ministro não aceita as evidências e quer enganar quem? Com a saída da CGTP, o desenrolar dos acontecimentos são de molde a preocupar. Menos de vinte e quatro horas depois, uma manifestação de descontentes gritou a sua cólera perante o edifício do Parlamento. "E isto não vai parar!", exclamou Carvalho da Silva, que vai deixar o lugar de secretário-geral da CGTP, por exigências estatutárias, e ser substituído por Arménio Carlos.

Claro que apareceram aduladores do documento. Os mais despropositados foram o dr. Tavares de Miranda e o também dr. Braga de Macedo, recuperados de um limbo onde muito bem estavam. O dr. Miranda discreteou acerca das inabaláveis virtudes de um texto, cujos objectivos salvíficos são comoventes. Parece que a pátria estava em perigo de soçobrar, não acontecesse a assinatura singularmente patriótica do eng.º Proença. E o dr. Braga, sempre muito inteligente, exautorou as declarações de Torres Couto, de quem disse ser muito amigo, fora o despautério daquele absurdo "radicalismo"; ou foi "fundamentalismo" o que disse?

O facto é que o "acordo" é um texto beligerante, que desfere golpes terríveis em muitos avanços sociais do mundo do trabalho. A Imprensa tem enumerado a lista e chega a ser sórdido o que patrões e governo querem fazer com o apoio sorridente do eng.º Proença. Este, desasado e sem saber onde se meter, culpa os jornalistas. Os jornalistas são culpados de muita coisa; mas de esta, não. O eng.º Proença cumpre, aliás, o desígnio histórico que tem caracterizado o seu trajecto e o da UGT. Não vale a pena cauterizar velhas feridas fazendo ressurgir histórias ignóbeis. Mas cada um come do que quer e a mais não é obrigado.

A verdade é que as ambições patronais foram obtidas, com a conivência de UGT, e não há volta a dar ante as circunstâncias. O escarmento de que o eng.º Proença é alvo não é injusto: ele assumiu as responsabilidades de fazer o que fez, num momento particularmente dramático da sociedade portuguesa e, em especial, da classe trabalhadora. Porque é esse o caso. Todos nós, os que trabalhamos, operários, jornalistas, professores, mecânicos, motoristas, vamos ser atingidos pela onda avassaladora de uma série de iniquidades de que a UGT é responsável. É extremamente significativo ver quem apoia e aplaude este acordo. E a desvergonha aumenta quando o eng.º Proença agita a bandeira da "meia hora" como vitória singular. A verdade é que a historieta da "meia hora" foi um engodo, enganador como todos os engodos. As coisas estavam preparadas e cumpliciadas para se apresentar a "cedência" governamental e patronal como ganho sindical. O embuste servia para justificar o que aí vinha.

Estamos em pleno reino da infâmia. Enfraquecido pelas pressões conservadoras e ultraliberais e pelas traições oportunistas de aventureiros sem escrúpulos, o mundo do trabalho está cada vez mais encostado á parede do seu infortúnio. Porém, a história no-lo ensina que os incidentes de percurso, por dramáticos e dolorosos que sejam, são superados pela força da razão. Estamos num desses períodos, em que tudo parece perdido. Mas não está. O estádio civilizacional será, ocasionalmente, interrompido, mas não é nunca uma etapa definitiva. E o poder, quase totalitário, que parece avassalar a Europa, começa, aliás, a apresentar fissuras. Todas as derrotas são aparentes, por muito duradouras no aspecto. E não há conquista sem luta nem luta sem sofrimento.

IN, NEGÓCIOS ON LINE

b.bastos@netcabo.pt
-----------------------------------------------------------------------
Nosso comentário:
 
Já tinha confessado, tal como outros portugueses, que me estaria marimbando para a crise, que não voltaria a este assunto, pelo menos com intensidade.
Só que a desilusão é mais que muita, quem tenha dois dedos de testa repara que algo de muito grave se está a passar.
Bastava ouvir os agentes da consertação social(!!??) em diálogo ameno na TV, à exeção do representante da CGTP, para não poder ficar-se calado, para ficar convencido de que os donos de Portugal de antigamente estão de novo aí.
 
Eu era muito jovem no tempo de Salazar, para entender os latifúndios, os monopólios, os fascistas, os comunistas, outros terminados em "istas", as lutas de classe latentes entre patrões e trabalhadores.
Apesar de jovem já compreendia. Compreendia que havia os "donos", os "senhores", os que tudo tinham e os "outros". Os primeiros eram poucos, detinham quase tudo, mais o poder.
Os outros eram muitos, detinham a força do trabalho nada mais, em troca de uns tostões, para servirem de lacaios, de carne para canhão (guerra colonial) de candidatos a emigrantes...assim por diante.
 
Após ter visitado um canal de televisão, ter visto os patrões eufóricos com o acordo de concertação social (arranjismos de bastidores, digo eu)  em debate de sentido único, pensei logo escrever qualquer coisa sobre o assunto. Quebrar o meu propósito de deixar a crise em paz.
Encontro este artigo de Baptista Bastos, que foi o detonador dessa necessidade que sinto de não ficar calado, mesmo que não me identifique com extremismos estéreis.
 
Sinto-me roubado, ludibriado, enganado, pelo governo do meu país.
Este país nascido livre depois do 25 de Abril, não é de nenhuma troika ou partido único. Este país é dos de cá, é meu também. Exijo justiça, porque...este governo nem sequer pede, tira.
Que seja julgado por isso.
Na catequese que frequentei em pequeno dizia a catequista:
"meu filho, quem dá e tira vai para o inferno..."
Pergunto ingenuamente como em criança:
Senhor cardeal patriarca, respeitável clero, irá mesmo para o inferno, quem dá e tira?
 
Este governo estará lá todo!
 
Para terminar, o que vi ontem no tal debate da "consertação" é exatamente aquilo que sempre me afastou do comunismo como ideologia:
Certa ou errada a minha ideia, pelo menos a sua aplicação prática, no meu entender, sempre me cheirou a um nivelamento por baixo: uma elite a mandar, depois trabalhadores, um aparelho militar e policial, ausência de liberdade, um partido único.
Mas caros leitores, o que vi e ouvi ontem, ao que eu assisto nos últimos tempos em Portugal, é exatamente a esse nivelamento por baixo, a um partido único, a uma prepotência de "toma lá que já almoçaste".
Assim sendo, onde está a diferença?
---------------------------------------------------------------------
Fiquem bem,
 
 
Programa de Afiliados Cursos 24 Horas

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...