quinta-feira, setembro 04, 2014

Pinhel: Encontro de Antigos Alunos


Nosso comentário:

Aproveito o meu blogue para divulgar este "ENCONTRO DE ANTIGOS ALUNOS DO COLÉGIO DE PINHEL/EXTERNATO LICEAL DE PINHEL". Quem sabe, até pode haver alguém por esse mundo fora, leitor do blogue, que queira comparecer a este "ENCONTRO"...
Quem sabe?
Aqui fica, pois, o desafio para residentes e não residentes do território nacional.
Abaixo encontrarão tudo o que necessitam saber para poderem comparecer em Pinhel no dia 20 de Setembro do corrente ano.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira
(Um ex-aluno)


                                      PINHEL

Terra da Lusitânia, de Túrdulos,
Vila de Privilégios, Franquezas e Liberdade
      e  Cidade de Bispado,
aos 20 de Setembro de 2014
Caros Amigos(as):
   Quando estivermos juntos, perguntaremos como estamos. Agora vamos directamente à matéria.
   Assim e considerando nomeadamente:
1.      A cultura popular e associativa praticada na vida académica entre jovens;
2.      As suas raízes datadas de um determinado quartel do século passado;
3.      Os costumes promulgados pelos mordomos;
4.      As orientações técnicas e logísticas de PARIS (*)e da EPAC (*)
Determina-se e manda-se publicar:
 No 263º dia do ano do calendário Gregoriano, 20º dia do IX mês do ano MMXIV, dia em que se comemoram os aniversários do início da 1ª viagem de circum-navegação do mundo por Fernão de Magalhães (1519) e da eleição do Papa XXI(1276 – único papa  português da história), a partir das XI horas, no Castelo, serão abertos os portões aos suseranos dos Reinos dos Estudantes em Pinhel e portas de casas nobres, para aprimorarem as técnicas e tácticas da degustação desta cidade, e recordarem uma parte da vida social.
Post scriptum: Agradecemos que confirmem a vossa participação até ao próximo dia XII.
 Contactos:
·         José G. Ferreira – 934462631 (pinhel.jose@clix.pt)
·         Olímpio Marta – 967821042 (olimpio_marta@sapo.pt)
·         José M. Teixeira – 966655847
·         Belarmino R. Martins – 917882893
·         Vítor S. Silva- 912246464 (vitosilva42@gmail.com)
(*) PARIS – Professores, Alunos resistentes à inveja e subserviência;

(*) EPAC – Estudantes , Professores Amigos do Colégio





CONVÍVIO/ENCONTRO
20/SETEMBRO/2014 - Sábado
Ex- Alunos do Colégio de Pinhel /Externato de Pinhel
 Plano de actividade

Horas
Actividade
Local
10,45/11 H
- Recepção com

       *pinhelito de honra
       *cavacas de Pinhel
       * jogos


Castelo


12H


- jigajogapedy
 (em grupos)
Bairro do Castelo-Praça Sacadura Cabral –Largo Duarte Pacheco - Passeio 5 de Outubro – Rua António José de Almeida – Largo dos Combatentes da Grande Guerra
13,15H
- Almoço ( apresentação de boas vindas pelo ex-aluno mais antigo)
Sala de provas da Adega Cooperativa de Pinhel
15H
·         Afixação de painel alusivo ao encontro
·         Visita ao Museu Mestre Soares
·         Convívio global

·         Ex-Colégio (Casa da Cultura de Pinhel)
17H

……………..
19H
·         Lanche com prova de vinhos
·         Convívio musical

+++ Saudações, abraços e despedida
·         Adega Cooperativa de Pinhel
NOTAS:
1.    Não serão admitidas faltas de comparência e de apetite, sob pena de excomunhão profana;
2.    Todos os caminhos vão dar a Pinhel;
3.    Divulgar o convívio/encontro por outros colegas;
4.     Confirmar presença até ao dia 12 de Setembro
5.   É favor trazer 30,00€
Até lá, bom trabalho e boas férias

segunda-feira, setembro 01, 2014

ANTÍGONA: Pechinchas do mês de Setembro


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Fiquem bem,

António Esperança Pereira

domingo, agosto 31, 2014

"Já que estamos com a mão na massa"...ora leiam!


Nosso comentário:

Andamos todos um bocado à nora com a aplicação do NAO (Novo Acordo Ortográfico)
Eu, tal como o signatário do texto que divulgo, que recebi via e-mail, também sou pela mudança e uma língua pode e deve evoluir e adaptar-se às novas realidades. 
Todavia há alguma tibieza nestas mudanças e até falta de "timing" para implementá-las. Se se quer mesmo mudar, então porquê um órgão de comunicação utiliza o NAO (Novo Acordo Ortográfico)  e outro não? porque é que o WORD continua a dar erro quando a gente escreve correctamente segundo o NAO?
Bom havemos de nos habituar ao NAO, temo-nos habituado a coisas bem piores. Mas, tal como sugere o signatário do texto que divulgo, poderia mexer-se muito mais na língua portuguesa e acabar de vez com muita coisa ambígua e escusada, "já que estamos com a mão na massa."

Fiquem bem,

António Esperança Pereira


ACORDO ORTOGRÁFICO - JOSÉ MANUEL FERNANDES

Eu até aceito a mudança  ….mas …
 
Não deixem de ler este fabuloso texto sobre o Acordo Ortográfico. De ir às lágrimas:


 Tem-se falado muito do Acordo Ortográfico e da necessidade de a língua evoluir no sentido da simplificação, eliminando letras desnecessárias e
acompanhando a forma como as pessoas realmente falam .
Sempre combati o dito Acordo mas, pensando bem, até começo a pensar que este peca por defeito. Acho que toda a escrita deveria ser repensada, tornando-a
mais moderna, mais simples, mais fácil de aprender pelos estrangeiros .
Comecemos pelas consoantes mudas: deviam ser todas eliminadas .
É um fato que não se pronunciam .
Se não se pronunciam, porque ão-de escrever-se ?
O que estão lá a fazer ?
Aliás, o qe estão lá a fazer ?
Defendo qe todas as letras qe não se pronunciam devem ser, pura e simplesmente, eliminadas da escrita já qe não existem na oralidade .
Outra complicação decorre da leitura igual qe se faz de letras diferentes e das leituras diferentes qe pode ter a mesma letra .
Porqe é qe "assunção" se escreve com "ç" "ascensão" se escreve com "s" ?
Seria muito mais fácil para as nossas crianças atribuír um som único a cada letra até porqe, quando aprendem o alfabeto, lhes atribuem um único nome.
Além disso, os teclados portugueses deixariam de ser diferentes se eliminássemos liminarmente o "ç" .
Por isso, proponho qe o próximo acordo ortográfico elimine o "ç" e o substitua por um simples "s" o qual passaria a ter um único som .
Como consequência, também os "ss" deixariam de ser nesesários já qe um "s" se pasará a ler sempre e apenas "s" .
Esta é uma enorme simplificasão com amplas consequências económicas,designadamente ao nível da redusão do número de carateres a uzar.
Claro, "uzar", é isso mesmo, se o "s" pasar a ter sempre o som de "s" o som "z" pasará a ser sempre reprezentado por um "z" .
Simples não é? se o som é "s", escreve-se sempre com s. Se o som é "z" escreve-se sempre com "z" .
Quanto ao "c" (que se diz "cê" mas qe, na maior parte dos casos, tem valor de "q") pode, com vantagem, ser substituído pelo "q". Sou patriota e defendo a língua portugueza, não qonqordo qom a introdusão de letras estrangeiras.
Nada de "k" .Ponha um q.
Não pensem qe me esqesi do som "ch" .
O som "ch" será reprezentado pela letra "x".
Alguém dix "csix" para dezinar o "x"? Ninguém, pois não ?
O "x" xama-se "xis".
Poix é iso mexmo qe fiqa .
Qomo podem ver, já eliminámox o "c", o "h", o "p" e o "u" inúteix, a tripla leitura da letra "s" e também a tripla leitura da letra "x" .
Reparem qomo, gradualmente, a exqrita se torna menox eqívoca, maix fluida, maix qursiva, maix expontânea, maix simplex .
Não, não leiam "simpléqs", leiam simplex .
O som "qs" pasa a ser exqrito "qs" u qe é muito maix qonforme à leitura natural .
No entanto, ax mudansax na ortografia podem ainda ir maix longe, melhorar qonsideravelmente .
Vejamox o qaso do som "j" .
Umax vezex excrevemox exte som qom "j" outrax vezex qom "g"- ixtu é lójiqu?
Para qê qomplicar ? ! ?
Se uzarmox sempre o "j" para o som "j" não presizamox do "u" a segir à letra "g" poix exta terá, sempre, o som "g" e nunqa o som "j" .
Serto ?
Maix uma letra mud a qe eliminamox .
É impresionante a quantidade de ambivalênsiax e de letras inuteix qe a língua portugesa tem !
Uma língua qe tem pretensõex a ser a qinta língua maix falada do planeta, qomo pode impôr-se qom tantax qompliqasõex ?
Qomo pode expalhar-se pelo mundo, qomo póde tornar-se realmente impurtante se não aqompanha a evolusão natural da oralidade ?
Outro problema é o dox asentox.
Ox asentox só qompliqam !
Se qada vogal tiver sempre o mexmo som, ox asentox tornam-se dexnesesáriox .
A qextão a qoloqar é: á alternativa ?
Se não ouver alternativa, pasiênsia.
É o qazo da letra "a" .
Umax vezex lê-se "á", aberto, outrax vezex lê-se "â", fexado .
Nada a fazer.
Max, em outrox qazos, á alternativax .
Vejamox o "o": umax vezex lê-se "ó", outrax lê-se "u" e outrax, lê-se "ô" .
Seria tão maix fásil se aqabásemox qom isso !
qe é qe temux o "u" ?
Se u som "u" pasar a ser sempre reprezentado pela letra "u" fiqa tudo tão maix fásil !
Pur seu lado, u "o" pasa a suar sempre "ó", tornandu até dexnesesáriu u asentu.
Já nu qazu da letra "e", também pudemux fazer alguma qoiza : quandu soa "é", abertu, pudemux usar u "e" .
U mexmu para u som "ê" .
Max quandu u "e" se lê "i", deverá ser subxtituídu pelu "i" .
I naqelex qazux em qe u "e" se lê "â" deve ser subxtituidu pelu "a" .
Sempre. Simplex i sem qompliqasõex .
Pudemux ainda melhurar maix alguma qoiza: eliminamux u "til"
subxtituindu, nus ditongux, "ão" pur "aum", "ães" - ou melhor "ãix" - pur
"ainx" i "õix" pur "oinx" .
Ixtu até satixfax aqeles xatux purixtax da língua qe goxtaum tantu de
arqaíxmux.
Pensu qe ainda puderiamux prupor maix algumax melhuriax max parese-me qe exte breve ezersísiu já e sufisiente para todux perseberem qomu a
simplifiqasaum i a aprosimasaum da ortografia à oralidade so pode trazer vantajainx qompetitivax para a língua purtugeza i para a sua aixpansaum nu
mundu .
Será qe algum dia xegaremux a exta perfaisaum ?...

sexta-feira, agosto 29, 2014

Lehman Brothers ou um bom vinho?



Nosso comentário:

Partilho hoje um e-mail que me foi enviado com muita piada e algum realismo face à débil situação das economias e à fragilidade, para não chamar outros nomes, da Finança e seus derivados.
Pode considerar-se que, de uma maneira simples se chama a atenção daqueles que embarcam com a maior das facilidade nos ganhos fáceis e chorudos.
Por vezes podem enganar-se nos ganhos, nem serem fáceis nem chorudos e, assim sendo, mais vale fazer o que o texto aconselha...
Digo eu!!!

Fiquem bem,

António Esperança Pereira


Saber viver e saber investir...

O Nobel da Economia Prof. Dr. Wass Catar, explica como se deve pensar
na economia actual.

∙ Se em Janeiro de 2010 tivessem investido 1.000 euros em acções do
Royal Bank of Scotland, um dos maiores bancos do Reino Unido, teriam
hoje 29 euros!
∙ Se em Janeiro de 2010 tivessem investido 1.000 euros em acções da
Lehman Brothers teriam hoje 0 euros !!!
∙ Mas se em Janeiro de 2010 tivessem gasto 1.000 euros em bom vinho
tinto (e não em acções) e tivessem já bebido tudo, teriam em garrafas
vazias 46 euros.


Conclusão: No cenário económico actual é preferível esperar sentado e
ir bebendo um bom vinho.
Não se esqueçam que quem sabe beber vive :
-Menos triste
- Menos tenso
- Mais contente com a vida.


Pensem nisto e invistam na alegria de viver.

terça-feira, agosto 26, 2014

Em Lisboa, Uma Ponte e um Minipreço


Mais um passeio citadino de bicicleta em Lisboa. 
Venho fazendo estes passeios em boa companhia, um amigo de longa data, sendo o meio de transporte utilizado, a bicicleta, de que sempre, desde que me conheço,  fui fã incondicional.
Venho publicando na rede social Facebook uma ou outra foto destes passeios que se iniciaram recentemente, nada mais.
A partir de hoje pretendo dar uma maior visibilidade aos ditos passeios, levando-os não só às redes sociais mas também inserindo-os aqui no meu blog.
Tentarei trazer e comunicar sempre uma parte útil, além da agradável (desporto) divulgando factos, sítios, peripécias, etc. que possam surgir nestas andanças.
Hoje será o primeiro dos "escritos" que espero suscite o interesse de todos.
Aí vai:
O percurso foi breve, sobretudo motivado pelo tempo limitado de que dispúnhamos para o efeito.
A saída, como quase sempre até agora, foi feita a partir da freguesia do Lumiar, mais propriamente Telheiras , onde moram os "ciclistas".
Já montados nas bicicletas tomámos a ciclovia direitos ao Campo Grande. Estava calor, e para trás deixávamos o nosso bairro, ladeando logo a seguir e a descer, o estádio do Sporting Clube de Portugal.
Curvando à direita no sentido de quem se dirige para o Saldanha percorremos a extensa zona verde que dá pelo nome de "Campo Grande" até Entrecampos.
Aí chegados, voltámos para trás pela mesma ciclovia, até mais ou menos a meio do parque e virámos à esquerda, no sentido da Cidade Universitária.
Sempre a subir, embora nada de especial, ladeávamos algumas das referências daquela zona, Reitoria, Torre do Tombo, instalações do Hipódromo (com o respectivo cheiro a cavalo) Parque desportivo, etc etc.
Foi então que numa zona em que tentávamos passar por cima da segunda circular, zona da cidade com intenso tráfego, demos com uma rede que barrava a passagem para uma ponte sobre a dita segunda circular.
Fotografámos o impedimento (na foto acima) tendo decidido com o gesto, deixar um recado à CML (Câmara Municipal de Lisboa) designadamente ao Senhor Vereador que trata destes assuntos. Isto porque a inauguração da dita passagem se arrasta no tempo, ao que parece sem se saber porquê. Se a CML ler isto, agradecíamos uma resposta ao porquê. As fotos ficam para que conste.
Tivemos de voltar para trás quase à zona da Escola Alemã para passarmos para o outro lado da segunda circular. Aí sim existe uma passagem aérea para o lado de lá, o bairro de Telheiras.
Decidimos fotografar a saída também bloqueada (foto abaixo) da passagem que aguarda  inauguração. 
Fica o recado.
Para concluir, um pequeno episódio que contarei em modo breve. É que, sem dizer quase nada, já vai longo o texto, especialmente para quem o lê.
Um senhor vindo de um carro que estacionara, fotografava eu "a passagem fechada para a outra margem", abeirou-se de nós e de outras pessoas presentes no local, tendo perguntado: "procuro o Minipreço daqui, sabem-me dizer aonde é? dizem que é por aqui. 
Bom dos presentes só um é que arriscou umas indicações: tipo...em frente, depois à esquerda, vira à direita, la ra la la e o bom do senhor com estas indicações lá foi à descoberta do Minipreço. Pois tal como ele e como não sabíamos também onde ficava o raio do Minipreço na zona próxima de onde morávamos, fomos também em busca do "mini mercado" em causa. Fomos de bicicleta claro e lá andava já o senhor do carro em busca do escondido Minipreço. Tão escondido, que só mesmo ao pé dele se vê que lá está. Demos com ele e transmitimos isso ao senhor que já debandava entristecido por ir sem a sua areia para gato anunciada ali em promoção, ao que nos disse.
Bom, assim terminou pouco depois o nosso passeio de bicicleta. 
Para além da parte agradável (Desporto) ficam uma ponte (passagem aérea) por inaugurar pela CML e um Minipreço escondido que fica na Rua Aristides de Sousa Mendes, em Telheiras, quase Carnide, informação que deixamos para quem possa interessar.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira









segunda-feira, agosto 25, 2014

Geografia da Mulher


Partilhas e Momentos (Poemas com mensagem)Nosso comentário:

Chegaram-me via e-mail estas considerações geográficas, muito "sui generis", que divulgo abaixo com muito prazer.
Têm a sua piada e, como é tempo de final de férias para muitos dos estimados leitores, sempre ajudam a largar um sorriso ainda que seja breve.
Oxalá gostem.
Pelo que a mim diz respeito, tenho a comunicar que nasceu mais um livro de poemas de minha autoria, com o título "Partilhas e Momentos" (Poemas com mensagem)
Quem tiver um minuto do seu precioso tempo pode espreitá-lo no link que aqui deixo:
http://www.bubok.pt/livros/8579/Partilhas-e-Momentos-Poemas-com-mensagem.
O aspecto da capa do livro (frente) é o que a foto que deixo aqui ao lado apresenta.
Mas, mais vale ver para crer...
Um Obrigado a todos.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira



Geografia da Mulher


Entre os 18 e os 25 anos é como o Continente Africano: metade foi descoberta, a outra metade esconde a beleza selvagem e deltas férteis.
Entre os 26 e os 35 é como a América do Norte : moderna, desenvolvida, civilizada, aberta a negociações.
Entre os 36 e os 40 é como a Índia: muito quente e consciente da sua própria beleza.
Entre os 41 e os 50 é como a França: suavemente envelhecida mas ainda desejável de se visitar.
Entre os 51 e os 60 é como a Jugoslávia : empenha-se na reconstrução.
Entre os 61 e os 70 é como a Rússia: espaçosa, com fronteiras sem patrulha. 
A camada de neve, oculta grandes tesouros.
Entre os 71 e os 80 é como a Mongólia com um passado glorioso de conquistas, mas com poucas esperanças no futuro.
Depois dos 81 é como o Afeganistão: quase todos sabem onde está, mas ninguém quer lá ir...

Geografia do Homem


Entre os 15 anos e os 80, o homem é como Cuba: governado por um só membro...

quinta-feira, agosto 21, 2014

A Dívida e...Quo vadis Portugal?

Nosso comentário:

A DÍVIDA PÚBLICA PORTUGUESA está cada vez mais elevada... 
Para que conste, ela ronda oficialmente os 134% do PIB. 
De acordo com dados do boletim estatístico divulgado esta quinta-feira pelo Banco de Portugal (BdP), a dívida pública na ótica de Maastricht (a que conta para Bruxelas) alcançou os 223.270 milhões de euros em Junho deste ano.
Para ilustrar um desempenho tão negativo desta governação apesar de tantos e tais cortes e sacrifícios impostos a Portugal e aos portugueses...
Achei por bem transcrever esta notícia veiculada pela LUSA. 
Sem mais palavras.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira

António, pastor urbano junto à via rápida

Lusa
Na VL9, em Gaia, os carros correm apressadamente, ao mesmo tempo que, nos seus taludes, mais de uma dezena de ovelhas e cabras se demoram, por duas ou três horas, a pastar junto a António, o pastor urbano.
António, pastor urbano junto à via rápidaAntónio Sousa tem 63 anos, 10 ovelhas e três cabras que diariamente leva a pastar junto da VL9, mesmo ao lado da estrada para onde, garante, "nunca nenhuma fugiu" e de onde os condutores, curiosos, olham e apitam.
António é de Carlão, freguesia de Alijó no distrito de Vila Real, terra que o viu, aos seis anos, subir ao monte descalço com o pai que lhe ensinou a arte de pastorear. Lá foi pastor até aos 21 anos, idade com que teve de "ir para a tropa", a que se seguiram sete meses em Angola, na guerra do Ultramar.
Voltou a Portugal e em 1974 foi trabalhar para o Hospital de Vila Nova de Gaia, onde durante 32 anos fez "serviços gerais" e até colaborou nas "urgências" depois de "tirar um curso".
Há oito anos reformou-se e foi nessa altura que, para se "entreter", voltou a comprar ovelhas e a subir ao monte, também perto do rio Douro, mas agora mais a ocidente, em Gaia.
Hoje tem 13 animais que leva a pastar todos os dias para uma das novas vias de ligação de Gaia ao Porto, com automóveis a passar a grande velocidade nas retas da Avenida D. João II, e, conta, é o único a fazê-lo.
Trocou as serras de Alijó pelos montes criados pelo homem na freguesia de Oliveira do Douro, em Gaia, declives gerados pelas escavadoras que ali rasgaram uma estrada, ladeada de erva verde e "tenrinha" para as novas ovelhas e cabras.
António pastoreia "em vez de estar no café o dia todo ou em casa a dormir" - ir para um centro de dia "nem pensar" - e, garante, "não dá lucro nenhum", embora "outro dia" tenha vendido um carneiro por 100 euros.
Todos os dias levanta-se pelas 07:00, vai trabalhar até à "hortinha" que também tem e, depois do almoço, pelas 14:00, chega a vez das ovelhas e cabras que o aguardam e seguem durante "duas a três horas", monte acima, por vezes até à Serra do Pilar.
Se se afastam mais um pouco do seu olhar, logo puxa do pão que traz num saco às costas e chama a "Pequenina", a ovelha que "quando vem, vêm logo todas atrás", desde a mais velha de quatro anos, à mais nova que "nasceu em fevereiro".
Em oito anos, só uma vez chamaram a GNR para que ele retirasse as ovelhas de um terreno junto da Real Companhia Velha; dias mais tarde acabariam por lhe pedir "desculpa", recorda.
Também nos oito anos desde que voltou a ser pastor, o número máximo de ovelhas que teve foi 25. Morreram todas depois de beberem água "com químicos" que corria a céu aberto.
"É preciso ter amor", contou o único pastor urbano de Gaia.

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...