quarta-feira, agosto 28, 2013

Língua Portuguesa no Sistema Mundial, Conferência


Nosso comentário:

Muito me honra receber informação de qualidade através do OLP (Observatório de Língua Portuguesa) no que à maravilhosa Língua de Camões diz respeito.
Desta vez divulgo a "II Conferência Internacional sobre a Língua Portuguesa no Sistema Mundial".
Oxalá que quem me lê, tal como eu, valorize este bem maior que urge preservar, defender e implementar, um bem que é pertença de cerca de duas centenas e meia de milhões de falantes por todo o mundo. Diga-se ainda que o interesse pela nossa Língua comum tem tendência a aumentar, não só pela dinâmica própria da CPLP, como também pelo interesse que muitos cidadãos de fora da CPLP manifestam, cada vez em maior número, de aprender a falar Português.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira


  • II Conferência Internacional sobre a Língua Portuguesa no Sistema Mundial


    II Conferência Internacional sobre a Língua Portuguesa no Sistema Mundial







    A conferência está aberta a todos quantos estiverem interessados em assistir e participar nos trabalhos. Para tal, bastará preencher o formulário de inscrição em linha e pagar 25€, que dará direito ao certificado de presença.

    27-08-2013
    Objetivos
    II Conferência Internacional sobre o Futuro da Língua Portuguesa no Sistema Mundial é uma iniciativa do Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal. Constitui o segmento inicial de uma reunião de Ministros da CPLP, destinada a avaliar, entre outros assuntos, o estado de execução do Plano de Ação de Brasília, aprovado em 2010, aquando da I Conferência.
    Trata-se de um evento que reunirá em Lisboa, a 29 e 30 de outubro deste ano, eminentes académicos dos países de Língua Portuguesa, para refletir acerca do Plano de Ação de Brasília, traçar os pontos de situação relativamente à sua implementação, e, através do foco no tema “Língua Portuguesa Global – Internacionalização, Ciência e Inovação”, conhecer perspetivas e projetar ações atinentes à relação entre a Língua Portuguesa e a divulgação do conhecimento e da inovação por todo o mundo.
    A organização desta Conferência resulta de um consórcio entre três Faculdades de Letras e a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas com centros de investigação em linguística (Universidades de Lisboa, de Coimbra e do Porto e Universidade Nova de Lisboa), todas representadas na Comissão Organizadora, de modo a conferir à sua preparação uma base académica de nível nacional.
    Sendo seu objetivo avaliar a implementação do Plano de Ação de Brasília, nela se retomará, como elementos estruturais, as grandes secções desse plano, a que se acrescentarão temas debatidos em sucessivas reuniões da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).
    Assim os eixos temáticos da Conferência serão os seguintes:
    A Conferência contará com a presença de eminentes pensadores e oradores sobre as questões que aproximam as ideias da Língua Portuguesa daquelas que se prendem à inovação, ao desenvolvimento, à difusão e à aplicação do conhecimento; terá ainda a participação alargada da sociedade civil, através de eventos paralelos, de natureza política, cultural, económica ou mediática, emanados de várias organizações, associações e Ordens profissionais.

quinta-feira, agosto 22, 2013

Dívida Pública porque cresces com austeridade?


Nosso comentário:

É muito difícil encontrar uma ponta por onde se pegue na atual governação.
Nós sinceramente bem gostávamos que assim não fosse.
Que para além dos cortes cegos e pouco mais que isso, houvesse visão política, inteligência, dinâmica, vocação para bem servir os interesses dos portugueses.
Mas não.
Falta tudo a este conjunto de ministérios comandados não se sabe bem por quem. Conjunto de ministérios esse que vai mudando ao sabor dos ventos, num governo que começou por fazer a apologia de um "governo pequeno"em ministérios.
Acabou por ser pequeno em ministérios e também em obra.
Por isso mesmo tem vindo a crescer, a mudar, a conceder mordomias, a meter os pés pelas mãos e as mãos pelos pés a toda a hora. 
Sem norte!
Agora está um governo grande. Aumentou o número de pastas, distribuíram-se novas competências na recente lei orgânica, os resultados é que continuam pequeninos.
Sobre estes resultados pequeninos, de quem tanto prometeu antes de ser eleito, chamo a atenção dos estimados leitores para o sítio do poço sem fundo onde a dívida pública já vai... isto apesar dos tais cortes chorudos em todo o dinheirinho que mexe e que não mexe. Cortes em tudo o que é direito adquirido. Cortes no Serviço Nacional de Saúde. Cortes na Educação. Cortes na Segurança Social. Despedimentos...
O resultado é o que se vê na notícia abaixo.
Parece certa a tese de que a receita para o país de austeridade em cima de austeridade, só pode destruir Portugal. Acabar com os circuitos naturais da economia pelo fechar da torneira do dinheiro, do investimento, do emprego.
Já se viu um rio correr se lhe cortarem a água na nascente? assim este país está: como um rio que seca à nascença, sem confiança, sem incentivo, sem liderança que mobilize os portugueses, sem se vislumbrarem soluções sérias e credíveis que mudem o rumo das coisas.

Fiquem bem,

António Esperança Pereira


A dívida pública portuguesa voltou a aumentar, superando os 130% do produto interno bruto (PIB), no final de Junho. Em termos nominais, o valor supera os 214 mil milhões de euros, ultrapassando, em ambos os casos, as metas acordadas com a troika.

A dívida pública atingiu os 131,4% do PIB no final do primeiro semestre deste ano, segundo os dados divulgados esta quinta-feira pelo Banco de Portugal através do Boletim Estatístico.

Este valor compara com a estimativa de 122,9% incluída na última avaliação da troika às contas nacionais para o final deste ano. 

Em termos nominais, a dívida nacional atingiu os 214,57 mil milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 1,43% face ao primeiro trimestre do ano, altura em que a dívida cresceu para os 211,5 mil milhões de euros.

Comparando com os números que constam na sétima avaliação do programa de ajustamento português, este número supera as estimativas para o acumulado do ano, cuja previsão é de 202,1 mil milhões de euros para este ano.

Considerando a dívida líquida de depósitos da administração central, a dívida nacional cresceu de 115,8% no primeiro trimestre para 118,4% no final de Junho. Em termos nominais, este indicador encontra-se nos 193,3 mil milhões de euros, segundo os dados do Banco de Portugal.

Esta tendência de aumento foi transversal a todos os segmentos que são contabilizados. Entre as empresas públicas verificou-se um aumento de 28,8% do PIB para 29,5%, entre o primeiro e o segundo trimestre do ano.

Publicação em destaque

Livro "Mais poemas que vos deixo"

Breve comentário: Escrevo hoje apenas meia dúzia de palavras para partilhar a notícia com os estimados leitores do blogue, espalhados ...